Gostei demais do reality. O formato é diferente e bastante divertido. Avaliando aqui as bandas: o problema da Sweet Seduction não era só a Alison. Todas as três garotas disputavam o protagonismo, claramente sem qualquer espírito de equipe e interessadas em brilhar sozinhas. Curti o som do Midnight Til Morning e do Szn4 - as bandas mais originais, na minha opinião. O Soulidified é bacaninha, os garotos são talentosos, é a típica boy band, né? Sobre a 3quency: no início torci o nariz pelo que fizeram com a Bri- e olha que eu nem gostava da Bri. Mas depois entendi que fazia parte da dinâmica do jogo e que elas realmente funcionavam melhor como trio.
Acho que foram, inclusive, muito merecedoras do prêmio. Apresentaram um crescimento incrível durante o programa e as duas apresentações na final foram maravilhosas, enquanto que a segunda do Szn4 deixou a desejar.
Elas têm uma vibe meio TLC que costuma dar muito certo nessa indústria. Espero que todas as bandas (exceto a Sweet Seduction que não vingou) prosperem muito, porque talento todos têm. Ah, esqueci de falar da Siren Society - sei lá, é tipo um pseudo pussycat dolls, não me empolgou tanto quanto as outras durante o programa, mas vou dar uma chance para o novo single delas também. Enfim, aguardo ansiosamente uma nova temporada, porque o reality é bom demais!!!
(nada a ver o pai ter contratado o sequestrador. Ele tinha a guarda da criança. Faria mais sentido se mantivessem o enredo da mãe como quem orquestrou tudo e ainda com o plus de ser uma paciente psicótica).
A serie é divertida e traz situações interessantes, sempre suscitando indagações… Nessa temporada vivi uma relação de amor e ódio com a Carrie, porque ela se comporta como uma adolescente na maioria das vezes, só que ao mesmo tempo
o que o Big fez com ela foi uma puta sacanagem. Gostei da reflexão dela ao final, meu sonho é que ela não desse mais qualquer chance a ele, mas sei que vai acontecer o oposto disso.
A Miranda é, de longe, a melhor personagem. Samantha é perspicaz e tem ótimas sacadas, mas acho que a série erra em retratá-la praticamente como uma ninfomaníaca. Não dá pra achar o comportamento dela normal. E Charlotte é fofa, mas é “machista”.
Encerrou com chave de ouro. Foi uma temporada mais dramática- compreensível, já que a série precisou se adaptar às discussões que estavam em voga na época, mas não vou mentir que as partes que mais me divertiram foram aquelas sem qualquer compromisso social, em que você poderia gargalhar de uma tirada boba qualquer. Às vezes, você não quer refletir sobre nada, só rir, e B99 é ótima quando se propõe tão somente a isso.
Demorei para assistir por puro preconceito. Toda aquela repercussão nas redes sociais, com dancinha e figurino me desanimaram e não pareciam fazer jus aos dois filmes dos anos 1990 que marcaram a minha infância. Mas assistindo agora até que gostei bastante da série: um terrorzinho adolescente bem leve, com boas sacadas e um roteiro bem estruturado. O elenco é legalzinho… Achei o plot twist muito parecido com
o de Beetlejuice 2, com o interesse amoroso da protagonista se revelando o vilão no final. Só achei os olhos do “Hyde/monstro” meio zoados… A computação gráfica não ajudou muito na cara dele, não.
