Que início de temporada espetacular! O primeiro episódio é simplesmente primoroso e entrega exatamente o que eu sempre quis ver retratado na tela: seres humanos agindo como uma intervenção alienígena em uma sociedade primitiva que está em guerra tentando se aniquilar. Ver a Federação do ponto de vista de quem está "por baixo" foi uma sacada genial, um dos melhores pilotos da história de Hollywood na minha opinião. Pena que o restante da temporada não focou tanto em temas parecidos de sociologia e política interplanetária, partindo para uma pegada mais episódica e variada. A escolha do elenco foi maravilhosa, o Anson Mount como Pike passa uma autoridade e uma empatia que há muito tempo eu não via em um capitão de Star Trek. Os efeitos especiais são de primeira e a ambientação futurista é impecável, muito realista e fidedigna ao que a gente espera de uma produção desse nível.
Teve alguns episódios mais fracos, como aquele do "reino da fantasia" que achei meio forçado e bobo, mas em compensação, o terror contra os Gorn e o final da temporada com a viagem no tempo foram de cair o queixo.
O design das naves e os figurinos são sensacionais, respeitando o visual clássico mas com uma modernização impecável. No geral, o roteiro cumpre o que promete, prende o telespectador facilmente e revive o espírito de exploração da franquia com maestria. Um excelente recomeço que, tirando algumas inconsistências que podem ser relevadas no meio da temporada, é simplesmente foda!
Minissérie interessante e realista! O que mais me chamou a atenção foi como ela foge daquele clichê batido de violência gratuita entre sobreviventes; o fato de não ter esses conflitos forçados e o único que surgiu ter sido resolvido rápido trouxe um grau de realismo aliviante, focando no que realmente importa. A reconstrução do mundo sendo retomado pela natureza é fantástica e muito bem feita, sem parecer efeito especial de videogame, o que ajuda demais na imersão. A atuação do Alexander Ludwig tá muito crível, passando bem aquela agonia de ver o conhecimento humano se perdendo enquanto a civilização vai sendo apagada.
Porém, o roteiro tem uns erros que me incomodaram bastante, como a falta de exploração desse mundo abandonado, que ficou muito limitado. Outro ponto fraco que tirou totalmente a minha imersão foi a escalação dos dois filhos; não faz sentido nenhum a aparência deles, não possuem semelhança nenhuma com o Ish, o que torna difícil comprar a ideia de que são uma família biológica. Esse tipo de inconsistência no elenco, somada aos pulos no tempo que deixam o ritmo meio estranho, acabou prejudicando a profundidade que a história tentou passar. É uma obra que tinha potencial para ser excelente pela filosofia, mas por causa dessas escolhas de produção e por não aprofundar no cenário global, acabei dando apenas nota 3. Mas ainda funciona como um bom passatempo!
Puts, que decepção total. Tinha tudo para ser um filme de espionagem pesado dentro do universo Trek, mas o que entregaram foi um desastre completo. O roteiro é corrido, sem graça e, sinceramente, não leva a lugar nenhum. Parece que os produtores esqueceram o que faz a franquia ser o que é e decidiram fazer um filme genérico de ficção científica espacial que você esquece cinco minutos depois que sobem os créditos.
O que mais me irritou foi a tentativa forçada de transformar o filme em uma cópia bem mal feita de "Guardiões da Galáxia". Aquela vibe de "grupo de desajustados com piadinhas" não combina em nada com a Seção 31, que deveria ser algo sombrio e tático. Descaracterizaram a franquia de um jeito vergonhoso; se você tirasse o nome "Star Trek" do título, ninguém diria que aquilo faz parte desse universo. É uma falta de respeito com o fã que espera o mínimo de seriedade e pé no chão que o design futurista e a política da Federação sempre tiveram.
E o pior é que o início do filme até te engana, porque parece que vai empolgar. As cenas da Philippa Georgiou jovem, mostrando como ela conquistou a coroa e subiu no poder do Império Terrano, são a única coisa que presta. Se tivessem focado o filme inteiro só nesse aspecto; a ascensão dela, as traições e como ela se tornou aquela imperatriz implacável e sanguinária até chegar na idade atual, teria sido um filme foda! Daria pra explorar muito mais a reconstrução de época alternativa do Universo Espelho e a psicologia da personagem.
