A maneira a qual Elis percorre a vida tentando se mostrar forte para aqueles que estão em volta (inclusive a enfiando num relacionamento fadado ao abuso) se contrapõe por completo a pressão social sofrida por uma artista que, como tantas outras, quer ser a melhor para seu público. Existirá a verdade absoluta que ela almejava incorporar em seus albuns? Ou era Elis um ser mutável que se perdeu ao tentar fazer de si a personagem ideal de si mesma?
Reclamam do final, mas compreendo que a ideia dos produtores não era dar ao enredo um final que mostre o quanto essa artista "se acabou" e sim que a arte enquanto expressa é imortal.
Entendo a quebra de roteiro por conta da possibilidade a época de se cancelar a série, mas não custava nada ter caprichado um pouco mais nos dois últimos episódios bônus. Aguardemos a nova temporada.
Vi alguns comentários quanto a possível contradição quanto ao que acontece com as personagens, entretanto encaro como a realidade realmente acontece. Afinal, é muito bonito se falar em feminismo e crescimento da mulher se for ignorar completamente a construção social, o que bem devemos saber que é impossivel. Muitas vezes se delimita o que se irá viver conforme as barreiras que são construídas a nosso redor.
Do pouco que vivi até esses dias posso avaliar esse filme como o diálogo e a ponderação devem ser utilizadas ao refletir toda a consciência do que é viver no sistema. Qual a maneira mais eficaz de fugir daquilo que lhe limita? Qual atitude tomar antes a tantas problemas sociais, burocracia e tantas outras mazelas? Para o protagonista a solução seria distanciar-se por completo, mas seria mesmo isso o mais coerente? No final só se sabe a atitude mais certa a tomar quando nos posicionamos.
Os produtores deveriam ter vergonha de utilizar-se da fama de Death Note e no fim ter como resultado horroroso que não respeita as peculiaridades dos personagens.
Jane foi uma mulher tão incrível que ainda está me doendo esse final, essa fotografia por vezes descuidada, além, claro, dessa forma incompleta de personalidade de mostra-la durante o enredo.
E, pelo amor, existe explicação pra uma tradução de título tão tosca?
Lorelai lembra muito a minha mãe de anos atrás. É impossível não se apaixonar por uma personagem tão cativante que com bom humor batalha para criar sua filha e ao mesmo tempo cresce em atitudes.
Superestimei essa série quando soube que era da mesma criadora de Weeds. Ela conseguiu seguir o mesmo padrão de comportamento da personagem principal (bobinha, ingênua e com personalidade moldada aos poucos pelos acontecimentos da vida), mas que até o momento não vi grande evolução do mesmo, paranoias a parte acho que até certos padrões de postura das atrizes se encaixam. O que continua me prendendo a tela para ver o desfecho dessa história são os personagens secundários que são tão bem construídos que cativam o telespectador.
Enxerguei um reflexo comum do que acontece quando se adota uma ideologia sem que se questione o impacto no convívio social. Atrevo-me, inclusive, a pensar nessa perspectiva associada a eventos atuais de discriminação por grupos distintos presentes no cotidiano.
Apesar de algumas cenas bem toscas Robin Wright conseguiu jogar vida na obra. Pippa somos nós em busca de razão de ser e recorrentemente se afundando em motivos que aparentam dar essência a vida. Afinal, a gente é realmente feliz?
Simplesmente lindo. Fiquei impressionada como Marion Cottilard conseguiu captar a tristeza de toda uma vida carregada no olhar, a ponto de ficar irreconhecível para quem conhece outros trabalhos dela. Piaf teve tantas perdas a deixar o meu coração apertado só por assistir, além, claro, de emocionada com a trilha sonora unida a perfeição das cenas na montagem do roteiro.
Elis
3.5 523 Assista AgoraA maneira a qual Elis percorre a vida tentando se mostrar forte para aqueles que estão em volta (inclusive a enfiando num relacionamento fadado ao abuso) se contrapõe por completo a pressão social sofrida por uma artista que, como tantas outras, quer ser a melhor para seu público.
Existirá a verdade absoluta que ela almejava incorporar em seus albuns? Ou era Elis um ser mutável que se perdeu ao tentar fazer de si a personagem ideal de si mesma?
Reclamam do final, mas compreendo que a ideia dos produtores não era dar ao enredo um final que mostre o quanto essa artista "se acabou" e sim que a arte enquanto expressa é imortal.
Lucifer (3ª Temporada)
3.9 187 Assista AgoraEntendo a quebra de roteiro por conta da possibilidade a época de se cancelar a série, mas não custava nada ter caprichado um pouco mais nos dois últimos episódios bônus.
