Mantém o mesmo padrão da primeira temporada. Mas o mais interessante é perceber como se manipula tão facilmente a percepção acerca de quem são "os mocinhos" e os "vilões". Aqui, acompanhamos duas temporadas de uma equipe de assassinos que são vendidos como heróis. Criminosos e que matam sem qualquer preocupação moral. Enfim, bem-feito, mas fortemente manipulativo. A personagem de Joe Saldana é esse modelo maior, a mulher que sacrifica até sua família em nome do seu país. Quanta besteira!!! Mas bem manipulativo.
A temporada anterior já era fraca e os eventos eram estendidos ao extremo, pois não havia mais história para ser contada. Mas nessa temporada fica explicitada a pobreza do roteiro. Não há mais história em si, são fatos que são colocados nos episódios para encher minutos, mas muita coisa absurda e sem qualquer interesse. São esquetes de eventos que muitas vezes não fazem sentido, que forçam demais a lógica e a necessidade de "coincidência do destino". Ainda tenta-se emular alguns dos grandes momentos das primeiras temporadas, com as cenas coletivas das aias, mas parece cópia de segunda categoria. Que pobreza de roteiro! Tinha desistido da série no final da temporada anterior e demorei muito para retomar, mas é ruim demais. Não há atores que salvem um roteiro tão fraco. Tampouco uma fotografia belíssima como dessa série. Uma pena.
Até o sexto episódio a séria seguia um ritmo muito bom, o clima criado era angustiante, ainda que o personagem do Téo às vezes pareça um tanto carregado na interpretação. Em alguns momentos fica quase teatral, mas a trama é muito boa que acaba não prejudicando tanto. Mas a partir do sétimo, a situação muda e conforme caminha para o final, vai ficando um tanto frustrante.
Bem feio. Os três primeiros episódios são muito mais interessantes, mas a qualidade é inegável. Gabriel Leone é muito carismática e consegue fazer um Senna que lembra muito o verdadeiro. Mas há personagens que estão ali só porque estão pagando a conta ou, caso contrário, não autorizariam a realização da série. Como é o caso da Viviane Senna, que, se fosse uma história ficcional, nitidamente seria retirada porque não tem qualquer funcionalidade dramática. Ela deve ter dado o aval para se fazer a série, então, talvez haja nas linhas do contrato que ela deveria aparecer em uma certa quantidade de minutos e os roteiristas fizeram o possível, mas ela foi uma nulidade na vida dele. Por outro lado, a Xuxa, que foi um romance passageiro, de alguns meses e muito anos antes dele morrer, ganhou o status que sempre quis, de viúva do Senna.
A personagem da Galisteu, acredito que quem não conheça a história de Senna, vá entender que deva ser uma menina qualquer que ele tenha ficado pela vida, quando estiveram juntos por muito mais tempo que a Xuxa.
Um outro problema da série é que ela foi feita para sedimentar a imagem de um mito, pois nada se sabe da vida pessoal de Senna por essa série. Também, não se aprofunda nas tramas políticas da FIA, como o documentário de 2010 o faz. Neste, temos a encenação de algumas cenas que já apareceram no documentário, mas nada de novo. Sobre a vida pessoal do Senna nada é dito. A série pesa a mão também ao criar o vínculo entre o povo brasileiro e Senna, principalmente pela repetição de cenas que visam reforçar a idolatria pelo piloto. Parece que com as limitações que foram impostas para não se discutir nada sobre a vida pessoal dele, acabou por fazer um clip com as corridas dele, mas isso parece pouco para se conhecer um ídolo. Quem é fã, simplesmente se delicia com as imagens de arquivo e as demais que foram reconstituídas, e ficaram muito boas com os closes feitos em cenário de telão de LED. Mas quem sabe algum dia a família deixará as pessoas contarem a história do Senna que poucas pessoas vivenciaram, dos bastidores da Fórmula 1 e mesmo do jet set internacional. Esse Senna é a imagem que a família construiu, mas pela narrativa, é evidente que falta o ser-humano, pois na tela tem apenas o personagem que sempre vimos na televisão e nas revistas. Mas é um série que visualmente e tecnicamente é boa. Bons atores e uma ambientação de época que envolve, mas cenas de corrida são as melhores!
Que série sensível, que capacidade para tratar temas que poderiam se transformar num melodrama, mas aqui eles ganham uma dimensão dramática, mas sem exageros. As interpretações também saltam aos olhos devido à qualidade delas. Todos e todas estão muito bem e mantém uma sintonia incrível. Até a abertura é extremamente atrativa, ainda que tenha mudado a trilha da primeira temporada - que já era boa -, nessa temos a inserção de novos personagens e uma música tão empolgante quanto à primeira. Há reviravoltas e algumas revelações que são marcantes, mas o tom da série nos leva a acompanhar essas personagens, mais do que esperar que haja uma grande reviravolta em suas vidas. A vida dessas pessoas são tão ricas, que ao acompanhar seus cotidianos a gente vai entendendo suas angústias e anseios. Uma trama simples, mas que vai se desdobrando com maestria. Agora é esperar pela terceira temporada!
