Marty Supreme não é uma experiência confortável, e essa é exatamente a sua maior virtude. É um épico esportivo sujo, anticomercial em sua essência frenética e ancorado por uma das performances mais elétricas do cinema recente. Josh Safdie prova que consegue transitar para produções maiores sem perder o pulso suado do cinema independente do que o consagrou. O grande triunfo do filme é, sem dúvida, a entrega absoluta de Timothée Chalamet. Longe dos papéis de herói trágico ou jovem melancólico que marcaram parte de sua carreira, Chalamet cria aqui um personagem profundamente espinhoso. Marty é impossível de amar e difícil de defender: ele é trapaceiro, egoísta, narcisista e obcecado por uma grandeza que ele mesmo mal sabe como traduzir em algo construtivo.
O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, é uma obra instigante do cinema brasileiro recente. Em vez de um thriller de espionagem convencional, o filme se apresenta como uma meditação sobre memória, trauma histórico e paranoia cotidiana nos últimos anos da Ditadura Militar no Brasil. O Agente Secreto é o cinema autoral de altíssima qualidade técnica e política, usando o cinema não só para contar o passado, mas para questionar como nos lembramos dele. Mas tem o pontos fracos: O filme constrói sua tensão de forma lenta e atmosférica, distante da dinâmica tradicional de suspense ou thriller de espionagem. Em determinados trechos, a narrativa desacelera demasiadamente, o que pode passar a sensação de arrasto ou redundância no meio do enredo.
Subtramas desfocadas, o roteiro insere diversos elementos do cotidiano, folclore local (como a lenda da "perna cabeluda") e personagens secundários.
A direção prefere sugerir ou deixar eventos sem explicação explícita, o que incomoda quem busca resoluções diretas para todos os conflitos apresentados. A conclusão da história opta pelo tom melancólico e realista sobre o apagamento da memória histórica. Em vez de um fechamento grandioso, o desfecho pode soar abrupto ou seco para quem busca uma resolução mais tradicional.
A minissérie animada Marvel Zombies (2025) entrega um entretenimento visceral e estiloso ao adaptar o horror e a violência das HQs clássicas do Multiverso para a Disney+. Visual e Violência (TV-MA): Animação marcante que explora o gore sem medo e usa o poder dos super-heróis de forma grotesca e criativa. Elenco de Sobreviventes: Ótima dinâmica entre os heróis humanos (Kamala Khan, Shang-Chi, Kate Bishop e Yelena Belova).
Ritmo Apressado: Com apenas 4 episódios, o curto tempo de tela prejudica o desenvolvimento dos personagens e a carga dramática das perdas. Falta de Horror Psicológico: Prefere hordas de zumbis convencionais em vez de explorar heróis conscientes e culpados como nas HQs originais.
Final Inconclusivo: Encerra com um cliffhanger que parece mais um prólogo do que uma história completa. Um espetáculo visual violento e divertido, mas narrativamente truncado e hesitante em abraçar o niilismo do material original.
Particularmente eu gostei, chato são os fãs que não querem algo novo. Mas sim mais do mesmo tirado de HQ.
Verity, de Colleen Hoover, é mais um **fast-paced psychological** do que um thriller sofisticado.
O filme é viciante e fluido, e a premissa de uma escritora lendo a autobiografia perturbadora de outra cria curiosidade imediata. A atmosfera de paranoia na mansão dos Crawford segura a tensão, e a ambiguidade moral dos personagens dá dinamismo à trama.
O que falha? as cenas eróticas explícitas e repetitivas quebram o suspense, e o enredo depende de conveniências e decisões pouco convincentes dos personagens. O final polêmico ("Manuscrito vs. Carta") é apressado e deixa lacunas na coerência psicológica.
Ótimo como entretenimento escapista, mas fraco em personagens, temas e resolução do mistério. Prende pela curiosidade, mas não resiste a uma análise de profundidade ou de técnica de suspense.
