Minhas expectativas estavam baixíssimas pois fui assistir com a zoada da nota 27 no rotten tomatoes na cabeça. Estava esperando uma bomba e, céus, que grata surpresa! Não sou fã-base do Rei do Pop. Eu sou cinéfilo de gostar muitos clássicos e filmes cults. Mesmo com todos os defeitos, gostei de Bohemian Rapsody, da mesma produtora. Mas este conseguiu ser superior… Não somente pela estatura do Michael, mas porque fizeram um filme belo, com um personagem sensível e que tem o Bem como sua linha guia. É uma resposta a insensibilidade que existe na sociedade e a arte, a busca pela perfeição, onde o feio e a desconstrução são exaltadas, aparece alguém que reverência o belo e a verdade. Isso, pra mim, foi um acerto. Michael aqui não é um “santo”, mostram suas vaidades, seus dilemas - a relação com o pai não foi tão aprofundada mas é uma linha narrativa que permeia todo o filme. E suficiente. Quanto às críticas: as primeiras denúncias aconteceram cerca de 5 anos depois da cronologia onde termina o filme. E quando o filme já estava pronto, encontraram cláusulas contratuais da década de 90 (por parte dos acusadores) que proibiam qualquer representação cinematográfica. Tiveram de refilmar o filme.
A escolha do diretor e do roteirista pra mim foram perfeitas: um filme que até nossos filhos pequenos poderão assistir, na altura do legado que Michael merece. Jatar está idêntico e é seu primeiro trabalho - numa atuação digna de ser lembrada no Oscar. É uma homenagem ao Rei do Pop - e ele fez e viveu muita coisa. Se fosse abordar tudo com profundidade seria uma quadrilogia. Do jeito que está, com todas as decisões de “correr” em alguns momentos o filme ainda precisará de uma segunda parte… Imagine. Se fosse uma série de TV, sim, talvez tivesse a profundidade que alguns estão exigindo.
Mas, ao meu ver, nasce um clássico. Michael Jackson, o mundo te redimiu! E as mentiras contra você foram caindo pouco a pouco. “Antes de me criticar, busque fortemente me amar”.
Ta de brincadeira que essa bomba tá sendo considerada boa.
Dramalhão, atuações exageradas, roteiro raso e expositivo. Cliffhangers artificiais… Certamente é como "uma minissérie da HBO pra a geração 'La Casa de Papel'". No final, temos uma novela mexicana dos EUA.
P.s.: o final não é lá essas coisas toda, como uma apoteose que estamos já acostumados em séries megalomaníacas. Mas é o final pé no chão que precisamos.
Olha… Me surpreendi com o filme. Pra um terror, ele é longo. Duas horas. E passa rapidinho, não pesa, funcionado muito bem sua estrutura em capítulos. Todos os personagens são interessantes e, acima de tudo, ele não considera a audiência burra. Muita coisa ele “explica sem explicar”, ou seja, mostra só um pouco e nós tiramos nossa conclusão.
A direção é muito boa, a câmera a espreita também é boa. Os ângulos são muito bem pensados. O final é interessante é um terror com história, escala, que não fica se servindo de jumpscare, apesar de ter. Excelente experiência
Eu gostaria de ter gostado mais. Em algum momento ela tenta ser um thriller, em outros uma montagem meio “cidade de Deus” do Pará. Uma trilha sonora meio Safdie Brothers, inclusive com escolhas que lembram eles. Mas, infelizmente, temos um problema de Direção de Atores aqui… De atuação.
Chega a ficar difícil de engolir muitas cenas, do tanto que são complicadas de assistir… Por conta da atuação.
Além disto, existe o primeiro episódio, que é excelente… E, a cada episódio, o roteiro vai caindo e caindo e caindo… A ponto do último episódio ser um gigante “fã Service”, escolhas clichês e sem muito nexo… Enfim.
