Bates Motel é um reflexo da covardia. A primeira temporada de Bates Motel foi excelente. O ritmo era frenético, a história era intrigante e a atmosfera da série te engolia. Segunda e terceira temporadas se resumiram a Vera Farmiga carregando a série nas costas, sendo ajudada por algumas referências leves ao clássico. Por falar em Vera Farmiga, essa sim é corajosa. Ela construiu uma personagem ímpar, que deveria parecer neurótica e ao mesmo tempo amável, uma mãe doentia que se preocupava com o seu filho psicopata. As camadas envoltas em Norma Bates são densas e pesadas, são fortes. A Vera não vai ganhar um Emmy pelo seu trabalho. A Vera não vai ser aclamada pela crítica. Mesmo assim, a Vera fez o papel da sua vida, e o fez brilhantemente. Freddie Highmore foi um mero coadjuvante até chegarmos à esta temporada, onde ele finalmente saiu da casca e mostrou um Norman Bates que Anthony Perkins nenhum botaria defeito. Bates Motel não merece os atores que tem. É necessário chegar nos últimos 10 minutos do penúltimo episódio da QUARTA temporada pra assumir riscos? Se é que pode ser considerado como “risco”, uma vez que o destino de Norma era a única coisa óbvia na história. É covarde. É irresponsável. É cretino. Matar Norma Bates repentinamente foi uma boa sacada. Deixar Norman sair ileso? Inserir humor negro em momentos desnecessários? É como se os roteiristas da série rissem por saber que o trabalho deles fora medíocre e que agora sim podiam chutar o balde. Nas temporadas anteriores, todos os personagens secundários foram deixados de lado. Pode conferir. Todos tiveram seu tempo em tela, todos importunaram os Bates com alguma besteira, e depois sumiram, como num passe de mágica. Eles não tiveram influência nenhuma para com o plot principal, e nesse fim de temporada podemos ver que até os mais próximos foram jogados fora. Cadê o Dylan indo ao enterro da MÃE? Indo dar suporte ao IRMÃO? Cadê a Emma? Não foram 3 temporadas dela tentando ser aceita pelos Bates? Cadê a Emma? Bates Motel falha onde Psicose triunfa: na audácia. Matar a protagonista no início, tratar de um relacionamento doentio entre mãe e filho, dar uma passeada pelo travestismo, todos são assuntos pesados. Um filho roubando o cadáver da mãe e guardando-o consigo é deplorável. Tudo isso foi feito por Robert Bloch (na literatura) e por Alfred Hitchcock (no cinema), há mais de 50 anos. Isso sim é ser ousado. Isso sim é ser foda. Isso sim é fazer por merecer.
É tão triste ver uma série com tanto potencial se perder... Eu comecei a assistir BM simultaneamente com a estréia nos Estados Unidos, há muito sou fã do filme de Alfred Hitchcock e estava muito ansioso pra ver no que ia dar. Fiquei muito feliz ao me deparar com uma primeira temporada tão maravilhosa. Veio a segunda temporada, a expectativa estava lá no topo e eu quebrei a cara. É uma temporada chata, com a implantação de 1001 plots desnecessários, personagens que não fazem a menor diferença na história e pior, episódios muito, mas MUITO chatos. "Ok, vamos relevar e vamos ver a terceira temporada, talvez eles acordem e vejam que a série tem a obrigação de ser ótima, e não apenas boazinha." Os trailers eram excelentes, tudo indicava que a série iria ousar mais e se aproximar o máximo possível do filme (até aparentava ser a última temporada), que não seria mais 10 episódios com pura encheção de linguiça... E acabou sendo quase isso. O começo da temporada tem o clima da segunda, mas após 5 episódios bem duvidosos chegou "The Deal" (3x05), dando o ar da excitação há muito perdida na série, excitação que atingiu o seu ápice em "Norma Louise" (3x06), um episódio magnifico, afinal, o que poderia ser melhor do que assistir 42 minutos centrados num surto de Norma Bates? A resposta é: a divisão desse tempo entre Norma sendo Norma e, finalmente, Norman sendo Norma, com direito a roupa e tudo. Os episódios continuaram se mostrando melhores do que os anteriores, preparando um grande clima para o final da temporada... Que foi totalmente destruído por "Crazy" (3x09).
