Série muito fraca. Creio que tenha havido uma inspiração setentista, a partir das séries feitas naquela época. Diálogos constrangedores, cenas e personagens batidos (o que é a policial líder do esquema? Policial de shopping), e o roteiro é uma confusão. Eu não entendia os eventos pregressos que justificavam as ações dos personagens e, honestamente, eu não me importava em entender, porque era tudo uma bobajada. Tudo o que acontece em "Lucky", eu garanto que todo mundo já viu trocentas mil vezes em outras produções. Fui atraída para a série pelo Drew Starkey que, além de aparecer por uns 10 minutos (se muito),
nem vivo fica por muito tempo, ou seja, perdi o meu alívio no meio de toda essa ruindade no quarto episódio.
Li que a série foi projetada como limitada. Digamos todos "Amém" para isso.<br/> Fica como ponto positivo (um dos poucos) a música de abertura, da Fiona Apple.
Tirando a crueldade desnecessária com os animais (em mais de uma oportunidade), estou gostando mais dessa temporada do que das duas anteriores, que nada mais são que uma bobajada adolescente bem irritante.
Mães costumam tirar fotos dos seus bebês assim que eles nascem. Embora eu concorde que todo recém nascido tem a mesma cara, bom, eles não têm de fato. Os bebês na série (não, eles não tinham 1 dia de vida, eu sei disso; bebês com essa idade não são usados como atores) eram diferentes. Só por essa perspectiva, ficou um pouco difícil ser convencida de que ela não teria percebido algo de diferente depois que retomasse a consciência, e assumindo a questão das fotos que eu mencionei. Como uma usuária falou em outro comentário, realmente o final teve um quê de Manoel Carlos. Não invalida a série como um todo. Achei boa, principalmente pelo olhar sobre o feminino. Mas confesso que perdeu um pouco da magia pra mim, porque senti que fui subestimada pelo roteiro.
Achei a ideia bastante original. Curiosamente, o episódio que me motivou a assistir a série (aquele com o Pennywise) é o pior dos seis. Vi que a série não foi renovada para uma segunda temporada e não acho mesmo que deveria. Funciona como uma minissérie, na minha opinião.
E a personagem da Kaya Scodelario é uma música de uma nota só. Tirasse ela e colocasse uma tábua de madeira com boca e olhos e teríamos o mesmo resultado.
Quando eu soube que a família tinha interferido no roteiro, já sabia que não ia amar a série. O Senna é o ídolo mais carismático que o Brasil já teve e, mesmo com um background privilegiado, ele sempre transpareceu nas entrevistas ser bastante consciente e pé no chão. Já a família dele, puta que pariu...aquela mulherada parece muito entojada, principalmente a irmã dele. As cenas construídas pra desencadear um apelo emocional (os cortes nos pais, no povo pobre do bar), na minha opinião, deixou a série um pouco piegas. O discurso do próprio Senna, as corridas desafiadoras, a morte, isso já emociona. Tanto que, pra mim, o corte que mais funciona nesse aspecto é o da abertura, no primeiro episódio. Também achei problemático o enfoque extremo na Xuxa. Pqp, roteiristas, um episódio inteiro? Podiam ter focado mais nas intrigas da F1, nos hobbies dele fora da pista (ele construía aeromodelos em casa, por exemplo). O desprezo a Galisteu, bom, já era esperado. A Xoxa comprou a ideia de viúva e a família apoiou. As cenas finais com o Senna real redimiram a série pra mim, justificando minha modesta nota.
P.S.: Falam da caracterização do Senna, mas o verdadeiro acerto foi o cara que interpreta o Alain Prost.
Como disseram aqui abaixo, é muito longo mesmo. A partir do oitavo episódio a narrativa volta-se para os familiares das vítimas, cujas interpretações não me sensibilizaram. Podiam ter sintetizado três episódios em um.
A sutileza de colocar para tocar a música mais famosa da banda mais fake que já existiu: absolute cinema!
No mais, acho que eles foram culpados de um crime muito maior do que matar os pais: o crime de serem extremamente burros, puta que pariu. E espero que eles realmente tenham matado por dinheiro e não por terem sofrido tudo o que afirmam.
Assisti da forma errada, com meses de diferença entre o início da temporada e o fim. Episódios intrincados uns aos outros, que devem ser assistidos de uma tacada só porque o desenrolar é lento e se você deixa muito tempo passar, se perde. Talvez minha nota seja injusta, mas "Better Call Saul" nunca me encantou. Problema de ritmo grave, muito lenta, como uma tartaruga.