Poderia ser a melhor série do ano. Mas o assunto é extremamente necessário. Infelizmente, se torna algo como Fernando Meirelles dizendo ao mundo “este é meu filho”… E podia ser muito mais que isso, se fosse um pouco mais trabalhada. Muitas escolhas ruins ao longo do processo.
É um filme que até sua metade cumpre como um filmaço biográfico, falando das dores e história de um grande artista. Sua relação familiar… e tensão sexual.
Infelizmente, da metade pra o final, o filme deixa de focar no artista e foca somente em seus “romances”… extravasando na tela, graficamente, pulando momentos importantíssimos da vida do cantor. Simplesmente, por focar demais (exclusivamente) e de maneira extremamente gráfica nas suas relações… O filme mostra que o foco principal narrativo não é o movimento artístico, mas, sim, a extravagância e homossexualidade do Ney Matogrosso. Como se, inclusive, sua vida se resumisse a isto.
Ele perde uma grande chance de desconstruir o estereótipo. Perde de mostrar que a homossexualidade é apenas uma face do Ney e transforma, simplesmente, em sua vida toda.
Imagine uma série Senna sem corridas, apenas com suas relações sexuais. Imagine o filme Bohemian Rapsody sem os momentos chave do artista… Apenas sobre os “casos” do Freddy. Aqui, temos isto da metade pro final. A única “relevância” artística que ele traz é, de fato, o momento que justifica o nome do filme. Inclusive, a escolha do nome é revelador: ele quer ser um filme de um homossexual falando a respeito da homossexualidade… E não, de fato, do “Ney”, homem, artista, pensador, ser… Que é muito mais que isso. Muito mais, inclusive como uma pessoa espiritualizada que ele é, pra quem o conhece, que já experimentou a Ayahuasca e tantas experiências vividas que vão além de seus lençóis e quem ele já levou pra cama.
O filme decide que não quer falar do Ney artista, como uma escolha biográfica. Ele quer falar do Ney homossexual. E exclusivamente sobre isto. E, para isto, ele decide - de maneira gráfica - mostrar… E se não mostrou uma vez, mostra duas. E se não mostrou duas, três… Quatro… Cinco… Seis… Caminhando por um fio narrativo que, pra quem cresceu achando Ney um homem discreto, como muitos tiveram essa sensação, sai com a impressão de que ele era um depravado e extremamente focado somente no quesito sexual.
Ao fim, a relação com Marco que é um ponto chave da história do Ney, como ele mesmo disse, que sentiu seu espírito ser graduado. Obviamente tinha que estar lá.
Mas acaba sendo “mais um” dos muitos e muitos casos… Em um mundo onde “ninguém é de ninguém”, o filme decide focar demais (e exclusivamente) nisso.
Esse filme é maravilhoso. Encontrei ele através da lista dos mais bem votados no ROtten Tomatoes na área de Família. Decidi dar uma chance.
Chorei com o final. Filme lindo... "Cristão sem ser católico/evangélico", digamos assim. Fala sobre Amor, acima de tudo... E o maior plot twist são os créditos. Quem viu, viu.
Se você não gosta do gênero AVENTURA. Se não gosta de Os Goonies, Conta Comigo, Gremlins, Planeta do Tesouro… filmes de aventura dos anos 80 e 90, que eram “o máximo” na época pra toda a família… inclusive no episódio 5 com homenagem a Indiana Jones… sem dúvida isso NÃO É PRA VOCÊ.
Mas se você gosta disto… quer algo leve, entretenimento pra a família, filhos, introdução ao star wars… ou simplesmente cresceu assistindo a estes filmes… isso aqui é um 10/10.
Não adianta você achar que uma geração tiktok - ou alguém amargurado - vai gostar dos Goonies. São mundos diferentes. É por isto que essa obra, infelizmente, está com esta nota baixa… as pessoas procuram um interestelar e acharam uma série dos anos 90 rsrs
Fim da segunda temporada… Temos um novo “Lost”, galera. A construção dessa série em termos de suspense lembra muito, e é muito bom esse Universo de “fallout sério”.