Uma boa temporada, de modo geral. Gosto da Imelda Staunton como Rainha Elisabeth, assim como gostava da Claire Foy. Adorei os desdobramentos do relacionamento dela com a irmã, Margareth (que sempre achei uma figura interessante e divertida na série). Elizabeth Debicki estava esplêndida como Diana. O ator Luther Ford, embora não seja tão bonito quanto o príncipe verdadeiro, entrega uma boa atuação como o descompromissado e engraçado Harry. As partes mais chatas foram as que trouxeram Willian e Kate (o episódio que dá maior destaque ao romance dos dois foi o que menos prendeu a minha atenção). Acho engraçado como a Kate e a mãe dela eram verdadeiras stalkers do príncipe William, planejamento minuciosamente cada passo até o casamento dos dois, e as pessoas ainda tem a coragem de chamar a Meghan de oportunista, quando está na cara que a interesseira da família real é outra. Ah, e sobre o último episódio:
Gostei muito dos dois últimos episódios. O primeiro não me prendeu muito e quanto ao segundo, não concordei com alguns pontos colocados ali - não vejo empoderamento em muitas performances que se tornaram lugar comum no hip-hop desde a Lil Kim e a Foxy Brown. Gostei da celebração da irmandade, apoio e acolhimento entre mulheres. Gostei de o documentário ter abordado muitos pontos sensíveis, como a violência e a misoginia, além do colorismo e da apropriação cultural (que, como mulher branca, não entendia muito bem antes). Ah, adorei conhecer as mulheres precursoras do hip-hop, que infelizmente não recebem todos os créditos que merecem, por conta do machismo que opera na indústria fonográfica e na sociedade como um todo.
No geral, gostei bastante, embora tenha achado a solução dada no final do terceiro episódio um tanto simplória. Posso estar errada, mas vejo a classe média um tanto esquecida quando se pensa na resolução de problemas socioeconômicos em países como os EUA e Brasil. O rico está protegido, já que seus lucros não são tributados da forma que deveriam e todo o sistema é pensado para a manutenção de seus privilégios; os mais pobres gozam de assistência social e a classe média sustenta os dois grupos com uma carga tributária pesada, sem qualquer expectativa de retorno do valor investido em melhorias concretas.
Adorei essa temporada! Meus favoritos: Richards, Nanda, Adriano e Andreza. Meus ranços: João e Fernando. A dupla feminina era inexperiente pacas: perderam faca, não construíram abrigo, dormiram ao relento e ainda queriam se sentir seguras, sabe-se lá como. Queria que o Lucas tivesse concluído o desafio - ele parecia gente boa. Ansiosa para uma quarta temporada !!
Esse reality é sempre divertido. A única dupla que não curti muito foi o Luís e Aline - ambos imaturos e desequilibrados. Dos outros, eu gostei. Só não achei legal quando Juliano e Taís esconderam o mel da outra dupla. Ficou feio e aí o Juliano voltou atrás, mas foi uma atitude bem tosca. O Henrique fazer cocô na água também foi paia demais. Mas todos que terminaram o desafio mereceram muito!
gostei da pegada “a tribo” que tivemos aqui, com os desafios se desenrolando ao mesmo tempo e não uma dupla de cada vez, como é mais comum. Sobre os participantes, o que mais costuma me incomodar é gente folgada, cuja sobrevivência dependa inteiramente do trabalho e esforço do outro (há quem chame isso de estratégia, eu chamo de oportunismo). Sendo assim, não deu para simpatizar com a Sati e a Léti, de jeito nenhum. Quanto aos outros, Renê e Diogo são proativos, mas muito individualistas e pouco empáticos; Itamar é cabeça-dura, mas é super gentil; Érika é muito determinada e Gi foi guerreira (superou o triplo de adversidades da Sati sem fazer um terço do drama da mesma). Joedson é tranquilo; Raysa é bacana, mas precisa trabalhar mais sua autoconfiança, pois depender tanto da validação e aprovação dos outros é ruim demais. Pena que o Tony não ficou até o final, simpatizei muito com ele.
Enfim, curti bastante e já quero emendar na próxima temporada.