Mas não, preferiram cagar no roteiro e jogar a gente numa trama rasa e barulhenta que não convence ninguém. É um desperdício imenso de uma atriz do calibre da Michelle Yeoh e de um potencial narrativo que estava ali, engatilhado para ser usado. Mais um projeto pretensioso que promete uma coisa no trailer e entrega uma obra superficial e superestimada. Passa longe de ser um Star Trek de verdade, é só mais um "passatempo" esquecível que flerta com o ridículo em várias cenas. Um desserviço para a franquia!
Olha, que continuação absurda! Se o primeiro filme foi uma introdução visual, esse aqui entrega a guerra e a escala que a gente tava esperando. O filme é uma experiência sensorial completa, e o destaque absoluto vai para a trilha sonora marcante e fascinante. Os sons são tão pesados e estranhos que te transportam direto para esse futuro milenar distópico e assustador; você sente a vibração do deserto e a tensão das profecias em cada cena. É sinistrera!
A construção visual continua impecável, com um figurino e uma fotografia que deixam qualquer um de queixo caído. Mas, sendo sincero, senti uma certa falta de profundidade no cenário mundial. O filme foca tanto na jornada messiânica do Paul que a gente quase não vê como é a vida social das pessoas comuns nas cidades do Império ou como o resto do universo funciona fora das cavernas e dos palácios. Dá uma leve quebra de imersão ver um império tão vasto resumido a poucos cenários, mas nada que estrague a experiência, já que o foco é a guerra santa.
Um ponto que eu achei sensacional e que muita gente pode criticar é a rapidez com que as coisas se resolvem no final. Achei excelente como foi fácil pro Paul derrotar o Império! Não tem aquela enrolação de roteiro onde o herói sofre uma derrota humilhante atrás da outra pra conseguir uma vitória minguada no último segundo. Aqui o negócio vai direto ao ponto: o Paul assume o poder de profeta e coloca a Casa Harkonnen e o Imperador no chinelo com uma autoridade absurda. Ver o poder do Lisan al-Gaib acima de tudo e de todos foi satisfatório demais, mostra que o cara realmente se tornou uma força imparável.
Tem alguns erros de roteiro e umas conveniências aqui e ali, mas a execução técnica e a força da história compensam tudo. É um filme foda, que cumpre o que promete e encerra essa parte da jornada com uma imponência rara de se ver hoje em dia no cinema. Simplesmente imperdível para quem gosta de ficção científica de verdade! Aguardando ansiosamente a parte final, que deve encerrar essa trilogia com chave de ouro!
Caramba, sensacional. Parecia que eu tava assistindo a versão de 1984 do Lynch nas recriações das cenas chaves do roteiro, numa versão modernizada, com efeitos de primeira e uma escala absurda. O diretor conseguiu trazer um realismo brutalista pros cenários e pras naves que é de cair o queixo, super imponente e funcional, sem aquela palhaçada colorida de filme de herói. A reconstrução desse universo futurista é impecável, você realmente sente o calor e a areia de Arrakis saindo da tela.
O elenco também tá muito bem escalado, com atuações críveis que não tentam ser caricatas. O roteiro, mesmo sendo lento e dividindo o livro no meio, consegue prender o telespectador e construir a tensão política das Casas de um jeito que faz sentido, sem parecer que foi feito às pressas como muito projeto por aí que promete e não entrega.
O que me incomodou um pouco foi o fato de focarem tanto na atmosfera e às vezes deixarem o desenvolvimento de alguns personagens secundários meio de lado, o que dificulta um pouco a empatia imediata por quem não é da família Atreides. Mas fora isso, a ambientação e o figurino são foda, te transportam direto pra dentro da história. É um filme que respeita a inteligência de quem tá assistindo e entrega um visual fidedigno pro que a gente imagina lendo a obra original. Vale muito a pena ser visto, principalmente pra quem curte uma ficção científica mais séria e bem executada!
Finalmente resolveram deixar a militância doentia de lado e focar na tradição da série de apresentar histórias interessantes e imersivas de fantasia, sci-fi e surrealismo. Componentes esses que tornaram a série original popular e cult! Os episódios são muito mais refinados e dentro da "realidade" do que o desastre atômico que foi a primeira temporada.