Mas é o seguinte: essa temporada só tem “começo” e “fim”… porque o “meio” é um eterno filler. Uma barriga gigantesca que não vai te levar a lugar nenhum… e nem adiciona tantas camadas no decorrer da história. Pior que nem da pra dizer que foi pra economizar porque sem dúvida
Michael
3.8 540Isso aqui vale um IMAX, meu povo. Só vai!
Esqueçam os críticos. Essa galera é a mesma que quis derrubar o Michael em sua vida.
Eu NÃO SOU FÃ... E é um FILMAÇO!!!!!!!
Michael
3.8 540Minhas expectativas estavam baixíssimas pois fui assistir com a zoada da nota 27 no rotten tomatoes na cabeça. Estava esperando uma bomba e, céus, que grata surpresa!
Não sou fã-base do Rei do Pop. Eu sou cinéfilo de gostar muitos clássicos e filmes cults. Mesmo com todos os defeitos, gostei de Bohemian Rapsody, da mesma produtora. Mas este conseguiu ser superior… Não somente pela estatura do Michael, mas porque fizeram um filme belo, com um personagem sensível e que tem o Bem como sua linha guia. É uma resposta a insensibilidade que existe na sociedade e a arte, a busca pela perfeição, onde o feio e a desconstrução são exaltadas, aparece alguém que reverência o belo e a verdade. Isso, pra mim, foi um acerto.
Michael aqui não é um “santo”, mostram suas vaidades, seus dilemas - a relação com o pai não foi tão aprofundada mas é uma linha narrativa que permeia todo o filme. E suficiente.
Quanto às críticas: as primeiras denúncias aconteceram cerca de 5 anos depois da cronologia onde termina o filme. E quando o filme já estava pronto, encontraram cláusulas contratuais da década de 90 (por parte dos acusadores) que proibiam qualquer representação cinematográfica. Tiveram de refilmar o filme.
A escolha do diretor e do roteirista pra mim foram perfeitas: um filme que até nossos filhos pequenos poderão assistir, na altura do legado que Michael merece. Jatar está idêntico e é seu primeiro trabalho - numa atuação digna de ser lembrada no Oscar. É uma homenagem ao Rei do Pop - e ele fez e viveu muita coisa. Se fosse abordar tudo com profundidade seria uma quadrilogia. Do jeito que está, com todas as decisões de “correr” em alguns momentos o filme ainda precisará de uma segunda parte… Imagine.
Se fosse uma série de TV, sim, talvez tivesse a profundidade que alguns estão exigindo.
Mas, ao meu ver, nasce um clássico. Michael Jackson, o mundo te redimiu! E as mentiras contra você foram caindo pouco a pouco. “Antes de me criticar, busque fortemente me amar”.
Belo filme, belo entretenimento pra toda família!
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 488 Assista AgoraMelhor filme do ano até agora. Isso é cinema..
Ele não é nenhum “blockbuster”, pelo contrário. Mas é uma grande obra de arte. Obra prima!
Uma Batalha Após a Outra
3.7 687 Assista AgoraUma carta de amor à esquerda.
Com todo o molho que poderia ter.
E olhe que eu jurava que iria amar, pois amo PTA.
Nesse ele cagou.
O Estúdio (1ª Temporada)
4.2 113 Assista AgoraApple está estupenda nisto aqui.
Fizeram, talvez, a melhor série de streaming de 2025?
Tudo Culpa Dela
4.1 326 Assista AgoraTa de brincadeira que essa bomba tá sendo considerada boa.
Dramalhão, atuações exageradas, roteiro raso e expositivo. Cliffhangers artificiais… Certamente é como "uma minissérie da HBO pra a geração 'La Casa de Papel'". No final, temos uma novela mexicana dos EUA.
Marty Supreme
3.6 380 Assista AgoraJá sabemos qual dos Safdie é o mais talentoso.
O Oscar terá um trabalhão esse ano.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 359 Assista AgoraObra prima. Apenas.
