Vi muita gente dizendo que ele era um coitado, que gostava mais dela do que ela dele. Sinceramente, não entendi. Assisti já com isso em mente, prestando mttt atenção, e não foi o que eu vi.
Pra mim, eram dois jovens e depois dois jovens adultos — que se gostavam e estavam tentando ficar juntos. Só que existiam limites para ambos, sobre o que queriam e onde queriam estar. Ele tinha um compromisso com a família, que não permitia se afastar ou mudar de cidade (ficar longe). Ela, por outro lado, não queria estar naquela cidade, não se via voltando. Ainda assim, em um momento, ela chega a considerar isso por eles.
O que eu vi foram desencontros. Não falta de sentimento, nem alguém amando mais que o outro. Mas, no fim, as pessoas sempre parecem precisar encontrar um culpado.
Cada um com seus sonhos e responsabilidades. Pra ele, a família. Pra ela, a pousada — um trabalho que ela amava e que, inclusive, ajudou ela a atravessar o luto pelo pai. Só porque ela quis encerrar esse ciclo, ela vira egoísta?
É um seriado leve, consegue me diverti... mas essa parte do triângulo amoroso 🤢🤮 já deu. Chega.
Gabriel beirou o insuportável nessa temporada. Sério… largou Emily no topo de uma montanha e achou que pedir desculpas resolvia tudo?? Ainda ficou com raiva dela??
A cena mais impactante pra mim foi aquele diálogo em que o Gabriel começa a falar francês e depois quando ela deixa a mensagem em francês pra ele. Foi a parte mais profunda, a única que pareceu realmente desenvolver algo emocional.
Esse dorama me encontrou num momento oportuno. Tenho certeza de que gostamos — ou deixamos de gostar — de alguma coisa dependendo muito do nosso humor, do momento da vida em que estamos, do quanto estamos abertas para sentir.
A construção do relacionamento é linda, delicada, feita com cuidado. Protagonistas maduros, que conversam, se escutam e resolvem as coisas. A última vez que vi um relacionamento tão bem construído foi no c-drama Prisioneiros da Beleza.
No episódio 5, eles já estavam claramente caidinhos um pelo outro, e nada pareceu forçado. Tudo aconteceu no tempo certo.
E aí vem o ponto que mais me frustrou: em vez de prolongar o conflito com a família, eu teria amado vê-los casar. Eu sei que isso é quase uma regra nos doramas coreanos — o casal só casa no último episódio, quando casa — mas é uma pena. A relação deles merecia mais tempo nessa nova fase.
O dorama inteiro foi sobre esse avanço: “Gostamos um do outro?” “Vamos ser mais que amigos?” “E agora, vamos namorar?”
O casamento teria sido um passo natural. Um fechamento bonito para uma história que, no essencial, foi sobre cuidado, escolha e maturidade.
No fim, acho que tudo faz ainda mais sentido quando a gente olha de onde cada um vem. Jin Hyeok vem de um tipo de família e de um amor consistente. Ele aprendeu que vínculo não se abandona no primeiro conflito, que amar também é ficar.
Soo Hyun, por outro lado, aprendeu a se colocar de lado. A reprimir o que queria, a não ocupar espaço demais, a pensar primeiro nos outros.
"O amor é quando duas pessoas diferentes ficam parecidas"
eles estavam tão confiantes, quase arrogantes, que nem consideraram a possibilidade de serem eliminados. Quando caiu a ficha, ficaram genuinamente chocados.
E o ponto mais impressionante: pensaram tão pouco no desdobramento da competição que acharam que poderiam simplesmente repetir os mesmos três participantes da primeira prova na segunda. Uma falta total de estratégia.
"A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda" (Provérbios 16:18)
Enquanto isso, as outras equipes estavam analisando riscos, prevendo cenários e se preparando para todos os desdobramentos. O Japão, por exemplo, decidiu arriscar tudo para vencer — mas fez isso com consciência, já visualizando exatamente o que significaria enfrentar uma revanche.
grata surpresa. fui assistir porque estava sem opções e me emocionei muito. gostei bastante. merecia 16eps, uns 3 arcos mereciam ser melhor desenvolvidos.
Entendo que muita gente ame o cdrama, mas, vou ter que bancar a advogada do diabo aqui. Muitas informações se repetem, há cenas que poderiam ter sido apenas narradas, os arcos paralelos desinteressantes, os coadjuvantes esquecidos (o que acabou tornando o arco principal repetitivo e, em alguns momentos, cansativo) e o ritmo arrastado me fizeram acelerar uns episódios para não desistir da história por completo.
Coloquei uma boa dose de expectativa no casal secundário, mas fui frustrada. A relação deles simplesmente não foi bem desenvolvida.
