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Data de lançamento
25 Ago. 2017Duração
Imagine se você tivesse o poder de vida ou morte sobre qualquer pessoa? Inspirado no famoso mangá, "Death Note" acompanha a história de um estudante que encontra um caderno sobrenatural: ao escrever nele o nome de alguém e imaginar seu rosto, essa pessoa morre. Seduzido por esse novo poder, o jovem começa a matar aqueles que ele acha que não merecem viver.
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ryuk sem síndrome de abstinência por maçã = 0/10 adaptação 😭🍎
Gostei
Death Note (2006) é meu anime favorito.
Então já me comprometi a assistir esse filme sem ficar comparando, e desta forma consigo enxergar como um bom entretenimento.
Senti que no final estrapolaram, mas valeu a assistida.
Tenebroso de ruim. Gente, o que eles viram ali que acharam que estavam fazendo um grande mousse nesse live-action? Socorro!
Se eu fosse o autor da obra, me sentiria ofendido com isso.
Honestamente, até que achei um thrillerzinho sobrenatural assistível, a premissa é interessante e gostei do visual do Ryuk.
Claro que quando comparado ao anime se torna lamentável, mas como nunca assisti a obra original, achei de boas. Só acho que a partir da metade pro final a trama virou uma bagunça, uma pena pois o desfecho poderia ter sido muito melhor.
Pq é uma bagunça? É simples:
👉 A investigação do L não faz sentido dentro do próprio filme
Para um thriller policial, a conexão entre suspeito e detetive precisa ser minimamente clara.
Aqui, não é.
O L chega ao Light com uma velocidade e convicção tão abruptas que não há como acompanhar a linha de raciocínio. O filme não mostra pistas concretas, não estabelece uma metodologia clara e tampouco cria tensão investigativa — ele simplesmente encurta o caminho e espera que o público aceite.
Resultado: o confronto entre L e Light perde impacto, porque não há jogo mental, apenas cortes bruscos que soam como saltos de lógica.
👉 A popularização do nome “Kira” gera mais dúvidas do que coerência
O filme introduz a ideia de que várias pessoas começam a escrever “Kira” ao morrer, como se fosse uma marca registrada, quase um culto. Mas essa decisão nunca é explicada de forma convincente.
Por que pessoas aleatórias, manipuladas pelo Death Note, fariam questão de escrever um nome inventado? Qual a lógica interna? Isso ajuda a polícia a rastrear o Kira — e torna tudo ainda menos crível, já que parece um recurso colocado no roteiro apenas para acelerar descobertas.
É uma estética interessante, mas narrativamente frouxa.
👉 Do meio para o final, o filme abandona qualquer esforço de clareza
A partir do momento em que a história tenta ficar “inteligente”, ela se torna simplesmente confusa.
O “plano” final de Light — supostamente uma virada brilhante — é explicado com pressa, falta de lógica e uma cadeia de coincidências tão absurdas que parece brincadeira. É difícil entender o que foi escrito no caderno, como as ações se encaixam, ou por que tudo dá tão certo (ou tão errado) de maneira tão conveniente.
O filme tenta imitar um grande twist, mas entrega um amontoado de eventos desconexos que o espectador precisa aceitar sem entender.