Deixa um grande X da questão, Verity Crawford é ou não é culpada. Acreditar em falácias da nisso, é preciso ter provas de verdade.
Uma Batalha Após a Outra é um filme ambicioso e polarizador que mistura thriller político, comédia satírica e drama familiar. A direção virtuosa de Paul Thomas Anderson,
com destaque para a perseguição de carros no terceiro ato, e as atuações de DiCaprio (um ex-extremista chapado e desajeitado), Teyana Taylor, Sean Penn (um vilão patético e assustador) e Chase Infiniti, que dá humanidade à relação entre pai e filha.
A sátira política é desigual e, por vezes, superficial ou panfletária, e alguns arcos dramáticos são resolvidos de forma apressada no terço final. O filme divide opiniões. Para uns, é uma obra-prima caótica e hilária; para outros, um épico longo e hiper estimado. Seu maior acerto está no afeto entre pais e filhos em meio ao caos. Eu gostei muito do filme.
Não é um desastre, mas tão pouco é a revolução que os fãs mais puristas esperavam para o retorno de Star Wars às salas de cinema. Ele entrega exatamente o que promete: uma aventura divertida, simpática, visualmente rica graças aos seus efeitos práticos e focada naquilo que a franquia tem de mais seguro comercialmente. Não é uma expansão ambiciosa da mitologia dos Jedi e dos Sith com reviravoltas revolucionárias, o filme é o reencontro de personagens queridos em uma jornada despretensiosa e cheia de ação galáctica.
Reacher continua sendo uma opção divertida e eficiente de entretenimento para quem busca ação sem rodeios. No entanto, a saturação de clichês do gênero e o desenvolvimento irregular dos coadjuvantes a colocam abaixo do nível atingido pela primeira temporadas.
A atriz Agnez Mo tem 1,65 m de altura e pesa aproximadamente 52 kg e Anggun tem 1,63 m de altura e seu peso estimado é de aproximadamente 54 kg não dão conta e nem dificuldade para um honem do tamanho de Alan Ritchson que tem 1,88 m a 1,95 m de altura (dependendo da fonte oficial) e pesa cerca de 106 kg. Luta final
Entrega exatamente o que os fãs esperavam: um encerramento eletrizante, emocionante e visualmente espetacular. É uma celebração do cinema de ação blockbuster e um testemunho do compromisso inabalável de Tom Cruise com o entretenimento nas telonas.
É uma adição visceral, barulhenta e visualmente marcante ao universo de Evil Dead. Sébastien Vaniček entrega um banho de sangue eficiente e aterrorizante que faz jus à franquia, ainda que sacrifique parte do aprofundamento emocional em prol da carnificina desenfreada. Para os amantes do horror puro e do gore estilizado, é um prato cheio.
É um entretenimento familiar agradável, colorido e musicalmente envolvente. Contudo, permanece a sensação de que a Disney preferiu revisitar uma fórmula vencedora a explorar novas possibilidades criativas. Uma viagem bonita de acompanhar, mas que dificilmente supera o encanto e a espontaneidade da animação original. Catherine Laga'aia: A jovem estreante assume o papel titular com brilho e naturalidade. Dwayne "The Rock" Johnson retorna ao papel do semideus Maui, mas a transição da voz animada para o corpo físico em tela carece de certa energia e espontaneidade, soando por vezes engessada perante o tom caricato do personagem. As composições originais de Lin-Manuel Miranda e Opetaia Foa'i ganham arranjos orquestrais e étnicos ainda mais robustos. Funciona bem como entretenimento familiar de verão e apresentação de um grande novo talento ao cinema, mas falha em justificar sua existência além do apelo financeiro.
É uma obra-prima da fantasia prática que ganha camadas à medida que o espectador envelhece. O filme transmite uma mensagem fundamental: crescer significa assumir responsabilidades, mas isso não exige que abandonemos a imaginação ou a magia da infância. Um clássico atemporal que continua a encantar diferentes gerações.
