Gostei consideravelmente do filme. Como um fã de longa data da franquia, a direção do Kevin Williamson me cativou muito. O Kevin é o responsável por momentos grandiosos de Pânico ao lado de Wes Craven. Por anos, Kevin idealizou as cenas e ideias que Wes transformou em realidade. Existe algo muito simbólico e certo sobre Williamson assumir a direção e agora poder mostrar o que ele tem carregado consigo durante tanto tempo. Há múltiplos momentos em Pânico 7 que me transportaram de volta para os anos 90/2000, como se eu estivesse assistindo a trilogia original. Isso acontece por conta do carinho que existe na direção e no cuidado investido por Kevin. Nós estamos assistindo um filme Pânico em sua essência, vislumbrando imagens extraídas da matrix criativa dessa franquia. E isso eu gostei muito. Cores, enquadramentos, trilha sonora, jumpscares funcionais, assassinatos criativos, timing cômico e timing dramático. Ver a Sidney na posição de protagonista e sendo tratada como uma personagem com camadas novamente depois de mais de 10 anos foi incrível. Sua filha, Tatum, tem muito potencial, sendo muito bem interpretada pela atriz Isabel May. Outro ponto a ser considerado é o quanto essa franquia tem se atualizado, o que faz muito sentido. Pânico sempre foi metalinguística, buscando criticar com bom humor e um pouco de sátira o próprio momento histórico dos filmes de terror e da humanidade. Faz perfeito sentido o uso da IA, que passa perfeitamente a mensagem quando essa tecnologia é usada pelos vilões do filme, para fazer o mal. Para mim, o esquecido livro "Saindo da Escuridão", da Sidney, enfim ter suas implicações foi divertido e hilário. Como muitos, eu tenho problemas com o terceiro ato do filme, realmente curto demais, mas não ruim. Uma conclusão que não se equipara a qualidade da construção, mas que, de forma alguma, invalida a deliciosa jornada que esse filme proporciona. Eu gosto bastante de Pânico 5 e VI, mas digo com respeito uma coisa: eles não tem a essência de Pânico. O novo filme tem. E os fãs da trilogia original que assistirem de coração aberto conseguirão sentir isso. Menção honrosa: cena da morte do teatro e a chegada da Gale, momentos que marcaram a história da franquia.
Esse filme merece exatamente os 2,5 de média que recebeu aqui no Filmow. A construção dele é apenas "ok", não surpreende ou inova em nada, mas sustenta um slasher genérico que entretem e dá acenos pontuais ao primeiro filme, como as menções aos personagens antigos. Todos os novos personagens são água de chuchu com exceção da Danica, que só não é uma patricinha básica porque a atriz tem o carisma que o resto do elenco não teve e carregou o filme nas costas. O terceiro ato é uma porcaria, uma completa nojeira sem noção. Tão, mas tão mal feito que parece que nem teve roteirista por trás. As motivações dos assassinos são uma merda, assim como as revelações que não tiveram nenhum impacto. O confronto final super rápido e sem graça... a pior parte é terem trazido os personagens originais para algo tão medíocre. Não, espera. Medíocre é uma palavra gentil demais para se referir a esse filme. Cara, a Julie NÃO FEZ NADA nesse filme, NA-DA. Wtf?? E o Ray ocupar o papel que ele ocupou aqui a troco de um confronto tão mixuruca e uma história que mal saiu do esboço? Que tristeza. Era melhor ter deixado essa franquia morta mesmo. Nunca será Pânico, beijos.
Esse filme... é legal pra caralho! kkkkkkkk Fora a narrativa ser envolvente e super coesa, toda a ideia e os elementos apresentados são usados da maneira mais divertida possível no final. Eu tô muito satisfeito! hahaha Quero mais filmes assim.
Fiquei ofendido por me recomendarem essa porcaria elogiando e comparando com EVIL DEAD, AI VÉI KKKKKKKKK Menos, muito menos. Pra chegar aos pés do pior filme Evil Dead tem que melhorar muito.
Muitas ideias boas e coragem para colocar em tela imagens perturbadoras, mas tem personagens DEMAIS e não sabe como organizá-los, não sabe o que fazer com cada um... várias coisas acontecendo na casa e os personagens não escutam, ficam quietinhos fora de tela quando os roteiristas querem e aparecem quando é conveniente. O rapaz possuído e com a boca grudada simplesmente aparecendo normal com o menino no colo, sendo que procuraram eles por todo canto, tipo wtf?? E a narrativa é uma porcaria, a forma como entregam as revelações foi podre e anticlimática. O terceiro ato é puro nonsense, mas não souberam fazer transição do terror pra comédia e fiquei com a sensação de que a comédia poderia nem ser proposital, o que é ainda pior. Enfim, uma decepção kkkkkk
Sensacional! Não botei fé nesse projeto, mas me emocionei tanto quanto quando assisti a animação, senti que conseguiram preservar a essência desse universo e dessas personagens.