Mas o pior mesmo é como as situações ocorrem para que a trama tenha seguimento. Inacreditável que uma produtora não tenha um roteirista decente para dizer que tudo é absurdamente inverossímil. Nunca vi tanta coincidência acontecendo ao mesmo tempo. Enfim, mesmo com episódios de vinte e poucos minutos e sendo apenas quatro, não é fácil chegar ao final.
Um documentário "celebração". Uma coletânea de recortes de entrevistas e nada inédito ou mesmo que aprofunde na vida do Jô. Desse modelo instituído pela Globo para fazer documentários de celebridades, esse saiu sem muita graça e se apega exclusivamente na nostalgia.
Que série chata, foi um sacrifício assistir cada capítulo. Completamente desinteressante, enfadonha, entediante, sem nada que instigue alguém a buscar uma resposta para os crimes. Um tédio. Acho que apostaram demais na premissa da tecnologia e do ambiente em que se passa a série, mas nada além disso foi desenvolvido. A personagem principal não tem qualquer carisma, mas isso poderia ser intencional, o problema é que ela tem a mesma expressão durante toda a série e é algo vazio, chato. Não tinha visto outro trabalho da atriz que interpreta a personagem principal, mas ela me parece muito fraca. Os demais do elenco não têm qualquer espaço para desenvolver seus personagens, pois parece que não se encaixam naquele local, estão ali porque o roteirista quis e acho interessante, mas nenhum deles têm qualquer valor, poderiam ser qualquer um. Alice Braga está bem, mas como as demais, sem qualquer função determinante. Apenas para mostrar que é um elenco estelar. Perda total de tempo!
A série começa como uma boa promessa, mas conforme os episódios se passam, a trama se torna tão frágil que vão criando situações completamente inverossímeis. Chega a gerar constrangimento a maneira como se facilita a trama para a personagem de Moss. Patético. E o final!
E depois de tanta correria para lugar algum, a morta escreveu o nome do navio no para-brisa. Não dá. A trama se resolve em quinze segundo!
Alguém disse que se parece com Homeland. Isso é uma ofensa. Esse série é muito fraca, até a Moss está caricata, fazendo tantas "caras e bocas" que a personagem se tornou artificial. Enfim, espero que não tenha segunda temporada, pois parei por aqui.
Muito triste que a série termine dessa forma, mas até certo ponto, era esperado. Depois de uma primeira temporada incrível, a segunda já demonstrou algumas fragilidades, mas agora foi uma lástima. Parece que quiseram economizar tanto na série que os três episódios tudo acontece dentro da conveniência e na da tempo para erros e acertos. Pessoas entram em fortalezas cheias de seguranças, envenenamento, meninas frágeis que se tornam corajosas, homem generoso que depois é o vilão (o que era óbvio, pois contratariam o Rodrigo Santoro pra quê?). Aposta-se numa trama que talvez quisesse chocar, mas não consegue chegar a esse resultado. Muito clichê! Também tem umas cenas que apostam no gore, mas não é tão eficiente. Mas o pior de tudo é o roteiro. Cadê a qualidade da primeira temporada? Aqui, "a fada da conveniência" atua em todos os momentos e se torna uma trama idiotizante. Que pena, perdemos uma série.
Um filme propagandístico das "ações efetivas e preventivas" dos estadunidenses e israelenses no Oriente Médio. Bem feita, mas é maniqueísta ao extremo e conta uma história de "mocinhos" (Estados Unidos e Israel) e bandidos (Irã, Síria e Hezbollah). Talvez, para um criança possa servir, mas para qualquer pessoa que entenda a dinâmica geopolítica do Oriente Médio, essa série é uma simplificação infantil. Caberia mais atenção à trama para não se tornar "mais um produto de propaganda". Assim, dá para assistir, mas historicamente é bem fraco. Parece que o Imad Mughnieh é um personagem de filmes como "Meu querido John". Enfim, sem contar o corte brutal na trajetória histórica que passa de 1983 - antes do surgimento oficial do Hezbollah, que dar-se-á apenas em 1985 - para 2007. Essa lacuna histórica poderia mostrar a barbarie que os israelense fizeram no Líbano e como foram expulsos pelo Hezbollah, em 2000. Para entender Imad Mughnieh há de se entender a geopolítica local e não eleger uma mulher xiita libanesa e um sionista com problemas em casa para serem mocinhos. Muito fraca a construção do roteiro.