Não me leve a mal: gostei muitooooo dos protagonistas. Seguraram a minha atenção. Tinham uma cumplicidade bonita, e as cenas de beijos e abraços, davam um calor gostoso ao enredo.
A evolução de Wen Yi Fan também me prendeu. A forma como ela foi se dando conta de que ainda estava presa ao passado — e que, se quisesse ser feliz no futuro, teria que fazer as coisas de um jeito diferente — foi muito tocante.
Mesmo marcada pelo trauma, ela reconhece que há alguém ao seu lado que a ama de verdade, e que ela também ama. Aos poucos, vai se abrindo, enfrentando o medo e chegando naquele ponto decisivo: continuar fugindo ou escolher, apesar de tudo, viver com aquele homem que faz tudo por ela. Essa construção emocional foi delicada, e talvez uma das coisas mais bonitas do c-drama.
Talvez, se tivesse sido um pouco mais enxuto e melhor amarrado, teria me conquistado por completo.
"Somos postos numa situação em que estamos cercados por uma porção de coisas que 99% do tempo não vamos ter, e isso cria uma sensação de desvalorização, porque você não consegue ter essas coisas" (Gabor Maté).
aí vem esse dorama com uma pedrada dessa: "felicidade: o estado de ser suficiente". uma frase tão pequena e simples, mas extremamente verdadeira.
gostei e ao mesmo tempo não gostei. confesso que não consegui entender qual a história que esse dorama estava contando... "seja um doador e salve vidas? de um casamento e um quase casamento? de um luto? de triângulos amorosos?"... ou foi tudo isso?
comecei a desconfiar que seria uma confusão qnd apareceu que ele era casado. não gostei do apelo de que a atração deles era por conta do órgão transplantado, mas no fim, acho que realmente não era isso, aquilo foi só uma desculpa inicial, eles se gostaram para além do coração do ex-noivo.
uma coisa que achei interessante foi a mudança dele após o procedimento. ele começou a sentir um vigor que (pelo que entendi) nunca teve, uma vez que estava doente desde criança. a esposa por sua vez nunca o viu assim, ela gostou dele quando ele estava doente. era novidade para os dois.
como podemos desejar coisas que parecem que vão ser A MELHOR COISA DAS NOSSAS VIDAS e no fim, não é bem assim. não estou dizendo que ela deveria ficar contente com a doença dele... tô filosofando para além dessa situação do J-drama. qnts vezes não pedimos/desejamos algo e qnd recebemos nos arrependemos... "a gente não sabe o que pede, mas Deus sabe o que dá".
- uma dúvida, qnd ela liga para Saeko e conta que ele vai morrer, adverte sobre relação sexual, já que o coração dele está fraco. se ele está doente desde a infância, eles não se relacionaram sexualmente no casamento? também tem aquela cena, onde ele diz para a esposa após a cirugia, que agora eles poderiam ter filhos. - também não entendi porq ela perdoou Saeko ao ponto de querer a presença dela em sua casa.
a cena da estação, qnd ela está triste e ele põe a cabeça dela em seu peito, para que ela possa ouvir as batidas do seu coração, foi linda!
enfim, é bem verdade que estava esperando uma comédia romântica, e entregou várias coisas fofas, mas...
define o dorama: "Eu sou eu e minha circunstância, e se não salvo a ela, não me salvo a mim."José Ortega y Gasset
uma coisa que me incomoda nesses doramas de 20eps e me faz fugir deles, é que num determinado ponto eles começam a encher linguiça. claro que isso não acontece só com os de 20eps, já vi alguns de 16 que seria muito melhor ter terminado no ep.12, como HER PRIVATE LIFE.
esse aqui é o quarto ou quinto que vejo com 20eps e esse foi o mais agradável, mesmo enchendo linguiça.
o personagem que faz o pai do menino é super repetitivo nas falas dele (e comportamentos), seja com a prota ou com c a esposa dele. acho que o ator olhava para o roteiro dele e pensava, eu vou fazer/falar isso de novo? ainda não entendi porque o filho do assassino não foi preso por ser cúmplice, ele alegou que não sabia? mas qnd o policial chegou na casa ele já sabia do que se tratava e pediu outra chance, que ia ficar de olho no pai.
depois de 20eps não podia ter casado os protagonistas? não podiam ter mostrado um pouco da vida deles como família? só pode existir uma história onde o povo sofre o tempo todo e o final feliz é de 10 minutos?
esse kdrama me parece fora de contexto. um peixinho fora d'água. a temática principal que escolheram (um filho que assume o lugar de um dos pais) tem um nível de seriedade que não combina com o gênero desse kdrama ou simplesmente não conseguiram hamonizar (ao meu ver)
por vezes me causou uma estranheza esse assunto da triangulação familiar, justamente por não combinar com a comédia. se tivesse um formato mais serio, voltado para o drama, como MÃE BOA MÃE MÁ e alguns alívios cômicos, esse kdrama seria uma jóia. ou até mesmo se ele fosse mais focado em ser lição de vida.
fora isso, não me apeguei a nenhum personagem. o casal jovem - sem sal e sem açúcar. mas, o desenvolvimento de personagem da mãe foi interessante. ela, tal qual os passarinhos, "jogou a filha para fora do ninho" quando se deu conta dos seus erros. e essa temática da triangulação, dos filhos que ocupam o lugar de um dos pais na relação, é bem interessante.