"OK, talvez isso tenha sido uma jogadinha pra diminuir a expectativa e fazer uma Season Finale espetacular..." Não, eles preferiram seguir com a mesma dinâmica da temporada anterior, acabar com todas as tramas (de um jeito nada satisfatório), e enrolar, enrolar MUITO pra fazer isso.
Sério, que episódio foi esse? Norma foi completamente jogada pra escanteio, acabaram com a trama do pen drive de um jeito super preguiçoso e ainda deram um fim num vilão que era muito melhor que o da temporada anterior e que poderia muito bem continuar para a quarta. Detalhe: o que todo mundo queria realmente ver, que deveria ser a trama central do episódio, ficou pros 10 minutos finais.
Mas um fato engraçado é que, quanto mais a série se perde, mas nítido fica o poder de Vera Farmiga, que merece muito bem ser reconhecida pelas premiações, que lhe viram as caras desde o início. Sua atuação é tão intensa, dá pra ver que ela ama a sua personagem e que dá tudo de si pela série. Freddie Highmore também está ótimo, assim como outros aspectos técnicos, como a fotografia e a trilha sonora. O problema de Bates Motel é que os produtores querem alongar muito uma história que não pode ser alongada sem ficar forçada. A própria Norma já ditou em um episódio tudo o que a cidade já havia feito com ela. O que diabos mais eles vão inventar pra vida dessa mulher? No fim, o que é Bates Motel? Uma enrolação com algumas referências a Psicose ou uma série que acaba se perdendo dentro de si mesma? Torço para que seja a segunda opção, pois assim ainda resta alguma chance dela se recuperar.
Ah, lembrando de uma coisa muito importante: PRA QUE DAR TANTA IMPORTÂNCIA PRO MALDITO BURACO? Eu ignorei, achando que teria alguma relevância pra SF, mas acabou que só serviu pro vilãozinho jogar uma frase de efeito pra cima da Norma.
"I will step outside the church if that's what needs to be done, 'til the door should shut behind me! I will do what needs to be done, though I'm damned to Hell! You should understand that, or you will mistake me."
O que é Meryl Streep contracenando com Philip Seymour Hoffman? To tremendo até agora.
Quando eu terminei a primeira temporada, algumas semanas atrás, me senti meio estranho em relação à série. Eu achei o primeiro ano muito maçante, não ruim, mas como se tivesse muito mais potencial. Gostava de algumas das detentas, detestava a Piper e o drama Larry/Alex, admirava as qualidades técnicas, e ficava por isso mesmo, um bom show. Então eu comecei a ver a segunda, cheio de preconceitos, e me surpreendi (e muito), pois a temporada foi simplesmente irretocável. Com todos os personagens e relacionentos evoluindo (muito bem), nesse segundo ano você se sente parte deste grupo de pessoas, sempre esperando o melhor para eles. Ao acabar, você se sente parte da família Orange Is The New Black.
Achei que encontraria um novelão, e foi o que eu encontrei... Não que isso seja ruim. A série é muito envolvente, os personagens são carismáticos, as atuações são ótimas, exceto pela da Viola Davis, que é simplesmente inrotulável. Eu diria que o grande trunfo e defeito da série são as suas reviravoltas. Sempre são bem vindas, mas tem hora que cansa (e muito). Outro problema é a recapitulação de tudo que já aconteceu a todo instante, muita explicação sem necessidade. Se você ignorar esses pequenos probleminhas, você verá uma ótima série, se deliciando a cada instante (principalmente quando Annalise Keating estiver em cena).