A qualidade caiu substancialmente. A primeira temporada tinha sido foda, surpreendente, mas aqui, além de vermos situações absurdas, pelas facilidades que o roteiro proporciona e deixam a trama totalmente sem credibilidade, acabamos vendo uma trama que não gera tensão como antes. Há uma certa artificialidade na parte da igreja e alguns arranjos do roteiro são tão idiotas que fazem com que afastamos. A revelação final acaba não tendo um impacto forte. Creio que a direção se perdeu um pouco e não conseguiu gerar tensão. Enfim, uma segunda temporada apenas boa. Para quem esperava a superação, infelizmente, se não houver uma retomada, a terceira temporada.porada será impossível de assistir. Ah, tem de melhorar as cenas de ação de luta, são muoto fracas.
Um melodrama ao estilo "novela mexicana", mas ambientando na explosão da usina de Chernobyl. Os personagens são tão unidimensionais que se tornam engraçados, os dramas são tratados com tanto "peso" que perdem a própria dramaticidade e ficam cômicos. As coincidências perdem a razoabilidade dos fatos e se tornam risíveis. Enfim, a impressão é de que estamos assistindo uma novela da Tevelisa! Bem fraco!
Fraco, artificial e criatividade zero. Gera constrangimento as saídas propostas pelo roteiro. Trabalhar com clichês não é um problema, mas nesse caso, os personagens são tão unidimensionais e patéticos que a trama não avança. Para assistir aos episódios de vinte e poucos minutos tem-se de fazer esforço hercúleo. O pai da menina é tão péssimo ator que gera vergonha de que assiste. Sem contar a ausência absurda de criatividade dos roteiristas. Usar Brokeback Mountain é tão clichê que fica ridículo. Também, os diálogos entre os autores parece que foram retirados de um livro, muitos sequer cabem nas bocas dos atores. E a narrativa do livro que está sendo escrito é um emaranhado de "frase de efeito", vergonhoso. Difícil imaginar quem tem coragem de produzir algo assim. Ainda mais quando tudo tem versão em inglês, então gera espanto imaginar que alguém no exterior venha a assistir essa séria e considere que esse é o nível das produções brasileiras. Péssimo e perda de tempo!
Poderia dizer que a série segue a mesma linha das demais temporadas, mas creio que não, pois parece que os roteiristas ficaram preguiçosos e lançaram mão de tantas facilidades para resolver problemas na trama que tem hora que fica inverossímil demais até para ficção. Há uma quantidade tão grande de coincidências, que a "percepção dos fatos" por parte da equipe de assassinos israelenses torna-se fenomenal. Eles não erram nunca. Mas fora isso, a série aposta no mesmo, ou seja, trata-se de um "filme de máfia". A organização criminosa, o Estado de Israel, mantém várias equipes de extermínio e acompanhamos a ação de uma delas. Criminosos, assassinos que não têm qualquer valor humano, matam com o profissionalismo que uma boa escola formou. Mas para contrabalançar a personalidade desses assassinos, nos apresentam suas famílias, seus filhos, seus dramas familiares. A mesma fórmula das temporadas anteriores. Tudo milimetricamente montado para serem personagens carismáticos. Mas nesse caso, fica muito difícil "torcer para esses assassinos", pois eles matam premeditadamente. Também, outro aspecto difícil de aceitar é que os palestinos do Hamas são mostrados como personagens idiotas e tecnicamente (aspectos militares) incompetentes. Em situações com dezenas de membros do Hamas, eles erram mais tiros do que filme de Rambo. Também, voltando ao roteiro, eles ajeitam qualquer coisa para a trama avançar. Como exemplo, o
militante do Hamas, que tinha sofrido um atentado no qual sua família havia morrido, depois, numa mensagem do telefone dele, descobre-se que a filha dele sobreviveu e ele se torna um colaboracionista para que pudessem entrar numa fortaleza em Rafah.
É duro aceitar essas besteira. Parece novela mexicana, que de repente surge um personagem e diz qualquer coisa para que a trama seja resolvida, mas nada tinha a ver com a história até aquele momento. Enfim, mais uma propaganda perversa do Estado de Israel, que deve funcionar para os adeptos.
Um estado que, numa cena, exalta para o filho de pouco mais de dez anos que havia perdido o pai, que ele havia sido um herói por ter entrado em Gaza e assassinado diversos palestinos.
É isso, um apanhado de ações criminosas que ninguém faz nem fará nada. E esses "heróis" do povo israelense, que andam de armas na cintura como se estivessem no "velho oeste", nada mais são do que o retrato de um estado crimoso. Ou seja, assistimos a uma série sobre a máfia e seus assassinos. Bem feita, mas seu posicionamento político explícito a prejudica totalmente.
