Horror cristão, achei legal como usaram limitações a favor da história. Arrastada a perseguição do chefe de polícia possuído. Me parece ser um filme que saiu da bolha evangélica e se tornou maior do que se esperava. Hoje seria um título da A24.
Divertidíssimo e envolvente. Filme de ação e artes marciais raiz, sem medo dos excessos e dono da própria estética. Por que não tem mais filmes assim? Jet Li no auge da forma física, incríveis os papéis físicos que ele fez. Assisti na Pluto TV.
Gostei muito como o diretor optou em contar essa história de forma mais profunda. As pessoas foram buscando monstros e sustos fáceis, receberam um pesadelo. O labirinto das backrooms nesse filme é um pouco o espelho da mente humana. O horror está em querer ficar lá, se alimentando para sempre do passado e das suas limitações. Terminei o filme e ele voltou pra casa comigo, na minha mente. Não consigo parar de pensar em um diálogo do Clark com a terapeuta. Nasceu um clássico.
Retratar ele como um homem imperfeito foi muito bom, o torna humano e ainda assim admirável. Chocante a pilantragem da empresa que administra o nome dele, deveria ter feito manobras mais espertas em vida para deixar o legado com o filho mas a vida nem sempre é como se espera. Gosto como ele incentivava a arte para as pessoas como algo popular e possível de fazer. O legado dele como artista não está nos quadros, mas em sua história. Talvez ele tenha sido o primeiro influenciador de arte dos tempos contemporâneos.
Bom filme, mas meio apressado em levar os personagens pra jornada de busca do Floquinho. Achei que foi dirigido muito focado no drama, provavelmente quiseram fugir de uma representação muito caricata para não assustar o público. Eu sinto que faltou humor nesse filme, o vilão deveria ter sido feito por algum ator comediante que talvez desse um brilho diferente para a história. A direção de arte é muito competente, ela salva o filme e torna os personagens e o universo dos quadrinhos mais reconheciveis para quem não lê Graphic Novel mas lembra dos gibis. Feito pra emocionar e é competente quanto a isso.
Repleto de clichês e filmado como uma novelinha. A edição é confusa e segue assim ao longo do filme. São várias histórias se cruzando, mas é difícil se importar o suficiente com qualquer uma delas. O livro é importante na narrativa, mas não é ele que guia a história e isso faz a obra parecer apenas um detalhe e não um elemento importante.
O documentário acidentalmente complementa "O Menino e Garça", mostrando o processo de desenvolvimento do filme do cineasta após sua suposta aposentadoria. Para quem não entendeu o filme ou decidiu se isentar de ter uma conclusão sobre a animação, creio que ajuda a compreender melhor a narrativa. Para mim acrescentou ao entendimento que tive do filme, tinha certeza que era sobre ele.
Assistir esse documentário mexeu comigo profundamente. Não é só um filme sobre animação ou um estúdio, é sobre um artista envelhecendo e vendo o mundo ao redor dele se modificando em velocidade vertiginosa. Doeu ver as perdas, doeu assistir o processo. Envelhecer é dureza. Eu vi nele um artista, mas também vi nele os meus pais.
A edição é frenética. Joga frames de animações, de lembranças, mistura fatos e sonhos como flashes de memória. Tornam tudo intenso por que aquele artista é intenso e talvez muitas pessoas nunca o tenham visto dessa forma, o que é engraçado por se tratar de um filme sobre um homem na terceira idade mas que tem uma potência criativa fora do comum, melhor do que muitos de nós que somos jovens e não temos potencial nem para organizar o básico da própria vida.
