Conseguiu captar bem os reais sintomas tão profundamente que, creio eu, muitas pessoas que sofrem de ansiedade vão sentir-se "confortável" por saber que algumas pessoas as entendem e, como também, várias outras vão poder ver a realidade através desse curta e entendê-las também. Sem contar na trilha maravilhosa, né mores?
ficou muito bom, valeu todo o esforço e erros de gravações. o final ficou brilhante, bem melhor que o anterior! valeu, você tá crescendo cada vez mais na cena cinéfila.
um soco no estômago da sociedade que (ainda) deixa passar o bullying despercebido, quando na verdade deveriam evitar antes que se torne algo mais sério. genialíssimo, impactante, forte! a parte dos "cegos" fotografando ao invés de ajudar ou fazer algo útil, ficou brilhante... duas críticas em um só, as redes sociais aumentam ainda mais a drama com o cyberbullying.
- Mãe, no seu tempo já existia o poliamor? - Poli o quê, menina? - PO-LI-A-MOR, mãe. - No meu tempo só existia a poliomelite. Descobriram uma nova doença, é? - Não, mãe. Dãh! Poliamor é um tipo de relacionamento onde todo mundo ama todo mundo. - Então é uma família? - Não exatamente, porque aí seria incesto né, mãe? - Como assim, filha de Deus? Do que exatamente estamos falando? - Ai mãe, como você é retrógrada! - Não fale assim com sua mãe, onde já se viu! E trate de explicar esse negócio de poliamor. - É assim: uma relação com três ou mais pessoas, onde todo mundo se ama e vive feliz. - Ahhhh, entendi. É igual a dona Flor e seus dois maridos, só que com mais maridos. A coisa mudou de nome é? - Como assim, mãe? E quem é essa tal de dona Flor? Alguma amiga moderninha sua, é? - Nossa, filha, como você é desinformada!
E esse tal poliamor?
Fui pega de surpresa com a pergunta de uma colega de trabalho: "Qual a sua opinião sobre o poliamor?" "Poli o quê?" "Poliamor, é o assunto do momento. Nunca ouviu falar?" Me senti um dinossauro, sério. E admiti isso. Mas como dar uma opinião sobre algo que não se conhece ou que não se ouviu falar ainda? Fazer o quê, além de utilizar a minha principal ferramenta de pesquisa: internet para que te quero?
Gente! E não é que existe mesmo o termo poliamor? Do inglês polyamory, literalmente significa "aquele que ama muitas pessoas". Esclarecendo que nada tem a ver com o amor Ágape, aquele amor incondicional que Jesus teve e tem pela humanidade. Trata-se de Eros mesmo. É uma situação tal onde alguém ama outro e este, por sua vez, a um terceiro ou quarto, e todos eles estão conscientes e felizes com este relacionamento. Peraí, isso está parecendo “dona Flor e seus dois maridos”, só que com mais maridos. Os trios não são exatamente uma novidade na telinha, mas antes eram trios e não ligações geométricas.
Anota aí para não ser pego de surpresa: os adeptos do poliamor são chamados polipessoas ou pessoas poliamorosas.
As pessoas poliamorosas seguem o instinto natural do ser humano de se relacionar com várias pessoas ao mesmo tempo, sem culpa, ciúmes ou peso na consciência. Parece até roteiro de comédia americana, mas trata-se de uma maneira diferente e bem real de amar (amar?), onde o princípio da monogamia não existe.
E pode? Pode! Tem até manual na internet de como praticar o poliamor.
Fazendo um resumo da ópera, primeiro você tem que compreender que é possível amar mais de uma pessoa simultaneamente e que o seu sentimento por uma não pode afetar o que você sente pela outra. Facinho! Depois tem que praticar o conceito de um relacionamento superaberto, sabendo que este é freqüentemente abominado e rechaçado pela sociedade.
E tem mais! Tem que aprender a não ser ciumento e a gerir o próprio tempo, de modo que cada um dos parceiros tenha o tempo suficiente junto a você para que todos fiquem felizes. Alguns adeptos do poliamor também são praticantes de swing.
Mas como em todo relacionamento tem que haver ética, você tem que estabelecer o seu próprio conjunto de diretrizes éticas, ser honesto, sincero e respeitar os seus parceiros, deixando claro se vai tratar todos de maneira igual ou se tem um parceiro preferido, se o relacionamento será aberto ou restrito ao número inicialmente estabelecido. É a chamada polifidelidade, que envolve múltiplas relações com contato sexual restrito a parceiros específicos do grupo.
Os acordos geométricos dependem do número de pessoas envolvidas e podem ser trios e quadras, onde um trio pode ter forma de V, de um triângulo ou de um T, entendeu? Mas a geometria da relação pode variar ao longo do tempo.