Aguardemos a nova temporada.
Mulheres do Século XX
4.0 426 Assista AgoraVi alguns comentários quanto a possível contradição quanto ao que acontece com as personagens, entretanto encaro como a realidade realmente acontece. Afinal, é muito bonito se falar em feminismo e crescimento da mulher se for ignorar completamente a construção social, o que bem devemos saber que é impossivel.
Muitas vezes se delimita o que se irá viver conforme as barreiras que são construídas a nosso redor.
Na Natureza Selvagem
4.3 4,6KDo pouco que vivi até esses dias posso avaliar esse filme como o diálogo e a ponderação devem ser utilizadas ao refletir toda a consciência do que é viver no sistema. Qual a maneira mais eficaz de fugir daquilo que lhe limita? Qual atitude tomar antes a tantas problemas sociais, burocracia e tantas outras mazelas?
Para o protagonista a solução seria distanciar-se por completo, mas seria mesmo isso o mais coerente?
No final só se sabe a atitude mais certa a tomar quando nos posicionamos.
Death Note
1.8 1,5K Assista AgoraOs produtores deveriam ter vergonha de utilizar-se da fama de Death Note e no fim ter como resultado horroroso que não respeita as peculiaridades dos personagens.
Beleza Americana
4.1 3,0KDaqueles filmes que dão um tapa na cara de quem o vê sem dó.
Elena
4.2 1,3KA terceira vez que tento ver esse filme e não consigo. Essa carga emotiva é demais para mim!
Amor e Inocência
4.0 728 Assista AgoraJane foi uma mulher tão incrível que ainda está me doendo esse final, essa fotografia por vezes descuidada, além, claro, dessa forma incompleta de personalidade de mostra-la durante o enredo.
E, pelo amor, existe explicação pra uma tradução de título tão tosca?
Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha (1ª Temporada)
4.4 377Lorelai lembra muito a minha mãe de anos atrás. É impossível não se apaixonar por uma personagem tão cativante que com bom humor batalha para criar sua filha e ao mesmo tempo cresce em atitudes.
Orange Is The New Black (4ª Temporada)
4.4 836 Assista AgoraMelhor temporada até agora. Tão boa que até da Piper em cena gostei.
Os Mistérios de Miss Fisher (1º Temporada)
4.4 34Apaixonada por esse figurino.
O Quarto de Jack
4.4 3,3K Assista AgoraTenho a impressão que se a trilha sonora fosse mais marcante eu não sobreviveria muito tempo. Destruidor.
Orange Is The New Black (3ª Temporada)
4.2 780Piper começando a ter importância na trama nos 45 do segundo tempo. Que puberdade tardia!
Orange Is the New Black (1ª Temporada)
4.3 1,2KSuperestimei essa série quando soube que era da mesma criadora de Weeds. Ela conseguiu seguir o mesmo padrão de comportamento da personagem principal (bobinha, ingênua e com personalidade moldada aos poucos pelos acontecimentos da vida), mas que até o momento não vi grande evolução do mesmo, paranoias a parte acho que até certos padrões de postura das atrizes se encaixam.
O que continua me prendendo a tela para ver o desfecho dessa história são os personagens secundários que são tão bem construídos que cativam o telespectador.
A Outra História Americana
4.4 2,3K Assista AgoraEnxerguei um reflexo comum do que acontece quando se adota uma ideologia sem que se questione o impacto no convívio social. Atrevo-me, inclusive, a pensar nessa perspectiva associada a eventos atuais de discriminação por grupos distintos presentes no cotidiano.
O Substituto
4.3 1,7KDo tipo que você se desmonta inteira de tanta entrega ao assistir. Magnífico!
A Vida Íntima de Pippa Lee
3.1 165 Assista AgoraApesar de algumas cenas bem toscas Robin Wright conseguiu jogar vida na obra.
Pippa somos nós em busca de razão de ser e recorrentemente se afundando em motivos que aparentam dar essência a vida. Afinal, a gente é realmente feliz?
Piaf: Um Hino ao Amor
4.3 1,1KSimplesmente lindo. Fiquei impressionada como Marion Cottilard conseguiu captar a tristeza de toda uma vida carregada no olhar, a ponto de ficar irreconhecível para quem conhece outros trabalhos dela. Piaf teve tantas perdas a deixar o meu coração apertado só por assistir, além, claro, de emocionada com a trilha sonora unida a perfeição das cenas na montagem do roteiro.
Segredos de Sangue
3.5 1,2K Assista AgoraDetalhes trabalhados de modo a surpreender quem assiste sem ser de forma alguma previsível. Super recomendo.