O filme mais fraco do David F. Sandberg, mas não por conta da direção dele, que é sempre muito boa, mas sim por causa do roteirinho medíocre mesmo. A ideia até que é divertida, mas acho que não souberam aproveitar da melhor forma. Desenvolvimento fraco, elementos subexplorados e trama sem impacto. Era melhor terem seguido um curso mais dramático e permanecido mais fiel ao jogo, que realmente tem uma história bem mais legal e personagens mais legais também. Meu sonho era terem utilizado o elenco do game.
Para mim, o melhor da franquia! Tive a mesma sensação de assistir Pânico 6 no cinema: ficar impressionado com o vigor de uma série de filmes em pleno 6.º filme. Acho que desde os dois primeiros filmes, o conceito de Premonição nunca havia sido tão bem utilizado como foi aqui. As pequenas quebras na fórmula original foram muito bem-vindas, como a visão inicial ser da neta e não da pessoa que estava no acidente junto ao fato de o grupo de vítimas agora ser uma família. A tragédia inicial foi a melhor construída até então, desde o suspense para o desabamento da torre até os closes violentos nas mortes que se sucederam. Eu veria um filme todo ambientado naquela época! As músicas escolhidas foram um charme a parte. E o que dizer de Iris? Que personagem fantástica! Apareceu pouco e deixou sua marca. É bom ver as personagens de Premonição voltarem a serem inteligentes, estratégicas e até neuróticas como eram no início, pois só assim para escapar da supremacia da morte nesses filmes. Senti que a dinâmica familiar foi muito convincente e acreditei no vínculo das personagens, sentindo o peso da morte de cada uma delas, a maioria muito carismáticas. As fatalidades são icônicas, a mitologia é consistente e respeita o que foi construído antes e o roteiro é rico em detalhes que lhe dão maior substância. Saí da sessão completamente satisfeito. Acho que o que foi feito em "Bloodlines" é o máximo que se pode chegar em qualidade com os elementos desse universo.
O início é ruim, genérico e pouco promissor, mas o filme segue por direções muito interessantes, subversivas e apresenta uma mitologia bem consistente. Acho que uma direção mais habilidosa e criativa junto a um orçamento maior tornariam esse filme melhor. Ainda assim, me surpreendi. Assisti querendo não gostar e terminei surpreso e satisfeito com o que foi entregue.
O mais divertido de toda a franquia. A apreciação dessa obra só é possível se você desapegar das origens de terror/gore e se abrir para uma aventura com comédia e monstros, pois nessa proposta o filme é fantástico. A batalha final não decepciona em nada, um verdadeiro show de efeitos de primeira, mesclando efeitos práticos, stop-motion, animatrônicos e fantasias para entregar um exército da escuridão de primeira. Uma pena que nunca tenham feito uma sequência que explicasse o que houve depois da cena final, visto que a série Ash vs. Evil Dead parece ignorar Army of Darkness.
O melhor de toda a franquia (não que isso seja um grande desafio). Penso que, se houvesse um esforço para executar uma trama com esse andamento e carisma desde o início, a saga teria uma reputação melhor. A forma como o universo de Crepúsculo é explorado aqui mostra como os conceitos são interessantes e evidencia o quanto desperdiçaram oportunidades nos filmes anteriores. É muito legal acompanhar a Bela como vampira, algo que sinto que demorou demais para acontecer, pois essa fase dela enfim a torna alguém genuinamente interessante de acompanhar. Conhecer os demais vampiros do clã e suas habilidades também foi bem legal, assim como vê-los em uma batalha surpreendentemente épica e repleta de momentos impactantes - só senti falta de maior destaque para a Rosalie na luta. Ainda há momentos caricatos que poderiam ter sido alterados ou excluídos com um olhar um pouco mais atento da direção, como a Bela batendo no Jacob e falando "você apelidou minha filha como o Monstro do Lago Ness?!" - gente, que falas são essas?! A computação gráfica utilizada em alguns momentos na Renesmee é tão evidente que, infelizmente, se tornou um meme e isso me chateia até porque, mesmo que eu não seja um fã da franquia, reconheço o valor desse filme e não acho que ele deveria ser lembrado apenas por uma decisão criativa equivocada. Na época, assisti esse filme no cinema e, honestamente, o CGI era adequado. Não tínhamos tantos comparativos com tecnologias mais avançadas para rosto digitalizado, não era um grande incômodo. Passou a ser quando a tecnologia avançou e tornou ainda mais perceptível o problema do rosto da Renesmee. Ao menos eles param de utilizar a computação depois que ela atinge uma idade específica rs De mogo geral, um ótimo desfecho para uma franquia bem água de chuchu. Cinco filmes para eu conseguir sentir emoções mais fortes acompanhando a história da vampirada.