É inegável que se trata de um filme tecnicamente bom. Muito boa interpretação do Sacha Baron Cohen, fotografia bem marcante e bonita, direção de arte cuidadosa, enfim, cabem diversos elogios. Mas o mais complicado ao assistir essa série é que a maneira com que o roteiro a desenvolve, tenta construir um herói, sendo que se trata de um grande criminoso. Daí a qualidade técnica do roteiro, mas seu desserviço, pois exalta o tipo de ação do Estado de Israel. O espião vivido por Cohen é mostrado como uma pessoa que só tem valores e integridade e o roteiro toma muito cuidado para que nas menores ações que ele pudesse cometer que poderia desconstruir seu caráter, logo apresenta inúmeras situações para justificá-las. Mesmo em detalhes mínimos, o roteiro esconde fatos. P
or exemplo, para reforçar seu caráter monogâmico (nunca vi isso em filmes de espiões, por ser irreal), sequer vemos o espião Kamel beijando um mulher. Então, apesar de essa situação lhe gerar alguns constrangimentos na série, quando assume o relacionamento com a filha do amigo, parecem amigos.
Esse é apenas um exemplo simplório e que tem a intenção de criar um" espião íntegro". A maneira como se apresenta a Síria, também é algo totalmente maniqueísta, o malvado e o "bonzinho". Nesse caso, Israel é sempre o bonzinho. A título de curiosidade, a ocupação da Cisjordânia, além do caráter geopolítico, se deu para controlar as fontes hídricas da região. O Estado de Israel, nessa série, é mostrado como um países de pessoas íntegras e que "são obrigadas a fazerem qualquer coisa para se defenderem, pois ninguém no mundo está interessado neles". Não é exatamente essa fala que um dos personagens do governo diz para justificar suas ações, mas o sentido é o mesmo. Enfim, quando o roteiro assume uma perspectiva completamente israelense e trata os sírios como autênticos demônios, ele fica empobrecido. Mas mesmo assim, seguindo a mesma linha de outros roteiros como Argo, consegue fazer com que o espectador se empolgue com a trama e torça para Kamel/Eli, ainda que seja um criminoso. Bem feito apenas, mas um desserviço à História.
É tão caricato que chega a ser constrangedor. Diálogos que parecem se inspirar em novelas mexicanas e as interpretações superam qualquer limite do aceitável. É péssimo. Os atores são horríveis e assistir até o fim chega a ser uma luta. Esse diretor e produtores deveriam assistir Cidade de Deus para entenderem como mostrar um ambiente como aquele que vivem sem ser caricato. Horrível!!! Vergonha pensar que o mesmo país que produz os filmes de Darín, faz isso.
Ainda que seja uma série patética por seu cunho ideológico e não apresentar isso de maneira isenta os fatos, pois alguns dirão que o diretor constrói um panorama amplo da corrupção e inclusive faz críticas à oposição, é notório que ele somente lança mão desse recurso para pseudojustifjcar seu argumento. Duas cenas mostrando a oposição e 8 episódios de 50 minutos para o restante de seu argumento. Mas deixando de lado esse aspecto ideológico de manipular a história, a série é fraca por sua deficiência em construir personagens além da caricatura. Alguns poderão dizer que "eles eram assim" mas quando expostos na tela parecem piada, e, nesse caso, o diretor deveria ter dosado melhor a interpretação. Também, o personagem de Selton Mello é a coisa mais aberrativa que poderia existir. Não por sua gana por vingança, mas pela sua falta de veracidade. O ator até tenta dar profundidade aos aspectos psicólogicos do personagem, mas não faz sentido. Uma vingança que chega a tamanho absurdo que se perde em sim. A capacidade que o personagem tem de interferir na investigação é algo que soa como uma piada. Um personagem inverossímil. Sua família é o que há de mais patético e estereotipado nesses tipos de filmes. A mulher dele não faz qualquer sentido na trama, mais se parece com um personagem de The Walking Dead, uma zumbi. E, para piorar, a maneira com que o personagem de Selton Mello "descobre" como funciona "o mecanismo", lembrou as soluções de "Maria do Bairro", um clássico das novelas mexicanas. Bom, é uma somatória de personagens e situações que somente mostram que o que o diretor queria mesmo era fazer uma obra panfletário e ter Selton Mello no elenco a qualquer preço, se não como o juiz patético da série, como um vingador (a cena final poderia até ser uma alusão ao Batman Dark Knight, um herói que o país precisa, ainda que não seja o que ela merece). A única parte boa da série é sua qualidade técnica, mas isso já seria de se esperar com a quantidade de dinheiro que a Netflix colocou na produção. Padilha usa recursos da Netflix para começar a propaganda eleitoral desse ano. Esperava-se mais de um diretor que tanto se destacou e que criou Narco, além de Tropa de Elite, etc.