Os únicos de quem gostei até agora foram o Alce do terceiro episódio, que mora dentro de um brechó; e o marombado que monta seus próprios equipamentos de ginástica, pois apesar de tudo são limpos e higiênicos. O resto dos participantes achei de uma pobreza de espírito assustadora…
Essa temporada foi um suplício. The Vampire Diaries foi uma série boa e minimamente coerente na primeira temporada, mas depois acho que só adolescente para curtir mesmo. Analisando essa quarta temporada - e dispensando qualquer senso de lógica e bom gosto cinematográfico para tanto, apenas considerando as coisas como foram postas ali
- temos um triângulo amoroso terrível, uma Elena mais chata do que nunca, alguns personagens secundários medianos… Acho que o maior erro de The Vampire Diaries é a carência de um roteiro bem desenvolvido. Os roteiristas não se preocupam em desenvolver os demais personagens, cuja trama gira completamente em torno da Elena. A Elena é o centro da vida de qualquer um ali - não apenas dos dois irmãos paspalhos, mas até da família mais poderosa de vampiros. Aliás, sobre os Originais: critiquei muito quando chegaram na segunda temporada, mas nessa quarta foram os únicos que me mantiveram assistindo essa série. Obrigada Klaus, Rebecca e Elijah - vocês ganharam meu 🖤. De volta ao restante da trama - ou, resumidamente, de volta a Elena e a galera sem qualquer perspectiva de vida ou amor-próprio que vive em função dela - chatíssimos. Uma grande perda de tempo, um morre não morre, histórias repetidas e situações (como a tal busca pela cura) que não levam a nada. Boa parte da temporada foi preenchida com os dois irmãos centenários (e obcecados) tentando resolver um problema (a recuperação da humanidade da Elena) que um deles mesmo criou - pois se não me engano foi o Damon que mandou ela desligar. Ou seja, pura encheção de linguiça. Elena e Stefan não tem química, e Elena e Damon também não. Aliás, quem chama o que eles sentem por ela de “amor”, precisa urgentemente de um psicólogo. O nome certo seria “fixação” ou “obsessão”. Assustador, isso sim, e não romântico. Lembro de ter lido o primeiro livro da série há muitos anos e de ter gostado. Triste o rumo que a história ganhou na televisão.
Essa temporada é muito longa e, por vezes, arrastada. Dá até para sair, comprar uns chicletes e voltar, que nada demais aconteceu. O núcleo do Floki demorou a engatar, mas, por fim,
passa uma lição maneira e descrente com relação à humanidade. Nada que já não imaginasse tantos séculos depois, mas beleza.
Os filhos do Ragnar são chatos, sem exceção (Björn e sua ausência de responsabilidade afetiva; Ivar sem ossos e sem um pingo de noção; Ubbe, de quem pretendo falar muito mal mais adiante e Hvitzerk, moleque neutro, que está perdido o tempo todo). Sobre o Hvitzerk,
eu até achei que ele ia engatar e se encontrar nessa temporada, mas não chegou a lugar nenhum. Está fadado a ficar às sombras de algum dos irmãos mesmo. Ainda assim, é o meu personagem favorito da série, fazer o quê (beleza conta!).
abandonar a Margrethe em um chiqueiro, com a ajuda do Björn “só penso em mim mesmo” e das pseudofeministas Lagertha e Torvi. Ele simplesmente a usou e descartou quando não era mais conveniente porque já estava de caso com a Torvi - igualmente usada e descartada pelo Björn, quando se interessou pela princesa que só apareceu em dois episódios.
Gostei da Rainha Judith (aliás, minha admiração por ela só cresceu da temporada passada para cá): forte, inteligente e estratégica.
Gostei da temporada, centrada nos filhos crescidos do Ragnar, principalmente o Ivar, que tem um potencial e tanto. A interpretação do ator é sensacional e passa toda a complexidade do personagem, que sinto que vai carregar a série nas costas a partir daqui.
O Ubbe propondo um relacionamento poliafetivo à Margrethe e ao Hvitzerk já prevendo que seria corno é até cômico. Quanto ao Hvitzerk, espero que apareça mais na próxima temporada, porque o ator é lindo e até agora o personagem só fica na sombra dos irmãos. O feminismo seletivo da Lagertha me irritou bastante, achei tosca demais a atitude dela com relação a Aslaug, isentando o Ragnar da sua responsabilidade e atribuindo a culpa única e exclusivamente a outra mulher. Outra coisa que odiei foi a morte do Sigurd. Não sei por qual razão isso ocorreu: alguns sites dizem que o ator quis deixar a série para cuidar da saúde mental, outros que foi escolha dos roteiristas para moldar o tom cada vez mais agressivo da personalidade e história do Ivar. De todo modo, não achei uma escolha legal, pois queria continuar acompanhando o desenvolvimento de cada um dos irmãos na série.