REPITO, ESSE KDRAMA SERIA PERFEITO COM UM ESTILO TIPO MÃE BOA MÃE MÁ.
o dorama começa muitoooo bem, com a dose certa de tudo: humor, romance, seriedade etc. mas, quando chegou no meio comecei a sentir uma diferença no ritmo. entrei na página do dorama (no instagram) e me dei conta que não era impressão minha, tinha vários comentários pedindo "por mudança", pedindo especificamente
❝ mais do casal protagonista. comecei a fazer uns cálculos com base no que o dorama estava apresentando, e fui percebendo que iria ser daquela forma até o último episódio, afinal, a atriz que estava fazendo a prota versão melhor idade, é muito famosa e não poderia ser "descartada" sem uma despedida.
pra mim o único defeito desse dorama foi eles terem estendido tanto o negócio da "maldição" e também terem errado a dose de interação do casal, que tinha química, eram fofos juntos
Para mim faltou MOLHO nesse dorama. Não consegui comprar o sofrimento do protagonista, consequentemente, também não gostei da parte fantasiosa.
a premissa da história é bem semelhante à RAINHA DAS LÁGRIMAS - um casal casado que se ama e se perde pelo caminho. não achei empolgante, vi até o final, mas não achei nada de mais.
ele bem amorzinho com a esposa fake, sendo que já estava arrependido de ter voltado no tempo e querendo reverter. não era pra ter um pouco de ranço? sei lá. Depois comecei a entender que ele queria fazer algum casamento funcionar, porque começou a se culpar no percurso.
também achei um pouco forçado só mostrar a visão dele e que ele que fez tudo errado. entendi que eles meio que quiseram dizer: "conhecia todos os seus defeitos quando casei com você, mas mesmo assim fui me frustrando"... não achei certo. um casamento são duas pessoas, a culpa (ou responsabilidade) não é só de um.
não tô passando pano para as atitudes dele, só acho que esse dorama tinha uma boa história, mas não me cativou.
beijo deles feat. declaração de amor dele. Véi, ela não expressou NENHUMA EMOÇÃO... como os diretores/produdores deixaram essa cena passar desse jeito??? Toda a sequência da cena é ela com a msm expressão... sendo que ela achava que o cara n gostava dela, ela tinha levado um fora e estava triste... ai ele começa a se declarar. ela: 😐. ele a beija. ela: 😐
Ela conseguiu transmitir toda a alegria e emoção necessaria (contém ironia).
🤍 O processo de cura, muitas vezes, se desdobra por meio da conexão com outros indivíduos, refletindo a natureza intrinsecamente social do nosso cérebro.
🤍 Em momentos desafiadores, os personagens se tornam uma fonte essencial de apoio emocional um para o outro.
🤍 Dessa forma, experiências sociais, relacionamentos saudáveis e o apoio emocional, é fundamental para promover a resiliência, a regulação emocional e uma sensação geral de bem-estar.
É sempre emocionante quando focam em Jesus e nas histórias que estão em passagens da Bíblia. Essa temporada pecou muito nesse aspecto, criando muita história do nada.
Pra quem gostou dessa minissérie indico o filme "The Young Victoria" (2009) - história de amor da neta da rainha Charlotte.
Diferentemente de Charlotte e George III, Victoria e Albert são mostrados como um casal que se apaixona genuinamente e que se esforça para manter uma relação de igualdade e respeito mútuo, mesmo diante de desafios políticos e pessoais.
Rapaz, que mancada tirar uma personagem tão querida do nada - Sarah Reeves. Entendo que tenham tentado dar a ela um seriado solo, justamente por ser muito querida, mas, ela era praticamente parte do elenco original. E o seriado dela nem deu certo, logo foi cancelado. Creio que tem coisas que só funcionam com o todo/com o grupo... como aconteceu com Joey (Friends), que também ganhou spin-off e também não deu certo. Foi muito estranho quando ela saiu 💔.