Os poliamoristas acreditam que uma só pessoa não é capaz de complementar a outra em todos os aspectos, como se não fôssemos seres plenos. Alguns homens assumem que o poliamor é o sentimento máximo masculino dividido entre algumas mulheres. Antes denominados “galinhas”, agora poliamorosos. Mas o que era restrito ao universo masculino, agora também faz parte do mundo das mulheres, afinal seria injustiça com quem lutou tanto por direitos iguais.
Seria a evolução do amor? Ou apenas uma maneira de justificar e tentar tornar aceitável para a sociedade algo que existe desde que o mundo é mundo, criando novos pseudovalores de comportamento social e sexual, vivendo em prol do próprio conceito de felicidade, satisfazendo todos os impulsos carnais sem a culpa que os adágios culturais e preceitos religiosos impõem?
Cá pra mim, não há nada de novo, é apenas uma antiga prática que, com o advento da internet e com gancho na moda do “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”, ganhou novos adeptos e um nome bonitinho, se organizou em alguns países e já tem até dia comemorativo em Londres e em Nova York.
Mais um modismo que, provavelmente, virará um rótulo. Mas quem somos nós para julgarmos alguém? Como dizem por aí: cada um no seu quadrado! Se a felicidade está no caminho e não no destino, que sejam felizes os poliamorosos, mesmo correndo o risco de no fim da busca encontrarem apenas o vazio.
Nada contra nem a favor! Mas confesso que dá um frio na espinha ao pensar qual o conceito que meus bisnetos terão sobre casamento, família e sexo."
Gente, que coisa incrivelmente linda é essa? Me senti tão feliz, mas tão feliz em saber que não sou só eu que vejo "carinhas" em todos os lugares, em todos os objetos e até mesmo em palavras :') guarda-chuvas também podem guardar amor.
Achei as atuações um pouco fracas, quiçá por ser um curta e não poder demorar tanto nas sensações que são transmitidas ao público; mas a poesia que esse curta exala é de uma magnitude belíssima. Ah, essas poesias discretas que os olhos falam tudo, mesmo quando teimam deixar a timidez vir à tona...
Então, basicamente, o mundo está atualmente em uma forma de hiper-drive. Similar a quando você overclock seu processador, ele executa muito melhor, mas exige uma carga Parreira de mais refrigeração e energia. Eu pensei que algo deu errado com o mundo a partir do século 19 terminou. Sociedade, juntamente com sua cultura decaiu de lá. Eu acho que está tudo relacionado com a descoberta e aplicação de combustíveis altamente densos em energia. Talvez uma vez vamos parar de consumir combustíveis, como crianças deveriam parar de consumir gordura, hambúrgueres e jogos, vamos voltar a uma existência mais normal, mais semelhante à humana.
Menino, você cada vez mais está se superando na produção de curta's. Para um filme independente e para um começo de carreira, você fez um brilhantíssimo trabalho. Continue sempre assim que ainda irei te assistir muito nas telas dos cinemas. Tá de parabéns viu?!
Reflexos do cotidiano. Faltou algumas críticas, mas mesmo assim não deixou de ser encantador e de um 'humor inteligente' que as atrizes conseguiram transmitir.
Genial!! ahaha, pena que muitos homofóbicos que possam ver esse vídeo vão pensar de uma forma ainda mais crucial: que os pais homossexuais influenciam ainda mais os filhos a serem homossexuais; como se isso fosse questão de escolha. Pena que nossa sociedade ainda é assim, e podem ver inúmeras vezes a vídeos como esse, mas sempre terão pensamentos retrógrados. No mais, eu o achei brilhante e incrivelmente reflexivo. Deveriam expandi-lo em um longa, porque esse curta deixou com gostinho de quero mais.
Ansiedade
3.4 13Conseguiu captar bem os reais sintomas tão profundamente que, creio eu, muitas pessoas que sofrem de ansiedade vão sentir-se "confortável" por saber que algumas pessoas as entendem e, como também, várias outras vão poder ver a realidade através desse curta e entendê-las também. Sem contar na trilha maravilhosa, né mores?
Psicóticos II
3.5 10ficou muito bom, valeu todo o esforço e erros de gravações. o final ficou brilhante, bem melhor que o anterior! valeu, você tá crescendo cada vez mais na cena cinéfila.
Indochine: College Boy
4.5 83um soco no estômago da sociedade que (ainda) deixa passar o bullying despercebido, quando na verdade deveriam evitar antes que se torne algo mais sério. genialíssimo, impactante, forte! a parte dos "cegos" fotografando ao invés de ajudar ou fazer algo útil, ficou brilhante... duas críticas em um só, as redes sociais aumentam ainda mais a drama com o cyberbullying.