Vejo esse como um grande avanço em relação aos anteriores, dos quais não gostei nadinha. Foi bem interessante acompanhar a gravidez da Bela, foi uma trama emblemática que dividiu os personagens, gerou discussões e testou os limites da protagonista. Não acho a Bela uma personagem principal incrível, mas esse filme mostra a força dela e torna ela mais interessante, com certeza. Fiquei pasmo na cena do parto, inclusive. Estavam faltando elementos do terror nessa franquia e nada melhor do que explorar os medos assombrosos ao entorno da concepção de uma nova vida híbrida.
Senti as atuações da Kristen e do Robert melhores e o romantismo entre eles fluindo de maneira mais natural. Fiquei aliviado por ver que o lenga-lenga de triângulo amoroso finalmente acabou. Dessa vez, souberam utilizar o Jacob de uma forma mais madura e amarrada à trama. Desenvolveram ele surpreendentemente bem e foi legal ver o conflito entre os lobos e os vampiros. Ainda há alguns ajustes que a direção poderia fazer no sentido de aproveitar melhor certas oportunidades e perceber o aspecto caricato de algumas cenas, como dar votos autênticos aos noivos para tornar o casamento mais emocionante ou buscar um atenção maior a detalhes técnicos e falas muito inverossímeis. Ainda assim, o saldo final é positivo. Depois de três filmes medíocres, finalmente me interessei por esse universo.
Bella de peruca traindo vampiro corno manso com lobo carente desesperado por atenção. Essa saga deveria ser protagonizada pelos Volturi, pelo amor de deus.
Assisti como quem não quer nada e fiquei de queixo caído. Como psicólogo, nutro um grande apreço por produções tão responsáveis e assertivas como Red. Além de ter uma preocupação com uma linguagem que se comunique com adolescentes, o filme não precisa se esforçar para ser engraçado, além de possuir uma narrativa gostosa e uma trama envolvente. A tratativa do filme sobre as emoções reprimidas serem como uma fera presa dentro de nós é muito certeira. Na dinâmica psíquica humana, tudo o que sentimos são conteúdos que carregamos e precisamos lidar com o peso dessa carga, fazer algo com esses conteúdos: nomeá-los, aceitá-los, colocá-los para fora em verbo, ação, arte, ciência, o que fizer mais sentido. O que não dá para fazer é guardarmos como se fosse simplesmente caducar ali, pois não caduca rs Apenas se transforma. Na vida real, as emoções reprimidas viram sintomas. É uma dor de cabeça estranha aqui, uma tensão na nuca, uma dor na lombar, defensividade emocional, dificuldade nas relações e por aí vai. Em Red, essas emoções viram um panda vermelho gigante muito fofo, mas que simboliza muito bem a necessidade humana de expressar os verdadeiros sentimentos. É lindo que a personagem principal consiga conter o panda quando pensa em suas amigas. Sabe por quê? Porque ela sente-se aceita por elas. Não há nada mais belo e terapêutico para uma pessoa do que ter sua autenticidade externalizada e acolhida. Ver o panda gigante da mãe da protagonista evidencia uma vida de emoções reprimidas e voz silenciada, especialmente quando o filme nos mostra dentro dela uma criança interior ferida que nunca foi devidamente acolhida para que pudesse se curar. Cada um de nós tem um panda vermelho dentro de nós. Eu, você, sua mãe, a minha. Bora deixá-lo sair pra ver o mundo para que não vire uma fera incontrolável?
Me surpreendeu o quão pontual é a analogia que esse filme traz sobre maternidade. Encontraram um jeito fofo de abordar aspectos positivos e negativos de ser mãe e, de quebra, ainda fizeram uma crítica ambiental e passaram uma linda mensagem sobre amor e união. Tudo isso amarrado a um senso de humor de primeira. Vocês não imaginam a gargalhada que eu dei quando a gambá fala "eu tenho 7 filhos", um deles grita e ela corrige sua frase naturalmente: "ops, 6 filhos" hahahahaha
Que experiência apaixonante! Flow não precisa de uma palavra sequer para se comunicar e sinto que assistir um longa-metragem inteiro em linguagem não-verbal evoca a nossa sensibilidade e atenção, algo essencial que tem se perdido com a presença cada vez mais frequente dos celulares, que competem com o filme pela atenção dos telespectadores. Me vi profundamente envolvido com a trajetória dos bichinhos e instigado pelos mistérios desse universo, onde muitas explicações são deixadas no campo sugestivo e colocadas sob o nosso encargo.