O longa mistura o clima nostálgico das aventuras infantojuvenis dos anos 80 com tensão e terror de sobrevivência, ao colocar uma família comum — sem preparo ou suprimentos — presa em um ambiente pré-histórico. Pontos Fortes: Em vez de cientistas e mercenários, uma família vulnerável é jogada no perigo, gerando senso constante de ameaça. Mitchell constrói suspense eficiente e sequências genuinamente aterrorizantes com predadores pré-históricos. Atuação de Anne Hathaway: magnética como matriarca, equilibrando desespero e instinto de proteção, dando peso emocional ao filme. Pontos Fracos Visual e ritmo: ágil e enxuto, com ação inventiva que aproveita bem o contraste entre subúrbio moderno e selva pré-histórica. Excesso de estilo: uso recorrente de recursos como o dióptro dividido soa deslocado e quebra o fluxo de cenas simples.
A filha mais velha deduz teorias de física quântica rápido demais, resolvendo o mistério de forma conveniente.
O equilíbrio entre aventura familiar estilo Amblin e suspense assustador pode ser intenso demais para crianças pequenas. O filme não reinventa o gênero, mas entrega entretenimento sólido, divertido e surpreendentemente tenso — um ótimo "blockbuster de fim de semana", sustentado pela atuação de Hathaway e por uma direção que não teme assustar.
O filme oferece uma simulação de corrida de duas horas e meia de altíssima qualidade, e Brad Pitt, com quase 60 anos, ainda exala muito carisma na tela. É um excelente "evento cinematográfico", tem pouca profundidade dramática ou uma análise real do esporte. As corridas tem momentos altamente empolgantes com as estratégias do Sony, um filme excepcional.
Dia dos Namorados Macabro 3D não tenta reinventar o gênero do terror, muito menos impressionar com uma trama complexa ou um suspense elaborado. Sua proposta é simples: proporcionar uma experiência brutal, divertida e repleta de sangue. Com assassinatos violentos, cenas impactantes e aquela atmosfera característica dos filmes de terror dos anos 2000, o longa aposta na nostalgia e no exagero para conquistar o público. Pode não ser uma obra-prima do gênero, mas cumpre muito bem seu papel de entreter, especialmente quem aprecia um bom slasher à moda antiga.
Com uma ação brutal e coreografias elevadas, confronto político e moral, atuações de destaque e participações do MCU sem apelo excessivo ao nostálgico. Tem uma escrita mais coesa e direção segura, a 2ª temporada de Demolidor: Renascido consegue encontrar sua própria identidade narrativa. O consenso geral é que o show entregou uma das propostas de televisão mais maduras e envolventes da Marvel nos últimos anos.
Sobrenatural: Agora Entre Nós funciona como um entretenimento de terror comercial leve, aproximando-se quase de uma "fantasia sombria" ou aventura paranormais do que de um filme horror de fato. Ele traz fôlego ao propor novos conceitos para a mitologia criada por James Wan, mas falha em entregar o clima de pavor que consagrou o primeiro longa. É um passatempo honesto para quem busca diversão sem grandes sobressaltos no cinema, mas que deixa a sensação de que o universo de Insidious já espremeu grande parte de seu potencial assustador. Mas o final é muito bom.
Uma das adições mais revigorantes à franquia em anos. Ao focar no que a saga tem de melhor — guerreiros testando seus limites contra um caçador intergaláctico —, o filme entrega entretenimento puro, violento e ágil. É uma demonstração clara de que a animação é um terreno fértil e promissor para explorar contos de ficção científica e ação sem limitações.
Pode não revolucionar o gênero da comédia dramática de fantasia, mas atinge com precisão seu objetivo principal: entregar um reencontro acolhedor e afetuoso para alguns telespectadores, comigo não funcionou assim. Para os fãs do longa original de 1998, é uma viagem nostálgica funcional e charmosa; para novos espectadores, uma leve e simpática celebração da união familiar. A reunião do elenco, mensagem centrada no afeto e a construção de clima deixam o enredo do longa mais forte. Já o roteiro previsível e atravancado com a falta de tensão dramática real se tornam o ponto fraco do roteiro.