Por anos as pessoas na internet cultivaram a ideia do "bom velhinho" quando falavam deste artista, retirando dele o direito de ter personalidade, de ser bom, de ser rabugento, de ser como ele realmente pode ser. Esse documentário corrige esse desvio de narrativa para sempre, retrata ele como um humano que erra, que tem fragilidades e que contempla ao mesmo tempo a vida e a morte. Isenta ele de ser apenas virtuoso, mostra os erros ao desenhar, mostra as falhas e os acertos, mostram ele delegando e dirigindo enquanto também se envolve no processo. É um tapa na cara de todo mundo que trabalha com desenho e ilustração hoje em dia e vive preso nas limitações da perfeição. Um privilégio poder assistir algo assim nos dias de hoje.
Lutas legais, mas é um filme vazio e infeliz. Afaga um pouco o coração dos fãs mais entusiasmados e tenta pegar na nostalgia, mas decepciona em tudo: da adaptação que transforma Atena em uma ameaça às armaduras de EVA barato. O Ikki baixinho foi a vítima do pior casting que eu já vi. Que seleção de elenco foi essa?
O melhor filme dos Cavaleiros do Zodíaco. É um filme de herói poético, um épico grego. A Toei passou na frente do Kurumada e escreveu o início do fim, antes dele mesmo. Tem coisas que os que foram ver no cinema não entenderam na época aqui no Brasil. Gosto do ritmo, das falas do filme que na versão brasileira foram adaptadas como uma tragédia grega. Os heróis caídos entregam uma abordagem diferente, melancólica, para um público que já cresceu. É difícil acompanhar Seiya enfraquecido pela maldição de Hades, é difícil ver todos eles na pior forma possível mas mesmo assim tentando. Provavelmente a melhor batalha que Shun já teve nos filmes está aqui. Trilha sonora absurda de boa, arte do filme incrível. O Kurumada, obviamente, detestou: estava a frente do tempo dele e do nosso.
Muito curtinho, mas legal de assistir. Não espero grandes diálogos, mas gostaria de ter visto uma história melhor estruturada. Achei tão apressado que quando enfrentam a vilã no final, parece até que nada aconteceu. Éris é uma deusa mitológica extremamente interessante e deveria ter sido melhor escrita e melhor explorada, porém a alma da série está lá. Visual incrível e Trilha sonora sublime.
Elenco excelente, atuações muito boas, especialmente de todos os interpretes do Chico Xavier. A estética de novela, de minisserie Globo em 4 episódios, é muito forte no filme e isso me incomodou. Alguns momentos não se conectam bem com os outros, tive dificuldade para entender quem era parente e quem era amigo no centro espírita. Fiquei surpreso que a história é contada paralelamente à participação histórica do Chico Xavier no programa Pinga-Fogo. É o tipo de história que só poderia ser contada aqui, no Brasil. Gostei!
Essa série "Desastre Total" é um desastre por si só. Eles espetacularizam os casos e fica só nisso. Parece que eu tô assistindo algo muito ruim que alguém lançou no History Channel, mas é na Netflix. Esse aqui ao menos mostra que o incidente do meme teve vários participantes, exploram todos os pontos de vista e não deixam a principal vítima - a mulher que ia alugar o terreno - sem um final satisfatório. De resto não se aprofunda em nada, é pra assistir mexendo no celular.
Jogam no colo do civis um problema que também era responsabilidade de autoridades. Espetacularizaram tudo, fizeram o documentário engraçadinho, mas o contrato com cláusula criminosa fez uma aparição só pra lembrar que o problema não era só o motor, mas estrutural lá no país do Cheetos.
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Super Mario Galaxy: O Filme
3.4 153 Assista AgoraDivertido e muito melhor que o primeiro. Gostei da trilha e das cores. Não gosto das cenas extras e da estrelinha com hiperfoco na morte.
Os Anos da Besta
3.2 6 Assista AgoraHorror cristão, achei legal como usaram limitações a favor da história. Arrastada a perseguição do chefe de polícia possuído. Me parece ser um filme que saiu da bolha evangélica e se tornou maior do que se esperava. Hoje seria um título da A24.