Minha leitura do filme é que ele se passa em um planeta Terra onde o derretimento das calotas polares causou o alagamento de diversas cidades. O filme se importa em nos mostrar esses animais tendo cada um seus próprios comportamentos e meios de comunicação, como a bondade da Capivara e do Pássaro, o apego material do Lêmure, a curiosidade do Gato e a ingenuidade do Cachorro. Ver esses animais em uma dinâmica única, unindo-se em compaixão e criando um laço comunitário serve como uma crítica ao mal que causamos em suas vidas quando desequilibramos o ecossistema como se ele fosse apenas nosso. A humanidade, como um todo, é egocêntrica e esquece que não é a única forma de vida inteligente e digna que precisa da natureza para viver. Aliás, esquecemos até mesmo que somos parte da natureza que tanto negligenciamos.
Amei que esse filme é como um BBB com padres, fofoca pura. Não achei que seria tão interessante de acompanhar pela sinopse, mas curti muito. A atriz Isabella Rossellini apareceu tão pouco que achei estranha a indicação dela ao Óscar de Melhor Atriz Coadjuvante. É claro que ela mandou bem, mas nossa, ela mal teve relevância na trama...
Finalmente assisti essa obra-prima e estou de queixo caído até agora. Esse filme me cativou tanto que eu não queria que acabasse. As 2h30 de duração só me deixaram com ainda mais "fome" - pegou a referência? rs Eu já assisti quase todas as obras do diretor Mike Flanagan e sou muito fã do trabalho dele, é um profissional com muita visão de cinema e com uma assinatura muito particular. Acredito que nesse filme a sua criatividade se elevou a um pico notável. A forma como ele retrata o uso das habilidades especiais das personagens, em especial as cenas psíquicas, me deixou maravilhado e surpreso.
Confesso que nunca curti muito O Iluminado, pois gostava dos conceitos apresentados, mas não gostava do direcionamento do filme para os assombros do Hotel. Em Doutor Sono, o conceito de "pessoas iluminadas" é explorado profundamente e toda a mitologia se expande em uma aventura de terror com tudo o que a gente mais ama em uma obra do Stephen King. O filme consegue ser divertido, assustador, emblemático e violento sem uma coisa sobrepor a outra. A narrativa é envolvente, o desenvolvimento das personagens é incrível e o roteiro é de milhões.
Entrou para o meu hall dos favoritos do gênero!
Menções honrosas para as atrizes Kyliegh Curran e Rebecca Ferguson, que retrataram com maestria e carisma a maior rivalidade desse filme: a heroína iluminada Abra vs. a sádica e sombria Rose The Hat. serviram demais!! 👠
Eu me considero fácil de agradar, mas esse filme aqui foi difícil, viu... eu até tava acompanhando bem no início, achando que o primeiro ato ENORME tinha algum propósito e que talvez estivessem plantando sementes para desenvolver mais tarde. Depois que a ação começa, me senti tapeado. Não nos dão nada em troca de toda a espera. Nada se desenvolve, não tem uma situação interessante sequer envolvendo as criaturas, não tem suspense de qualidade, as personagens são horríveis e tudo é caótico demais (de um jeito ruim) até para um found-footage. O luto da protagonista não serve para praticamente nada na trama, não há mensagem, não há propósito, é um filme vazio em tudo. Existem muitos filmes excelentes no mesmo estilo que funcionam melhor em todos os quesitos que mencionei, então não é desculpa para ser tão medíocre. É tudo jogado na tela quase como se fossem ingredientes em um liquidificador. Os elementos interessantes perdem seu potencial em um produto fraco e esquecível. Nem consegui me divertir.