Cumpre com maestria sua proposta de dar um verdadeiro "reboot emocional" à franquia. É um filme corajoso, mais sombrio do que seus antecessores e focado no essencial: o que realmente faz de Peter Parker o herói mais humano do cinema. Tem uma "Ação Tátil e Pés no Chão", "Profundidade Psicológica" e "Integração Orgânica do Universo Marvel". O problema é que a tentativa de lidar com a máfia urbana, a aparição do Justiceiro, o dilema com o Hulk/Banner e o arco mutante de Jean Grey pode parecer sobrecarregada no segundo ato, exigindo um ritmo acelerado que corta momentos de respiro.
Milly Alcock é o grande trunfo da produção. Distanciando-se do otimismo luminoso do Superman, sua Kara Zor-El é marcada pelo trauma de ter visto Krypton morrer lentamente. Alcock entrega uma atuação visceral, equilibrando raiva, cinismo, rebeldia e vulnerabilidade. A química com o elenco e o tom rude da personagem sustentam boa parte do interesse na jornada. O filme ganha pontos ao assumir uma estética crua, misturando elementos de faroeste espacial e ficção científica suja. Há uma tentativa clara de distanciar o longa da assepsia de outros blockbusters, apostando em batalhas de bar, cenários poeirentos e uma protagonista imperfeita. Onde o filme falha é na construção narrativa e na escolha dos antagonistas. O vilão Krem é genérico e subaproveitado, servindo mais como um catalisador preguiçoso para a viagem do que como uma ameaça real. Apesar do vasto universo cósmico à disposição, a direção de arte peca pela falta de variedade visual nos diferentes planetas visitados.
aquela insistência de atira na cabeça porque não morre em outro lugar do corpo é irritante. Sabemos que órgãos vitais existem vários no tórax e um projétil penetra o organismo gerando dois tipos de danos. A cavidade permanente e a cavidade temporária, então o próprio filme erra colocando os vilões como um tipo de super-humanos que só morrem com tiro na cabeça. Roteiro preguiçoso.
Depois do fenômeno indie Milk & Serial, Curry Barker acerta novamente. O terror psicológico "Obsessão" (Obsession, 2026) é um dos filmes de tensão mais desconfortáveis e comentados do ano. Acertaram na subversão do clichê romântico, subverte a lógica do "garoto persistente" apaixonado: em vez de romantizar a insistência de Bear, o filme o coloca no papel de antagonista e arquiteto de sua própria desgraça. Não gostei dele e fui contra todas as atitudes o filme inteiro. Ótima atmosfera e direção incomodativa, enquadramentos, humor ácido. Mas tem erro, furos de roteiro e falta de profundidade. lógica de funcionamento do objeto sobrenatural é tão aberta que cria inconsistências incômodas. Algo que o próprio diretor admitiu publicamente em entrevistas ser um "furo de roteiro que não faz muito sentido". Obsessão compensa sua falta de profundidade dramática com uma direção de ritmo impecável e uma das experiências mais angustiantes e cruéis do cinema de terror em 2026.
Marty Supreme
3.6 387 Assista AgoraMarty Supreme não é uma experiência confortável, e essa é exatamente a sua maior virtude. É um épico esportivo sujo, anticomercial em sua essência frenética e ancorado por uma das performances mais elétricas do cinema recente. Josh Safdie prova que consegue transitar para produções maiores sem perder o pulso suado do cinema independente do que o consagrou.
O grande triunfo do filme é, sem dúvida, a entrega absoluta de Timothée Chalamet. Longe dos papéis de herói trágico ou jovem melancólico que marcaram parte de sua carreira, Chalamet cria aqui um personagem profundamente espinhoso. Marty é impossível de amar e difícil de defender: ele é trapaceiro, egoísta, narcisista e obcecado por uma grandeza que ele mesmo mal sabe como traduzir em algo construtivo.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraO Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, é uma obra instigante do cinema brasileiro recente. Em vez de um thriller de espionagem convencional, o filme se apresenta como uma meditação sobre memória, trauma histórico e paranoia cotidiana nos últimos anos da Ditadura Militar no Brasil.
