Utopia, Series 2 [2014] (segunda temporada, final) é - do mesmo modo que a primeira temporada - tedioso, superficial, com personagens mal construídos, com diálogos enfadonhos, com atuações vergonhosas, tem aspecto de gibi mal traduzido ao multimídia, beira o terror e aspira ser uma comédia mórbida porém sem graça alguma.
a obra expõe ou generaliza o resultado prático da "solução" ou "salvação" daqueles que creem a humanidade ser um tipo de infestação ou infecção perversa no mundo, mas apenas quando a população atinge - arbitrariamente - meio bilhão de pessoas.
abaixo de meio bilhão, tudo vai bem. você pode viver. eles deixam.
esta crença ou tese é real e bem difundida. ainda que a maioria de seus partidários talvez seja inerte ou pouco interessada em tentar levá-la às últimas consequências.
a obra porém não parece tentar negar a crença mas apenas apresentá-la pelo pretexto que a tese é verdadeira e a margem de discordância se dá apenas pelo número de indivíduos vivos toleráveis. ou dito de outra formas, até quantos pode-se eliminar antes de considerar o comportamento do crente inadequado ou exagerado.
a obra me parece improdutiva, sem propósito, desnecessária. a não ser que funcione como publicidade para crença apresenta na obra. e se for o caso, não me convenceu.
Utopia (2013) [primeira temporada] é quase um filme de terror, dada a perversidade de todos os personagens, quanto as eventuais más atuais, desdobramentos e diálogos.
as "soluções" da trama quase sempre se dão através do assassinato e muitas vezes com envolvimentos de crianças.
a presença de crianças em temáticas adultas é um estilo de desenhos japoneses, e enquanto tal conduta normalmente não funciona bem nem em anime, esse tipo de exposição a atores infantis beira o abuso.
claro, há uma dose de realismo mas também de exagero - em quase descrença na humanidade.
espera-se alguma suavização, alguma esperança, alguma sublimação, algum alívio, a série, porém, é a promoção do desespero.
ela é quase monotônica na maldade, e a ausência do seu oposto - algum sinal de bondade - produz sufocamento.
por mais que muitos elementos me agradem em geral, a concentração de perversão nesta série ultrapassa até minha tolerância ou interesse. não deveria haver crianças nesta produção.
The Vow - Part II (2022) [segunda temporada, seis episódios], ao contrário da primeira temporada, é espetacular. coeso, coerente, suficiente, sério.
em Goiânia - Goiás, tivemos em 2017, em área nobre da capital, no Setor Marista, a revelação do caso ESSENIUM / Kether. o qual lentamente tem se perdido na história à medida que os conteúdos de denúncia são apagados da internet pelo tempo e pelo desconhecimento do mesmo.
é muito provável que este tipo de ocorrência seja muito mais frequente do que se gostaria de assumir.
ao mesmo tempo o caso NXIVM foi negado ou tratado como frívola acusação de conspiração por muito tempo - tendo já sido exposto por Alex Jones, antes dos grandes jornais e antes dele ter sido banido de todas as grandes redes sociais, como também pelo Frank Parlato (presente no documentário).
como dito... algo semelhante já aconteceu na minha cidade... e todo o país conhece o caso do João Teixeira de Faria, o "João de Deus", em Abadiânia - GO.
tenho a impressão que muitos não acreditam que alguns seres humanos possuem uma capacidade de controle, sedução, persuasão, absurdamente distinta. é o mesmo charme dos políticos - que encantam e iludem em todas as direções do espectro político, e não apenas nas posições políticas que nos incomodam.
gostaria crer ter algum tipo de defesa ou estratégia contra estes predadores.
temo porém que não há.
existem ainda aqueles que se deliciam do abuso que sofrem. e o replicam. e o protegem. ou talvez assim o façam apenas por um período.
num breve momento fica tudo confuso. e parece que está é a grande oportunidade dos "gurus de plantão" de oferecerem "solução", "crescimento" ou "salvação".
eles também não possuem resposta. mas não é de respostas certas que eles precisam diante de suas presas. apenas manipulação.
e se eu fosse apostar, apostaria que somos enganados muitas mais vezes do que somos capazes de supor. não de aceitar. de supor.
coloquei na fila para assistir: Utopia (2013–2014) [TV Series], Utopia (2020) [TV Series], Bad Vegan - Fame Fraud Fugitives (2022) [TV Mini Series], Stolen Youth - Inside the Cult at Sarah Lawrence (2023) [TV Mini Series].
