No início estranhei os diálogos teatrais, mas aos poucos fui me acostumando. Do meio para o final, a história te envolve completamente. É um filme complexo, angustiante, triste, sufocante. River Phoenix era tão sensível e talentoso. Uma pena sua morte precoce! O personagem do Keanu Reeves (Scott)
nunca me enganou. Na verdade, ele mesmo anuncia num determinado momento da história que seu aniversário está próximo e que ele vai mudar. O cara simplesmente se transformou no que ele mais odiava: o seu próprio pai. É mais um ponto de reflexão da história e como já diria Elis Regina: “Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.”
No mais, temos o Flea e o Rodney Harvey (mais um rostinho lindo destruído pelas drogas) como duas gratas surpresas. Impactante!
Gostei demais do reality. O formato é diferente e bastante divertido. Avaliando aqui as bandas: o problema da Sweet Seduction não era só a Alison. Todas as três garotas disputavam o protagonismo, claramente sem qualquer espírito de equipe e interessadas em brilhar sozinhas. Curti o som do Midnight Til Morning e do Szn4 - as bandas mais originais, na minha opinião. O Soulidified é bacaninha, os garotos são talentosos, é a típica boy band, né? Sobre a 3quency: no início torci o nariz pelo que fizeram com a Bri- e olha que eu nem gostava da Bri. Mas depois entendi que fazia parte da dinâmica do jogo e que elas realmente funcionavam melhor como trio.
Acho que foram, inclusive, muito merecedoras do prêmio. Apresentaram um crescimento incrível durante o programa e as duas apresentações na final foram maravilhosas, enquanto que a segunda do Szn4 deixou a desejar.
Elas têm uma vibe meio TLC que costuma dar muito certo nessa indústria. Espero que todas as bandas (exceto a Sweet Seduction que não vingou) prosperem muito, porque talento todos têm. Ah, esqueci de falar da Siren Society - sei lá, é tipo um pseudo pussycat dolls, não me empolgou tanto quanto as outras durante o programa, mas vou dar uma chance para o novo single delas também. Enfim, aguardo ansiosamente uma nova temporada, porque o reality é bom demais!!!
Achei um bom filme e quase não senti o tempo passar de tão entretida que fiquei na história. Colombo era um navegante, explorador, cujo empreendimento foi movido por cobiça e um certo espírito aventureiro. Ele deixa claro que vai atrás de comércio e ouro, e usa a desculpa de expansão da fé católica para convencer a monarca ultra religiosa da Espanha. O filme não esconde isso e o protagonista muito menos. Todos deixam seus anseios bem claros na primeira hora de filme, então não sei porque a galera está chiando aqui nos comentários. Não tem nada romanceado. Violência, cobiça, egoísmo…
Naquela cena mesmo em que o índio grita para o Colombo que este não se interessou em aprender a língua dele, fica claro o senso de superioridade que o protagonista carregava.
(nada a ver o pai ter contratado o sequestrador. Ele tinha a guarda da criança. Faria mais sentido se mantivessem o enredo da mãe como quem orquestrou tudo e ainda com o plus de ser uma paciente psicótica).
A serie é divertida e traz situações interessantes, sempre suscitando indagações… Nessa temporada vivi uma relação de amor e ódio com a Carrie, porque ela se comporta como uma adolescente na maioria das vezes, só que ao mesmo tempo
o que o Big fez com ela foi uma puta sacanagem. Gostei da reflexão dela ao final, meu sonho é que ela não desse mais qualquer chance a ele, mas sei que vai acontecer o oposto disso.
A Miranda é, de longe, a melhor personagem. Samantha é perspicaz e tem ótimas sacadas, mas acho que a série erra em retratá-la praticamente como uma ninfomaníaca. Não dá pra achar o comportamento dela normal. E Charlotte é fofa, mas é “machista”.
Pensa num filme em que todos os personagens são intragáveis… O protagonista é grosseiro e tem uma família alienada e insuportável. Todas as piadas são forçadas. Só terminei porque não gosto de abandonar filme, mas não recomendo para ninguém. Pura perda de tempo, um dos piores que já assisti.
Encerrou com chave de ouro. Foi uma temporada mais dramática- compreensível, já que a série precisou se adaptar às discussões que estavam em voga na época, mas não vou mentir que as partes que mais me divertiram foram aquelas sem qualquer compromisso social, em que você poderia gargalhar de uma tirada boba qualquer. Às vezes, você não quer refletir sobre nada, só rir, e B99 é ótima quando se propõe tão somente a isso.