Um tema como esse, com tantas possibilidades, sendo miseramente explorado... O engraçado é que o filme, pelo menos a propaganda dele, vende o sexo, e isso é o mais superficial no mesmo. A fotografia é muito bonita, a trilha sonora combina com o teor, a protagonista até que não está mal, mas todo o resto é regular.
Uma ótima temporada, porém não tão boa quanto as anteriores. Eu simplesmente adorei o foco na relação do casal Underwood, acredito que as performances foram ainda melhores que nos outros anos, em especial a de Robin Wright, tão firme com sua Claire Underwood que nos faz refletir: quem está realmente no comando? O grande problema foi a falta de adrenalina, a questão da Rússia, por exemplo, teve tantas reviravoltas que chegou a ser... Sarcástica quando foi finalmente resolvida.
Season Premiere promissora, inserção de um milhão de plots desnecessários, retorno da qualidade a partir do episódio 10. A temporada tinha tudo pra ser boa, mas parece que o Sr. Murphy estava mais preocupado em fazer as fitas pro Emmy do cast estrelar do que com a história em si. Sinceramente, com esse final poderíamos muito bem ter tido uns 5, no máximo 6 episódios, não que tenha sido ruim, mas seria muito melhor se viesse acompanhado por uma temporada mais esforçada. São episódios como o 11 (Orphans) e a Season Finale que renovam a minha fé em AHS, fé essa que, infelizmente, está bem longe de ser inabalável.
Jogos Vorazes - A Esperança (Parte 1) é o melhor filme da franquia, sem mais. Entendo as críticas contra a divisão do último capítulo em duas partes, mas também entendo como isso beneficiou o filme. O terceiro livro da série sofre do problema de ser grande demais para um único filme, e pequeno demais para dois. Francis Lawrence conseguiu lidar extremamente bem com essa primeira parte, que é mais psicológica e explicativa. Jennifer Lawrence está irretocável, essa é sua melhor atuação na série, e seus companheiros de palco estão igualmente excelentes. Julianne Moore foi uma ótima escolha para dar vida à controversa presidenta Alma Coin, que terá muito mais brilho na segunda parte. Dá até uma dor no coração em ver Philip Seymour Hoffman (a quem o filme é dedicado) nos dando o deleite de assistir uma de suas últimas performances (mesmo que seja pequena no filme). No resto, está tudo ótimo. A trilha instrumental continua extraordinária, contribuindo muito para a tensão existente durante todo o longa. A fotografia é bem escura, tornando o filme bem mais pesado que os anteriores. O verdadeiro jogo voraz, no final das contas, é ter que esperar mais um ano pra ver a conclusão dessa magnífica obra.
Abaixo falarei mais sobre a performance do Josh Hutcherson e também comentarei algumas cenas.
O que falar sobre o Josh? Nunca dei muita bola para o seu Peeta, mas ele me surpreendeu (e muito) com a sua dedicação. Ver o garoto do pão destruído foi realmente doloroso. Fiquei muito feliz com a inserção do ataque à hidrelétrica no filme, uma vez que o evento é apenas citado no livro. Toda aquela ação juntamente com a sensibilidade passada pela canção The Hanging Tree foi transcendental, um ponto extra (entre muitos) para Francis Lawrence. E aquela cena final? Vai ficar martelando em minha cabeça por um longo tempo.
Achei esse filme BEM ruinzinho. O Daniel até que está bem, o problema é... O resto. Tudo passa tão rápido, são tantas reviravoltas, tantos momentos piegas... Vou procurar o livro, que pelos comentários abaixo aparenta ser bem melhor.
O que falar desse filme? Incrível! A história (baseada em fatos reais) é surpreendente e o filme se saí bem diferente dos seus colegas nacionais. Leandra Leal está sensacional, assim como a Fabíola e o Milhem. Só achei que faltou alguma coisa no final, que acabou ficando um pouco vazio, mas fora isso, adorei.