TL; DR: caso se interesse pelo assunto, assista apenas à segunda temporada. não há nada para ser visto aqui na primeira temporada.
The Vow (2020) [primeira temporada, nove episódios] é enfadonho, supérfulo, inconsistente. uma aberração não-linear e sem propósito.
pior do que isto. o documentário parece "falso". não só isso... não parece ser o produto que se apresenta:
um documentário sobre uma perversa sociedade secreta da alta-elite global.
mas sim a xepa de vários pré-documentários criados em favor da NXIVM, aproveitados de modo desorganizado, preguiçoso e fantasiados de denúncia.
a primeira temporada - do mesmo modo que Enemy of the State (1998), The Wolf of Wall Street (2013), Ask No Questions (2020) [doc], Babylon (2022), e MK Ultra (2022) - é o completo disperdício de recursos sobre um tema pujante.
para citar só dois casos semelhantes que duraram décadas, tivemos só em Goiás, em Abadiânia, o caso do João de Deus (2018) [sobre o qual existem alguns documentários, mas não vi nenhum] e que teve fama positiva internacional por muitos anos até o desfecho com sua prisão.
além de outro caso, revelado em 2017, na capital, Goiânia-Goiás. o caso ESSENIUM - Instituto de Inteligência Universal / Kether. uma religião / culto / seita liderada por Diego Augusto Morais, em prédio no Setor Marista (área nobre) e denunciada por Willian Gil, através de vídeos e site (já fora do ar) - similar ao comportamento de Frank Parlato no caso do seriado. [fontes: Jornal Opção, Jornal OPopular, G1 Goiás]
o assunto da série trata portanto de comportamento recorrente. e merecia ter sido bem tratado.
melhor assistir: Gaslight (1944), Videodrome (1983), They Live (1988), Eyes Wide Shut (1999), Memories of Murder (2003), Mystic River (2003), The Imposter (2012), Coherence (2013), The Platform (2019), There Are No Fakes (2019).
agora terei que assistir Utopia (2013–2014) [TV Series], Utopia (2020) [TV Series], Bad Vegan - Fame Fraud Fugitives (2022) [TV Mini Series], Stolen Youth - Inside the Cult at Sarah Lawrence (2023) [TV Mini Series].
começou bem clichê, fanfic, previsível, fan service e lentamente foi se tornando interessante. tenho alguma esperança que a segunda temporada seja melhor!
a narração, os diálogos, a variedade de monstros, os novos atores, o bardo novamente... está tudo pior que a primeira temporada, mas, ainda sim, é uma boa séria. apenas muito pior que a primeira.
narração muito bem feita - não linear, poética, prende atenção, sem erros de continuidade - e um universo de terra média muito bem apresentado - sem repetições, vasto, profundo.
terceira temporada é muito lenta, tem muito Rock - estrategista e vidente, overpower - e pouca Roberta, sim, sobrou pouco dela mez. não teve um final bad-vibe pra salvar a série, e a história deixou de ser espontânea ou complicada pelo conflito de vários grupos de interesses para ser tudo a manipulação de uma única pessoa.
tinha alguma esperança... mas de Black Lagoon só salva a primeira temporada. as outras duas foram feitas erradas.
mais lento que a primeira temporada, com apenas 2 histórias de 3 episódios e 1 história de 6 episódios. tem menos trama, portanto, e a primeira história é um pouco chata, mas a séria termina em bad vibe, então, fecha-se em grande estilo.
entretanto, esperava mais. esperava que pudesse ser uma das minhas séries favoritas, e não foi. continuo preferindo Serial Experiments Lain (1998) e Steins;Gate (2011).
chatim d+, as lutas são longas, os vilões falam muito, tem pouco conteúdo para 7 episódios, Rengoku não teve sua história bem desenvolvida... e acho que há pelo menos uma cena do filme que não aparece na série.
a primeira temporada e o começo da terceira são bem melhores.