9 Kisses
3.4 39Marisa Monte curtiu esse vídeo.
Fui Comprar Cigarros
3.7 38...ainda um pouco anestesiada pela última tragada.
Poética popular
3.8 2link?
A Coisa Mais Linda do Mundo
3.7 23lindo!
(desculpa, não consigo dizer mais nada, senão isso.)
Hotel do Coração Partido
3.6 172fizeram da dor de Ronaldo uma bela poesia.
Para João
3.1 3Felippe Vaz atuou melhor em 4 minutos do que em 1:19 (eu te amo Renato).
Poética
3.7 1link para quem desejar assistir: http://curtadoc.tv/curta/artes/poetica/
Poesia é uma ou Duas Linhas e Por Trás uma …
3.6 1https://www.youtube.com/watch?v=pGMEqc2gwlw
Poliamor
3.4 85"E esse tal poliamor?
- Mãe, no seu tempo já existia o poliamor?
- Poli o quê, menina?
- PO-LI-A-MOR, mãe.
- No meu tempo só existia a poliomelite. Descobriram uma nova doença, é?
- Não, mãe. Dãh! Poliamor é um tipo de relacionamento onde todo mundo ama todo mundo.
- Então é uma família?
- Não exatamente, porque aí seria incesto né, mãe?
- Como assim, filha de Deus? Do que exatamente estamos falando?
- Ai mãe, como você é retrógrada!
- Não fale assim com sua mãe, onde já se viu! E trate de explicar esse negócio de poliamor.
- É assim: uma relação com três ou mais pessoas, onde todo mundo se ama e vive feliz.
- Ahhhh, entendi. É igual a dona Flor e seus dois maridos, só que com mais maridos. A coisa mudou de nome é?
- Como assim, mãe? E quem é essa tal de dona Flor? Alguma amiga moderninha sua, é?
- Nossa, filha, como você é desinformada!
E esse tal poliamor?
Fui pega de surpresa com a pergunta de uma colega de trabalho: "Qual a sua opinião sobre o poliamor?" "Poli o quê?" "Poliamor, é o assunto do momento. Nunca ouviu falar?" Me senti um dinossauro, sério. E admiti isso. Mas como dar uma opinião sobre algo que não se conhece ou que não se ouviu falar ainda? Fazer o quê, além de utilizar a minha principal ferramenta de pesquisa: internet para que te quero?
Gente! E não é que existe mesmo o termo poliamor? Do inglês polyamory, literalmente significa "aquele que ama muitas pessoas". Esclarecendo que nada tem a ver com o amor Ágape, aquele amor incondicional que Jesus teve e tem pela humanidade. Trata-se de Eros mesmo. É uma situação tal onde alguém ama outro e este, por sua vez, a um terceiro ou quarto, e todos eles estão conscientes e felizes com este relacionamento. Peraí, isso está parecendo “dona Flor e seus dois maridos”, só que com mais maridos. Os trios não são exatamente uma novidade na telinha, mas antes eram trios e não ligações geométricas.
Anota aí para não ser pego de surpresa: os adeptos do poliamor são chamados polipessoas ou pessoas poliamorosas.
As pessoas poliamorosas seguem o instinto natural do ser humano de se relacionar com várias pessoas ao mesmo tempo, sem culpa, ciúmes ou peso na consciência. Parece até roteiro de comédia americana, mas trata-se de uma maneira diferente e bem real de amar (amar?), onde o princípio da monogamia não existe.
E pode? Pode! Tem até manual na internet de como praticar o poliamor.
Fazendo um resumo da ópera, primeiro você tem que compreender que é possível amar mais de uma pessoa simultaneamente e que o seu sentimento por uma não pode afetar o que você sente pela outra. Facinho! Depois tem que praticar o conceito de um relacionamento superaberto, sabendo que este é freqüentemente abominado e rechaçado pela sociedade.
E tem mais! Tem que aprender a não ser ciumento e a gerir o próprio tempo, de modo que cada um dos parceiros tenha o tempo suficiente junto a você para que todos fiquem felizes. Alguns adeptos do poliamor também são praticantes de swing.
Mas como em todo relacionamento tem que haver ética, você tem que estabelecer o seu próprio conjunto de diretrizes éticas, ser honesto, sincero e respeitar os seus parceiros, deixando claro se vai tratar todos de maneira igual ou se tem um parceiro preferido, se o relacionamento será aberto ou restrito ao número inicialmente estabelecido. É a chamada polifidelidade, que envolve múltiplas relações com contato sexual restrito a parceiros específicos do grupo.