Pânico 7
2.7 373 Assista AgoraGostei consideravelmente do filme. Como um fã de longa data da franquia, a direção do Kevin Williamson me cativou muito. O Kevin é o responsável por momentos grandiosos de Pânico ao lado de Wes Craven. Por anos, Kevin idealizou as cenas e ideias que Wes transformou em realidade. Existe algo muito simbólico e certo sobre Williamson assumir a direção e agora poder mostrar o que ele tem carregado consigo durante tanto tempo. Há múltiplos momentos em Pânico 7 que me transportaram de volta para os anos 90/2000, como se eu estivesse assistindo a trilogia original. Isso acontece por conta do carinho que existe na direção e no cuidado investido por Kevin. Nós estamos assistindo um filme Pânico em sua essência, vislumbrando imagens extraídas da matrix criativa dessa franquia. E isso eu gostei muito. Cores, enquadramentos, trilha sonora, jumpscares funcionais, assassinatos criativos, timing cômico e timing dramático. Ver a Sidney na posição de protagonista e sendo tratada como uma personagem com camadas novamente depois de mais de 10 anos foi incrível. Sua filha, Tatum, tem muito potencial, sendo muito bem interpretada pela atriz Isabel May. Outro ponto a ser considerado é o quanto essa franquia tem se atualizado, o que faz muito sentido. Pânico sempre foi metalinguística, buscando criticar com bom humor e um pouco de sátira o próprio momento histórico dos filmes de terror e da humanidade. Faz perfeito sentido o uso da IA, que passa perfeitamente a mensagem quando essa tecnologia é usada pelos vilões do filme, para fazer o mal. Para mim, o esquecido livro "Saindo da Escuridão", da Sidney, enfim ter suas implicações foi divertido e hilário. Como muitos, eu tenho problemas com o terceiro ato do filme, realmente curto demais, mas não ruim. Uma conclusão que não se equipara a qualidade da construção, mas que, de forma alguma, invalida a deliciosa jornada que esse filme proporciona. Eu gosto bastante de Pânico 5 e VI, mas digo com respeito uma coisa: eles não tem a essência de Pânico. O novo filme tem. E os fãs da trilogia original que assistirem de coração aberto conseguirão sentir isso. Menção honrosa: cena da morte do teatro e a chegada da Gale, momentos que marcaram a história da franquia.
Capitão América 2: O Soldado Invernal
4.0 2,6K Assista AgoraSuperhero movie perfection!!!
Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado
2.4 335 Assista AgoraEsse filme merece exatamente os 2,5 de média que recebeu aqui no Filmow. A construção dele é apenas "ok", não surpreende ou inova em nada, mas sustenta um slasher genérico que entretem e dá acenos pontuais ao primeiro filme, como as menções aos personagens antigos. Todos os novos personagens são água de chuchu com exceção da Danica, que só não é uma patricinha básica porque a atriz tem o carisma que o resto do elenco não teve e carregou o filme nas costas. O terceiro ato é uma porcaria, uma completa nojeira sem noção. Tão, mas tão mal feito que parece que nem teve roteirista por trás. As motivações dos assassinos são uma merda, assim como as revelações que não tiveram nenhum impacto. O confronto final super rápido e sem graça... a pior parte é terem trazido os personagens originais para algo tão medíocre. Não, espera. Medíocre é uma palavra gentil demais para se referir a esse filme. Cara, a Julie NÃO FEZ NADA nesse filme, NA-DA. Wtf?? E o Ray ocupar o papel que ele ocupou aqui a troco de um confronto tão mixuruca e uma história que mal saiu do esboço? Que tristeza. Era melhor ter deixado essa franquia morta mesmo. Nunca será Pânico, beijos.
Juntos
3.3 391 Assista AgoraBem mais legal do que imaginei, poderia ser mais longo e nojento.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraVadias básicas que consomem só terror de shopping jamais entenderão a grandiosidade dessa obra.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraEsse filme... é legal pra caralho! kkkkkkkk Fora a narrativa ser envolvente e super coesa, toda a ideia e os elementos apresentados são usados da maneira mais divertida possível no final. Eu tô muito satisfeito! hahaha Quero mais filmes assim.
The Queen of Black Magic
3.0 23Fiquei ofendido por me recomendarem essa porcaria elogiando e comparando com EVIL DEAD, AI VÉI KKKKKKKKK Menos, muito menos. Pra chegar aos pés do pior filme Evil Dead tem que melhorar muito.
The Queen of Black Magic
3.0 23Muitas ideias boas e coragem para colocar em tela imagens perturbadoras, mas tem personagens DEMAIS e não sabe como organizá-los, não sabe o que fazer com cada um... várias coisas acontecendo na casa e os personagens não escutam, ficam quietinhos fora de tela quando os roteiristas querem e aparecem quando é conveniente. O rapaz possuído e com a boca grudada simplesmente aparecendo normal com o menino no colo, sendo que procuraram eles por todo canto, tipo wtf?? E a narrativa é uma porcaria, a forma como entregam as revelações foi podre e anticlimática. O terceiro ato é puro nonsense, mas não souberam fazer transição do terror pra comédia e fiquei com a sensação de que a comédia poderia nem ser proposital, o que é ainda pior. Enfim, uma decepção kkkkkk
Noites Brutais
3.4 1,2K Assista AgoraAmo quando ela pula peladona igual uma perereca hahaha Esse filme vai de 8 a 80 mesmo, eu amo kkkkkkkk
Como Treinar o seu Dragão
4.1 286 Assista AgoraSensacional! Não botei fé nesse projeto, mas me emocionei tanto quanto quando assisti a animação, senti que conseguiram preservar a essência desse universo e dessas personagens.