Uma dificuldade muito grande em continuar assistindo essa segunda temporada. Na primeira os personagens eram mais interessantes e a trama gerava expectativa, nessa segunda, além de termos personagens que praticamente se tornaram figurantes, as tramas se resolvem em cada capítulo e por isso, são de uma superficialidade ímpar. Tudo parece que acontece e se resolve como um passe de mágica. E o pior, esse presidente é algo patético, os posicionamentos buscam fazer um contraponto ao que Kevin Spacey fazia em House of Cards. Mas nesse caso, o "bom mocismo" do personagem de Kiefer Sutherland beira o surreal. No intuito de "defender os valores estadunidenses" ele praticamente faz discursos moralistas. Muito cansativo. A série se perdeu no formato e hoje o grande desafio é ver se dá para aguentar chegar até o final.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 510 Assista AgoraPareceu final de novela, só trocaram o tradicional casamento por uma formatura. Básico!
Operação Lioness (2ª Temporada)
3.6 25 Assista AgoraMantém o mesmo padrão da primeira temporada. Mas o mais interessante é perceber como se manipula tão facilmente a percepção acerca de quem são "os mocinhos" e os "vilões". Aqui, acompanhamos duas temporadas de uma equipe de assassinos que são vendidos como heróis. Criminosos e que matam sem qualquer preocupação moral. Enfim, bem-feito, mas fortemente manipulativo. A personagem de Joe Saldana é esse modelo maior, a mulher que sacrifica até sua família em nome do seu país. Quanta besteira!!! Mas bem manipulativo.
Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente
4.3 52 Assista AgoraAngels in America! Bem feito, um pouco didático demais às vezes.
O Conto da Aia (6ª Temporada)
3.6 158 Assista AgoraA temporada anterior já era fraca e os eventos eram estendidos ao extremo, pois não havia mais história para ser contada. Mas nessa temporada fica explicitada a pobreza do roteiro. Não há mais história em si, são fatos que são colocados nos episódios para encher minutos, mas muita coisa absurda e sem qualquer interesse. São esquetes de eventos que muitas vezes não fazem sentido, que forçam demais a lógica e a necessidade de "coincidência do destino". Ainda tenta-se emular alguns dos grandes momentos das primeiras temporadas, com as cenas coletivas das aias, mas parece cópia de segunda categoria. Que pobreza de roteiro! Tinha desistido da série no final da temporada anterior e demorei muito para retomar, mas é ruim demais. Não há atores que salvem um roteiro tão fraco. Tampouco uma fotografia belíssima como dessa série. Uma pena.
Dias Perfeitos
3.4 86 Assista AgoraAté o sexto episódio a séria seguia um ritmo muito bom, o clima criado era angustiante, ainda que o personagem do Téo às vezes pareça um tanto carregado na interpretação. Em alguns momentos fica quase teatral, mas a trama é muito boa que acaba não prejudicando tanto. Mas a partir do sétimo, a situação muda e conforme caminha para o final, vai ficando um tanto frustrante.
A solução do alucinógeno como vingança é muito boba, coisa de criança, como se colocasse laxante para fazer uma piada!
Também acaba sendo frustrante o final, pois acaba assumindo o tom de uma novela. Realmente, os dois últimos episódios fizeram a série se perder...
Inferno em La Palma
2.7 116 Assista AgoraHá tantos clichés que o que salva mesmo são as imagens das ondas...
agora, a Sara é imortal mesmo, essa está fadada a viver pela eternidade, ela é "imorrível"
Sintonia (5ª Temporada)
3.4 23Caiu bem a qualidade!!! Quase virou um novelão!!!
Senna
4.0 239 Assista AgoraBem feio. Os três primeiros episódios são muito mais interessantes, mas a qualidade é inegável. Gabriel Leone é muito carismática e consegue fazer um Senna que lembra muito o verdadeiro. Mas há personagens que estão ali só porque estão pagando a conta ou, caso contrário, não autorizariam a realização da série. Como é o caso da Viviane Senna, que, se fosse uma história ficcional, nitidamente seria retirada porque não tem qualquer funcionalidade dramática. Ela deve ter dado o aval para se fazer a série, então, talvez haja nas linhas do contrato que ela deveria aparecer em uma certa quantidade de minutos e os roteiristas fizeram o possível, mas ela foi uma nulidade na vida dele. Por outro lado, a Xuxa, que foi um romance passageiro, de alguns meses e muito anos antes dele morrer, ganhou o status que sempre quis, de viúva do Senna.
Agora, a baronesa que o Senna fica em Mônaco, no início de sua carreira na Fórmula 1, teve mais tempo de tela que a Adriane Galisteu.
A personagem da Galisteu, acredito que quem não conheça a história de Senna, vá entender que deva ser uma menina qualquer que ele tenha ficado pela vida, quando estiveram juntos por muito mais tempo que a Xuxa.
