Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.

filmow.com/usuario/kalikowski/
    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > kalikowski
28 years
Usuário desde Outubro de 2013
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Últimas opiniões enviadas

  • Lucas

    Crítica do Catacrese COM SPOILERS!

    "Marvel’s Agents of SHIELD - 5ª Temporada | Crítica

    Mais um ano excelente de AoS que a fez garantir uma sexta temporada

    Criada por Joss Whedon, Jed Whedon e Maurissa Tancharoen. Com Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain de Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Nick Blood, Ruth Negga, Natalia Cordova-Buckley, Adrian Pasdar, Jeff Ward, J. August Richards, Briana Venskus, Catherine Dent, Dominic Rains, Joel Stoffer, Peter Mensah, Dove Cameron, Florence Faivre.

    Aviso: esse texto contém spoilers da trama!

    Quanto o quarto ano de AoS terminou, os fãs foram deixados na expectativa com um dos maiores ganchos ao longo da história da série: como raios Coulson & Cia foram parar no espaço? Voltada para esse mistério nos primeiros episódios, Agents of SHIELD começa o que então seria sua última temporada, mas que, merecidamente, foi renovada para mais um ano.

    Vinda de um excelente quarto ano, a série tinha o fardo de manter a qualidade a qual conseguiu se alicerçar a partir do terço final do primeiro ano. Para isso, a obra – que há muito tem vida independente dos filmes – resolve ser ainda mais corajosa que o ano anterior e coloca em sua mitologia as viagens no tempo (recurso que poderá vir a ser utilizado em Vingadores 4). Com muita calma, a obra vai inserindo informações para o conhecimento dos fãs, de modo que as coisas vão se assentando com muita naturalidade. Assim, os três arcos que aparentemente são bem independentes, na verdade, se entrelaçam de forma majestosa, assim como no ano passado.

    Na verdade, a fórmula do roteiro utilizada foi exatamente a mesma, onde há um primeiro arco, mais enfadonho e cheio de informação (Kasius e a Destruidora de Mundos); o segundo, um pouco mais breve, com bastante ação (Ruby e a nova Hidra); e um terceiro, muito pequeno, com um clímax que aglutina bem os 22 episódios (Graviton e a ameaça de Thanos).

    Seguindo os passos do irmão Joss Whedon (diretor dos dois primeiros Vingadores), Jed Whedon continua trabalhando o elenco com maestria. Se, por um lado temos a dupla Coulson/Daisy como principal, em certos momentos, a série consegue trabalhar muito bem Fitz/Simmons e Mack/Yo-yo. Até mesmo por isso, nesse ano, a May fica evidentemente em segundo plano, dando espaço para o crescimento das demais personagens.

    Todo o elenco atua de forma uniforme e satisfatória, mas é impossível não destacar o trabalho de Iain de Caestecker. Desde o primeiro ano, Fitz sofre os maiores cliffhangers e os melhores contrastes (o Leopold, do Framework, é espetacular). A questão é que não se sabia se era o ator que era favorecido pelo personagem ou vice-versa. Agora, mesmo tendo poucos grandes momentos Fitz continua roubando as cenas, confirmando o talento do intérprete.

    Idealizada como uma temporada conclusiva, o quinto ano de Agents of SHIELD busca informações de todos os outros anos da série com intuito de fechar um círculo perfeito – não por acaso, muitos personagens repetem tudo que fizemos nos trouxe até aqui, testando nossa inteligência e paciência. Portanto, temos de volta o Gravitonium, o soro da centopeia, Deatklock, etc.

    O verdadeiro ponto baixo da série é o quão decepcionante é o distanciamento cada vez maior entre cinema e televisão. Mesmo mencionando a vinda de Thanos no arco final, os fãs precisam se contentar com meras menções dos eventos nas televisões e nos jornais, pois não há um envolvimento mais direto entre as mídias. É um verdadeiro anticlímax que a solução achada pelos roteiristas tenha sido finalizar a temporada antes do fatídico estalar de dedos do Titã Louco, de sorte que não podemos ver as consequências de seu ato.