Destaques para o Episódio 01 - (Meet in the Middle): com enfoque na complexidade da solidão moderna e com um plot twist massa demais! Fiquei com dó do cara.
Episódio 02 - (Downtime): uma exploração profunda de identidade, realidade e o impacto da tecnologia nas nossas vidas. Aposto que a ideia de viver numa simulação de uma vida perfeita como a da personagem principal já passou pela cabeça de metade da população mundial. Ideia muito foda e bem desenvolvida dentro dos limites de um episódio de série. Um filme sobre essa temática seria maravilhoso!
É isso que dá misturar agenda esquerdista woke com áudio-visual. Vira uma bosta radioativa! Somente os episódios 2 (Nightmare at 30,000 feet) e 6 (Six Degrees of Freedom) se salvam, o resto é pura narrativa lacradora pessimamente desenvolvida, como era de se esperar vindo de um lacrador que nos bastidores faz o oposto do que prega. Nunca tinha visto nada de "The Twilight Zone", e resolvi começar justo pelo pior revival já feito. Só me deu mais vontade de ver a original!
1 ⭐apenas pela ideia interessante de voltar 4 bilhões de anos no tempo que a terra tava sendo formada. Pena esse acontecimento não ter sido a trama central. Ainda á espera de um filme que aborde esse tema por completo. Seria muito foda! Fora isso, o filme é péssimo e concordo com todos os comentários abaixo atestando isso kk
Eles tratam o ato de doar um filho de uma forma muito superficial e meio catatônica até. Especialmente na cena final, onde Juno e Bleeker aparecem tocando instrumentos e cantarolando apaixonados numa das cenas mais piegas da história do cinema, demonstrando uma indiferença bizarra e perturbadora pelo destino do bebê, agindo como se tivessem se livrado de um pedaço de lixo. Além disso, o pai não querer ver o filho no hospital reflete uma frieza e desumanização lamentável (mesmo que isso aconteça na vida real com uma certa frequência), é difícil de aceitar o fato de que uma pessoa é capaz de tratar um bebê como se fosse um objeto inanimado descartável e não sentir absolutamente nada por uma vida que é parte de você e só existe por tua culpa. E isso o filme demonstra de forma rasa e leviana.
Mesmo ambos os pais sendo de classe média com famílias bem estruturadas e tendo plenas condições psicológicas e financeiras para criar o bebê, o filme opta por uma abordagem que minimiza as complexidades e consequências emocionais reais de tal decisão. Roteiro superficial e irresponsável, pois pode influenciar muitas mentes fracas de adolescentes por aí que podem optar por fazer coisas até piores pra se livrarem de um problema tão "grande" quanto um bebê recém nascido, e por tratar um assunto tão sério de forma tão banal e quase satírica!
Pode ter ganhado sei lá quantos prêmios e um Oscar por melhor roteiro original (uma das poucas categorias relevantes e justas), ser muito aclamado pela crítica especializada e pela maioria aqui do filmow e blah blah blah.. Isso pouco importa e só reforça a minha visão de que se trata de um filme extremamente superestimado e completamente desnecessário!
Ryan Gosling parece que vai sair do personagem na maior parte das cenas, é muito engraçado ver ele segurando o riso e agindo como se fosse um traço de personalidade do Lars. 😂😂😂
Nunca ri tanto numa cena igual quando ele apresenta a boneca pro irmão e pra cunhada e na cena que ele leva ela de cadeira de rodas pra igreja kkkkkkkkkkkk
Quem escreveu esse roteiro é um gênio da comédia e merecia um Oscar de melhor roteiro só por essas duas cenas!
É um filme fascinante que captura com maestria a brutalidade, selvageria e bang bang do mundo do crime nos anos 20. A história é contada de forma bem intensa e envolvente, a narração é a cereja do bolo. As atuações são bem críveis, com destaque para a performance do ator que interpreta Al Capone, que apesar da falta de semelhança física com o mafioso, conseguiu transpassar uma mistura de estilo e terror sociopata ao personagem de forma fidedigna para as telas. A reconstrução de época é impecável, te transportando diretamente para o cenário da era da Lei Seca. Um filme imperdível para quem gosta de histórias de mafiosos e quer ver um clássico do gênero!
Puta que pariu, a intenção era fazer um dos filmes mais chocantes das últimas décadas (ou talvez de todos os tempos)??!?! Tem tudo de ruim que o ser humano é capaz de cometer nessa história. Bizarro!!!