AMAIM Warrior at the Borderline / Kyoukai Senki (2021) é um bom anime, com boa história - melhor que Code Geass -, bom ritmo mas desnecessariamente infantil. não precisaria ter AI ou elas não precisariam ser "pokemons" para a história funcionar.
o enredo é bom e desperta o interesse em assistir aos próximos episódios.
o início é muito bom e o humor é adequado, mas infelizmente o anime conta com algumas lutas longas, com o clichê de golpes nominados e alguns personagens são muito ruidosos, gritando bastante. do outro lado, as poucas lutas sem golpes especiais nominados são satisfatórias, e considero que deveriam ser a norma para deixar o desenho mais palatável.
entretanto, de modo geral, recomendo conhecer a obra.
chato, desnecessariamente longo, lento, contendo apenas um vilão com monólogos expositivos gigantescamente enfadonhos e com o Arucard desaparecido por pelo menos a metade do anime. a trilha sonora também não salvou.
Hellsing (2001) é melhor, mas não por muita coisa.
a trama é minimamente interessante e Arucard é extremamente overpower, por conta disto, gostei da inclusão de Seras, uma vampira mais fraca, porém, sua história não foi bem desenvolvida.
curtinho e só tem sacanagem. no site que vi estava listado como ecchi - era o que procurava -, mas, pra mim, isso aqui é hentai com censura. nem tem história, só tem aquilo.
que história mais sem sal. é o segundo ecchi que assisto, mas prefiro recomendar Megami-ryou no Ryoubo-kun (2021) que apesar de não ter uma narrativa completa é mais agradável de assistir.
primeiro ecchi que assisto e foi bem agradável. o anime é curto, não-linear e não termina uma história. poderia muito bem ter mais episódios. um bom passa-tempo.
que finalzim mais mequetrefe. a segunda temporada é até mais fácil de assistir que a primeira, com finais de episódios tensos e gerando expectativas para os próximos mas continuando com as mesmas falhas da primeira - como as inexplicáveis cenas de escola - e se perde em inúmeros plot twists como se iludir o espectador fosse qualidade de narração.
assisti à série acreditando ser boa com base nas notas e recomendações de sites especializados, porém, tudo não se passou de uma profunda decepção.
Utopia (2ª Temporada)
4.5 64Utopia, Series 2 [2014] (segunda temporada, final) é - do mesmo modo que a primeira temporada - tedioso, superficial, com personagens mal construídos, com diálogos enfadonhos, com atuações vergonhosas, tem aspecto de gibi mal traduzido ao multimídia, beira o terror e aspira ser uma comédia mórbida porém sem graça alguma.
a obra expõe ou generaliza o resultado prático da "solução" ou "salvação" daqueles que creem a humanidade ser um tipo de infestação ou infecção perversa no mundo, mas apenas quando a população atinge - arbitrariamente - meio bilhão de pessoas.
abaixo de meio bilhão, tudo vai bem. você pode viver. eles deixam.
esta crença ou tese é real e bem difundida. ainda que a maioria de seus partidários talvez seja inerte ou pouco interessada em tentar levá-la às últimas consequências.
a obra porém não parece tentar negar a crença mas apenas apresentá-la pelo pretexto que a tese é verdadeira e a margem de discordância se dá apenas pelo número de indivíduos vivos toleráveis. ou dito de outra formas, até quantos pode-se eliminar antes de considerar o comportamento do crente inadequado ou exagerado.
a obra me parece improdutiva, sem propósito, desnecessária. a não ser que funcione como publicidade para crença apresenta na obra. e se for o caso, não me convenceu.
conteúdo completamente esquecível.