Demorei para assistir por puro preconceito. Toda aquela repercussão nas redes sociais, com dancinha e figurino me desanimaram e não pareciam fazer jus aos dois filmes dos anos 1990 que marcaram a minha infância. Mas assistindo agora até que gostei bastante da série: um terrorzinho adolescente bem leve, com boas sacadas e um roteiro bem estruturado. O elenco é legalzinho… Achei o plot twist muito parecido com
o de Beetlejuice 2, com o interesse amoroso da protagonista se revelando o vilão no final. Só achei os olhos do “Hyde/monstro” meio zoados… A computação gráfica não ajudou muito na cara dele, não.
Cara, o filme é bom demais. Não achei que fosse superar o primeiro, mas fiquei bem satisfeita com o resultado. Tipo, arrasou muito para uma sequência. Aguardando a parte 3.
O filme é muito, muito bom. Traz inúmeras reflexões importantes acerca do culto à juventude, padrões de beleza inacessíveis, obsessão por procedimentos estéticos, sexismo… É bem trashzão e algumas cenas são incômodas, mas nada aqui é desnecessário ou sem contexto. Amei muito as atuações da Margaret e da Demi. E sério, quem riu nesse filme não foi capaz de compreender o tamanho da complexidade das pautas abordadas pelo mesmo. Transformá-lo numa comédia, tal qual fez o Globo de Ouro, é tirar sarro e minimizar as dores e lutas constantes que perfazem a vida de uma mulher.
Uma boa temporada, de modo geral. Gosto da Imelda Staunton como Rainha Elisabeth, assim como gostava da Claire Foy. Adorei os desdobramentos do relacionamento dela com a irmã, Margareth (que sempre achei uma figura interessante e divertida na série). Elizabeth Debicki estava esplêndida como Diana. O ator Luther Ford, embora não seja tão bonito quanto o príncipe verdadeiro, entrega uma boa atuação como o descompromissado e engraçado Harry. As partes mais chatas foram as que trouxeram Willian e Kate (o episódio que dá maior destaque ao romance dos dois foi o que menos prendeu a minha atenção). Acho engraçado como a Kate e a mãe dela eram verdadeiras stalkers do príncipe William, planejamento minuciosamente cada passo até o casamento dos dois, e as pessoas ainda tem a coragem de chamar a Meghan de oportunista, quando está na cara que a interesseira da família real é outra. Ah, e sobre o último episódio:
Eu amei! O elenco é incrível, a história super divertida, ri tanto que nem notei a hora passar. Adorei as referências ao primeiro filme também. Não esperava que fosse ser tão bom!!
Gostei muito dos dois últimos episódios. O primeiro não me prendeu muito e quanto ao segundo, não concordei com alguns pontos colocados ali - não vejo empoderamento em muitas performances que se tornaram lugar comum no hip-hop desde a Lil Kim e a Foxy Brown. Gostei da celebração da irmandade, apoio e acolhimento entre mulheres. Gostei de o documentário ter abordado muitos pontos sensíveis, como a violência e a misoginia, além do colorismo e da apropriação cultural (que, como mulher branca, não entendia muito bem antes). Ah, adorei conhecer as mulheres precursoras do hip-hop, que infelizmente não recebem todos os créditos que merecem, por conta do machismo que opera na indústria fonográfica e na sociedade como um todo.
Fantasmas (3ª Temporada)
4.0 7 Assista AgoraAmei, mas
preferia que o Isaac e o Nigel tivessem casado. Adoro esse par!
Sonhos no Gelo
3.0 175 Assista AgoraR.I.P Michelle 😢
A Grande Inundação
2.7 153 Assista AgoraNão existe amor maior que o de uma mãe.
Anaconda
2.3 795 Assista AgoraO Sarone dá mais medo que a cobra.
Tremembé (1ª Temporada)
3.3 228 Assista AgoraO tipo de série que você só assiste porque está em alta. Não agrega em muita coisa, e terminou com um quê de “é só isso?”.
Garotos de Programa
3.6 401 Assista AgoraNo início estranhei os diálogos teatrais, mas aos poucos fui me acostumando. Do meio para o final, a história te envolve completamente. É um filme complexo, angustiante, triste, sufocante. River Phoenix era tão sensível e talentoso. Uma pena sua morte precoce! O personagem do Keanu Reeves (Scott)
nunca me enganou. Na verdade, ele mesmo anuncia num determinado momento da história que seu aniversário está próximo e que ele vai mudar. O cara simplesmente se transformou no que ele mais odiava: o seu próprio pai. É mais um ponto de reflexão da história e como já diria Elis Regina: “Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.”