A cena do abate do porquinho foi uma das cenas de crueldade animal mais realistas que já vi no cinema, muito triste e desconfortável ver ele agonizando pra morrer daquela forma; e as cenas dos abusos e açoites das mulheres, principalmente da menininha.. chocantes, pra dizer o mínimo! Ptm
Uma poderosa cinematografia que captura a brutalidade e a beleza selvagem do Velho Oeste. Atuações fantásticas dos personagens principais. Dakota Fanning entrega uma performance extraordinária, retratando a garra, desejo de superação e a vulnerabilidade de Liz com profundidade e intensidade. Mas o destaque mesmo fica por conta da psicopatia patológica do Guy Pearce, entregando uma atuação ameaçadora e implacável, personificando o fanatismo religioso e a crueldade humana com maestria. Ele se destaca demais em personagens malignos!
A narrativa não linear e os temas de abuso, opressão e vingança tornam "Amaldiçoada" um filme impactante e extremamente brutal e perturbador, que te desafia a confrontar a podridão e a resiliência do espírito humano.
Superestimada e cheia de furos bobos e chicles do gênero. Nada demais, não sei pq tanto hype se o jogo nem é tão conhecido. Espero que melhorem o roteiro da segunda temporada e se torne uma série mais abrangente e focada numa ou no máximo duas situações/linhas de tempo. Sofre do mesmo problema de outras séries que tentam abordar muitos personagens insossos e backgrounds de forma simultânea, deixando a história meio confusa, maçante e sem emoção. Sei lá, não tenho certeza se retornarei para os futuros acontecimentos.
Achei que tinha sido daqui que o Scorsese tinha tirado a ideia pra fazer a "Ilha do Medo", (ou ambos os filmes beberam da mesma fonte), mas ainda bem que o plot twist muda pra versão final, fica mais coerente com a história. Assisti sem esperar muita coisa, e até que é bonzinho pra passar o tempo!
Esse filme tem mais furos que um queijo suíço. Sem falar na duração desnecessária de mais de 2h. Todo draminha sem graça com a esposa e divórcio do policial deveria ter sido cortado. Tentaram lançar um plot twist no final mas foi muito mal elaborado. Enfim, nota 2,0 apenas pelo momento de tensão nas cenas do roubo final, única coisa que salva, nem os tiroteios são empolgantes.
A cena do estupro acabou com o filme! Simplesmente jogam um crime hediondo na nossa cara como se não fosse nada e ainda deixam o cara sair totalmente impune por isso, além de tentar fazer com que o telespectador crie alguma empatia pelo personagem, mesmo depois do que ele fez.
Ideia nojenta, absurda e totalmente desnecessária, mesmo que tenha tentado retrar a selvageria do Velho Oeste de forma nua e crua.
Sem falar que você fica perdido sobre as intenções do pistoleiro, sem saber se ele é vilão ou mocinho, herói ou anti-herói. No fim, percebe-se que ele é tão criminoso quanto os 3 bandidos que ele mata. Com uma diferença mínima de caráter entre eles, como na cena onde ele ajuda as crianças e o velho nativo, e tbm o baixinho transformado em xerife.
Fora isso, esse é definitivamente o pior personagem principal de um filme do Velho Oeste que eu já vi. Completamente desprezível!
"Podemos nos surpreender com as jornadas que encaramos e quem nos acompanha. Às vezes, são as jornadas mais difíceis que revelam quem somos, do que somos capazes e quem amamos."
Star Trek: Strange New Worlds (1ª Temporada)
4.2 26Que início de temporada espetacular! O primeiro episódio é simplesmente primoroso e entrega exatamente o que eu sempre quis ver retratado na tela: seres humanos agindo como uma intervenção alienígena em uma sociedade primitiva que está em guerra tentando se aniquilar. Ver a Federação do ponto de vista de quem está "por baixo" foi uma sacada genial, um dos melhores pilotos da história de Hollywood na minha opinião. Pena que o restante da temporada não focou tanto em temas parecidos de sociologia e política interplanetária, partindo para uma pegada mais episódica e variada. A escolha do elenco foi maravilhosa, o Anson Mount como Pike passa uma autoridade e uma empatia que há muito tempo eu não via em um capitão de Star Trek. Os efeitos especiais são de primeira e a ambientação futurista é impecável, muito realista e fidedigna ao que a gente espera de uma produção desse nível.