Um evento ímpar na televisão brasileira, mesmo que não tenha tido público para assistir. O que falar das características técnicas? A fotografia deslumbrante, a direção, o figurino, tudo brilhou na "novela das onze". E as atuações? Patrícia Pillar, Cássia Kis Magro e Sophie Charlotte entregaram atuações simplesmente espetaculares. Talvez pela falta de linearidade, talvez pela confusão nos horários de exibição, O Rebu foi um fracasso de audiência, o que é uma verdadeira pena, pois o público perdeu a chance de ver um produto diferenciado na programação da Rede Globo. P.S: Aquela cena final foi simplesmente magnífica, uma das melhores que já assisti na televisão.
Bates Motel (4ª Temporada)
4.4 723Bates Motel é um reflexo da covardia.
A primeira temporada de Bates Motel foi excelente. O ritmo era frenético, a história era intrigante e a atmosfera da série te engolia. Segunda e terceira temporadas se resumiram a Vera Farmiga carregando a série nas costas, sendo ajudada por algumas referências leves ao clássico.
Por falar em Vera Farmiga, essa sim é corajosa. Ela construiu uma personagem ímpar, que deveria parecer neurótica e ao mesmo tempo amável, uma mãe doentia que se preocupava com o seu filho psicopata. As camadas envoltas em Norma Bates são densas e pesadas, são fortes. A Vera não vai ganhar um Emmy pelo seu trabalho. A Vera não vai ser aclamada pela crítica. Mesmo assim, a Vera fez o papel da sua vida, e o fez brilhantemente.
Freddie Highmore foi um mero coadjuvante até chegarmos à esta temporada, onde ele finalmente saiu da casca e mostrou um Norman Bates que Anthony Perkins nenhum botaria defeito.
Bates Motel não merece os atores que tem.
É necessário chegar nos últimos 10 minutos do penúltimo episódio da QUARTA temporada pra assumir riscos? Se é que pode ser considerado como “risco”, uma vez que o destino de Norma era a única coisa óbvia na história.
É covarde. É irresponsável. É cretino. Matar Norma Bates repentinamente foi uma boa sacada. Deixar Norman sair ileso? Inserir humor negro em momentos desnecessários? É como se os roteiristas da série rissem por saber que o trabalho deles fora medíocre e que agora sim podiam chutar o balde.
Nas temporadas anteriores, todos os personagens secundários foram deixados de lado. Pode conferir. Todos tiveram seu tempo em tela, todos importunaram os Bates com alguma besteira, e depois sumiram, como num passe de mágica. Eles não tiveram influência nenhuma para com o plot principal, e nesse fim de temporada podemos ver que até os mais próximos foram jogados fora. Cadê o Dylan indo ao enterro da MÃE? Indo dar suporte ao IRMÃO? Cadê a Emma? Não foram 3 temporadas dela tentando ser aceita pelos Bates? Cadê a Emma?
Bates Motel falha onde Psicose triunfa: na audácia. Matar a protagonista no início, tratar de um relacionamento doentio entre mãe e filho, dar uma passeada pelo travestismo, todos são assuntos pesados. Um filho roubando o cadáver da mãe e guardando-o consigo é deplorável. Tudo isso foi feito por Robert Bloch (na literatura) e por Alfred Hitchcock (no cinema), há mais de 50 anos.
Isso sim é ser ousado. Isso sim é ser foda. Isso sim é fazer por merecer.
Inside Amy Schumer (1ª Temporada)
4.0 8Put 'em in the air!
Bates Motel (3ª Temporada)
4.3 608É tão triste ver uma série com tanto potencial se perder...
Eu comecei a assistir BM simultaneamente com a estréia nos Estados Unidos, há muito sou fã do filme de Alfred Hitchcock e estava muito ansioso pra ver no que ia dar. Fiquei muito feliz ao me deparar com uma primeira temporada tão maravilhosa.
Veio a segunda temporada, a expectativa estava lá no topo e eu quebrei a cara. É uma temporada chata, com a implantação de 1001 plots desnecessários, personagens que não fazem a menor diferença na história e pior, episódios muito, mas MUITO chatos.