_o/
Utopia (1ª Temporada)
4.4 115Utopia (2013) [primeira temporada] é quase um filme de terror, dada a perversidade de todos os personagens, quanto as eventuais más atuais, desdobramentos e diálogos.
as "soluções" da trama quase sempre se dão através do assassinato e muitas vezes com envolvimentos de crianças.
a presença de crianças em temáticas adultas é um estilo de desenhos japoneses, e enquanto tal conduta normalmente não funciona bem nem em anime, esse tipo de exposição a atores infantis beira o abuso.
claro, há uma dose de realismo mas também de exagero - em quase descrença na humanidade.
espera-se alguma suavização, alguma esperança, alguma sublimação, algum alívio, a série, porém, é a promoção do desespero.
ela é quase monotônica na maldade, e a ausência do seu oposto - algum sinal de bondade - produz sufocamento.
por mais que muitos elementos me agradem em geral, a concentração de perversão nesta série ultrapassa até minha tolerância ou interesse. não deveria haver crianças nesta produção.
não recomendo.
_o/
The Vow (Parte 2)
4.0 8 Assista AgoraThe Vow - Part II (2022) [segunda temporada, seis episódios], ao contrário da primeira temporada, é espetacular. coeso, coerente, suficiente, sério.
em Goiânia - Goiás, tivemos em 2017, em área nobre da capital, no Setor Marista, a revelação do caso ESSENIUM / Kether. o qual lentamente tem se perdido na história à medida que os conteúdos de denúncia são apagados da internet pelo tempo e pelo desconhecimento do mesmo.
é muito provável que este tipo de ocorrência seja muito mais frequente do que se gostaria de assumir.
ao mesmo tempo o caso NXIVM foi negado ou tratado como frívola acusação de conspiração por muito tempo - tendo já sido exposto por Alex Jones, antes dos grandes jornais e antes dele ter sido banido de todas as grandes redes sociais, como também pelo Frank Parlato (presente no documentário).
como dito... algo semelhante já aconteceu na minha cidade... e todo o país conhece o caso do João Teixeira de Faria, o "João de Deus", em Abadiânia - GO.
tenho a impressão que muitos não acreditam que alguns seres humanos possuem uma capacidade de controle, sedução, persuasão, absurdamente distinta. é o mesmo charme dos políticos - que encantam e iludem em todas as direções do espectro político, e não apenas nas posições políticas que nos incomodam.
gostaria crer ter algum tipo de defesa ou estratégia contra estes predadores.
temo porém que não há.
existem ainda aqueles que se deliciam do abuso que sofrem. e o replicam. e o protegem. ou talvez assim o façam apenas por um período.
num breve momento fica tudo confuso. e parece que está é a grande oportunidade dos "gurus de plantão" de oferecerem "solução", "crescimento" ou "salvação".
eles também não possuem resposta. mas não é de respostas certas que eles precisam diante de suas presas. apenas manipulação.
e se eu fosse apostar, apostaria que somos enganados muitas mais vezes do que somos capazes de supor. não de aceitar. de supor.
coloquei na fila para assistir: Utopia (2013–2014) [TV Series], Utopia (2020) [TV Series], Bad Vegan - Fame Fraud Fugitives (2022) [TV Mini Series], Stolen Youth - Inside the Cult at Sarah Lawrence (2023) [TV Mini Series].
https://www.imdb.com/title/tt10222764/ _o/
The Vow (Parte 1)
3.6 38TL; DR: caso se interesse pelo assunto, assista apenas à segunda temporada. não há nada para ser visto aqui na primeira temporada.