Teve alguns episódios mais fracos, como aquele do "reino da fantasia" que achei meio forçado e bobo, mas em compensação, o terror contra os Gorn e o final da temporada com a viagem no tempo foram de cair o queixo.
O design das naves e os figurinos são sensacionais, respeitando o visual clássico mas com uma modernização impecável. No geral, o roteiro cumpre o que promete, prende o telespectador facilmente e revive o espírito de exploração da franquia com maestria. Um excelente recomeço que, tirando algumas inconsistências que podem ser relevadas no meio da temporada, é simplesmente foda!
A Terra Sobrevive
3.3 28 Assista AgoraMinissérie interessante e realista! O que mais me chamou a atenção foi como ela foge daquele clichê batido de violência gratuita entre sobreviventes; o fato de não ter esses conflitos forçados e o único que surgiu ter sido resolvido rápido trouxe um grau de realismo aliviante, focando no que realmente importa. A reconstrução do mundo sendo retomado pela natureza é fantástica e muito bem feita, sem parecer efeito especial de videogame, o que ajuda demais na imersão. A atuação do Alexander Ludwig tá muito crível, passando bem aquela agonia de ver o conhecimento humano se perdendo enquanto a civilização vai sendo apagada.
Porém, o roteiro tem uns erros que me incomodaram bastante, como a falta de exploração desse mundo abandonado, que ficou muito limitado. Outro ponto fraco que tirou totalmente a minha imersão foi a escalação dos dois filhos; não faz sentido nenhum a aparência deles, não possuem semelhança nenhuma com o Ish, o que torna difícil comprar a ideia de que são uma família biológica. Esse tipo de inconsistência no elenco, somada aos pulos no tempo que deixam o ritmo meio estranho, acabou prejudicando a profundidade que a história tentou passar. É uma obra que tinha potencial para ser excelente pela filosofia, mas por causa dessas escolhas de produção e por não aprofundar no cenário global, acabei dando apenas nota 3. Mas ainda funciona como um bom passatempo!
Star Trek: Seção 31
2.0 17 Assista AgoraPuts, que decepção total. Tinha tudo para ser um filme de espionagem pesado dentro do universo Trek, mas o que entregaram foi um desastre completo. O roteiro é corrido, sem graça e, sinceramente, não leva a lugar nenhum. Parece que os produtores esqueceram o que faz a franquia ser o que é e decidiram fazer um filme genérico de ficção científica espacial que você esquece cinco minutos depois que sobem os créditos.
O que mais me irritou foi a tentativa forçada de transformar o filme em uma cópia bem mal feita de "Guardiões da Galáxia". Aquela vibe de "grupo de desajustados com piadinhas" não combina em nada com a Seção 31, que deveria ser algo sombrio e tático. Descaracterizaram a franquia de um jeito vergonhoso; se você tirasse o nome "Star Trek" do título, ninguém diria que aquilo faz parte desse universo. É uma falta de respeito com o fã que espera o mínimo de seriedade e pé no chão que o design futurista e a política da Federação sempre tiveram.
E o pior é que o início do filme até te engana, porque parece que vai empolgar. As cenas da Philippa Georgiou jovem, mostrando como ela conquistou a coroa e subiu no poder do Império Terrano, são a única coisa que presta. Se tivessem focado o filme inteiro só nesse aspecto; a ascensão dela, as traições e como ela se tornou aquela imperatriz implacável e sanguinária até chegar na idade atual, teria sido um filme foda! Daria pra explorar muito mais a reconstrução de época alternativa do Universo Espelho e a psicologia da personagem.
Mas não, preferiram cagar no roteiro e jogar a gente numa trama rasa e barulhenta que não convence ninguém. É um desperdício imenso de uma atriz do calibre da Michelle Yeoh e de um potencial narrativo que estava ali, engatilhado para ser usado. Mais um projeto pretensioso que promete uma coisa no trailer e entrega uma obra superficial e superestimada. Passa longe de ser um Star Trek de verdade, é só mais um "passatempo" esquecível que flerta com o ridículo em várias cenas. Um desserviço para a franquia!