Until Dawn: Noite de Terror
2.8 330 Assista AgoraO filme mais fraco do David F. Sandberg, mas não por conta da direção dele, que é sempre muito boa, mas sim por causa do roteirinho medíocre mesmo. A ideia até que é divertida, mas acho que não souberam aproveitar da melhor forma. Desenvolvimento fraco, elementos subexplorados e trama sem impacto. Era melhor terem seguido um curso mais dramático e permanecido mais fiel ao jogo, que realmente tem uma história bem mais legal e personagens mais legais também. Meu sonho era terem utilizado o elenco do game.
Premonição 6: Laços de Sangue
3.3 734 Assista AgoraPara mim, o melhor da franquia! Tive a mesma sensação de assistir Pânico 6 no cinema: ficar impressionado com o vigor de uma série de filmes em pleno 6.º filme. Acho que desde os dois primeiros filmes, o conceito de Premonição nunca havia sido tão bem utilizado como foi aqui. As pequenas quebras na fórmula original foram muito bem-vindas, como a visão inicial ser da neta e não da pessoa que estava no acidente junto ao fato de o grupo de vítimas agora ser uma família. A tragédia inicial foi a melhor construída até então, desde o suspense para o desabamento da torre até os closes violentos nas mortes que se sucederam. Eu veria um filme todo ambientado naquela época! As músicas escolhidas foram um charme a parte. E o que dizer de Iris? Que personagem fantástica! Apareceu pouco e deixou sua marca. É bom ver as personagens de Premonição voltarem a serem inteligentes, estratégicas e até neuróticas como eram no início, pois só assim para escapar da supremacia da morte nesses filmes. Senti que a dinâmica familiar foi muito convincente e acreditei no vínculo das personagens, sentindo o peso da morte de cada uma delas, a maioria muito carismáticas. As fatalidades são icônicas, a mitologia é consistente e respeita o que foi construído antes e o roteiro é rico em detalhes que lhe dão maior substância. Saí da sessão completamente satisfeito. Acho que o que foi feito em "Bloodlines" é o máximo que se pode chegar em qualidade com os elementos desse universo.
Morte Instantânea
2.3 172 Assista AgoraO início é ruim, genérico e pouco promissor, mas o filme segue por direções muito interessantes, subversivas e apresenta uma mitologia bem consistente. Acho que uma direção mais habilidosa e criativa junto a um orçamento maior tornariam esse filme melhor. Ainda assim, me surpreendi. Assisti querendo não gostar e terminei surpreso e satisfeito com o que foi entregue.
O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final
4.1 1,2K Assista AgoraJá nasceu aclamado!
Uma Noite Alucinante 3
3.5 546 Assista AgoraO mais divertido de toda a franquia. A apreciação dessa obra só é possível se você desapegar das origens de terror/gore e se abrir para uma aventura com comédia e monstros, pois nessa proposta o filme é fantástico. A batalha final não decepciona em nada, um verdadeiro show de efeitos de primeira, mesclando efeitos práticos, stop-motion, animatrônicos e fantasias para entregar um exército da escuridão de primeira. Uma pena que nunca tenham feito uma sequência que explicasse o que houve depois da cena final, visto que a série Ash vs. Evil Dead parece ignorar Army of Darkness.
A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2
3.0 4,0K Assista AgoraO melhor de toda a franquia (não que isso seja um grande desafio). Penso que, se houvesse um esforço para executar uma trama com esse andamento e carisma desde o início, a saga teria uma reputação melhor. A forma como o universo de Crepúsculo é explorado aqui mostra como os conceitos são interessantes e evidencia o quanto desperdiçaram oportunidades nos filmes anteriores. É muito legal acompanhar a Bela como vampira, algo que sinto que demorou demais para acontecer, pois essa fase dela enfim a torna alguém genuinamente interessante de acompanhar. Conhecer os demais vampiros do clã e suas habilidades também foi bem legal, assim como vê-los em uma batalha surpreendentemente épica e repleta de momentos impactantes - só senti falta de maior destaque para a Rosalie na luta. Ainda há momentos caricatos que poderiam ter sido alterados ou excluídos com um olhar um pouco mais atento da direção, como a Bela batendo no Jacob e falando "você apelidou minha filha como o Monstro do Lago Ness?!" - gente, que falas são essas?! A computação gráfica utilizada em alguns momentos na Renesmee é tão evidente que, infelizmente, se tornou um meme e isso me chateia até porque, mesmo que eu não seja um fã da franquia, reconheço o valor desse filme e não acho que ele deveria ser lembrado apenas por uma decisão criativa equivocada. Na época, assisti esse filme no cinema e, honestamente, o CGI era adequado. Não tínhamos tantos comparativos com tecnologias mais avançadas para rosto digitalizado, não era um grande incômodo. Passou a ser quando a tecnologia avançou e tornou ainda mais perceptível o problema do rosto da Renesmee. Ao menos eles param de utilizar a computação depois que ela atinge uma idade específica rs De mogo geral, um ótimo desfecho para uma franquia bem água de chuchu. Cinco filmes para eu conseguir sentir emoções mais fortes acompanhando a história da vampirada.