"Ok, vamos relevar e vamos ver a terceira temporada, talvez eles acordem e vejam que a série tem a obrigação de ser ótima, e não apenas boazinha."
Os trailers eram excelentes, tudo indicava que a série iria ousar mais e se aproximar o máximo possível do filme (até aparentava ser a última temporada), que não seria mais 10 episódios com pura encheção de linguiça... E acabou sendo quase isso.
O começo da temporada tem o clima da segunda, mas após 5 episódios bem duvidosos chegou "The Deal" (3x05), dando o ar da excitação há muito perdida na série, excitação que atingiu o seu ápice em "Norma Louise" (3x06), um episódio magnifico, afinal, o que poderia ser melhor do que assistir 42 minutos centrados num surto de Norma Bates? A resposta é: a divisão desse tempo entre Norma sendo Norma e, finalmente, Norman sendo Norma, com direito a roupa e tudo.
Os episódios continuaram se mostrando melhores do que os anteriores, preparando um grande clima para o final da temporada... Que foi totalmente destruído por "Crazy" (3x09).
Sério? Bradley Martin? De novo?
Sério?
"OK, talvez isso tenha sido uma jogadinha pra diminuir a expectativa e fazer uma Season Finale espetacular..." Não, eles preferiram seguir com a mesma dinâmica da temporada anterior, acabar com todas as tramas (de um jeito nada satisfatório), e enrolar, enrolar MUITO pra fazer isso.
Sério, que episódio foi esse? Norma foi completamente jogada pra escanteio, acabaram com a trama do pen drive de um jeito super preguiçoso e ainda deram um fim num vilão que era muito melhor que o da temporada anterior e que poderia muito bem continuar para a quarta.
Detalhe: o que todo mundo queria realmente ver, que deveria ser a trama central do episódio, ficou pros 10 minutos finais.
Mas um fato engraçado é que, quanto mais a série se perde, mas nítido fica o poder de Vera Farmiga, que merece muito bem ser reconhecida pelas premiações, que lhe viram as caras desde o início. Sua atuação é tão intensa, dá pra ver que ela ama a sua personagem e que dá tudo de si pela série. Freddie Highmore também está ótimo, assim como outros aspectos técnicos, como a fotografia e a trilha sonora.
O problema de Bates Motel é que os produtores querem alongar muito uma história que não pode ser alongada sem ficar forçada. A própria Norma já ditou em um episódio tudo o que a cidade já havia feito com ela. O que diabos mais eles vão inventar pra vida dessa mulher?
No fim, o que é Bates Motel? Uma enrolação com algumas referências a Psicose ou uma série que acaba se perdendo dentro de si mesma? Torço para que seja a segunda opção, pois assim ainda resta alguma chance dela se recuperar.
Ah, lembrando de uma coisa muito importante: PRA QUE DAR TANTA IMPORTÂNCIA PRO MALDITO BURACO? Eu ignorei, achando que teria alguma relevância pra SF, mas acabou que só serviu pro vilãozinho jogar uma frase de efeito pra cima da Norma.
Dúvida
3.9 1,1K Assista Agora"I will step outside the church if that's what needs to be done, 'til the door should shut behind me! I will do what needs to be done, though I'm damned to Hell!
You should understand that, or you will mistake me."
O que é Meryl Streep contracenando com Philip Seymour Hoffman? To tremendo até agora.
Don't Hug Me I'm Scared 4
4.4 7De longe o mais perturbador da "série".
Relatos Selvagens
4.4 2,9K Assista AgoraMelhor festa de casamento!
Orange Is The New Black (2ª Temporada)
4.4 875 Assista AgoraQuando eu terminei a primeira temporada, algumas semanas atrás, me senti meio estranho em relação à série.
Eu achei o primeiro ano muito maçante, não ruim, mas como se tivesse muito mais potencial. Gostava de algumas das detentas, detestava a Piper e o drama Larry/Alex, admirava as qualidades técnicas, e ficava por isso mesmo, um bom show.