Bailey sem dúvidas foi minha maior decepção. 1º episodio 🥰🥰🥰 Todos os outros 😠😡🤬😤
**definitivamente faltou um alívio cômico**. tipo, Gilmore Girls ou Downton Abbey, que são seriados dramáticos, mas a narrativa é mais fluida, personagens mais carismáticos.
Pela minha interpretação, eu terminei essa minissérie extasiada. Me prendeu do inicio ao fim (ok, no fim já estava aflita pq parecia q ia terminar sem um fechamento kkkk).
Vamos lá. Essa minissérie é basicamente um processo terapêutico. Gente, é sobre TRAUMA, e como Liv adulta tem que lidar com isso (o que aconteceu na infância não ficou na infância, respinga em todas as decisões que toma na vida adulta). É sobre sobrevivência também, mas não numa floresta, e sim, numa vida marcada por medos, inseguranças, instabilidade...
Quando ela descobre que está grávida, isso ativa um alerta relacionado a: "serei como minha mãe?", maternidade: o encontro com a sombra.
A mãe dela tomava lítio, que é um estabilizador de humor, talvez ela tivesse Transtorno Afetivo Bipolar, um distúrbio psiquiátrico marcado pela alternância (às vezes súbita) entre episódios de depressão e euforia. O pai chega a dizer que ela era doente, mas não sabemos se Liv compreendia completamente que a mãe tinha um distúrbio psiquiátrico. Então, quando ela descobre os cartões postais decide viajar para tirar uma dúvida: "eu me pareço com minha mãe? agora que sou adulta?".
O fato dela ver pessoas e ter conversas com elas, pode ser interpretado como "as vozes da cabeça dela" (é tanto que o Sam diz: "eu também sou você"). Vozes de insegurança, de medo, de ansiedade...
Dessa forma, nós acompanhamos por flashback, como um terapeuta, o que aconteceu até o estopim daquele momento. Poderíamos até dizer, "o que te traz aqui, Liv?". E como acontece num processo terapêutico, a jornada solitária do paciente começa, apenas o terapeuta de espectador da história (nesse caso, nós, os telespectadores). A história não é linear, no começo não faz sentido, não tem uma explicação coerente, temos que ter paciência, vamos entendendo aos poucos, até que tudo se encaixa.
Tem muitas coisas bacanas nessa minissérie, mas vou terminar com alguns parágrafos do livro - Acolhendo sua criança interior: Uma abordagem inovadora para curar as feridas da infância, Stefanie Stahl
[...] A maneira como nossos pais nos tratam se torna um modelo para todos os nossos relacionamentos futuros. Com nossos pais aprendemos a enxergar a nós mesmos e nossas relações interpessoais.
[...] Crianças pequenas não sabem julgar as ações dos pais como boas ou ruins. Para elas, os pais são grandes e infalíveis. Quando sofre agressões, sejam verbais ou físicas, a criança não pensa “Papai não sabe controlar a raiva e precisa urgentemente fazer terapia”. Ela atribui a agressão a ser má.
[...] São sobretudo as influências negativas que nos causam problemas quando adultos, pois a criança em nós faz de tudo para que as mágoas e as dores sofridas na infância não se repitam. Ao mesmo tempo, ela continua em sua busca pela segurança e pelo reconhecimento que não teve. Os medos e os desejos atuam ativamente nas profundezas da nossa consciência. **No nível consciente, somos adultos independentes levando nossa vida, mas, no nível inconsciente, nossa criança interior tem grande influência sobre nossa percepção, nossa maneira de sentir, de agir e de pensar. É algo muito mais forte que nosso intelecto.
Um Amor Que Ilumina
2.7 8 Assista AgoraVi muita gente dizendo que ele era um coitado, que gostava mais dela do que ela dele. Sinceramente, não entendi. Assisti já com isso em mente, prestando mttt atenção, e não foi o que eu vi.
Pra mim, eram dois jovens e depois dois jovens adultos — que se gostavam e estavam tentando ficar juntos. Só que existiam limites para ambos, sobre o que queriam e onde queriam estar. Ele tinha um compromisso com a família, que não permitia se afastar ou mudar de cidade (ficar longe). Ela, por outro lado, não queria estar naquela cidade, não se via voltando. Ainda assim, em um momento, ela chega a considerar isso por eles.
O que eu vi foram desencontros. Não falta de sentimento, nem alguém amando mais que o outro. Mas, no fim, as pessoas sempre parecem precisar encontrar um culpado.
Cada um com seus sonhos e responsabilidades. Pra ele, a família. Pra ela, a pousada — um trabalho que ela amava e que, inclusive, ajudou ela a atravessar o luto pelo pai. Só porque ela quis encerrar esse ciclo, ela vira egoísta?
Emily em Paris (4ª Temporada)
3.4 83 Assista AgoraÉ um seriado leve, consegue me diverti... mas essa parte do triângulo amoroso 🤢🤮 já deu. Chega.