O Agente Secreto é o cinema autoral de altíssima qualidade técnica e política, usando o cinema não só para contar o passado, mas para questionar como nos lembramos dele.
Mas tem o pontos fracos:
O filme constrói sua tensão de forma lenta e atmosférica, distante da dinâmica tradicional de suspense ou thriller de espionagem.
Em determinados trechos, a narrativa desacelera demasiadamente, o que pode passar a sensação de arrasto ou redundância no meio do enredo.
Subtramas desfocadas, o roteiro insere diversos elementos do cotidiano, folclore local (como a lenda da "perna cabeluda") e personagens secundários.
A direção prefere sugerir ou deixar eventos sem explicação explícita, o que incomoda quem busca resoluções diretas para todos os conflitos apresentados.
A conclusão da história opta pelo tom melancólico e realista sobre o apagamento da memória histórica. Em vez de um fechamento grandioso, o desfecho pode soar abrupto ou seco para quem busca uma resolução mais tradicional.
Marvel Zumbis
3.4 45 Assista AgoraA minissérie animada Marvel Zombies (2025) entrega um entretenimento visceral e estiloso ao adaptar o horror e a violência das HQs clássicas do Multiverso para a Disney+.
Visual e Violência (TV-MA): Animação marcante que explora o gore sem medo e usa o poder dos super-heróis de forma grotesca e criativa.
Elenco de Sobreviventes: Ótima dinâmica entre os heróis humanos (Kamala Khan, Shang-Chi, Kate Bishop e Yelena Belova).
Ritmo Apressado: Com apenas 4 episódios, o curto tempo de tela prejudica o desenvolvimento dos personagens e a carga dramática das perdas.
Falta de Horror Psicológico: Prefere hordas de zumbis convencionais em vez de explorar heróis conscientes e culpados como nas HQs originais.
Final Inconclusivo: Encerra com um cliffhanger que parece mais um prólogo do que uma história completa.
Um espetáculo visual violento e divertido, mas narrativamente truncado e hesitante em abraçar o niilismo do material original.
Particularmente eu gostei, chato são os fãs que não querem algo novo. Mas sim mais do mesmo tirado de HQ.
Verity
3.0 190Verity, de Colleen Hoover, é mais um **fast-paced psychological** do que um thriller sofisticado.
O filme é viciante e fluido, e a premissa de uma escritora lendo a autobiografia perturbadora de outra cria curiosidade imediata. A atmosfera de paranoia na mansão dos Crawford segura a tensão, e a ambiguidade moral dos personagens dá dinamismo à trama.
O que falha? as cenas eróticas explícitas e repetitivas quebram o suspense, e o enredo depende de conveniências e decisões pouco convincentes dos personagens. O final polêmico ("Manuscrito vs. Carta") é apressado e deixa lacunas na coerência psicológica.
Ótimo como entretenimento escapista, mas fraco em personagens, temas e resolução do mistério. Prende pela curiosidade, mas não resiste a uma análise de profundidade ou de técnica de suspense.
Deixa um grande X da questão, Verity Crawford é ou não é culpada. Acreditar em falácias da nisso, é preciso ter provas de verdade.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 692 Assista AgoraUma Batalha Após a Outra é um filme ambicioso e polarizador que mistura thriller político, comédia satírica e drama familiar.
A direção virtuosa de Paul Thomas Anderson,
com destaque para a perseguição de carros no terceiro ato, e as atuações de DiCaprio (um ex-extremista chapado e desajeitado), Teyana Taylor, Sean Penn (um vilão patético e assustador) e Chase Infiniti, que dá humanidade à relação entre pai e filha.
A sátira política é desigual e, por vezes, superficial ou panfletária, e alguns arcos dramáticos são resolvidos de forma apressada no terço final.