não conseguirem desenvolver adequadamente o arco do Raj. Era um personagem tão divertido e cheio de potencial no início da série, mas que acabou sendo deixado de lado no decorrer da mesma. Já está na hora de darem uma história decente para ele.
mas achei toda a construção da morte do irmão do Jimmy meio mal feita, bem nada a ver, só pra gerar algum tipo de conflito entre ele e o Bolden. Então já imagino que o final do Jimmy deva ser parecido com o da Chili - o que me deixa triste porque gosto do personagem. Ah, outra coisa que acho bem chata é essa eterna galinhagem do Severide. Parece que o personagem não cresce, fica sempre na mesma.
Fantasmas (3ª Temporada)
4.0 7 Assista AgoraAmei, mas
preferia que o Isaac e o Nigel tivessem casado. Adoro esse par!
Tremembé (1ª Temporada)
3.3 228 Assista AgoraO tipo de série que você só assiste porque está em alta. Não agrega em muita coisa, e terminou com um quê de “é só isso?”.
Montando a Banda (1ª Temporada)
4.0 39 Assista AgoraGostei demais do reality. O formato é diferente e bastante divertido. Avaliando aqui as bandas: o problema da Sweet Seduction não era só a Alison. Todas as três garotas disputavam o protagonismo, claramente sem qualquer espírito de equipe e interessadas em brilhar sozinhas. Curti o som do Midnight Til Morning e do Szn4 - as bandas mais originais, na minha opinião. O Soulidified é bacaninha, os garotos são talentosos, é a típica boy band, né? Sobre a 3quency: no início torci o nariz pelo que fizeram com a Bri- e olha que eu nem gostava da Bri. Mas depois entendi que fazia parte da dinâmica do jogo e que elas realmente funcionavam melhor como trio.
Acho que foram, inclusive, muito merecedoras do prêmio. Apresentaram um crescimento incrível durante o programa e as duas apresentações na final foram maravilhosas, enquanto que a segunda do Szn4 deixou a desejar.
H2O: Meninas Sereias (1ª Temporada)
3.5 44 Assista AgoraÚnica série da minha infância que envelheceu bem. Finalmente estou assistindo completa. Lembrava de alguns episódios esparsos. Só fiquei triste porque
a Rikki e o Zane não ficaram juntos.
The Office (3ª Temporada)
4.5 342O arco da Jan me incomodou demais.
Patético o que fizeram com a personagem. Puro suco do machismo.
Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais (11ª Temporada)
4.5 15 Assista AgoraMuito boa. Só achei o desfecho do último episódio meio sem sentido
(nada a ver o pai ter contratado o sequestrador. Ele tinha a guarda da criança. Faria mais sentido se mantivessem o enredo da mãe como quem orquestrou tudo e ainda com o plus de ser uma paciente psicótica).
Sex and the City (2ª Temporada)
4.3 155A serie é divertida e traz situações interessantes, sempre suscitando indagações… Nessa temporada vivi uma relação de amor e ódio com a Carrie, porque ela se comporta como uma adolescente na maioria das vezes, só que ao mesmo tempo
o que o Big fez com ela foi uma puta sacanagem. Gostei da reflexão dela ao final, meu sonho é que ela não desse mais qualquer chance a ele, mas sei que vai acontecer o oposto disso.
Brooklyn Nine-Nine (8ª Temporada)
4.2 149 Assista AgoraEncerrou com chave de ouro. Foi uma temporada mais dramática- compreensível, já que a série precisou se adaptar às discussões que estavam em voga na época, mas não vou mentir que as partes que mais me divertiram foram aquelas sem qualquer compromisso social, em que você poderia gargalhar de uma tirada boba qualquer. Às vezes, você não quer refletir sobre nada, só rir, e B99 é ótima quando se propõe tão somente a isso.