Pachinko (2ª Temporada)
4.3 18 Assista AgoraQue série sensível, que capacidade para tratar temas que poderiam se transformar num melodrama, mas aqui eles ganham uma dimensão dramática, mas sem exageros. As interpretações também saltam aos olhos devido à qualidade delas. Todos e todas estão muito bem e mantém uma sintonia incrível. Até a abertura é extremamente atrativa, ainda que tenha mudado a trilha da primeira temporada - que já era boa -, nessa temos a inserção de novos personagens e uma música tão empolgante quanto à primeira. Há reviravoltas e algumas revelações que são marcantes, mas o tom da série nos leva a acompanhar essas personagens, mais do que esperar que haja uma grande reviravolta em suas vidas. A vida dessas pessoas são tão ricas, que ao acompanhar seus cotidianos a gente vai entendendo suas angústias e anseios. Uma trama simples, mas que vai se desdobrando com maestria. Agora é esperar pela terceira temporada!
Vidas Bandidas (1ª Temporada)
3.1 14 Assista AgoraÉ bem ruim! Roteiro patético e a interpretação da Juliana Paes é uma das piores que já vi.
A cena dela na praia, gritando, é ridícula.
Um Beijo do Gordo
4.1 23Um documentário "celebração". Uma coletânea de recortes de entrevistas e nada inédito ou mesmo que aprofunde na vida do Jô. Desse modelo instituído pela Globo para fazer documentários de celebridades, esse saiu sem muita graça e se apega exclusivamente na nostalgia.
Assassinato no Fim do Mundo
3.4 49 Assista AgoraQue série chata, foi um sacrifício assistir cada capítulo. Completamente desinteressante, enfadonha, entediante, sem nada que instigue alguém a buscar uma resposta para os crimes. Um tédio. Acho que apostaram demais na premissa da tecnologia e do ambiente em que se passa a série, mas nada além disso foi desenvolvido. A personagem principal não tem qualquer carisma, mas isso poderia ser intencional, o problema é que ela tem a mesma expressão durante toda a série e é algo vazio, chato. Não tinha visto outro trabalho da atriz que interpreta a personagem principal, mas ela me parece muito fraca. Os demais do elenco não têm qualquer espaço para desenvolver seus personagens, pois parece que não se encaixam naquele local, estão ali porque o roteirista quis e acho interessante, mas nenhum deles têm qualquer valor, poderiam ser qualquer um. Alice Braga está bem, mas como as demais, sem qualquer função determinante. Apenas para mostrar que é um elenco estelar. Perda total de tempo!
O Véu
3.0 28 Assista AgoraA série começa como uma boa promessa, mas conforme os episódios se passam, a trama se torna tão frágil que vão criando situações completamente inverossímeis. Chega a gerar constrangimento a maneira como se facilita a trama para a personagem de Moss. Patético. E o final!
Pensei que ela iria retirar do guarda-roupa a roupa de Handmaid!
A parte de que ela foge no caminhão, ou da igreja, que arruma carona com uma senhora ingênua.
E depois de tanta correria para lugar algum, a morta escreveu o nome do navio no para-brisa. Não dá. A trama se resolve em quinze segundo!
Bom Dia, Verônica (3ª Temporada)
2.8 202 Assista AgoraMuito triste que a série termine dessa forma, mas até certo ponto, era esperado. Depois de uma primeira temporada incrível, a segunda já demonstrou algumas fragilidades, mas agora foi uma lástima. Parece que quiseram economizar tanto na série que os três episódios tudo acontece dentro da conveniência e na da tempo para erros e acertos. Pessoas entram em fortalezas cheias de seguranças, envenenamento, meninas frágeis que se tornam corajosas, homem generoso que depois é o vilão (o que era óbvio, pois contratariam o Rodrigo Santoro pra quê?). Aposta-se numa trama que talvez quisesse chocar, mas não consegue chegar a esse resultado. Muito clichê! Também tem umas cenas que apostam no gore, mas não é tão eficiente. Mas o pior de tudo é o roteiro. Cadê a qualidade da primeira temporada? Aqui, "a fada da conveniência" atua em todos os momentos e se torna uma trama idiotizante. Que pena, perdemos uma série.
Fantasmas de Beirute
3.5 4 Assista AgoraUm filme propagandístico das "ações efetivas e preventivas" dos estadunidenses e israelenses no Oriente Médio. Bem feita, mas é maniqueísta ao extremo e conta uma história de "mocinhos" (Estados Unidos e Israel) e bandidos (Irã, Síria e Hezbollah). Talvez, para um criança possa servir, mas para qualquer pessoa que entenda a dinâmica geopolítica do Oriente Médio, essa série é uma simplificação infantil. Caberia mais atenção à trama para não se tornar "mais um produto de propaganda". Assim, dá para assistir, mas historicamente é bem fraco. Parece que o Imad Mughnieh é um personagem de filmes como "Meu querido John". Enfim, sem contar o corte brutal na trajetória histórica que passa de 1983 - antes do surgimento oficial do Hezbollah, que dar-se-á apenas em 1985 - para 2007. Essa lacuna histórica poderia mostrar a barbarie que os israelense fizeram no Líbano e como foram expulsos pelo Hezbollah, em 2000. Para entender Imad Mughnieh há de se entender a geopolítica local e não eleger uma mulher xiita libanesa e um sionista com problemas em casa para serem mocinhos. Muito fraca a construção do roteiro.