O Justiceiro
3.5 38 Assista AgoraDivertidíssimo e envolvente. Filme de ação e artes marciais raiz, sem medo dos excessos e dono da própria estética. Por que não tem mais filmes assim? Jet Li no auge da forma física, incríveis os papéis físicos que ele fez. Assisti na Pluto TV.
Backrooms: Um Não-Lugar
3.2 472 Assista AgoraGostei muito como o diretor optou em contar essa história de forma mais profunda. As pessoas foram buscando monstros e sustos fáceis, receberam um pesadelo. O labirinto das backrooms nesse filme é um pouco o espelho da mente humana. O horror está em querer ficar lá, se alimentando para sempre do passado e das suas limitações. Terminei o filme e ele voltou pra casa comigo, na minha mente. Não consigo parar de pensar em um diálogo do Clark com a terapeuta. Nasceu um clássico.
Bob Ross: Alegria, Traição e Ganância
3.6 12 Assista AgoraRetratar ele como um homem imperfeito foi muito bom, o torna humano e ainda assim admirável. Chocante a pilantragem da empresa que administra o nome dele, deveria ter feito manobras mais espertas em vida para deixar o legado com o filho mas a vida nem sempre é como se espera. Gosto como ele incentivava a arte para as pessoas como algo popular e possível de fazer. O legado dele como artista não está nos quadros, mas em sua história. Talvez ele tenha sido o primeiro influenciador de arte dos tempos contemporâneos.
Turma da Mônica: Laços
3.6 613Bom filme, mas meio apressado em levar os personagens pra jornada de busca do Floquinho. Achei que foi dirigido muito focado no drama, provavelmente quiseram fugir de uma representação muito caricata para não assustar o público. Eu sinto que faltou humor nesse filme, o vilão deveria ter sido feito por algum ator comediante que talvez desse um brilho diferente para a história. A direção de arte é muito competente, ela salva o filme e torna os personagens e o universo dos quadrinhos mais reconheciveis para quem não lê Graphic Novel mas lembra dos gibis. Feito pra emocionar e é competente quanto a isso.
O Filme dos Espíritos
2.9 225Repleto de clichês e filmado como uma novelinha. A edição é confusa e segue assim ao longo do filme. São várias histórias se cruzando, mas é difícil se importar o suficiente com qualquer uma delas. O livro é importante na narrativa, mas não é ele que guia a história e isso faz a obra parecer apenas um detalhe e não um elemento importante.
Achei muito ruim.
Assisti na Netflix em maio de 2026.
Hayao Miyazaki e a Garça
4.6 21 Assista AgoraO documentário acidentalmente complementa "O Menino e Garça", mostrando o processo de desenvolvimento do filme do cineasta após sua suposta aposentadoria. Para quem não entendeu o filme ou decidiu se isentar de ter uma conclusão sobre a animação, creio que ajuda a compreender melhor a narrativa. Para mim acrescentou ao entendimento que tive do filme, tinha certeza que era sobre ele.
Assistir esse documentário mexeu comigo profundamente. Não é só um filme sobre animação ou um estúdio, é sobre um artista envelhecendo e vendo o mundo ao redor dele se modificando em velocidade vertiginosa. Doeu ver as perdas, doeu assistir o processo. Envelhecer é dureza. Eu vi nele um artista, mas também vi nele os meus pais.
A edição é frenética. Joga frames de animações, de lembranças, mistura fatos e sonhos como flashes de memória. Tornam tudo intenso por que aquele artista é intenso e talvez muitas pessoas nunca o tenham visto dessa forma, o que é engraçado por se tratar de um filme sobre um homem na terceira idade mas que tem uma potência criativa fora do comum, melhor do que muitos de nós que somos jovens e não temos potencial nem para organizar o básico da própria vida.