P.s.: o final não é lá essas coisas toda, como uma apoteose que estamos já acostumados em séries megalomaníacas. Mas é o final pé no chão que precisamos.
Não é o que queremos. É o que precisamos.
Task: Unidade Especial (1ª Temporada)
4.0 78 Assista AgoraMinissérie incrível. Sensível, profunda. Baseada em psicologia humana. Vale ver as cenas pós-créditos.
Não é pra apressadinhos de plantão. Isso aqui não é um produto mainstream
Uma Batalha Após a Outra
3.7 687 Assista AgoraBomba do carai. Marx for dummies.
Carta de amor ao manifestx comunistx
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 359 Assista AgoraA humanidade virou um grande CHAT GPT.
É incrível.
A Hora do Mal
3.7 1,1K Assista AgoraOlha…
Me surpreendi com o filme.
Pra um terror, ele é longo. Duas horas. E passa rapidinho, não pesa, funcionado muito bem sua estrutura em capítulos.
Todos os personagens são interessantes e, acima de tudo, ele não considera a audiência burra. Muita coisa ele “explica sem explicar”, ou seja, mostra só um pouco e nós tiramos nossa conclusão.
A direção é muito boa, a câmera a espreita também é boa. Os ângulos são muito bem pensados. O final é interessante é um terror com história, escala, que não fica se servindo de jumpscare, apesar de ter.
Excelente experiência
Difamação
4.0 135 Assista AgoraObra prima
Cenas de um Casamento
4.2 205 Assista AgoraQue doideira, cara.
Que pesado…
Que obra prima.
Pssica
3.8 73 Assista AgoraEu gostaria de ter gostado mais. Em algum momento ela tenta ser um thriller, em outros uma montagem meio “cidade de Deus” do Pará. Uma trilha sonora meio Safdie Brothers, inclusive com escolhas que lembram eles. Mas, infelizmente, temos um problema de Direção de Atores aqui… De atuação.
Chega a ficar difícil de engolir muitas cenas, do tanto que são complicadas de assistir… Por conta da atuação.
Além disto, existe o primeiro episódio, que é excelente… E, a cada episódio, o roteiro vai caindo e caindo e caindo… A ponto do último episódio ser um gigante “fã Service”, escolhas clichês e sem muito nexo… Enfim.
Poderia ser a melhor série do ano. Mas o assunto é extremamente necessário. Infelizmente, se torna algo como Fernando Meirelles dizendo ao mundo “este é meu filho”… E podia ser muito mais que isso, se fosse um pouco mais trabalhada. Muitas escolhas ruins ao longo do processo.
Vidas Passadas
4.1 964 Assista AgoraEsse filme é realmente bonito e bem feito. Não é porque o final não foi do agrado de muita gente que ele é ruim.
Um Filme Minecraft
2.6 209 Assista AgoraSaí aos 27 minutos de filme por achar que estou gastando um tempo precioso da minha vida. Prefiro ver o filme do Pelé.
O Caminho Estreito para os Confins do Norte
3.6 4 Assista AgoraObra prima. Como mais pessoas não estão falando disto?
Coração de Ferro
2.5 102 Assista Agoraay papai lacra maixxx pra eu vê
Essa série eh literalmente a tradução do “quem lacra não lucra”. O $$$ da Disney vai acabar rapidinho
Homem com H
4.2 535 Assista AgoraÉ um filme que até sua metade cumpre como um filmaço biográfico, falando das dores e história de um grande artista. Sua relação familiar… e tensão sexual.
Infelizmente, da metade pra o final, o filme deixa de focar no artista e foca somente em seus “romances”… extravasando na tela, graficamente, pulando momentos importantíssimos da vida do cantor. Simplesmente, por focar demais (exclusivamente) e de maneira extremamente gráfica nas suas relações… O filme mostra que o foco principal narrativo não é o movimento artístico, mas, sim, a extravagância e homossexualidade do Ney Matogrosso. Como se, inclusive, sua vida se resumisse a isto.
