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32 years, Nepomuceno (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • João Victor

    Babadook não é um filme de terror, nem suspense. É um drama psicológico sobre uma mulher doente, depressiva e ansiosa, sendo dominada pelo seu próprio medo e pela depressão após um trauma do qual não consegue fugir.

    O longa tem ótimas cenas de suspense e terror. Terror mesmo, à moda antiga. Mas, repito, não é para ser encarado como um filme de terror.

    E já gostei logo de cara quando percebi um Mr. Hyde na capa do filme! Uma ótima referência!

    Tecnicamente é um filme muito bem desenvolvido também, mas a atuação do garoto me incomodou bastante. Achei-o bem artificial.

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  • João Victor

    Um roteiro extremamente envolvente com uma montagem que torna tudo ainda mais interessante.
    Histórias simples, interligadas pelo acaso, com atuações muito boas e uma ótima fotografia. Um filme realista, com situações que poderiam acontecer facilmente na realidade. A única fantasia ali presente seria o acaso que une todos os fatos, mas é um acaso sutil.

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  • João Victor

    Vamos resumir da seguinte forma: o roteirista criou uma situação tão louca que ele próprio não soube resolver.

    Não há nada de lindo ou profundo no filme e, por mais que algumas críticas tenham explicado (ou tentado explicar) a essência do longa, ainda assim continua sendo um filme que tentou chegar a algum lugar, mas não chegou. Dizem que é uma ficção científica "hard", mas o roteiro é cientificamente falho em vários pontos.

    Vamos aceitar o que é proposto dentro do universo do filme (como uma fantasia que serve de contexto para o seu enredo). Ainda assim, se tudo é mutável em grande velocidade, qualquer um que entrasse no perímetro do Brilho deveria morrer quase que instantaneamente, vítima de vírus e bactérias altamente mutáveis e sem barreiras fisiológicas. Uma quantidade imensas de fungos mutantes e ninguém deu sequer um espirro.

    Tecnicamente, Aniquilação também deixa muito a desejar. Os feitos visuais são fraquíssimos e vão piorando ao longo do filme. As cenas finais parecem ter saído um filme dos anos 1990 e não convence nem minha mãe de sua veracidade.
    A cenografia também é pobre e artificial. Vide o boneco na cena da piscina, digno de um filme trash dos anos 1980 ou as raízes do farol, feitas pelo artesão da esquina aqui de casa.

    Mas tratemos do enredo e de sua pueril profundidade. O que há de profundo? Questiono isso devido aos comentários que existem abaixo e também algumas críticas que li sobre o filme. Ah, o filme trata da relação do ser humano com a natureza e as maneiras como vemos as modificações nela causadas. A relação do homem com Deus: um criador diante de sua vasta criação. As relações humanas e suas motivações que nos auto-destroem diariamente. Ok, dá pra perceber tais nuances no filme, mas aonde elas chegam? Para que conclusões caminham?

    E, voltando ao resumo que fiz na primeira frase deste comentário: depois de tanto alarde e de uma situação tão surreal, eis que surge uma solução miraculosa e fácil: bota fogo no farol que tudo se resolve. Isso é coisa de roteirista preguiçoso que não sabe como resolver as suas próprias tramas. J. J. Abrams fez o mesmo em Lost.

    Perdi 1h55m da minha vida.

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