Então eu comecei a ver a segunda, cheio de preconceitos, e me surpreendi (e muito), pois a temporada foi simplesmente irretocável. Com todos os personagens e relacionentos evoluindo (muito bem), nesse segundo ano você se sente parte deste grupo de pessoas, sempre esperando o melhor para eles.
Ao acabar, você se sente parte da família Orange Is The New Black.
Como Defender um Assassino (1ª Temporada)
4.5 1,3K Assista AgoraAchei que encontraria um novelão, e foi o que eu encontrei... Não que isso seja ruim.
A série é muito envolvente, os personagens são carismáticos, as atuações são ótimas, exceto pela da Viola Davis, que é simplesmente inrotulável.
Eu diria que o grande trunfo e defeito da série são as suas reviravoltas. Sempre são bem vindas, mas tem hora que cansa (e muito). Outro problema é a recapitulação de tudo que já aconteceu a todo instante, muita explicação sem necessidade.
Se você ignorar esses pequenos probleminhas, você verá uma ótima série, se deliciando a cada instante (principalmente quando Annalise Keating estiver em cena).
Cinquenta Tons de Cinza
2.2 3,2K Assista AgoraUm tema como esse, com tantas possibilidades, sendo miseramente explorado... O engraçado é que o filme, pelo menos a propaganda dele, vende o sexo, e isso é o mais superficial no mesmo.
A fotografia é muito bonita, a trilha sonora combina com o teor, a protagonista até que não está mal, mas todo o resto é regular.
Morte Súbita
3.2 110Decepcionante. Posso até entender o gostar de quem nunca leu o livro, é uma boa minissérie, mas uma péssima adaptação.
A melhor personagem do livro, Sukhvinder, só tem UMA fala, acabaram com o plot maravilhoso da Samantha e ainda deixaram a morte da Krystal tosca...
House of Cards (3ª Temporada)
4.4 413Uma ótima temporada, porém não tão boa quanto as anteriores.
Eu simplesmente adorei o foco na relação do casal Underwood, acredito que as performances foram ainda melhores que nos outros anos, em especial a de Robin Wright, tão firme com sua Claire Underwood que nos faz refletir: quem está realmente no comando?
O grande problema foi a falta de adrenalina, a questão da Rússia, por exemplo, teve tantas reviravoltas que chegou a ser... Sarcástica quando foi finalmente resolvida.
O que foi aquela cena final? Alguém me faça o favor de entregar alguns Emmys pro Kevin e pra Robin, talvez compense as injustiças dos anos anteriores.
American Horror Story: Freak Show (4ª Temporada)
3.5 1,4KSeason Premiere promissora, inserção de um milhão de plots desnecessários, retorno da qualidade a partir do episódio 10.
A temporada tinha tudo pra ser boa, mas parece que o Sr. Murphy estava mais preocupado em fazer as fitas pro Emmy do cast estrelar do que com a história em si. Sinceramente, com esse final poderíamos muito bem ter tido uns 5, no máximo 6 episódios, não que tenha sido ruim, mas seria muito melhor se viesse acompanhado por uma temporada mais esforçada.
São episódios como o 11 (Orphans) e a Season Finale que renovam a minha fé em AHS, fé essa que, infelizmente, está bem longe de ser inabalável.
Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
3.3 805Adorei o clima, adorei as atuações, mas acho que falta alguma coisa...
Boyhood: Da Infância à Juventude
4.0 3,7K Assista AgoraA verdadeira lição desse filme é: casamentos sempre dão errado!
Capitu
4.5 630Simplesmente extraordinária.
Para Sempre Alice
4.1 2,3K Assista AgoraFinalmente vamos ouvir um "And the Oscar goes to... Julianne Moore".
Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1
3.8 2,4K Assista AgoraJogos Vorazes - A Esperança (Parte 1) é o melhor filme da franquia, sem mais.