    Por mais que a séria tenha sido renovada para mais um ano, a quinta temporada de AoS é um claro final de ciclo. A série que começou mostrando o retorno de Coulson da morte, termina com ele finalmente abraçando seu destino, sabendo que fez o seu papel. Não só salvou o mundo todos os anos, mas também reuniu um grande de time de super-heróis. Parafraseando o querido agente, em seu brinde final: eu tive a oportunidade de viver com muitos super-heróis, nenhum deles maiores que vocês.

    Melhor que isso, só vendo eles nas telonas.

    Nota: 5/6 (Muito Bom)"

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Lucas

    Confira a crítica COM SPOILERS do Catacrese:

    "Vingadores: Guerra Infinita | Crítica

    O Império Contra-Ataca do século 21

    Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo. Escrito por Christopher Markus e Stephen McFeely. Com Josh Brolin, Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Chris Evans, Scarlett Johansson, Don Cheadle, Benedict Cumberbatch, Tom Holland, Chadwick Boseman, Zoe Saldana, Karen Gillan, Tom Hiddleston, Paul Bettany, Elizabeth Olsen, Anthony Mackie, Sebastian Stan, Peter Dinklage, Idris Elba, Danai Gurira, Benedict Wong, Pom Klementieff, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper, Chris Pratt.

    Em 1980, com o lançamento da sequência de Star Wars: Uma Nova Esperança (que ainda não tinha esse título), as pessoas foram pegas de surpresa saindo do cinema após um filme em que, por incrível que pareça, os mocinhos não venciam. Como pode, no fim do filme, um dos mocinhos ter o braço amputado, o outro ser congelado e a outra sequestrada? Esse sentimento de derrotismo foi essencial para que em O Retorno de Jedi o espírito de superação pudesse compensar a perda de anos atrás.

    Agora, em 2018, a história se repete em Vingadores: Guerra Infinita. O filme, prometido há mais de seis anos, é a culminação de um universo construído com zelo e planejamento desde o Homem de Ferro. Inclusive, não é exagero algum suspeitar que o filme estreou em 26 de abril, enquanto o primeiro filme de Tony Stark chegou às telonas no dia 30, há mais de dez anos.

    A trama, facilitada ao longo das dezoito películas, é muito linear: Thanos, último sobrevivente de sua raça, anseia por encontrar o equilíbrio do universo. Para isso, ele vai em busca das Joias do Infinito, não poupando esforços para encontrá-la. Para quem acompanha o universo cinematográfico da Marvel, o enredo não tem novidade alguma. Partindo do ponto em que Thor: Ragnarok terminou, o filme consegue unir os super-heróis todos de forma muito fluida e natural.

    De maneira muito inteligente, para não estragar o clímax que virá no próximo Vingadores (ainda sem título definido), os irmãos Russo optaram por dividi-los em duas equipes, com características semelhantes, a fim de deixar mais orgânico esse encontro dos Guardiões da Galáxia com os Vingadores, facilitando a troca de diálogos entre Homem de Ferro e o Senhor das Estrelas, por exemplo.

    Além disso, agora fica mais evidente ainda a importância que Taika Watiti tem para Thor. Após usar de um humor ácido e autodepreciativo em Ragnarok, a jornada do Deus do Trovão com o Rocket e o Groot é um dos pontos mais altos do filme. É muito clara a crescente que o asgardiano vem tendo desde A Era de Ultron, onde é o primeiro a mensurar o impacto das Joias do Infinito na vida de todos. Não seria de se espantar que ele fosse um dos remanescentes da equipe antiga na fatídica transição para a nova geração.

    Em termos de atuação, o blockbuster não fica com menos destaque. Em um filme em que o vilão é o protagonista, Brolin entrega uma atuação memorável no mesmo nível que Heath Ledger fez com o Coringa anos atrás. Parece que a Marvel repete o que fez com Killmonger (Pantera Negra) e constrói um vilão não-linear. Assim, ao mesmo tempo que abominamos as ações de Thanos, compreendemos seus ideais e por que ele faz o que faz.