Gabriel beirou o insuportável nessa temporada. Sério… largou Emily no topo de uma montanha e achou que pedir desculpas resolvia tudo?? Ainda ficou com raiva dela??
A cena mais impactante pra mim foi aquele diálogo em que o Gabriel começa a falar francês e depois quando ela deixa a mensagem em francês pra ele. Foi a parte mais profunda, a única que pareceu realmente desenvolver algo emocional.
Encounter
4.1 31Esse dorama me encontrou num momento oportuno. Tenho certeza de que gostamos — ou deixamos de gostar — de alguma coisa dependendo muito do nosso humor, do momento da vida em que estamos, do quanto estamos abertas para sentir.
A construção do relacionamento é linda, delicada, feita com cuidado. Protagonistas maduros, que conversam, se escutam e resolvem as coisas.
A última vez que vi um relacionamento tão bem construído foi no c-drama Prisioneiros da Beleza.
No episódio 5, eles já estavam claramente caidinhos um pelo outro, e nada pareceu forçado. Tudo aconteceu no tempo certo.
E aí vem o ponto que mais me frustrou: em vez de prolongar o conflito com a família, eu teria amado vê-los casar. Eu sei que isso é quase uma regra nos doramas coreanos — o casal só casa no último episódio, quando casa — mas é uma pena. A relação deles merecia mais tempo nessa nova fase.
O dorama inteiro foi sobre esse avanço:
“Gostamos um do outro?”
“Vamos ser mais que amigos?”
“E agora, vamos namorar?”
O casamento teria sido um passo natural. Um fechamento bonito para uma história que, no essencial, foi sobre cuidado, escolha e maturidade.
No fim, acho que tudo faz ainda mais sentido quando a gente olha de onde cada um vem.
Jin Hyeok vem de um tipo de família e de um amor consistente. Ele aprendeu que vínculo não se abandona no primeiro conflito, que amar também é ficar.
Soo Hyun, por outro lado, aprendeu a se colocar de lado. A reprimir o que queria, a não ocupar espaço demais, a pensar primeiro nos outros.
"O amor é quando duas pessoas diferentes ficam parecidas"
A Batalha dos 100: Ásia (1ª Temporada)
4.1 34 Assista AgoraÓtima temporada. Amo observar como a mente deles funciona e como isso muda completamente o jogo.
A equipe da Austrália é o melhor exemplo:
eles estavam tão confiantes, quase arrogantes, que nem consideraram a possibilidade de serem eliminados. Quando caiu a ficha, ficaram genuinamente chocados.
E o ponto mais impressionante: pensaram tão pouco no desdobramento da competição que acharam que poderiam simplesmente repetir os mesmos três participantes da primeira prova na segunda. Uma falta total de estratégia.
"A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda" (Provérbios 16:18)
Enquanto isso, as outras equipes estavam analisando riscos, prevendo cenários e se preparando para todos os desdobramentos.
O Japão, por exemplo, decidiu arriscar tudo para vencer — mas fez isso com consciência, já visualizando exatamente o que significaria enfrentar uma revanche.
A Jogada da Vitória
4.1 2grata surpresa. fui assistir porque estava sem opções e me emocionei muito. gostei bastante.
merecia 16eps, uns 3 arcos mereciam ser melhor desenvolvidos.
The Prisoner of Beauty
4.6 7resumo do cdrama: A mulher sábia edifica a sua casa :)
The First Frost
4.1 8 Assista AgoraEntendo que muita gente ame o cdrama, mas, vou ter que bancar a advogada do diabo aqui. Muitas informações se repetem, há cenas que poderiam ter sido apenas narradas, os arcos paralelos desinteressantes, os coadjuvantes esquecidos (o que acabou tornando o arco principal repetitivo e, em alguns momentos, cansativo) e o ritmo arrastado me fizeram acelerar uns episódios para não desistir da história por completo.
Coloquei uma boa dose de expectativa no casal secundário, mas fui frustrada. A relação deles simplesmente não foi bem desenvolvida.
Não me leve a mal: gostei muitooooo dos protagonistas. Seguraram a minha atenção. Tinham uma cumplicidade bonita, e as cenas de beijos e abraços, davam um calor gostoso ao enredo.
A evolução de Wen Yi Fan também me prendeu. A forma como ela foi se dando conta de que ainda estava presa ao passado — e que, se quisesse ser feliz no futuro, teria que fazer as coisas de um jeito diferente — foi muito tocante.