O filme divide opiniões. Para uns, é uma obra-prima caótica e hilária; para outros, um épico longo e hiper estimado. Seu maior acerto está no afeto entre pais e filhos em meio ao caos.
Eu gostei muito do filme.
Star Wars: O Mandaloriano e Grogu
3.5 105 Assista AgoraNão é um desastre, mas tão pouco é a revolução que os fãs mais puristas esperavam para o retorno de Star Wars às salas de cinema. Ele entrega exatamente o que promete: uma aventura divertida, simpática, visualmente rica graças aos seus efeitos práticos e focada naquilo que a franquia tem de mais seguro comercialmente.
Não é uma expansão ambiciosa da mitologia dos Jedi e dos Sith com reviravoltas revolucionárias, o filme é o reencontro de personagens queridos em uma jornada despretensiosa e cheia de ação galáctica.
Reacher (4ª Temporada)
3.7 72Reacher continua sendo uma opção divertida e eficiente de entretenimento para quem busca ação sem rodeios. No entanto, a saturação de clichês do gênero e o desenvolvimento irregular dos coadjuvantes a colocam abaixo do nível atingido pela primeira temporadas.
A atriz Agnez Mo tem 1,65 m de altura e pesa aproximadamente 52 kg e Anggun tem 1,63 m de altura e seu peso estimado é de aproximadamente 54 kg não dão conta e nem dificuldade para um honem do tamanho de Alan Ritchson que tem 1,88 m a 1,95 m de altura (dependendo da fonte oficial) e pesa cerca de 106 kg. Luta final
Missão: Impossível - O Acerto Final
3.6 273 Assista AgoraEntrega exatamente o que os fãs esperavam: um encerramento eletrizante, emocionante e visualmente espetacular. É uma celebração do cinema de ação blockbuster e um testemunho do compromisso inabalável de Tom Cruise com o entretenimento nas telonas.
Aquela cena dele no fundo do oceano entre os submarinos é incrível.
A Morte do Demônio: Em Chamas
3.1 358 Assista AgoraÉ uma adição visceral, barulhenta e visualmente marcante ao universo de Evil Dead. Sébastien Vaniček entrega um banho de sangue eficiente e aterrorizante que faz jus à franquia, ainda que sacrifique parte do aprofundamento emocional em prol da carnificina desenfreada. Para os amantes do horror puro e do gore estilizado, é um prato cheio.
Moana
3.2 44 Assista AgoraÉ um entretenimento familiar agradável, colorido e musicalmente envolvente. Contudo, permanece a sensação de que a Disney preferiu revisitar uma fórmula vencedora a explorar novas possibilidades criativas. Uma viagem bonita de acompanhar, mas que dificilmente supera o encanto e a espontaneidade da animação original.
Catherine Laga'aia: A jovem estreante assume o papel titular com brilho e naturalidade. Dwayne "The Rock" Johnson retorna ao papel do semideus Maui, mas a transição da voz animada para o corpo físico em tela carece de certa energia e espontaneidade, soando por vezes engessada perante o tom caricato do personagem.
As composições originais de Lin-Manuel Miranda e Opetaia Foa'i ganham arranjos orquestrais e étnicos ainda mais robustos.
Funciona bem como entretenimento familiar de verão e apresentação de um grande novo talento ao cinema, mas falha em justificar sua existência além do apelo financeiro.
Labirinto: A Magia do Tempo
3.9 622 Assista AgoraÉ uma obra-prima da fantasia prática que ganha camadas à medida que o espectador envelhece. O filme transmite uma mensagem fundamental: crescer significa assumir responsabilidades, mas isso não exige que abandonemos a imaginação ou a magia da infância. Um clássico atemporal que continua a encantar diferentes gerações.
O Fim da Rua
3.0 336 Assista AgoraO longa mistura o clima nostálgico das aventuras infantojuvenis dos anos 80 com tensão e terror de sobrevivência, ao colocar uma família comum — sem preparo ou suprimentos — presa em um ambiente pré-histórico.