Entendo as críticas contra a divisão do último capítulo em duas partes, mas também entendo como isso beneficiou o filme. O terceiro livro da série sofre do problema de ser grande demais para um único filme, e pequeno demais para dois. Francis Lawrence conseguiu lidar extremamente bem com essa primeira parte, que é mais psicológica e explicativa.
Jennifer Lawrence está irretocável, essa é sua melhor atuação na série, e seus companheiros de palco estão igualmente excelentes. Julianne Moore foi uma ótima escolha para dar vida à controversa presidenta Alma Coin, que terá muito mais brilho na segunda parte. Dá até uma dor no coração em ver Philip Seymour Hoffman (a quem o filme é dedicado) nos dando o deleite de assistir uma de suas últimas performances (mesmo que seja pequena no filme).
No resto, está tudo ótimo. A trilha instrumental continua extraordinária, contribuindo muito para a tensão existente durante todo o longa. A fotografia é bem escura, tornando o filme bem mais pesado que os anteriores.
O verdadeiro jogo voraz, no final das contas, é ter que esperar mais um ano pra ver a conclusão dessa magnífica obra.
Abaixo falarei mais sobre a performance do Josh Hutcherson e também comentarei algumas cenas.
O que falar sobre o Josh? Nunca dei muita bola para o seu Peeta, mas ele me surpreendeu (e muito) com a sua dedicação. Ver o garoto do pão destruído foi realmente doloroso.
Fiquei muito feliz com a inserção do ataque à hidrelétrica no filme, uma vez que o evento é apenas citado no livro. Toda aquela ação juntamente com a sensibilidade passada pela canção The Hanging Tree foi transcendental, um ponto extra (entre muitos) para Francis Lawrence.
E aquela cena final? Vai ficar martelando em minha cabeça por um longo tempo.
American Horror Story: Freak Show (4ª Temporada)
3.5 1,4KA temporada está boa... E nada mais. Tenho medo de AHS não recuperar nunca o fôlego das duas primeiras temporadas, que foram sensacionais.
Annabelle
2.7 2,7K Assista AgoraNão é nenhuma perfeição, mas também não chega a ser ruim... É um bom filme, embora não chegue nem perto de The Conjuring.
Amaldiçoado
3.0 1,2KAchei esse filme BEM ruinzinho.
O Daniel até que está bem, o problema é... O resto. Tudo passa tão rápido, são tantas reviravoltas, tantos momentos piegas...
Vou procurar o livro, que pelos comentários abaixo aparenta ser bem melhor.
O Lobo Atrás da Porta
4.0 1,3K Assista AgoraO que falar desse filme? Incrível!
A história (baseada em fatos reais) é surpreendente e o filme se saí bem diferente dos seus colegas nacionais. Leandra Leal está sensacional, assim como a Fabíola e o Milhem.
Só achei que faltou alguma coisa no final, que acabou ficando um pouco vazio, mas fora isso, adorei.
O Rebu
4.1 104Um evento ímpar na televisão brasileira, mesmo que não tenha tido público para assistir.
O que falar das características técnicas? A fotografia deslumbrante, a direção, o figurino, tudo brilhou na "novela das onze". E as atuações? Patrícia Pillar, Cássia Kis Magro e Sophie Charlotte entregaram atuações simplesmente espetaculares.
Talvez pela falta de linearidade, talvez pela confusão nos horários de exibição, O Rebu foi um fracasso de audiência, o que é uma verdadeira pena, pois o público perdeu a chance de ver um produto diferenciado na programação da Rede Globo.
P.S: Aquela cena final foi simplesmente magnífica, uma das melhores que já assisti na televisão.
Amantes Eternos
3.7 790 Assista AgoraUm ótimo filme, Tilda e Tom estão magníficos e a trilha sonora é inebriante.
Philomena
4.0 918 Assista AgoraUm filme maravilhoso em todos os sentidos. A performance de Judi Dench é simplesmente devastadora.