A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
2.8 2,8K Assista AgoraVejo esse como um grande avanço em relação aos anteriores, dos quais não gostei nadinha. Foi bem interessante acompanhar a gravidez da Bela, foi uma trama emblemática que dividiu os personagens, gerou discussões e testou os limites da protagonista. Não acho a Bela uma personagem principal incrível, mas esse filme mostra a força dela e torna ela mais interessante, com certeza. Fiquei pasmo na cena do parto, inclusive. Estavam faltando elementos do terror nessa franquia e nada melhor do que explorar os medos assombrosos ao entorno da concepção de uma nova vida híbrida.
Senti as atuações da Kristen e do Robert melhores e o romantismo entre eles fluindo de maneira mais natural. Fiquei aliviado por ver que o lenga-lenga de triângulo amoroso finalmente acabou. Dessa vez, souberam utilizar o Jacob de uma forma mais madura e amarrada à trama. Desenvolveram ele surpreendentemente bem e foi legal ver o conflito entre os lobos e os vampiros. Ainda há alguns ajustes que a direção poderia fazer no sentido de aproveitar melhor certas oportunidades e perceber o aspecto caricato de algumas cenas, como dar votos autênticos aos noivos para tornar o casamento mais emocionante ou buscar um atenção maior a detalhes técnicos e falas muito inverossímeis. Ainda assim, o saldo final é positivo. Depois de três filmes medíocres, finalmente me interessei por esse universo.
A Saga Crepúsculo: Eclipse
2.7 2,5K Assista AgoraBella de peruca traindo vampiro corno manso com lobo carente desesperado por atenção. Essa saga deveria ser protagonizada pelos Volturi, pelo amor de deus.
Red: Crescer é uma Fera
3.9 569 Assista AgoraAssisti como quem não quer nada e fiquei de queixo caído. Como psicólogo, nutro um grande apreço por produções tão responsáveis e assertivas como Red. Além de ter uma preocupação com uma linguagem que se comunique com adolescentes, o filme não precisa se esforçar para ser engraçado, além de possuir uma narrativa gostosa e uma trama envolvente. A tratativa do filme sobre as emoções reprimidas serem como uma fera presa dentro de nós é muito certeira. Na dinâmica psíquica humana, tudo o que sentimos são conteúdos que carregamos e precisamos lidar com o peso dessa carga, fazer algo com esses conteúdos: nomeá-los, aceitá-los, colocá-los para fora em verbo, ação, arte, ciência, o que fizer mais sentido. O que não dá para fazer é guardarmos como se fosse simplesmente caducar ali, pois não caduca rs Apenas se transforma. Na vida real, as emoções reprimidas viram sintomas. É uma dor de cabeça estranha aqui, uma tensão na nuca, uma dor na lombar, defensividade emocional, dificuldade nas relações e por aí vai. Em Red, essas emoções viram um panda vermelho gigante muito fofo, mas que simboliza muito bem a necessidade humana de expressar os verdadeiros sentimentos. É lindo que a personagem principal consiga conter o panda quando pensa em suas amigas. Sabe por quê? Porque ela sente-se aceita por elas. Não há nada mais belo e terapêutico para uma pessoa do que ter sua autenticidade externalizada e acolhida. Ver o panda gigante da mãe da protagonista evidencia uma vida de emoções reprimidas e voz silenciada, especialmente quando o filme nos mostra dentro dela uma criança interior ferida que nunca foi devidamente acolhida para que pudesse se curar. Cada um de nós tem um panda vermelho dentro de nós. Eu, você, sua mãe, a minha. Bora deixá-lo sair pra ver o mundo para que não vire uma fera incontrolável?