Mesmo marcada pelo trauma, ela reconhece que há alguém ao seu lado que a ama de verdade, e que ela também ama. Aos poucos, vai se abrindo, enfrentando o medo e chegando naquele ponto decisivo: continuar fugindo ou escolher, apesar de tudo, viver com aquele homem que faz tudo por ela. Essa construção emocional foi delicada, e talvez uma das coisas mais bonitas do c-drama.
Talvez, se tivesse sido um pouco mais enxuto e melhor amarrado, teria me conquistado por completo.
Blue Box (1ª Temporada)
3.7 6 Assista Agorame ferrei amigos e amigas, me identifiquei c a situação da Hina
o ep. 24 é cruel
Não Quero Fazer Nada
4.0 26"Somos postos numa situação em que estamos cercados por uma porção de coisas que 99% do tempo não vamos ter, e isso cria uma sensação de desvalorização, porque você não consegue ter essas coisas" (Gabor Maté).
aí vem esse dorama com uma pedrada dessa: "felicidade: o estado de ser suficiente". uma frase tão pequena e simples, mas extremamente verdadeira.
Depois do Adeus
3.5 6 Assista Agoragostei e ao mesmo tempo não gostei.
confesso que não consegui entender qual a história que esse dorama estava contando... "seja um doador e salve vidas? de um casamento e um quase casamento? de um luto? de triângulos amorosos?"... ou foi tudo isso?
comecei a desconfiar que seria uma confusão qnd apareceu que ele era casado. não gostei do apelo de que a atração deles era por conta do órgão transplantado, mas no fim, acho que realmente não era isso, aquilo foi só uma desculpa inicial, eles se gostaram para além do coração do ex-noivo.
uma coisa que achei interessante foi a mudança dele após o procedimento. ele começou a sentir um vigor que (pelo que entendi) nunca teve, uma vez que estava doente desde criança. a esposa por sua vez nunca o viu assim, ela gostou dele quando ele estava doente. era novidade para os dois.
como podemos desejar coisas que parecem que vão ser A MELHOR COISA DAS NOSSAS VIDAS e no fim, não é bem assim. não estou dizendo que ela deveria ficar contente com a doença dele... tô filosofando para além dessa situação do J-drama. qnts vezes não pedimos/desejamos algo e qnd recebemos nos arrependemos... "a gente não sabe o que pede, mas Deus sabe o que dá".
- uma dúvida, qnd ela liga para Saeko e conta que ele vai morrer, adverte sobre relação sexual, já que o coração dele está fraco. se ele está doente desde a infância, eles não se relacionaram sexualmente no casamento? também tem aquela cena, onde ele diz para a esposa após a cirugia, que agora eles poderiam ter filhos.
- também não entendi porq ela perdoou Saeko ao ponto de querer a presença dela em sua casa.
a cena da estação, qnd ela está triste e ele põe a cabeça dela em seu peito, para que ela possa ouvir as batidas do seu coração, foi linda!
enfim, é bem verdade que estava esperando uma comédia romântica, e entregou várias coisas fofas, mas...
Para Sempre Camélia
4.3 35 Assista Agoradefine o dorama: "Eu sou eu e minha circunstância, e se não salvo a ela, não me salvo a mim."José Ortega y Gasset
uma coisa que me incomoda nesses doramas de 20eps e me faz fugir deles, é que num determinado ponto eles começam a encher linguiça. claro que isso não acontece só com os de 20eps, já vi alguns de 16 que seria muito melhor ter terminado no ep.12, como HER PRIVATE LIFE.
esse aqui é o quarto ou quinto que vejo com 20eps e esse foi o mais agradável, mesmo enchendo linguiça.
o personagem que faz o pai do menino é super repetitivo nas falas dele (e comportamentos), seja com a prota ou com c a esposa dele. acho que o ator olhava para o roteiro dele e pensava, eu vou fazer/falar isso de novo?
ainda não entendi porque o filho do assassino não foi preso por ser cúmplice, ele alegou que não sabia? mas qnd o policial chegou na casa ele já sabia do que se tratava e pediu outra chance, que ia ficar de olho no pai.
mais uma coisa sobre encher linguiça,
depois de 20eps não podia ter casado os protagonistas? não podiam ter mostrado um pouco da vida deles como família? só pode existir uma história onde o povo sofre o tempo todo e o final feliz é de 10 minutos?
O Amor Volta Para Casa
3.6 6 Assista Agoraesse kdrama me parece fora de contexto.
um peixinho fora d'água.
a temática principal que escolheram (um filho que assume o lugar de um dos pais) tem um nível de seriedade que não combina com o gênero desse kdrama ou simplesmente não conseguiram hamonizar (ao meu ver)
por vezes me causou uma estranheza esse assunto da triangulação familiar, justamente por não combinar com a comédia. se tivesse um formato mais serio, voltado para o drama, como MÃE BOA MÃE MÁ e alguns alívios cômicos, esse kdrama seria uma jóia. ou até mesmo se ele fosse mais focado em ser lição de vida.
fora isso, não me apeguei a nenhum personagem. o casal jovem - sem sal e sem açúcar. mas, o desenvolvimento de personagem da mãe foi interessante. ela, tal qual os passarinhos, "jogou a filha para fora do ninho" quando se deu conta dos seus erros. e essa temática da triangulação, dos filhos que ocupam o lugar de um dos pais na relação, é bem interessante.
