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Data de lançamento
11 Fev. 2015Duração
Quando a estudante de literatura Anastasia Steele entrevista o jovem bilionário Christian Grey, como um favor a sua colega de quarto Kate Kavanagh, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que o deseja e que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Christian admite que também a deseja, mas em seus próprios termos. Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferências de Grey, Ana hesita. Por trás da fachada de sucesso — os negócios multinacionais, a vasta fortuna, a amada família — ele é um homem atormentado por demônios do passado e consumido pela necessidade de controle. Ao embarcar num apaixonado e sensual caso de amor, Ana não só descobre mais sobre seus próprios desejos, como também sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos.
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Erraram nas cenas de sexo
IMPRIMATUR - visto no DVDV em 2015:
Com certo receio diante do fenômeno a que atingiu esse produto cultural no imaginário mundial, ficava pensando o que de novo ele teria para o universo onírico feminino, pois enquanto filme regular nem mereceria tanto esforço. Será que elas nunca ouviram falar de “NOVE E MEIA SEMANAS DE AMOR” dos anos 80. Sempre brinquei com outros ícones do romance como “UMA LINDA MULHER”, por exemplo, por causa dos condicionantes que fundamentavam o entendimento das mulheres acerca de seu homem ideal, ou seja, o ser bonito e rico apenas subtendido como um detalhe básico?! Aliás, não achava necessário ver esse filme porque arquitetava um comentário muito próximo do que já havia feito sobre “UM AMOR PARA RECORDAR”, pela capacidade feminina de enquadrar o “seu” par, de maneira utópica. Mas, para minha surpresa, achei “50 TONS...” muito realista por sinal. Melhor, retire toda infantilidade e relevância que é dada ao masoquismo e ao contrato insistentemente mencionado, que as motivações dos personagens ficam dentro do plausível. É possível que o apelo sensível para mulher se construa em cima da figura de um “príncipe” (um pouco mais sujinho é verdade), mas no fundo o que funciona, são os mecanismos naturais de todo animal que no fundo objetiva instintivamente a cópula. Evidente que para os seres humanos tudo é mais complicado pelos impulsos pré-idealizados, no entanto, os elementos estão lá: o macho que quer seduzir a fêmea e a fêmea que, em contrapartida, induz ao macho uma sedução. Digo que humanamente falando esse tipo de jogo é corriqueiro no cotidiano, vai do milionário que busca a mulher de helicóptero depois do trabalho, ao que paga um hambúrguer de 20 reais com uma nota de 100 precisamente para encantar a “mocinha”. Só que é justamente no fantasiar a mudança de um homem, que a mulher absorve o que ela entende como romantismo no filme. Desta vez não vou me apoiar em Schopenhauer, justamente porque ele sabiamente credita sempre à mulher o poder da escolha. Por isso, pretensiosamente e como forma de alerta, vou resumir da seguinte forma: Não é o Christian Grey que se apresenta como especial já que existem muitas amostras dele por ai. Especial no filme seria a figura feminina... Ela transcende objeto puramente sexual me fazendo observar algo que até então não havia compreendido: A mulher nunca esteve em busca de um príncipe encantado. Seu desejo é um caminho contrário a essa vertente, no fundo ela só quer uma coisa: que um homem lhe veja como a única de sua espécie.
Avaliação em nota: 3.5
Gostei do romance, mas as cenas de seq so oooo chatice. Acho desnecessário.
Vergonhoso, surreal ter feito sucesso com diálogos e personagens tão rasos e monótonos...fiquei triste em imaginar que esse lixo pode ser chamado de filme e fico ainda mais preocupado que o livro foi um best-seller.
Buck/Manu
/Netflix
Ruim