Brooklyn Nine-Nine (4ª Temporada)
4.4 167 Assista AgoraSó não dei 5 estrelas porque a Gina estava insuportável nessa temporada!
Wandinha (1ª Temporada)
4.0 711 Assista AgoraDemorei para assistir por puro preconceito. Toda aquela repercussão nas redes sociais, com dancinha e figurino me desanimaram e não pareciam fazer jus aos dois filmes dos anos 1990 que marcaram a minha infância. Mas assistindo agora até que gostei bastante da série: um terrorzinho adolescente bem leve, com boas sacadas e um roteiro bem estruturado. O elenco é legalzinho… Achei o plot twist muito parecido com
o de Beetlejuice 2, com o interesse amoroso da protagonista se revelando o vilão no final. Só achei os olhos do “Hyde/monstro” meio zoados… A computação gráfica não ajudou muito na cara dele, não.
The Crown (6ª Temporada)
4.1 87 Assista AgoraUma boa temporada, de modo geral. Gosto da Imelda Staunton como Rainha Elisabeth, assim como gostava da Claire Foy. Adorei os desdobramentos do relacionamento dela com a irmã, Margareth (que sempre achei uma figura interessante e divertida na série). Elizabeth Debicki estava esplêndida como Diana. O ator Luther Ford, embora não seja tão bonito quanto o príncipe verdadeiro, entrega uma boa atuação como o descompromissado e engraçado Harry. As partes mais chatas foram as que trouxeram Willian e Kate (o episódio que dá maior destaque ao romance dos dois foi o que menos prendeu a minha atenção). Acho engraçado como a Kate e a mãe dela eram verdadeiras stalkers do príncipe William, planejamento minuciosamente cada passo até o casamento dos dois, e as pessoas ainda tem a coragem de chamar a Meghan de oportunista, quando está na cara que a interesseira da família real é outra. Ah, e sobre o último episódio:
Elisabeth nunca abdicaria em favor do Charlie. A mulher era tão apegada ao poder que só deixou o trono no caixão.
Primeiro as Damas: Mulheres no Hip-Hop
4.2 4 Assista AgoraGostei muito dos dois últimos episódios. O primeiro não me prendeu muito e quanto ao segundo, não concordei com alguns pontos colocados ali - não vejo empoderamento em muitas performances que se tornaram lugar comum no hip-hop desde a Lil Kim e a Foxy Brown. Gostei da celebração da irmandade, apoio
e acolhimento entre mulheres. Gostei de o documentário ter abordado muitos pontos sensíveis, como a violência e a misoginia, além do colorismo e da apropriação cultural (que, como mulher branca, não entendia muito bem antes). Ah, adorei conhecer as mulheres precursoras do hip-hop, que infelizmente não recebem todos os créditos que merecem, por conta do machismo que opera na indústria fonográfica e na sociedade como um todo.
Explicando... Dinheiro
3.8 17 Assista AgoraNo geral, gostei bastante, embora tenha achado a solução dada no final do terceiro episódio um tanto simplória. Posso estar errada, mas vejo a classe média um tanto esquecida quando se pensa na resolução de problemas socioeconômicos em países como os EUA e Brasil. O rico está protegido, já que seus lucros não são tributados da forma que deveriam e todo o sistema é pensado para a manutenção de seus privilégios; os mais pobres gozam de assistência social e a classe média sustenta os dois grupos com uma carga tributária pesada, sem qualquer expectativa de retorno do valor investido em melhorias concretas.
Largados e Pelados: Brasil (3ª Temporada)
3.8 12Adorei essa temporada! Meus favoritos: Richards, Nanda, Adriano e Andreza.
Meus ranços: João e Fernando.
A dupla feminina era inexperiente pacas: perderam faca, não construíram abrigo, dormiram ao relento e ainda queriam se sentir seguras, sabe-se lá como. Queria que o Lucas tivesse concluído o desafio - ele parecia gente boa. Ansiosa para uma quarta temporada !!