Por anos as pessoas na internet cultivaram a ideia do "bom velhinho" quando falavam deste artista, retirando dele o direito de ter personalidade, de ser bom, de ser rabugento, de ser como ele realmente pode ser. Esse documentário corrige esse desvio de narrativa para sempre, retrata ele como um humano que erra, que tem fragilidades e que contempla ao mesmo tempo a vida e a morte. Isenta ele de ser apenas virtuoso, mostra os erros ao desenhar, mostra as falhas e os acertos, mostram ele delegando e dirigindo enquanto também se envolve no processo. É um tapa na cara de todo mundo que trabalha com desenho e ilustração hoje em dia e vive preso nas limitações da perfeição. Um privilégio poder assistir algo assim nos dias de hoje.
Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo
2.0 303 Assista AgoraLutas legais, mas é um filme vazio e infeliz. Afaga um pouco o coração dos fãs mais entusiasmados e tenta pegar na nostalgia, mas decepciona em tudo: da adaptação que transforma Atena em uma ameaça às armaduras de EVA barato. O Ikki baixinho foi a vítima do pior casting que eu já vi. Que seleção de elenco foi essa?
Os Cavaleiros do Zodíaco: O Filme - Prólogo do Céu
3.6 150O melhor filme dos Cavaleiros do Zodíaco. É um filme de herói poético, um épico grego. A Toei passou na frente do Kurumada e escreveu o início do fim, antes dele mesmo. Tem coisas que os que foram ver no cinema não entenderam na época aqui no Brasil. Gosto do ritmo, das falas do filme que na versão brasileira foram adaptadas como uma tragédia grega. Os heróis caídos entregam uma abordagem diferente, melancólica, para um público que já cresceu. É difícil acompanhar Seiya enfraquecido pela maldição de Hades, é difícil ver todos eles na pior forma possível mas mesmo assim tentando. Provavelmente a melhor batalha que Shun já teve nos filmes está aqui. Trilha sonora absurda de boa, arte do filme incrível. O Kurumada, obviamente, detestou: estava a frente do tempo dele e do nosso.
Os Cavaleiros do Zodíaco 1: O Santo Guerreiro
3.6 77Muito curtinho, mas legal de assistir. Não espero grandes diálogos, mas gostaria de ter visto uma história melhor estruturada. Achei tão apressado que quando enfrentam a vilã no final, parece até que nada aconteceu. Éris é uma deusa mitológica extremamente interessante e deveria ter sido melhor escrita e melhor explorada, porém a alma da série está lá. Visual incrível e Trilha sonora sublime.
Chico Xavier
3.5 854 Assista AgoraElenco excelente, atuações muito boas, especialmente de todos os interpretes do Chico Xavier. A estética de novela, de minisserie Globo em 4 episódios, é muito forte no filme e isso me incomodou. Alguns momentos não se conectam bem com os outros, tive dificuldade para entender quem era parente e quem era amigo no centro espírita. Fiquei surpreso que a história é contada paralelamente à participação histórica do Chico Xavier no programa Pinga-Fogo. É o tipo de história que só poderia ser contada aqui, no Brasil. Gostei!
Desastre Total: Storm Area 51
3.0 12 Assista AgoraEssa série "Desastre Total" é um desastre por si só. Eles espetacularizam os casos e fica só nisso. Parece que eu tô assistindo algo muito ruim que alguém lançou no History Channel, mas é na Netflix. Esse aqui ao menos mostra que o incidente do meme teve vários participantes, exploram todos os pontos de vista e não deixam a principal vítima - a mulher que ia alugar o terreno - sem um final satisfatório. De resto não se aprofunda em nada, é pra assistir mexendo no celular.
Desastre Total: Cruzeiro do Cocô
3.0 56Jogam no colo do civis um problema que também era responsabilidade de autoridades. Espetacularizaram tudo, fizeram o documentário engraçadinho, mas o contrato com cláusula criminosa fez uma aparição só pra lembrar que o problema não era só o motor, mas estrutural lá no país do Cheetos.