Pontos Fortes:
Em vez de cientistas e mercenários, uma família vulnerável é jogada no perigo, gerando senso constante de ameaça.
Mitchell constrói suspense eficiente e sequências genuinamente aterrorizantes com predadores pré-históricos.
Atuação de Anne Hathaway: magnética como matriarca, equilibrando desespero e instinto de proteção, dando peso emocional ao filme.
Pontos Fracos
Visual e ritmo: ágil e enxuto, com ação inventiva que aproveita bem o contraste entre subúrbio moderno e selva pré-histórica.
Excesso de estilo: uso recorrente de recursos como o dióptro dividido soa deslocado e quebra o fluxo de cenas simples.
A filha mais velha deduz teorias de física quântica rápido demais, resolvendo o mistério de forma conveniente.
O equilíbrio entre aventura familiar estilo Amblin e suspense assustador pode ser intenso demais para crianças pequenas.
O filme não reinventa o gênero, mas entrega entretenimento sólido, divertido e surpreendentemente tenso — um ótimo "blockbuster de fim de semana", sustentado pela atuação de Hathaway e por uma direção que não teme assustar.
F1: O Filme
3.7 455 Assista AgoraO filme oferece uma simulação de corrida de duas horas e meia de altíssima qualidade, e Brad Pitt, com quase 60 anos, ainda exala muito carisma na tela. É um excelente "evento cinematográfico", tem pouca profundidade dramática ou uma análise real do esporte.
As corridas tem momentos altamente empolgantes com as estratégias do Sony, um filme excepcional.
Dia dos Namorados Macabro
2.5 802 Assista AgoraDia dos Namorados Macabro 3D não tenta reinventar o gênero do terror, muito menos impressionar com uma trama complexa ou um suspense elaborado. Sua proposta é simples: proporcionar uma experiência brutal, divertida e repleta de sangue. Com assassinatos violentos, cenas impactantes e aquela atmosfera característica dos filmes de terror dos anos 2000, o longa aposta na nostalgia e no exagero para conquistar o público. Pode não ser uma obra-prima do gênero, mas cumpre muito bem seu papel de entreter, especialmente quem aprecia um bom slasher à moda antiga.
Demolidor: Renascido (2ª Temporada)
3.6 97 Assista AgoraCom uma ação brutal e coreografias elevadas, confronto político e moral, atuações de destaque e participações do MCU sem apelo excessivo ao nostálgico.
Tem uma escrita mais coesa e direção segura, a 2ª temporada de Demolidor: Renascido consegue encontrar sua própria identidade narrativa. O consenso geral é que o show entregou uma das propostas de televisão mais maduras e envolventes da Marvel nos últimos anos.
Sobrenatural: Agora Entre Nós
2.9 125 Assista AgoraSobrenatural: Agora Entre Nós funciona como um entretenimento de terror comercial leve, aproximando-se quase de uma "fantasia sombria" ou aventura paranormais do que de um filme horror de fato. Ele traz fôlego ao propor novos conceitos para a mitologia criada por James Wan, mas falha em entregar o clima de pavor que consagrou o primeiro longa. É um passatempo honesto para quem busca diversão sem grandes sobressaltos no cinema, mas que deixa a sensação de que o universo de Insidious já espremeu grande parte de seu potencial assustador.
Mas o final é muito bom.
Predador: Assassino de Assassinos
3.8 168 Assista AgoraUma das adições mais revigorantes à franquia em anos. Ao focar no que a saga tem de melhor — guerreiros testando seus limites contra um caçador intergaláctico —, o filme entrega entretenimento puro, violento e ágil. É uma demonstração clara de que a animação é um terreno fértil e promissor para explorar contos de ficção científica e ação sem limitações.
Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor
3.1 99 Assista AgoraPode não revolucionar o gênero da comédia dramática de fantasia, mas atinge com precisão seu objetivo principal: entregar um reencontro acolhedor e afetuoso para alguns telespectadores, comigo não funcionou assim. Para os fãs do longa original de 1998, é uma viagem nostálgica funcional e charmosa; para novos espectadores, uma leve e simpática celebração da união familiar.