Largados e Pelados: Brasil (2ª Temporada)
3.3 8 Assista AgoraEsse reality é sempre divertido. A única dupla que não curti muito foi o Luís e Aline - ambos imaturos e desequilibrados. Dos outros, eu gostei. Só não achei legal quando Juliano e Taís esconderam o mel da outra dupla. Ficou feio e aí o Juliano voltou atrás, mas foi uma atitude bem tosca. O Henrique fazer cocô na água também foi paia demais. Mas todos que terminaram o desafio mereceram muito!
Largados e Pelados: Brasil (1ª Temporada)
3.6 21 Assista AgoraJá assisti 17 temporadas do Largados e Pelados gringo, então vamos para minhas impressões da versão brasuca, que não deixa nada a desejar:
gostei da pegada “a tribo” que tivemos aqui, com os desafios se desenrolando ao mesmo tempo e não uma dupla de cada vez, como é mais comum. Sobre os participantes, o que mais costuma me incomodar é gente folgada, cuja sobrevivência dependa inteiramente do trabalho e esforço do outro (há quem chame isso de estratégia, eu chamo de oportunismo). Sendo assim, não deu para simpatizar com a Sati e a Léti, de jeito nenhum. Quanto aos outros, Renê e Diogo são proativos, mas muito individualistas e pouco empáticos; Itamar é cabeça-dura, mas é super gentil; Érika é muito determinada e Gi foi guerreira (superou o triplo de adversidades da Sati sem fazer um terço do drama da mesma). Joedson é tranquilo; Raysa é bacana, mas precisa trabalhar mais sua autoconfiança, pois depender tanto da validação e aprovação dos outros é ruim demais. Pena que o Tony não ficou até o final, simpatizei muito com ele.
Muquiranas Brasil (1ª Temporada)
3.1 28Os únicos de quem gostei até agora foram o Alce do terceiro episódio, que mora dentro de um brechó; e o marombado que monta seus próprios equipamentos de ginástica, pois apesar de tudo são limpos e higiênicos. O resto dos participantes achei de uma pobreza de espírito assustadora…
The Vampire Diaries (4ª Temporada)
4.1 1,2K Assista AgoraEssa temporada foi um suplício. The Vampire Diaries foi uma série boa e minimamente coerente na primeira temporada, mas depois acho que só adolescente para curtir mesmo. Analisando essa quarta temporada - e dispensando qualquer senso de lógica e bom gosto cinematográfico para tanto, apenas considerando as coisas como foram postas ali
- temos um triângulo amoroso terrível, uma Elena mais chata do que nunca, alguns personagens secundários medianos… Acho que o maior erro de The Vampire Diaries é a carência de um roteiro bem desenvolvido. Os roteiristas não se preocupam em desenvolver os demais personagens, cuja trama gira completamente em torno da Elena. A Elena é o centro da vida de qualquer um ali - não apenas dos dois irmãos paspalhos, mas até da família mais poderosa de vampiros. Aliás, sobre os Originais: critiquei muito quando chegaram na segunda temporada, mas nessa quarta foram os únicos que me mantiveram assistindo essa série. Obrigada Klaus, Rebecca e Elijah - vocês ganharam meu 🖤. De volta ao restante da trama - ou, resumidamente, de volta a Elena e a galera sem qualquer perspectiva de vida ou amor-próprio que vive em função dela - chatíssimos. Uma grande perda de tempo, um morre não morre, histórias repetidas e situações (como a tal busca pela cura) que não levam a nada. Boa parte da temporada foi preenchida com os dois irmãos centenários (e obcecados) tentando resolver um problema (a recuperação da humanidade da Elena) que um deles mesmo criou - pois se não me engano foi o Damon que mandou ela desligar. Ou seja, pura encheção de linguiça. Elena e Stefan não tem química, e Elena e Damon também não. Aliás, quem chama o que eles sentem por ela de “amor”, precisa urgentemente de um psicólogo. O nome certo seria “fixação” ou “obsessão”. Assustador, isso sim, e não romântico. Lembro de ter lido o primeiro livro da série há muitos anos e de ter gostado. Triste o rumo que a história ganhou na televisão.