Duna: Parte Dois
4.2 861 Assista AgoraOlha, que continuação absurda! Se o primeiro filme foi uma introdução visual, esse aqui entrega a guerra e a escala que a gente tava esperando. O filme é uma experiência sensorial completa, e o destaque absoluto vai para a trilha sonora marcante e fascinante. Os sons são tão pesados e estranhos que te transportam direto para esse futuro milenar distópico e assustador; você sente a vibração do deserto e a tensão das profecias em cada cena. É sinistrera!
A construção visual continua impecável, com um figurino e uma fotografia que deixam qualquer um de queixo caído. Mas, sendo sincero, senti uma certa falta de profundidade no cenário mundial. O filme foca tanto na jornada messiânica do Paul que a gente quase não vê como é a vida social das pessoas comuns nas cidades do Império ou como o resto do universo funciona fora das cavernas e dos palácios. Dá uma leve quebra de imersão ver um império tão vasto resumido a poucos cenários, mas nada que estrague a experiência, já que o foco é a guerra santa.
Um ponto que eu achei sensacional e que muita gente pode criticar é a rapidez com que as coisas se resolvem no final. Achei excelente como foi fácil pro Paul derrotar o Império! Não tem aquela enrolação de roteiro onde o herói sofre uma derrota humilhante atrás da outra pra conseguir uma vitória minguada no último segundo. Aqui o negócio vai direto ao ponto: o Paul assume o poder de profeta e coloca a Casa Harkonnen e o Imperador no chinelo com uma autoridade absurda. Ver o poder do Lisan al-Gaib acima de tudo e de todos foi satisfatório demais, mostra que o cara realmente se tornou uma força imparável.
Tem alguns erros de roteiro e umas conveniências aqui e ali, mas a execução técnica e a força da história compensam tudo. É um filme foda, que cumpre o que promete e encerra essa parte da jornada com uma imponência rara de se ver hoje em dia no cinema. Simplesmente imperdível para quem gosta de ficção científica de verdade! Aguardando ansiosamente a parte final, que deve encerrar essa trilogia com chave de ouro!
Duna
3.8 1,7K Assista AgoraCaramba, sensacional. Parecia que eu tava assistindo a versão de 1984 do Lynch nas recriações das cenas chaves do roteiro, numa versão modernizada, com efeitos de primeira e uma escala absurda. O diretor conseguiu trazer um realismo brutalista pros cenários e pras naves que é de cair o queixo, super imponente e funcional, sem aquela palhaçada colorida de filme de herói. A reconstrução desse universo futurista é impecável, você realmente sente o calor e a areia de Arrakis saindo da tela.
O elenco também tá muito bem escalado, com atuações críveis que não tentam ser caricatas. O roteiro, mesmo sendo lento e dividindo o livro no meio, consegue prender o telespectador e construir a tensão política das Casas de um jeito que faz sentido, sem parecer que foi feito às pressas como muito projeto por aí que promete e não entrega.
O que me incomodou um pouco foi o fato de focarem tanto na atmosfera e às vezes deixarem o desenvolvimento de alguns personagens secundários meio de lado, o que dificulta um pouco a empatia imediata por quem não é da família Atreides. Mas fora isso, a ambientação e o figurino são foda, te transportam direto pra dentro da história. É um filme que respeita a inteligência de quem tá assistindo e entrega um visual fidedigno pro que a gente imagina lendo a obra original. Vale muito a pena ser visto, principalmente pra quem curte uma ficção científica mais séria e bem executada!
The Twilight Zone (2ª Temporada)
3.4 68Finalmente resolveram deixar a militância doentia de lado e focar na tradição da série de apresentar histórias interessantes e imersivas de fantasia, sci-fi e surrealismo. Componentes esses que tornaram a série original popular e cult! Os episódios são muito mais refinados e dentro da "realidade" do que o desastre atômico que foi a primeira temporada.
Destaques para o Episódio 01 - (Meet in the Middle): com enfoque na complexidade da solidão moderna e com um plot twist massa demais! Fiquei com dó do cara.
Episódio 02 - (Downtime): uma exploração profunda de identidade, realidade e o impacto da tecnologia nas nossas vidas. Aposto que a ideia de viver numa simulação de uma vida perfeita como a da personagem principal já passou pela cabeça de metade da população mundial. Ideia muito foda e bem desenvolvida dentro dos limites de um episódio de série. Um filme sobre essa temática seria maravilhoso!