REPITO, ESSE KDRAMA SERIA PERFEITO COM UM ESTILO TIPO MÃE BOA MÃE MÁ.
Miss Night and Day
4.1 133 protagonistas foi demais!! ☹☹☹
o dorama começa muitoooo bem, com a dose certa de tudo: humor, romance, seriedade etc. mas, quando chegou no meio comecei a sentir uma diferença no ritmo. entrei na página do dorama (no instagram) e me dei conta que não era impressão minha, tinha vários comentários pedindo "por mudança", pedindo especificamente
❝ mais do casal protagonista. comecei a fazer uns cálculos com base no que o dorama estava apresentando, e fui percebendo que iria ser daquela forma até o último episódio, afinal, a atriz que estava fazendo a prota versão melhor idade, é muito famosa e não poderia ser "descartada" sem uma despedida.
pra mim o único defeito desse dorama foi eles terem estendido tanto o negócio da "maldição" e também terem errado a dose de interação do casal, que tinha química, eram fofos juntos
mesmo assim, vale a pena ᥫ᭡ ᥫ᭡
Familiar Wife
4.0 21Para mim faltou MOLHO nesse dorama. Não consegui comprar o sofrimento do protagonista, consequentemente, também não gostei da parte fantasiosa.
a premissa da história é bem semelhante à RAINHA DAS LÁGRIMAS - um casal casado que se ama e se perde pelo caminho. não achei empolgante, vi até o final, mas não achei nada de mais.
também achei estranho
ele bem amorzinho com a esposa fake, sendo que já estava arrependido de ter voltado no tempo e querendo reverter. não era pra ter um pouco de ranço? sei lá. Depois comecei a entender que ele queria fazer algum casamento funcionar, porque começou a se culpar no percurso.
também achei um pouco forçado só mostrar a visão dele e que ele que fez tudo errado. entendi que eles meio que quiseram dizer: "conhecia todos os seus defeitos quando casei com você, mas mesmo assim fui me frustrando"... não achei certo. um casamento são duas pessoas, a culpa (ou responsabilidade) não é só de um.
não tô passando pano para as atitudes dele, só acho que esse dorama tinha uma boa história, mas não me cativou.
uma pena.
May I Help You
4.3 11Queria entender a cara de planta que a atriz nos proporcionou na cena do
beijo deles feat. declaração de amor dele.
Véi, ela não expressou NENHUMA EMOÇÃO... como os diretores/produdores deixaram essa cena passar desse jeito???
Toda a sequência da cena é ela com a msm expressão... sendo que ela achava que o cara n gostava dela, ela tinha levado um fora e estava triste... ai ele começa a se declarar. ela: 😐. ele a beija. ela: 😐
Ela conseguiu transmitir toda a alegria e emoção necessaria (contém ironia).
Mad For Each Other
4.2 44 Assista AgoraQUE SURPRESA AGRADÁVEL!!!! 🤍 AMEIIII 🤍
Prometeu nada, entregou tudo kkkkk
🤍 O processo de cura, muitas vezes, se desdobra por meio da conexão com outros indivíduos, refletindo a natureza intrinsecamente social do nosso cérebro.
🤍 Em momentos desafiadores, os personagens se tornam uma fonte essencial de apoio emocional um para o outro.
🤍 Dessa forma, experiências sociais, relacionamentos saudáveis e o apoio emocional, é fundamental para promover a resiliência, a regulação emocional e uma sensação geral de bem-estar.
Pretendente Surpresa
4.2 125 Assista Agorao casal coadjuvante ganhou meu ❤️
Os Escolhidos (2ª Temporada)
4.6 42É sempre emocionante quando focam em Jesus e nas histórias que estão em passagens da Bíblia. Essa temporada pecou muito nesse aspecto, criando muita história do nada.
Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton
4.2 136 Assista AgoraPra quem gostou dessa minissérie indico o filme "The Young Victoria" (2009) - história de amor da neta da rainha Charlotte.
Diferentemente de Charlotte e George III, Victoria e Albert são mostrados como um casal que se apaixona genuinamente e que se esforça para manter uma relação de igualdade e respeito mútuo, mesmo diante de desafios políticos e pessoais.