Robô Selvagem
4.3 561Me surpreendeu o quão pontual é a analogia que esse filme traz sobre maternidade. Encontraram um jeito fofo de abordar aspectos positivos e negativos de ser mãe e, de quebra, ainda fizeram uma crítica ambiental e passaram uma linda mensagem sobre amor e união. Tudo isso amarrado a um senso de humor de primeira. Vocês não imaginam a gargalhada que eu dei quando a gambá fala "eu tenho 7 filhos", um deles grita e ela corrige sua frase naturalmente: "ops, 6 filhos" hahahahaha
Flow
4.2 576Que experiência apaixonante! Flow não precisa de uma palavra sequer para se comunicar e sinto que assistir um longa-metragem inteiro em linguagem não-verbal evoca a nossa sensibilidade e atenção, algo essencial que tem se perdido com a presença cada vez mais frequente dos celulares, que competem com o filme pela atenção dos telespectadores. Me vi profundamente envolvido com a trajetória dos bichinhos e instigado pelos mistérios desse universo, onde muitas explicações são deixadas no campo sugestivo e colocadas sob o nosso encargo.
Minha leitura do filme é que ele se passa em um planeta Terra onde o derretimento das calotas polares causou o alagamento de diversas cidades. O filme se importa em nos mostrar esses animais tendo cada um seus próprios comportamentos e meios de comunicação, como a bondade da Capivara e do Pássaro, o apego material do Lêmure, a curiosidade do Gato e a ingenuidade do Cachorro. Ver esses animais em uma dinâmica única, unindo-se em compaixão e criando um laço comunitário serve como uma crítica ao mal que causamos em suas vidas quando desequilibramos o ecossistema como se ele fosse apenas nosso. A humanidade, como um todo, é egocêntrica e esquece que não é a única forma de vida inteligente e digna que precisa da natureza para viver. Aliás, esquecemos até mesmo que somos parte da natureza que tanto negligenciamos.
Conclave
3.9 829 Assista AgoraAmei que esse filme é como um BBB com padres, fofoca pura. Não achei que seria tão interessante de acompanhar pela sinopse, mas curti muito. A atriz Isabella Rossellini apareceu tão pouco que achei estranha a indicação dela ao Óscar de Melhor Atriz Coadjuvante. É claro que ela mandou bem, mas nossa, ela mal teve relevância na trama...
Doutor Sono
3.6 1,1K Assista AgoraFinalmente assisti essa obra-prima e estou de queixo caído até agora. Esse filme me cativou tanto que eu não queria que acabasse. As 2h30 de duração só me deixaram com ainda mais "fome" - pegou a referência? rs Eu já assisti quase todas as obras do diretor Mike Flanagan e sou muito fã do trabalho dele, é um profissional com muita visão de cinema e com uma assinatura muito particular. Acredito que nesse filme a sua criatividade se elevou a um pico notável. A forma como ele retrata o uso das habilidades especiais das personagens, em especial as cenas psíquicas, me deixou maravilhado e surpreso.
Confesso que nunca curti muito O Iluminado, pois gostava dos conceitos apresentados, mas não gostava do direcionamento do filme para os assombros do Hotel. Em Doutor Sono, o conceito de "pessoas iluminadas" é explorado profundamente e toda a mitologia se expande em uma aventura de terror com tudo o que a gente mais ama em uma obra do Stephen King. O filme consegue ser divertido, assustador, emblemático e violento sem uma coisa sobrepor a outra. A narrativa é envolvente, o desenvolvimento das personagens é incrível e o roteiro é de milhões.
Entrou para o meu hall dos favoritos do gênero!
Menções honrosas para as atrizes Kyliegh Curran e Rebecca Ferguson, que retrataram com maestria e carisma a maior rivalidade desse filme: a heroína iluminada Abra vs. a sádica e sombria Rose The Hat. serviram demais!! 👠
Jerusalém
2.2 199 Assista AgoraEu me considero fácil de agradar, mas esse filme aqui foi difícil, viu... eu até tava acompanhando bem no início, achando que o primeiro ato ENORME tinha algum propósito e que talvez estivessem plantando sementes para desenvolver mais tarde. Depois que a ação começa, me senti tapeado. Não nos dão nada em troca de toda a espera. Nada se desenvolve, não tem uma situação interessante sequer envolvendo as criaturas, não tem suspense de qualidade, as personagens são horríveis e tudo é caótico demais (de um jeito ruim) até para um found-footage. O luto da protagonista não serve para praticamente nada na trama, não há mensagem, não há propósito, é um filme vazio em tudo. Existem muitos filmes excelentes no mesmo estilo que funcionam melhor em todos os quesitos que mencionei, então não é desculpa para ser tão medíocre. É tudo jogado na tela quase como se fossem ingredientes em um liquidificador. Os elementos interessantes perdem seu potencial em um produto fraco e esquecível. Nem consegui me divertir.