Que vibe boa do crlh. Minha única crítica até agora (no momento, só os três primeiros episódios foram lançados), é que o produtor musical desenvolve um afeto muito rapidamente pelo Billy Dunne, meio nada a ver.
Boa série. O episódio da Anne é o melhor, sem dúvidas. Talvez o melhor das duas temporadas. O do Patel também é bem legal e o do sugar daddy é bizarro, mas hilário. E o final com aquela ligação entre os personagens fez toda diferença. Pena que esqueceram desse detalhe tão importante na segunda e fraca temporada.
Inferior a primeira. Os episódios fortes são o da menina que faz stand-up e o primeiro, do carro. O do Jon Snow é bacaninha também. A season finale é broxante e a ausência daquele toque especial presente na primeira temporada (que quem assistiu sabe), faz toda diferença.
Caramba, carambíssima! A vida é mesmo uma choldra ignóbil...
Essa série pra mim só tem um pequeníssimo problema: achei deveras exagerada a atuação de Marília Pêra. Melhor seria se tivessem envelhecido a Simone Spoladore. De resto, perfeita. Uma obra de arte como raramente vista em Terra Brasilis.
Lucky
3.0 19 Assista AgoraSérie muito fraca. Creio que tenha havido uma inspiração setentista, a partir das séries feitas naquela época. Diálogos constrangedores, cenas e personagens batidos (o que é a policial líder do esquema? Policial de shopping), e o roteiro é uma confusão. Eu não entendia os eventos pregressos que justificavam as ações dos personagens e, honestamente, eu não me importava em entender, porque era tudo uma bobajada. Tudo o que acontece em "Lucky", eu garanto que todo mundo já viu trocentas mil vezes em outras produções. Fui atraída para a série pelo Drew Starkey que, além de aparecer por uns 10 minutos (se muito),
nem vivo fica por muito tempo, ou seja, perdi o meu alívio no meio de toda essa ruindade no quarto episódio.
Euphoria (3ª Temporada)
2.9 196 Assista AgoraTirando a crueldade desnecessária com os animais (em mais de uma oportunidade), estou gostando mais dessa temporada do que das duas anteriores, que nada mais são que uma bobajada adolescente bem irritante.
Tudo Culpa Dela
4.1 322 Assista AgoraMães costumam tirar fotos dos seus bebês assim que eles nascem. Embora eu concorde que todo recém nascido tem a mesma cara, bom, eles não têm de fato. Os bebês na série (não, eles não tinham 1 dia de vida, eu sei disso; bebês com essa idade não são usados como atores) eram diferentes. Só por essa perspectiva, ficou um pouco difícil ser convencida de que ela não teria percebido algo de diferente depois que retomasse a consciência, e assumindo a questão das fotos que eu mencionei. Como uma usuária falou em outro comentário, realmente o final teve um quê de Manoel Carlos. Não invalida a série como um todo. Achei boa, principalmente pelo olhar sobre o feminino. Mas confesso que perdeu um pouco da magia pra mim, porque senti que fui subestimada pelo roteiro.
Soulmates (1ª Temporada)
3.5 78Achei a ideia bastante original. Curiosamente, o episódio que me motivou a assistir a série (aquele com o Pennywise) é o pior dos seis. Vi que a série não foi renovada para uma segunda temporada e não acho mesmo que deveria. Funciona como uma minissérie, na minha opinião.
Monstro (3ª Temporada) - A História de Ed Gein
3.2 210 Assista AgoraTá bem difícil terminar de assistir. Tinham o ouro nas mões e deram o toque de Merdas.
Senna
4.0 239E a personagem da Kaya Scodelario é uma música de uma nota só. Tirasse ela e colocasse uma tábua de madeira com boca e olhos e teríamos o mesmo resultado.
Senna
4.0 239Quando eu soube que a família tinha interferido no roteiro, já sabia que não ia amar a série. O Senna é o ídolo mais carismático que o Brasil já teve e, mesmo com um background privilegiado, ele sempre transpareceu nas entrevistas ser bastante consciente e pé no chão. Já a família dele, puta que pariu...aquela mulherada parece muito entojada, principalmente a irmã dele. As cenas construídas pra desencadear um apelo emocional (os cortes nos pais, no povo pobre do bar), na minha opinião, deixou a série um pouco piegas. O discurso do próprio Senna, as corridas desafiadoras, a morte, isso já emociona. Tanto que, pra mim, o corte que mais funciona nesse aspecto é o da abertura, no primeiro episódio.