Episódio 03 - (The Who of You): aborda um tema moralmente ambíguo, mas fascinante. Me lembrou o filme "Trocando os Pés" com Adam Sandler. Muito bom!
PS: Alguém mais reparou no quadro do Chaves dentro do barril na parede do quarto do garoto hispânico no episódio 8?
The Twilight Zone (1ª Temporada)
3.5 178É isso que dá misturar agenda esquerdista woke com áudio-visual. Vira uma bosta radioativa! Somente os episódios 2 (Nightmare at 30,000 feet) e 6 (Six Degrees of Freedom) se salvam, o resto é pura narrativa lacradora pessimamente desenvolvida, como era de se esperar vindo de um lacrador que nos bastidores faz o oposto do que prega. Nunca tinha visto nada de "The Twilight Zone", e resolvi começar justo pelo pior revival já feito. Só me deu mais vontade de ver a original!
Gemini: O Planeta Sombrio
1.6 46 Assista Agora1 ⭐apenas pela ideia interessante de voltar 4 bilhões de anos no tempo que a terra tava sendo formada. Pena esse acontecimento não ter sido a trama central. Ainda á espera de um filme que aborde esse tema por completo. Seria muito foda! Fora isso, o filme é péssimo e concordo com todos os comentários abaixo atestando isso kk
Juno
3.7 2,3K Assista AgoraNa minha opinião, o filme não passa de uma normalização e romantização absurdas do abandono de bebês por pais adolescentes. Um desserviço completo!
Eles tratam o ato de doar um filho de uma forma muito superficial e meio catatônica até. Especialmente na cena final, onde Juno e Bleeker aparecem tocando instrumentos e cantarolando apaixonados numa das cenas mais piegas da história do cinema, demonstrando uma indiferença bizarra e perturbadora pelo destino do bebê, agindo como se tivessem se livrado de um pedaço de lixo. Além disso, o pai não querer ver o filho no hospital reflete uma frieza e desumanização lamentável (mesmo que isso aconteça na vida real com uma certa frequência), é difícil de aceitar o fato de que uma pessoa é capaz de tratar um bebê como se fosse um objeto inanimado descartável e não sentir absolutamente nada por uma vida que é parte de você e só existe por tua culpa. E isso o filme demonstra de forma rasa e leviana.
Mesmo ambos os pais sendo de classe média com famílias bem estruturadas e tendo plenas condições psicológicas e financeiras para criar o bebê, o filme opta por uma abordagem que minimiza as complexidades e consequências emocionais reais de tal decisão. Roteiro superficial e irresponsável, pois pode influenciar muitas mentes fracas de adolescentes por aí que podem optar por fazer coisas até piores pra se livrarem de um problema tão "grande" quanto um bebê recém nascido, e por tratar um assunto tão sério de forma tão banal e quase satírica!
Pode ter ganhado sei lá quantos prêmios e um Oscar por melhor roteiro original (uma das poucas categorias relevantes e justas), ser muito aclamado pela crítica especializada e pela maioria aqui do filmow e blah blah blah.. Isso pouco importa e só reforça a minha visão de que se trata de um filme extremamente superestimado e completamente desnecessário!
A Garota Ideal
3.8 1,2K Assista AgoraRyan Gosling parece que vai sair do personagem na maior parte das cenas, é muito engraçado ver ele segurando o riso e agindo como se fosse um traço de personalidade do Lars. 😂😂😂
Nunca ri tanto numa cena igual quando ele apresenta a boneca pro irmão e pra cunhada e na cena que ele leva ela de cadeira de rodas pra igreja kkkkkkkkkkkk
Quem escreveu esse roteiro é um gênio da comédia e merecia um Oscar de melhor roteiro só por essas duas cenas!
Albert Nobbs
3.6 576 Assista AgoraPassei o filme inteiro pensando na semelhança absurda do Albert com o Conan O'Brien kkkkkk
O Massacre de Chicago
3.8 19É um filme fascinante que captura com maestria a brutalidade, selvageria e bang bang do mundo do crime nos anos 20. A história é contada de forma bem intensa e envolvente, a narração é a cereja do bolo. As atuações são bem críveis, com destaque para a performance do ator que interpreta Al Capone, que apesar da falta de semelhança física com o mafioso, conseguiu transpassar uma mistura de estilo e terror sociopata ao personagem de forma fidedigna para as telas. A reconstrução de época é impecável, te transportando diretamente para o cenário da era da Lei Seca. Um filme imperdível para quem gosta de histórias de mafiosos e quer ver um clássico do gênero!