The Vow (2020) [primeira temporada, nove episódios] é enfadonho, supérfulo, inconsistente. uma aberração não-linear e sem propósito.
pior do que isto. o documentário parece "falso". não só isso... não parece ser o produto que se apresenta:
um documentário sobre uma perversa sociedade secreta da alta-elite global.
mas sim a xepa de vários pré-documentários criados em favor da NXIVM, aproveitados de modo desorganizado, preguiçoso e fantasiados de denúncia.
a primeira temporada - do mesmo modo que Enemy of the State (1998), The Wolf of Wall Street (2013), Ask No Questions (2020) [doc], Babylon (2022), e MK Ultra (2022) - é o completo disperdício de recursos sobre um tema pujante.
para citar só dois casos semelhantes que duraram décadas, tivemos só em Goiás, em Abadiânia, o caso do João de Deus (2018) [sobre o qual existem alguns documentários, mas não vi nenhum] e que teve fama positiva internacional por muitos anos até o desfecho com sua prisão.
além de outro caso, revelado em 2017, na capital, Goiânia-Goiás. o caso ESSENIUM - Instituto de Inteligência Universal / Kether. uma religião / culto / seita liderada por Diego Augusto Morais, em prédio no Setor Marista (área nobre) e denunciada por Willian Gil, através de vídeos e site (já fora do ar) - similar ao comportamento de Frank Parlato no caso do seriado. [fontes: Jornal Opção, Jornal OPopular, G1 Goiás]
o assunto da série trata portanto de comportamento recorrente. e merecia ter sido bem tratado.
melhor assistir: Gaslight (1944), Videodrome (1983), They Live (1988), Eyes Wide Shut (1999), Memories of Murder (2003), Mystic River (2003), The Imposter (2012), Coherence (2013), The Platform (2019), There Are No Fakes (2019).
agora terei que assistir Utopia (2013–2014) [TV Series], Utopia (2020) [TV Series], Bad Vegan - Fame Fraud Fugitives (2022) [TV Mini Series], Stolen Youth - Inside the Cult at Sarah Lawrence (2023) [TV Mini Series].
https://www.imdb.com/title/tt10222764/ _o/
Arcane (1ª Temporada)
4.6 421graficamente muito bonito porém não consegui ser cativado pela trama.
achei os episódios longos e vazios, com exceção do terceiro, que é muito bom.
a única história que prendeu minha atenção foi a do Viktor. mas não aguardo a próxima temporada.
DOTA: Dragon's Blood (1ª Temporada)
3.7 41 Assista Agoracomeçou bem clichê, fanfic, previsível, fan service e lentamente foi se tornando interessante. tenho alguma esperança que a segunda temporada seja melhor!
The Witcher (2ª Temporada)
3.8 279a narração, os diálogos, a variedade de monstros, os novos atores, o bardo novamente... está tudo pior que a primeira temporada, mas, ainda sim, é uma boa séria. apenas muito pior que a primeira.
The Witcher (1ª Temporada)
3.9 919 Assista Agoranarração muito bem feita - não linear, poética, prende atenção, sem erros de continuidade - e um universo de terra média muito bem apresentado - sem repetições, vasto, profundo.
recomendo.
Black Lagoon: Roberta's Blood Trail
4.1 7terceira temporada é muito lenta, tem muito Rock - estrategista e vidente, overpower - e pouca Roberta, sim, sobrou pouco dela mez. não teve um final bad-vibe pra salvar a série, e a história deixou de ser espontânea ou complicada pelo conflito de vários grupos de interesses para ser tudo a manipulação de uma única pessoa.
tinha alguma esperança... mas de Black Lagoon só salva a primeira temporada. as outras duas foram feitas erradas.
Black Lagoon Omake
3.4 2curtinho e sem graça.
Black Lagoon: The Second Barrage
4.3 6mais lento que a primeira temporada, com apenas 2 histórias de 3 episódios e 1 história de 6 episódios. tem menos trama, portanto, e a primeira história é um pouco chata, mas a séria termina em bad vibe, então, fecha-se em grande estilo.
entretanto, esperava mais. esperava que pudesse ser uma das minhas séries favoritas, e não foi. continuo preferindo Serial Experiments Lain (1998) e Steins;Gate (2011).