Bom Dia, Verônica (2ª Temporada)
3.8 272 Assista AgoraA qualidade caiu substancialmente. A primeira temporada tinha sido foda, surpreendente, mas aqui, além de vermos situações absurdas, pelas facilidades que o roteiro proporciona e deixam a trama totalmente sem credibilidade, acabamos vendo uma trama que não gera tensão como antes. Há uma certa artificialidade na parte da igreja e alguns arranjos do roteiro são tão idiotas que fazem com que afastamos. A revelação final acaba não tendo um impacto forte. Creio que a direção se perdeu um pouco e não conseguiu gerar tensão. Enfim, uma segunda temporada apenas boa. Para quem esperava a superação, infelizmente, se não houver uma retomada, a terceira temporada.porada será impossível de assistir. Ah, tem de melhorar as cenas de ação de luta, são muoto fracas.
Depois de Chernobyl
3.0 6Um melodrama ao estilo "novela mexicana", mas ambientando na explosão da usina de Chernobyl. Os personagens são tão unidimensionais que se tornam engraçados, os dramas são tratados com tanto "peso" que perdem a própria dramaticidade e ficam cômicos. As coincidências perdem a razoabilidade dos fatos e se tornam risíveis. Enfim, a impressão é de que estamos assistindo uma novela da Tevelisa! Bem fraco!
5X Comédia (1ª Temporada)
2.8 64Só o 3 mesmo, porque o restante é sofrível!
RIO #semlimites (1ª Temporada)
1.6 7 Assista AgoraFraco, artificial e criatividade zero. Gera constrangimento as saídas propostas pelo roteiro. Trabalhar com clichês não é um problema, mas nesse caso, os personagens são tão unidimensionais e patéticos que a trama não avança. Para assistir aos episódios de vinte e poucos minutos tem-se de fazer esforço hercúleo. O pai da menina é tão péssimo ator que gera vergonha de que assiste. Sem contar a ausência absurda de criatividade dos roteiristas. Usar Brokeback Mountain é tão clichê que fica ridículo. Também, os diálogos entre os autores parece que foram retirados de um livro, muitos sequer cabem nas bocas dos atores. E a narrativa do livro que está sendo escrito é um emaranhado de "frase de efeito", vergonhoso. Difícil imaginar quem tem coragem de produzir algo assim. Ainda mais quando tudo tem versão em inglês, então gera espanto imaginar que alguém no exterior venha a assistir essa séria e considere que esse é o nível das produções brasileiras. Péssimo e perda de tempo!
Fauda (3ª Temporada)
4.1 34 Assista AgoraPoderia dizer que a série segue a mesma linha das demais temporadas, mas creio que não, pois parece que os roteiristas ficaram preguiçosos e lançaram mão de tantas facilidades para resolver problemas na trama que tem hora que fica inverossímil demais até para ficção. Há uma quantidade tão grande de coincidências, que a "percepção dos fatos" por parte da equipe de assassinos israelenses torna-se fenomenal. Eles não erram nunca. Mas fora isso, a série aposta no mesmo, ou seja, trata-se de um "filme de máfia". A organização criminosa, o Estado de Israel, mantém várias equipes de extermínio e acompanhamos a ação de uma delas. Criminosos, assassinos que não têm qualquer valor humano, matam com o profissionalismo que uma boa escola formou. Mas para contrabalançar a personalidade desses assassinos, nos apresentam suas famílias, seus filhos, seus dramas familiares. A mesma fórmula das temporadas anteriores. Tudo milimetricamente montado para serem personagens carismáticos. Mas nesse caso, fica muito difícil "torcer para esses assassinos", pois eles matam premeditadamente. Também, outro aspecto difícil de aceitar é que os palestinos do Hamas são mostrados como personagens idiotas e tecnicamente (aspectos militares) incompetentes. Em situações com dezenas de membros do Hamas, eles erram mais tiros do que filme de Rambo. Também, voltando ao roteiro, eles ajeitam qualquer coisa para a trama avançar. Como exemplo, o
militante do Hamas, que tinha sofrido um atentado no qual sua família havia morrido, depois, numa mensagem do telefone dele, descobre-se que a filha dele sobreviveu e ele se torna um colaboracionista para que pudessem entrar numa fortaleza em Rafah.
Um estado que, numa cena, exalta para o filho de pouco mais de dez anos que havia perdido o pai, que ele havia sido um herói por ter entrado em Gaza e assassinado diversos palestinos.