Também achei problemático o enfoque extremo na Xuxa. Pqp, roteiristas, um episódio inteiro? Podiam ter focado mais nas intrigas da F1, nos hobbies dele fora da pista (ele construía aeromodelos em casa, por exemplo). O desprezo a Galisteu, bom, já era esperado. A Xoxa comprou a ideia de viúva e a família apoiou. As cenas finais com o Senna real redimiram a série pra mim, justificando minha modesta nota.
P.S.: Falam da caracterização do Senna, mas o verdadeiro acerto foi o cara que interpreta o Alain Prost.
Um Conto de Fadas Perfeito (1ª Temporada)
3.9 32 Assista AgoraQue carajo não saber qual "final" foi realmente O final.
Bebê Rena
4.0 636 Assista Agora"EU SOU ADEVOGADA, MI RESPEITA, VOU AKABAR CONA SUA VIDA, TENHUM EUS CONTATUS, SEU PEDASSO DE SHITE."
Enviado do meu iPhone.
Um Dia
3.8 101 Assista AgoraEmma é a maior "empata foda" já descrita na literatura e cinema mundiais.
Ninguém Quer (1ª Temporada)
4.0 113 Assista AgoraEu quero.
Monstro (1ª Temporada) - Dahmer: Um Canibal Americano
4.0 684 Assista AgoraComo disseram aqui abaixo, é muito longo mesmo. A partir do oitavo episódio a narrativa volta-se para os familiares das vítimas, cujas interpretações não me sensibilizaram. Podiam ter sintetizado três episódios em um.
Monstros (2ª Temporada) - Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais
3.7 196 Assista AgoraA sutileza de colocar para tocar a música mais famosa da banda mais fake que já existiu: absolute cinema!
No mais, acho que eles foram culpados de um crime muito maior do que matar os pais: o crime de serem extremamente burros, puta que pariu. E espero que eles realmente tenham matado por dinheiro e não por terem sofrido tudo o que afirmam.
Bastidores do Pop: O Esquema das Boy Bands
3.4 24 Assista AgoraPatrick King, o Todd Chávez da vida real.
Cat People
3.8 5O casal do último episódio precisa de tratamento psiquiátrico para ontem.
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 623 Assista AgoraFaltou o principal: tecnologia.
Better Call Saul (6ª Temporada)
4.6 435 Assista AgoraAssisti da forma errada, com meses de diferença entre o início da temporada e o fim. Episódios intrincados uns aos outros, que devem ser assistidos de uma tacada só porque o desenrolar é lento e se você deixa muito tempo passar, se perde. Talvez minha nota seja injusta, mas "Better Call Saul" nunca me encantou. Problema de ritmo grave, muito lenta, como uma tartaruga.
Daisy Jones & The Six
3.9 172Que vibe boa do crlh. Minha única crítica até agora (no momento, só os três primeiros episódios foram lançados), é que o produtor musical desenvolve um afeto muito rapidamente pelo Billy Dunne, meio nada a ver.
Dexter: Sangue Novo
3.7 418Dexter é o Stephen King das séries: começa bem, desenvolve melhor ainda, mas caga no final.
Dexter: Sangue Novo
3.7 418Se Harrison não tivesse se drogado, nada disso teria acontecido...
This Is Us (5ª Temporada)
4.4 170 Assista AgoraFinalmente vai acabar na próxima.
Amor Moderno (1ª Temporada)
4.2 589Boa série. O episódio da Anne é o melhor, sem dúvidas. Talvez o melhor das duas temporadas. O do Patel também é bem legal e o do sugar daddy é bizarro, mas hilário. E o final com aquela ligação entre os personagens fez toda diferença. Pena que esqueceram desse detalhe tão importante na segunda e fraca temporada.
Amor Moderno (2ª Temporada)
3.6 202Inferior a primeira. Os episódios fortes são o da menina que faz stand-up e o primeiro, do carro. O do Jon Snow é bacaninha também. A season finale é broxante e a ausência daquele toque especial presente na primeira temporada (que quem assistiu sabe), faz toda diferença.
Os Maias
4.2 88Caramba, carambíssima! A vida é mesmo uma choldra ignóbil...
Essa série pra mim só tem um pequeníssimo problema: achei deveras exagerada a atuação de Marília Pêra. Melhor seria se tivessem envelhecido a Simone Spoladore. De resto, perfeita. Uma obra de arte como raramente vista em Terra Brasilis.