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Mugen Train Arc TV
4.2 19chatim d+, as lutas são longas, os vilões falam muito, tem pouco conteúdo para 7 episódios, Rengoku não teve sua história bem desenvolvida... e acho que há pelo menos uma cena do filme que não aparece na série.
a primeira temporada e o começo da terceira são bem melhores.
xxxHOLiC (OVA 2: Rou)
4.4 10boa história, mas infelizmente ao invés de continuarem as tramas e enredos com personagens antigos insistem em fillers e spin-offs.
xxxHOLiC (OVA 1: Shunmuki)
4.4 6chato d+, filler, fan service.
Kyoukai Senki
3.2 2AMAIM Warrior at the Borderline / Kyoukai Senki (2021) é um bom anime, com boa história - melhor que Code Geass -, bom ritmo mas desnecessariamente infantil. não precisaria ter AI ou elas não precisariam ser "pokemons" para a história funcionar.
mais um shounen que seria melhor se fosse seinen.
One Punch Man (1ª Temporada)
4.3 339 Assista Agora"você precisa explicar com 20 palavras ou menos!"
o anime tem seus momentos de humor, poucos, mas não chega a ser hilário, e também não empolga, cansa.
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba (1ª Temporada)
4.4 265o enredo é bom e desperta o interesse em assistir aos próximos episódios.
o início é muito bom e o humor é adequado, mas infelizmente o anime conta com algumas lutas longas, com o clichê de golpes nominados e alguns personagens são muito ruidosos, gritando bastante. do outro lado, as poucas lutas sem golpes especiais nominados são satisfatórias, e considero que deveriam ser a norma para deixar o desenho mais palatável.
entretanto, de modo geral, recomendo conhecer a obra.
Hellsing Ultimate
4.3 83chato, desnecessariamente longo, lento, contendo apenas um vilão com monólogos expositivos gigantescamente enfadonhos e com o Arucard desaparecido por pelo menos a metade do anime. a trilha sonora também não salvou.
Hellsing (2001) é melhor, mas não por muita coisa.
Hellsing
4.1 95 Assista Agoraa trama é minimamente interessante e Arucard é extremamente overpower, por conta disto, gostei da inclusão de Seras, uma vampira mais fraca, porém, sua história não foi bem desenvolvida.
Black Lagoon
4.1 29mentirooooso e badass. estilo Quentin Tarantino, El Mariachi (1992) e Léon, The Professional (1994).
Overflow
2.7 3+18
curtinho e só tem sacanagem. no site que vi estava listado como ecchi - era o que procurava -, mas, pra mim, isso aqui é hentai com censura. nem tem história, só tem aquilo.
Sin: Nanatsu no Taizai
3.4 4+18, ecchi.
que história mais sem sal. é o segundo ecchi que assisto, mas prefiro recomendar Megami-ryou no Ryoubo-kun (2021) que apesar de não ter uma narrativa completa é mais agradável de assistir.
Megami-ryou no Ryoubo-kun
3.2 3+18, ecchi.
primeiro ecchi que assisto e foi bem agradável. o anime é curto, não-linear e não termina uma história. poderia muito bem ter mais episódios. um bom passa-tempo.
Code Geass - Hangyaku no Lelouch R2
4.1 60que finalzim mais mequetrefe. a segunda temporada é até mais fácil de assistir que a primeira, com finais de episódios tensos e gerando expectativas para os próximos mas continuando com as mesmas falhas da primeira - como as inexplicáveis cenas de escola - e se perde em inúmeros plot twists como se iludir o espectador fosse qualidade de narração.
assisti à série acreditando ser boa com base nas notas e recomendações de sites especializados, porém, tudo não se passou de uma profunda decepção.