Montando a Banda (1ª Temporada)
4.0 39 Assista AgoraGostei demais do reality. O formato é diferente e bastante divertido. Avaliando aqui as bandas: o problema da Sweet Seduction não era só a Alison. Todas as três garotas disputavam o protagonismo, claramente sem qualquer espírito de equipe e interessadas em brilhar sozinhas. Curti o som do Midnight Til Morning e do Szn4 - as bandas mais originais, na minha opinião. O Soulidified é bacaninha, os garotos são talentosos, é a típica boy band, né? Sobre a 3quency: no início torci o nariz pelo que fizeram com a Bri- e olha que eu nem gostava da Bri. Mas depois entendi que fazia parte da dinâmica do jogo e que elas realmente funcionavam melhor como trio.
Acho que foram, inclusive, muito merecedoras do prêmio. Apresentaram um crescimento incrível durante o programa e as duas apresentações na final foram maravilhosas, enquanto que a segunda do Szn4 deixou a desejar.
H2O: Meninas Sereias (1ª Temporada)
3.5 44 Assista AgoraÚnica série da minha infância que envelheceu bem. Finalmente estou assistindo completa. Lembrava de alguns episódios esparsos. Só fiquei triste porque
a Rikki e o Zane não ficaram juntos.
The Office (3ª Temporada)
4.5 342O arco da Jan me incomodou demais.
Patético o que fizeram com a personagem. Puro suco do machismo.
1492: A Conquista do Paraíso
3.5 179Achei um bom filme e quase não senti o tempo passar de tão entretida que fiquei na história. Colombo era um navegante, explorador, cujo empreendimento foi movido por cobiça e um certo espírito aventureiro. Ele deixa claro que vai atrás de comércio e ouro, e usa a desculpa de expansão da fé católica para convencer a monarca ultra religiosa da Espanha. O filme não esconde isso e o protagonista muito menos. Todos deixam seus anseios bem claros na primeira hora de filme, então não sei porque a galera está chiando aqui nos comentários. Não tem nada romanceado. Violência, cobiça, egoísmo…
Naquela cena mesmo em que o índio grita para o Colombo que este não se interessou em aprender a língua dele, fica claro o senso de superioridade que o protagonista carregava.
Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais (11ª Temporada)
4.5 15 Assista AgoraMuito boa. Só achei o desfecho do último episódio meio sem sentido
(nada a ver o pai ter contratado o sequestrador. Ele tinha a guarda da criança. Faria mais sentido se mantivessem o enredo da mãe como quem orquestrou tudo e ainda com o plus de ser uma paciente psicótica).
Hairspray: E Éramos Todos Jovens
3.7 72 Assista AgoraO filme é hilário! Procurei durante anos e finalmente consegui assistir. Ainda prefiro a versão de 2007, mas essa também é muito legal.
Amei o milagre que incidiu sobre o Link no final, que saiu de uma cadeira de rodas para dar acrobacias. 😂
Sex and the City (2ª Temporada)
4.3 155A serie é divertida e traz situações interessantes, sempre suscitando indagações… Nessa temporada vivi uma relação de amor e ódio com a Carrie, porque ela se comporta como uma adolescente na maioria das vezes, só que ao mesmo tempo
o que o Big fez com ela foi uma puta sacanagem. Gostei da reflexão dela ao final, meu sonho é que ela não desse mais qualquer chance a ele, mas sei que vai acontecer o oposto disso.
Uma Casa De Pernas Pro Ar
2.5 72 Assista AgoraPensa num filme em que todos os personagens são intragáveis… O protagonista é grosseiro e tem uma família alienada e insuportável. Todas as piadas são forçadas. Só terminei porque não gosto de abandonar filme, mas não recomendo para ninguém. Pura perda de tempo, um dos piores que já assisti.
Brooklyn Nine-Nine (8ª Temporada)
4.2 149 Assista AgoraEncerrou com chave de ouro. Foi uma temporada mais dramática- compreensível, já que a série precisou se adaptar às discussões que estavam em voga na época, mas não vou mentir que as partes que mais me divertiram foram aquelas sem qualquer compromisso social, em que você poderia gargalhar de uma tirada boba qualquer. Às vezes, você não quer refletir sobre nada, só rir, e B99 é ótima quando se propõe tão somente a isso.