O Espião
4.2 53 Assista AgoraÉ inegável que se trata de um filme tecnicamente bom. Muito boa interpretação do Sacha Baron Cohen, fotografia bem marcante e bonita, direção de arte cuidadosa, enfim, cabem diversos elogios. Mas o mais complicado ao assistir essa série é que a maneira com que o roteiro a desenvolve, tenta construir um herói, sendo que se trata de um grande criminoso. Daí a qualidade técnica do roteiro, mas seu desserviço, pois exalta o tipo de ação do Estado de Israel. O espião vivido por Cohen é mostrado como uma pessoa que só tem valores e integridade e o roteiro toma muito cuidado para que nas menores ações que ele pudesse cometer que poderia desconstruir seu caráter, logo apresenta inúmeras situações para justificá-las. Mesmo em detalhes mínimos, o roteiro esconde fatos. P
or exemplo, para reforçar seu caráter monogâmico (nunca vi isso em filmes de espiões, por ser irreal), sequer vemos o espião Kamel beijando um mulher. Então, apesar de essa situação lhe gerar alguns constrangimentos na série, quando assume o relacionamento com a filha do amigo, parecem amigos.
Apache, A Vida de Carlos Tévez
3.6 9 Assista AgoraÉ tão caricato que chega a ser constrangedor. Diálogos que parecem se inspirar em novelas mexicanas e as interpretações superam qualquer limite do aceitável. É péssimo. Os atores são horríveis e assistir até o fim chega a ser uma luta. Esse diretor e produtores deveriam assistir Cidade de Deus para entenderem como mostrar um ambiente como aquele que vivem sem ser caricato. Horrível!!! Vergonha pensar que o mesmo país que produz os filmes de Darín, faz isso.
O Mecanismo (1ª Temporada)
3.5 525 Assista AgoraAinda que seja uma série patética por seu cunho ideológico e não apresentar isso de maneira isenta os fatos, pois alguns dirão que o diretor constrói um panorama amplo da corrupção e inclusive faz críticas à oposição, é notório que ele somente lança mão desse recurso para pseudojustifjcar seu argumento. Duas cenas mostrando a oposição e 8 episódios de 50 minutos para o restante de seu argumento. Mas deixando de lado esse aspecto ideológico de manipular a história, a série é fraca por sua deficiência em construir personagens além da caricatura. Alguns poderão dizer que "eles eram assim" mas quando expostos na tela parecem piada, e, nesse caso, o diretor deveria ter dosado melhor a interpretação. Também, o personagem de Selton Mello é a coisa mais aberrativa que poderia existir. Não por sua gana por vingança, mas pela sua falta de veracidade. O ator até tenta dar profundidade aos aspectos psicólogicos do personagem, mas não faz sentido. Uma vingança que chega a tamanho absurdo que se perde em sim. A capacidade que o personagem tem de interferir na investigação é algo que soa como uma piada. Um personagem inverossímil. Sua família é o que há de mais patético e estereotipado nesses tipos de filmes. A mulher dele não faz qualquer sentido na trama, mais se parece com um personagem de The Walking Dead, uma zumbi. E, para piorar, a maneira com que o personagem de Selton Mello "descobre" como funciona "o mecanismo", lembrou as soluções de "Maria do Bairro", um clássico das novelas mexicanas. Bom, é uma somatória de personagens e situações que somente mostram que o que o diretor queria mesmo era fazer uma obra panfletário e ter Selton Mello no elenco a qualquer preço, se não como o juiz patético da série, como um vingador (a cena final poderia até ser uma alusão ao Batman Dark Knight, um herói que o país precisa, ainda que não seja o que ela merece). A única parte boa da série é sua qualidade técnica, mas isso já seria de se esperar com a quantidade de dinheiro que a Netflix colocou na produção. Padilha usa recursos da Netflix para começar a propaganda eleitoral desse ano. Esperava-se mais de um diretor que tanto se destacou e que criou Narco, além de Tropa de Elite, etc.
Designated Survivor (2ª Temporada)
3.5 31 Assista AgoraUma dificuldade muito grande em continuar assistindo essa segunda temporada. Na primeira os personagens eram mais interessantes e a trama gerava expectativa, nessa segunda, além de termos personagens que praticamente se tornaram figurantes, as tramas se resolvem em cada capítulo e por isso, são de uma superficialidade ímpar. Tudo parece que acontece e se resolve como um passe de mágica. E o pior, esse presidente é algo patético, os posicionamentos buscam fazer um contraponto ao que Kevin Spacey fazia em House of Cards. Mas nesse caso, o "bom mocismo" do personagem de Kiefer Sutherland beira o surreal. No intuito de "defender os valores estadunidenses" ele praticamente faz discursos moralistas. Muito cansativo. A série se perdeu no formato e hoje o grande desafio é ver se dá para aguentar chegar até o final.