A reunião do elenco, mensagem centrada no afeto e a construção de clima deixam o enredo do longa mais forte. Já o roteiro previsível e atravancado com a falta de tensão dramática real se tornam o ponto fraco do roteiro.
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 507 Assista AgoraCumpre com maestria sua proposta de dar um verdadeiro "reboot emocional" à franquia. É um filme corajoso, mais sombrio do que seus antecessores e focado no essencial: o que realmente faz de Peter Parker o herói mais humano do cinema.
Tem uma "Ação Tátil e Pés no Chão", "Profundidade Psicológica" e "Integração Orgânica do Universo Marvel".
O problema é que a tentativa de lidar com a máfia urbana, a aparição do Justiceiro, o dilema com o Hulk/Banner e o arco mutante de Jean Grey pode parecer sobrecarregada no segundo ato, exigindo um ritmo acelerado que corta momentos de respiro.
Supergirl
2.8 304 Assista AgoraMilly Alcock é o grande trunfo da produção. Distanciando-se do otimismo luminoso do Superman, sua Kara Zor-El é marcada pelo trauma de ter visto Krypton morrer lentamente. Alcock entrega uma atuação visceral, equilibrando raiva, cinismo, rebeldia e vulnerabilidade. A química com o elenco e o tom rude da personagem sustentam boa parte do interesse na jornada.
O filme ganha pontos ao assumir uma estética crua, misturando elementos de faroeste espacial e ficção científica suja. Há uma tentativa clara de distanciar o longa da assepsia de outros blockbusters, apostando em batalhas de bar, cenários poeirentos e uma protagonista imperfeita.
Onde o filme falha é na construção narrativa e na escolha dos antagonistas. O vilão Krem é genérico e subaproveitado, servindo mais como um catalisador preguiçoso para a viagem do que como uma ameaça real.
Apesar do vasto universo cósmico à disposição, a direção de arte peca pela falta de variedade visual nos diferentes planetas visitados.
Mestres do Universo
3.2 484 Assista AgoraMusculoso, de tanguinha, todo bronzeado, espada grande e brilhante. KKKK esqueleto apaixonou.
Pânico 7
2.6 438 Assista AgoraConcordo com todos os comentários que o filme é ruim,
aquela insistência de atira na cabeça porque não morre em outro lugar do corpo é irritante. Sabemos que órgãos vitais existem vários no tórax e um projétil penetra o organismo gerando dois tipos de danos.
A cavidade permanente e a cavidade temporária, então o próprio filme erra colocando os vilões como um tipo de super-humanos que só morrem com tiro na cabeça. Roteiro preguiçoso.
Obsessão
3.9 1,0K Assista AgoraDepois do fenômeno indie Milk & Serial, Curry Barker acerta novamente. O terror psicológico "Obsessão" (Obsession, 2026) é um dos filmes de tensão mais desconfortáveis e comentados do ano.
Acertaram na subversão do clichê romântico, subverte a lógica do "garoto persistente" apaixonado: em vez de romantizar a insistência de Bear, o filme o coloca no papel de antagonista e arquiteto de sua própria desgraça. Não gostei dele e fui contra todas as atitudes o filme inteiro.
Ótima atmosfera e direção incomodativa, enquadramentos, humor ácido. Mas tem erro, furos de roteiro e falta de profundidade.
lógica de funcionamento do objeto sobrenatural é tão aberta que cria inconsistências incômodas. Algo que o próprio diretor admitiu publicamente em entrevistas ser um "furo de roteiro que não faz muito sentido".
Obsessão compensa sua falta de profundidade dramática com uma direção de ritmo impecável e uma das experiências mais angustiantes e cruéis do cinema de terror em 2026.
Super Mario Galaxy: O Filme
3.4 174 Assista AgoraUm monte de adultos reclamando de um filme feito para as crianças e as crianças gostaram kkkkkkk