Vikings (5ª Temporada)
4.1 321 Assista AgoraEssa temporada é muito longa e, por vezes, arrastada. Dá até para sair, comprar uns chicletes e voltar, que nada demais aconteceu. O núcleo do Floki demorou a engatar, mas, por fim,
passa uma lição maneira e descrente com relação à humanidade. Nada que já não imaginasse tantos séculos depois, mas beleza.
eu até achei que ele ia engatar e se encontrar nessa temporada, mas não chegou a lugar nenhum. Está fadado a ficar às sombras de algum dos irmãos mesmo. Ainda assim, é o meu personagem favorito da série, fazer o quê (beleza conta!).
abandonar a Margrethe em um chiqueiro, com a ajuda do Björn “só penso em mim mesmo” e das pseudofeministas Lagertha e Torvi. Ele simplesmente a usou e descartou quando não era mais conveniente porque já estava de caso com a Torvi - igualmente usada e descartada pelo Björn, quando se interessou pela princesa que só apareceu em dois episódios.
“Ah, mas ela matou o filho.” O pessoal dessa série só faz atrocidades, uma a mais, uma a menos… Com o passar dos episódios a gente até se acostuma.
Vikings (4ª Temporada)
4.4 528 Assista AgoraGostei da temporada, centrada nos filhos crescidos do Ragnar, principalmente o Ivar, que tem um potencial e tanto. A interpretação do ator é sensacional e passa toda a complexidade do personagem, que sinto que vai carregar a série nas costas a partir daqui.
O Ubbe propondo um relacionamento poliafetivo à Margrethe e ao Hvitzerk já prevendo que seria corno é até cômico. Quanto ao Hvitzerk, espero que apareça mais na próxima temporada, porque o ator é lindo e até agora o personagem só fica na sombra dos irmãos. O feminismo seletivo da Lagertha me irritou bastante, achei tosca demais a atitude dela com relação a Aslaug, isentando o Ragnar da sua responsabilidade e atribuindo a culpa única e exclusivamente a outra mulher. Outra coisa que odiei foi a morte do Sigurd. Não sei por qual razão isso ocorreu: alguns sites dizem que o ator quis deixar a série para cuidar da saúde mental, outros que foi escolha dos roteiristas para moldar o tom cada vez mais agressivo da personalidade e história do Ivar. De todo modo, não achei uma escolha legal, pois queria continuar acompanhando o desenvolvimento de cada um dos irmãos na série.
Largados e Pelados: A Tribo (2ª Temporada)
3.6 6 Assista AgoraGostei até mais do que da temporada passada, que foi cheia de bullying e situações desconfortáveis. Adorei o Steven. O Darrin é um falastrão.
Big Bang: A Teoria (10ª Temporada)
4.2 120 Assista AgoraEssa temporada foi bem divertida, só fico triste por
não conseguirem desenvolver adequadamente o arco do Raj. Era um personagem tão divertido e cheio de potencial no início da série, mas que acabou sendo deixado de lado no decorrer da mesma. Já está na hora de darem uma história decente para ele.
Chicago Fire: Heróis Contra o Fogo (5ª Temporada)
4.3 22 Assista AgoraO Severide cresceu muito essa temporada. Curti muito a evolução pessoal dele. Para mim, foi o ponto alto aqui.
Chicago Fire: Heróis Contra o Fogo (4ª Temporada)
4.1 22 Assista AgoraBem superior à temporada passada,
mas achei toda a construção da morte do irmão do Jimmy meio mal feita, bem nada a ver, só pra gerar algum tipo de conflito entre ele e o Bolden. Então já imagino que o final do Jimmy deva ser parecido com o da Chili - o que me deixa triste porque gosto do personagem. Ah, outra coisa que acho bem chata é essa eterna galinhagem do Severide. Parece que o personagem não cresce, fica sempre na mesma.