Ele perde uma grande chance de desconstruir o estereótipo. Perde de mostrar que a homossexualidade é apenas uma face do Ney e transforma, simplesmente, em sua vida toda.
Imagine uma série Senna sem corridas, apenas com suas relações sexuais. Imagine o filme Bohemian Rapsody sem os momentos chave do artista… Apenas sobre os “casos” do Freddy. Aqui, temos isto da metade pro final. A única “relevância” artística que ele traz é, de fato, o momento que justifica o nome do filme. Inclusive, a escolha do nome é revelador: ele quer ser um filme de um homossexual falando a respeito da homossexualidade… E não, de fato, do “Ney”, homem, artista, pensador, ser… Que é muito mais que isso. Muito mais, inclusive como uma pessoa espiritualizada que ele é, pra quem o conhece, que já experimentou a Ayahuasca e tantas experiências vividas que vão além de seus lençóis e quem ele já levou pra cama.
O filme decide que não quer falar do Ney artista, como uma escolha biográfica. Ele quer falar do Ney homossexual. E exclusivamente sobre isto. E, para isto, ele decide - de maneira gráfica - mostrar… E se não mostrou uma vez, mostra duas. E se não mostrou duas, três… Quatro… Cinco… Seis… Caminhando por um fio narrativo que, pra quem cresceu achando Ney um homem discreto, como muitos tiveram essa sensação, sai com a impressão de que ele era um depravado e extremamente focado somente no quesito sexual.
Ao fim, a relação com Marco que é um ponto chave da história do Ney, como ele mesmo disse, que sentiu seu espírito ser graduado. Obviamente tinha que estar lá.
Mas acaba sendo “mais um” dos muitos e muitos casos… Em um mundo onde “ninguém é de ninguém”, o filme decide focar demais (e exclusivamente) nisso.
O Melhor Espetáculo de Natal de Todos os Tempos
3.4 14 Assista AgoraEsse filme é maravilhoso. Encontrei ele através da lista dos mais bem votados no ROtten Tomatoes na área de Família. Decidi dar uma chance.
Chorei com o final. Filme lindo... "Cristão sem ser católico/evangélico", digamos assim. Fala sobre Amor, acima de tudo... E o maior plot twist são os créditos. Quem viu, viu.
Assista com sua família.
Star Wars: Skeleton Crew (1ª Temporada)
3.6 44 Assista AgoraSe você não gosta do gênero AVENTURA. Se não gosta de Os Goonies, Conta Comigo, Gremlins, Planeta do Tesouro… filmes de aventura dos anos 80 e 90, que eram “o máximo” na época pra toda a família… inclusive no episódio 5 com homenagem a Indiana Jones… sem dúvida isso NÃO É PRA VOCÊ.
Mas se você gosta disto… quer algo leve, entretenimento pra a família, filhos, introdução ao star wars… ou simplesmente cresceu assistindo a estes filmes… isso aqui é um 10/10.
Não adianta você achar que uma geração tiktok - ou alguém amargurado - vai gostar dos Goonies. São mundos diferentes. É por isto que essa obra, infelizmente, está com esta nota baixa… as pessoas procuram um interestelar e acharam uma série dos anos 90 rsrs
Silo (2ª Temporada)
3.8 130 Assista AgoraFim da segunda temporada… Temos um novo “Lost”, galera. A construção dessa série em termos de suspense lembra muito, e é muito bom esse Universo de “fallout sério”.
Mas é o seguinte: essa temporada só tem “começo” e “fim”… porque o “meio” é um eterno filler. Uma barriga gigantesca que não vai te levar a lugar nenhum… e nem adiciona tantas camadas no decorrer da história. Pior que nem da pra dizer que foi pra economizar porque sem dúvida
aqueles mil episódios da Elizabeth tateando no novo silo escuro
Seria perfeito se a série rendesse um desenvolvimento mais forte e não enrolasse tanto,
Babygirl
2.7 497 Assista AgoraUm filme que veio direto do Wattpad "A CEO e o Estagiário" kkk