    A superpopulação, trabalhada por Thomas Maltus (progressão aritmética dos alimentos x progressão geométrica da população) até os pensadores contemporâneos, é um dos problemas mais iminentes que estamos por enfrentar. No caso do filme, essa questão se projeta da Terra ao universo, de sorte que o vilão acha que precisa eliminar metade de suas pessoas para atingir o equilíbrio perfeito. Sem teorias de higienização ou supremacia de alguma raça, o vilão deixa muito claro que não visa eliminar ricos ou pobres, deixando eles à própria sorte. Assim, fortalecendo a máxima de que “cada vilão é o herói dentro de sua própria história” o Titã acredita ser um messias e, para isso, não poupa esforços, inclusive assumindo certos sacrifícios e se ressentindo por eles.

    Da mesma forma que o vilão, Downey Jr., o Homem de Ferro, entrega sua melhor atuação no manto do gênio, bilionário, playboy e filantropo. Sendo muito claro de que a invasão o assombra desde os eventos em Nova York, o ator é muito eficiente em tomar para si a responsabilidade de salvar o planeta.

    Com menos destaque que a equipe que luta em Titan, a equipe da Terra também tem seus bons momentos. Por mais blazé que seja o relacionamento de Wanda com Visão, isso acaba sendo uma importante engrenagem na obra, até mesmo porque o andróide é um MacGuffin* ambulante. Com menos destaque, Capitão América, Pantera Negra, Viúva Negra e outros têm muitas cenas de ação e poucos diálogos, algo que os diretores já mencionaram que não se repetirá na sequência.

    Claro, nem todas as escolhas do texto foram acertadas. Se por um lado a união dos heróis é muito natural, por outro, a Ordem Negra de Thanos (com exceção do Fauce de Ébano) é apresentada de forma displicente e descartados negligentemente. Sem impacto ou urgência, os generais de Thanos vão sendo eliminados de modo que Corvus Glaive e Estrela Negra mal falam.

    Da mesma forma, a escolha do cliffhanger nos últimos dez minutos, da forma que foi tomada, tira o impacto almejado. É admirável a coragem do roteiro em matar Loki, Heimdall, Gamora e Visão. Contudo, a força do estalar dos dedos do Thanos é subtraída quando vemos que personagens como Homem-Aranha, Dr. Estranho e Pantera Negra estão entre as baixas, por exemplo;, pois são personagens que possuem seus contratos renovados para mais um filme. Portanto, da mesma forma que toma-se um salto de coragem ao eliminar alguns heróis, usa-se de outros para que o espectador se console ao começarem os créditos.

    Vingadores: Guerra Infinita é um dos filmes mais emblemáticos do nicho que representa. Como muitos definem, trata-se de um filme-evento. Uma homenagem a todos aqueles que acompanham a saga desde sua fase embrionária, mas sem esquecer do espectador médio. Uma obra comprometida que tem o grande atributo de renovar uma categoria que estava começando a dar os primeiros traços de cansaço. E o melhor de tudo é a incerteza do futuro, já que a última frase dos créditos garante apenas que um nome vai voltar.

    Thanos.

    Nota: 6/6 (Ótimo)

    *Na ficção, MacGuffin (às vezes McGuffin ou Maguffin) é um dispositivo do enredo, na forma de algum objetivo, objeto desejado, ou outro motivador que o protagonista persegue, muitas vezes com pouca ou nenhuma explicação narrativa."

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Lucas

    Confira a crítica do Catacrese SEM SPOILERS!

    "Jessica Jones – 2ª Temporada | Crítica

    Os mesmos erros, só que maiores

    Criado por Melissa Rosenberg. Com Krysten Ritter, Rachael Taylor, Eka Darville, Carrie-Anne Moss, Janet McTeer, J.R. Ramirez, Wil Traval, Leah Gibson, Rebecca De Mornay, Terry Chen, Nichole Yannety, Callum Keith Rennie, John Ventimiglia, David Tennant.