Os acordos geométricos dependem do número de pessoas envolvidas e podem ser trios e quadras, onde um trio pode ter forma de V, de um triângulo ou de um T, entendeu? Mas a geometria da relação pode variar ao longo do tempo.
Os poliamoristas acreditam que uma só pessoa não é capaz de complementar a outra em todos os aspectos, como se não fôssemos seres plenos. Alguns homens assumem que o poliamor é o sentimento máximo masculino dividido entre algumas mulheres. Antes denominados “galinhas”, agora poliamorosos. Mas o que era restrito ao universo masculino, agora também faz parte do mundo das mulheres, afinal seria injustiça com quem lutou tanto por direitos iguais.
Seria a evolução do amor? Ou apenas uma maneira de justificar e tentar tornar aceitável para a sociedade algo que existe desde que o mundo é mundo, criando novos pseudovalores de comportamento social e sexual, vivendo em prol do próprio conceito de felicidade, satisfazendo todos os impulsos carnais sem a culpa que os adágios culturais e preceitos religiosos impõem?
Cá pra mim, não há nada de novo, é apenas uma antiga prática que, com o advento da internet e com gancho na moda do “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”, ganhou novos adeptos e um nome bonitinho, se organizou em alguns países e já tem até dia comemorativo em Londres e em Nova York.
Mais um modismo que, provavelmente, virará um rótulo. Mas quem somos nós para julgarmos alguém? Como dizem por aí: cada um no seu quadrado! Se a felicidade está no caminho e não no destino, que sejam felizes os poliamorosos, mesmo correndo o risco de no fim da busca encontrarem apenas o vazio.
Nada contra nem a favor! Mas confesso que dá um frio na espinha ao pensar qual o conceito que meus bisnetos terão sobre casamento, família e sexo."
Marlene Bastos
O Guarda-Chuva Azul
4.1 304 Assista AgoraGente, que coisa incrivelmente linda é essa? Me senti tão feliz, mas tão feliz em saber que não sou só eu que vejo "carinhas" em todos os lugares, em todos os objetos e até mesmo em palavras :') guarda-chuvas também podem guardar amor.
Páginas de Menina
3.1 53Achei as atuações um pouco fracas, quiçá por ser um curta e não poder demorar tanto nas sensações que são transmitidas ao público; mas a poesia que esse curta exala é de uma magnitude belíssima. Ah, essas poesias discretas que os olhos falam tudo, mesmo quando teimam deixar a timidez vir à tona...
Scott Pilgrim vs. the Animation
4.1 10Wow, muito bom! Pena que não deram continuação.
O Controle dos Zumbis
4.1 5Não sei como conseguiu 4.4 como média geral.
Não Há Amanhã
4.3 3Então, basicamente, o mundo está atualmente em uma forma de hiper-drive. Similar a quando você overclock seu processador, ele executa muito melhor, mas exige uma carga Parreira de mais refrigeração e energia. Eu pensei que algo deu errado com o mundo a partir do século 19 terminou. Sociedade, juntamente com sua cultura decaiu de lá. Eu acho que está tudo relacionado com a descoberta e aplicação de combustíveis altamente densos em energia. Talvez uma vez vamos parar de consumir combustíveis, como crianças deveriam parar de consumir gordura, hambúrgueres e jogos, vamos voltar a uma existência mais normal, mais semelhante à humana.
Não Há Amanhã
4.3 3Link (legendado) para quem quiser assistir: http://www.youtube.com/watch?v=VOMWzjrRiBg
What Would It Look Like?
4.2 1Link: http://www.youtube.com/watch?v=cZ96y_yOkI0
Poesia Psicológica
4.3 3Menino, você cada vez mais está se superando na produção de curta's. Para um filme independente e para um começo de carreira, você fez um brilhantíssimo trabalho. Continue sempre assim que ainda irei te assistir muito nas telas dos cinemas. Tá de parabéns viu?!
Love Is All You Need?
4.3 160Meu coração chorou junto com a Ashley.
Maioria Oprimida
4.2 97Reflexos do cotidiano. Faltou algumas críticas, mas mesmo assim não deixou de ser encantador e de um 'humor inteligente' que as atrizes conseguiram transmitir.
Shame No More
4.1 32Genial!! ahaha, pena que muitos homofóbicos que possam ver esse vídeo vão pensar de uma forma ainda mais crucial: que os pais homossexuais influenciam ainda mais os filhos a serem homossexuais; como se isso fosse questão de escolha. Pena que nossa sociedade ainda é assim, e podem ver inúmeras vezes a vídeos como esse, mas sempre terão pensamentos retrógrados. No mais, eu o achei brilhante e incrivelmente reflexivo. Deveriam expandi-lo em um longa, porque esse curta deixou com gostinho de quero mais.
First Kiss
3.7 19Soko <3