O Quinteto (6ª Temporada)
4.0 11Rapaz, que mancada tirar uma personagem tão querida do nada - Sarah Reeves.
Entendo que tenham tentado dar a ela um seriado solo, justamente por ser muito querida, mas, ela era praticamente parte do elenco original.
E o seriado dela nem deu certo, logo foi cancelado. Creio que tem coisas que só funcionam com o todo/com o grupo... como aconteceu com Joey (Friends), que também ganhou spin-off e também não deu certo.
Foi muito estranho quando ela saiu 💔.
O Quinteto (2ª Temporada)
4.0 16Episódio 18 Before and After - COMO FOI MAGNÍFICO. show de atuação.
Bailey cresceu muito nessa temporada 🥰, enquanto Charlie apanhou muito da vida (achei ótimo kkkk)
O Quinteto (1ª Temporada)
4.1 39fora tudo que todos já comentaram (sobre a chatice de alguns personagens.
Inclusive é difícil se apegar a um deles),
Bailey sem dúvidas foi minha maior decepção.
1º episodio 🥰🥰🥰
Todos os outros 😠😡🤬😤
**definitivamente faltou um alívio cômico**.
tipo, Gilmore Girls ou Downton Abbey, que são seriados dramáticos,
mas a narrativa é mais fluida, personagens mais carismáticos.
Respire!
2.8 103 Assista AgoraPela minha interpretação, eu terminei essa minissérie extasiada. Me prendeu do inicio ao fim (ok, no fim já estava aflita pq parecia q ia terminar sem um fechamento kkkk).
Vamos lá. Essa minissérie é basicamente um processo terapêutico. Gente, é sobre TRAUMA, e como Liv adulta tem que lidar com isso (o que aconteceu na infância não ficou na infância, respinga em todas as decisões que toma na vida adulta). É sobre sobrevivência também, mas não numa floresta, e sim, numa vida marcada por medos, inseguranças, instabilidade...
Quando ela descobre que está grávida, isso ativa um alerta relacionado a: "serei como minha mãe?", maternidade: o encontro com a sombra.
A mãe dela tomava lítio, que é um estabilizador de humor, talvez ela tivesse Transtorno Afetivo Bipolar, um distúrbio psiquiátrico marcado pela alternância (às vezes súbita) entre episódios de depressão e euforia. O pai chega a dizer que ela era doente, mas não sabemos se Liv compreendia completamente que a mãe tinha um distúrbio psiquiátrico. Então, quando ela descobre os cartões postais decide viajar para tirar uma dúvida: "eu me pareço com minha mãe? agora que sou adulta?".
O fato dela ver pessoas e ter conversas com elas, pode ser interpretado como "as vozes da cabeça dela" (é tanto que o Sam diz: "eu também sou você"). Vozes de insegurança, de medo, de ansiedade...
Dessa forma, nós acompanhamos por flashback, como um terapeuta, o que aconteceu até o estopim daquele momento. Poderíamos até dizer, "o que te traz aqui, Liv?". E como acontece num processo terapêutico, a jornada solitária do paciente começa, apenas o terapeuta de espectador da história (nesse caso, nós, os telespectadores). A história não é linear, no começo não faz sentido, não tem uma explicação coerente, temos que ter paciência, vamos entendendo aos poucos, até que tudo se encaixa.
Tem muitas coisas bacanas nessa minissérie, mas vou terminar com alguns parágrafos do livro - Acolhendo sua criança interior: Uma abordagem inovadora para curar as feridas da infância, Stefanie Stahl
[...] A maneira como nossos pais nos tratam se torna um modelo para todos os nossos relacionamentos futuros. Com nossos pais aprendemos a enxergar a nós mesmos e nossas relações interpessoais.
[...] Crianças pequenas não sabem julgar as ações dos pais como boas ou ruins. Para elas, os pais são grandes e infalíveis. Quando sofre agressões, sejam verbais ou físicas, a criança não pensa “Papai não sabe controlar a raiva e precisa urgentemente fazer terapia”. Ela atribui a agressão a ser má.
[...] São sobretudo as influências negativas que nos causam problemas quando adultos, pois a criança em nós faz de tudo para que as mágoas e as dores sofridas na infância não se repitam.
Ao mesmo tempo, ela continua em sua busca pela segurança e pelo reconhecimento que não teve. Os medos e os desejos atuam ativamente nas profundezas da nossa consciência. **No nível consciente, somos adultos independentes levando nossa vida, mas, no nível inconsciente, nossa criança interior tem grande influência sobre nossa percepção, nossa maneira de sentir, de agir e de pensar. É algo muito mais forte que nosso intelecto.
Vidrados (3ª Temporada)
3.7 14 Assista Agorao John Sharvin... que pessoa tão doce... queria ser amiga dele!