    Uma das coisas que aprendemos na vida é que, em sagas – especialmente trilogias –, o segundo capítulo é o episódio mais sombrio. O Império Contra-Ataca, As Duas Torres, De Volta para o Futuro II e Batman – O Cavaleiro das Trevas são apenas alguns exemplos que comprovam o argumento. Lógico, existem exceções; Jessica Jones, todavia, que teve uma primeira temporada extremamente impactante mostrando o impacto dos abusos de Kilgrave em sua vida, consegue ser ainda mais melancólica.

    O enredo da série é construído a partir das lacunas deixadas pelos anos anteriores, explorando mais a história do acidente de carro na infância de Jessica (Ritter) e as experiências que acabaram deixando-a com poderes meta-humanos. Todos os elementos que cativaram tanto o público ainda estão presentes: a narrativa continua densa e a atmosfera noir ainda se faz presente, embora numa intensidade mais moderada. Nesse ritmo, a séria continua se embrenhando nos traumas da heroína, mostrando que os eventos envolvendo Kilgrave (Tennant) foram apenas uma página de uma vida de rancor.

    Novamente, nos deparamos com os mesmos problemas de tantas outras séries da Netflix. Os treze episódios facilmente poderiam ter sido simplificados a quatro, ou até mesmo a um longa-metragem, tamanha a falta de profundidade da trama. Para poder preencher a grade dos treze capítulos (e ser menos enfadonha do que já é), a série acaba lançando mão de subtramas desinteressantes e desnecessárias com Malcolm (Darville), Hogarth (Moss) e Trish (Taylor). Nenhum dos coadjuvantes se escapa, todos tem seu jeitinho especial de serem irritantes.

    Aliás, é surpreendente que uma série nos cozinhe em banho-maria, de sete a oito episódios, para definir de forma concreta um vilão. São problemas de texto que foram tão facilmente evitados na segunda temporada de Demolidor – dividir os treze episódios em dois arcos distintos e uni-los nos dois últimos episódios –, que acabam assustando o espectador os enfrenta novamente em um claro retrocesso. Por incrível que pareça, o episódio emblemático vai acontecer no 11º capítulo apenas, onde as discussões mais importantes tomam corpo, para novamente baixar a bola nos últimos dois.

    Verdade seja dita, tanto na primeira temporada quando em Os Defensores, as obras terminaram que a personagem enfim tinha aceitado seu manto de super-heroína. Agora, novamente, enfrentamos os mesmos questionamentos e as mesmas negações, um loop que aparentemente não terá fim.

    Lógico, ainda estão lá os elementos que criaram a identidade da personagem. A fotografia intercalando os tons entre o azul e púrpura, a música noir urbana e a atuação de Krysten Ritter – cada vez mais empática e cativante como heroína – são pontos fora da curva, que vai ladeira abaixo. Outra característica que revitaliza de certa forma a Marvel na televisão é que os easter-eggs são menos contidos; seja em um garotinho comparando Jessica ao Capitão-América ou na detetive brincando com a expressão “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.

    Em um artigo, o crítico de cinema Matt Singer é muito feliz em definir uma ideia geral das séries da Netflix: "cada vez mais, quando alguém me recomenda uma séria da Netflix, basicamente a mesma observação é feita: ‘você precisa insistir na série. Os primeiros episódios são bem lentos". Mais uma vez, a empresa de streaming e produtora não nega sua imagem de falta de coesão. Infelizmente, o ápice desse problema aconteceu com uma série que teve um primeiro ano fantástico. Mais um problema a ser enfrentado pela Jessica Jones.

    Nota: 2/6 (Ruim)"

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Alex Gonçalves
    Alex Gonçalves

    Lucas, saudações cinéfilas!
    Como vai?

    Gostaria de convidar você para conhecer o meu canal no YouTube, Cine Resenhas, por Alex Gonçalves. Caso curta os vídeos, também faço o convite para se inscrever, pois o conteúdo é totalmente independente e o apoio vindo com as novas inscrições é essencial para mantê-lo.

    Link do canal: www.youtube.com/c/CineResenhas

    Obrigado pela atenção. ;-)

  • Victor
    Victor

    Olá, está aceito! :)

  • Churdan
    Churdan
    Usuário temporariamente bloqueado por infringir os termos de uso do Filmow.