Maria Callas
3.1 128 Assista AgoraTocante, sensível, poético… Saí do cinema emocionada. Injustíssima essa nota aqui no filmow.
Brooklyn Nine-Nine (4ª Temporada)
4.4 167 Assista AgoraSó não dei 5 estrelas porque a Gina estava insuportável nessa temporada!
A Nonsense Christmas with Sabrina Carpenter
3.7 13 Assista AgoraTudo muito fofo e divertido. O cenário, as músicas e as esquetes super legais. Ótimas participações especiais, e a Sabrina é uma boneca. Amei !! ❤️
Wandinha (1ª Temporada)
4.0 711 Assista AgoraDemorei para assistir por puro preconceito. Toda aquela repercussão nas redes sociais, com dancinha e figurino me desanimaram e não pareciam fazer jus aos dois filmes dos anos 1990 que marcaram a minha infância. Mas assistindo agora até que gostei bastante da série: um terrorzinho adolescente bem leve, com boas sacadas e um roteiro bem estruturado. O elenco é legalzinho… Achei o plot twist muito parecido com
o de Beetlejuice 2, com o interesse amoroso da protagonista se revelando o vilão no final. Só achei os olhos do “Hyde/monstro” meio zoados… A computação gráfica não ajudou muito na cara dele, não.
Sorria 2
3.3 603 Assista AgoraCara, o filme é bom demais. Não achei que fosse superar o primeiro, mas fiquei bem satisfeita com o resultado. Tipo, arrasou muito para uma sequência. Aguardando a parte 3.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraO filme é muito, muito bom. Traz inúmeras reflexões importantes acerca do culto à juventude, padrões de beleza inacessíveis, obsessão por procedimentos estéticos, sexismo… É bem trashzão e algumas cenas são incômodas, mas nada aqui é desnecessário ou sem contexto. Amei muito as atuações da Margaret e da Demi. E sério, quem riu nesse filme não foi capaz de compreender o tamanho da complexidade das pautas abordadas pelo mesmo. Transformá-lo numa comédia, tal qual fez o Globo de Ouro, é tirar sarro e minimizar as dores e lutas constantes que perfazem a vida de uma mulher.
The Crown (6ª Temporada)
4.1 87 Assista AgoraUma boa temporada, de modo geral. Gosto da Imelda Staunton como Rainha Elisabeth, assim como gostava da Claire Foy. Adorei os desdobramentos do relacionamento dela com a irmã, Margareth (que sempre achei uma figura interessante e divertida na série). Elizabeth Debicki estava esplêndida como Diana. O ator Luther Ford, embora não seja tão bonito quanto o príncipe verdadeiro, entrega uma boa atuação como o descompromissado e engraçado Harry. As partes mais chatas foram as que trouxeram Willian e Kate (o episódio que dá maior destaque ao romance dos dois foi o que menos prendeu a minha atenção). Acho engraçado como a Kate e a mãe dela eram verdadeiras stalkers do príncipe William, planejamento minuciosamente cada passo até o casamento dos dois, e as pessoas ainda tem a coragem de chamar a Meghan de oportunista, quando está na cara que a interesseira da família real é outra. Ah, e sobre o último episódio:
Elisabeth nunca abdicaria em favor do Charlie. A mulher era tão apegada ao poder que só deixou o trono no caixão.
Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice
3.4 588 Assista AgoraEu amei! O elenco é incrível, a história super divertida, ri tanto que nem notei a hora passar. Adorei as referências ao primeiro filme também. Não esperava que fosse ser tão bom!!
Primeiro as Damas: Mulheres no Hip-Hop
4.2 4 Assista AgoraGostei muito dos dois últimos episódios. O primeiro não me prendeu muito e quanto ao segundo, não concordei com alguns pontos colocados ali - não vejo empoderamento em muitas performances que se tornaram lugar comum no hip-hop desde a Lil Kim e a Foxy Brown. Gostei da celebração da irmandade, apoio
e acolhimento entre mulheres. Gostei de o documentário ter abordado muitos pontos sensíveis, como a violência e a misoginia, além do colorismo e da apropriação cultural (que, como mulher branca, não entendia muito bem antes). Ah, adorei conhecer as mulheres precursoras do hip-hop, que infelizmente não recebem todos os créditos que merecem, por conta do machismo que opera na indústria fonográfica e na sociedade como um todo.