The Old Blue Eyes
59Foi cadastrado em 2010 e provavelmente só sairá do papel em 2030
Amaldiçoada
3.8 400 Assista AgoraPuta que pariu, a intenção era fazer um dos filmes mais chocantes das últimas décadas (ou talvez de todos os tempos)??!?! Tem tudo de ruim que o ser humano é capaz de cometer nessa história. Bizarro!!!
A cena do abate do porquinho foi uma das cenas de crueldade animal mais realistas que já vi no cinema, muito triste e desconfortável ver ele agonizando pra morrer daquela forma; e as cenas dos abusos e açoites das mulheres, principalmente da menininha.. chocantes, pra dizer o mínimo! Ptm
Uma poderosa cinematografia que captura a brutalidade e a beleza selvagem do Velho Oeste. Atuações fantásticas dos personagens principais. Dakota Fanning entrega uma performance extraordinária, retratando a garra, desejo de superação e a vulnerabilidade de Liz com profundidade e intensidade. Mas o destaque mesmo fica por conta da psicopatia patológica do Guy Pearce, entregando uma atuação ameaçadora e implacável, personificando o fanatismo religioso e a crueldade humana com maestria. Ele se destaca demais em personagens malignos!
A narrativa não linear e os temas de abuso, opressão e vingança tornam "Amaldiçoada" um filme impactante e extremamente brutal e perturbador, que te desafia a confrontar a podridão e a resiliência do espírito humano.
Dreamland: Sonhos e Ilusões
3.0 34 Assista AgoraNo começo tava bom, na metade ficou meio ruim também, não tava muito bom, e no fim parece que piorou!
Diário de um Jornalista Bêbado
3.0 774 Assista grátisEsse filme foi a maior cagada (literalmente) da vida do Johnny Depp.
Fallout (1ª Temporada)
4.1 343 Assista AgoraSuperestimada e cheia de furos bobos e chicles do gênero. Nada demais, não sei pq tanto hype se o jogo nem é tão conhecido. Espero que melhorem o roteiro da segunda temporada e se torne uma série mais abrangente e focada numa ou no máximo duas situações/linhas de tempo. Sofre do mesmo problema de outras séries que tentam abordar muitos personagens insossos e backgrounds de forma simultânea, deixando a história meio confusa, maçante e sem emoção. Sei lá, não tenho certeza se retornarei para os futuros acontecimentos.
Entre a Vida e a Morte
3.1 92 Assista AgoraAchei que tinha sido daqui que o Scorsese tinha tirado a ideia pra fazer a "Ilha do Medo", (ou ambos os filmes beberam da mesma fonte), mas ainda bem que o plot twist muda pra versão final, fica mais coerente com a história. Assisti sem esperar muita coisa, e até que é bonzinho pra passar o tempo!
Contágio
3.2 1,8K Assista AgoraMe pergunto o que os atores desse filme sentiram quando a COVID-19 surgiu.
Covil de Ladrões
3.3 206 Assista AgoraEsse filme tem mais furos que um queijo suíço. Sem falar na duração desnecessária de mais de 2h. Todo draminha sem graça com a esposa e divórcio do policial deveria ter sido cortado. Tentaram lançar um plot twist no final mas foi muito mal elaborado. Enfim, nota 2,0 apenas pelo momento de tensão nas cenas do roubo final, única coisa que salva, nem os tiroteios são empolgantes.
Companhia de Herois: O Filme
2.9 36Imitação barata de O Resgate do Soldado Ryan.
Orgulho e Preconceito e Zumbis
2.7 681 Assista AgoraPensa num filme retarded
O Estranho Sem Nome
3.8 266 Assista AgoraA cena do estupro acabou com o filme! Simplesmente jogam um crime hediondo na nossa cara como se não fosse nada e ainda deixam o cara sair totalmente impune por isso, além de tentar fazer com que o telespectador crie alguma empatia pelo personagem, mesmo depois do que ele fez.
Ideia nojenta, absurda e totalmente desnecessária, mesmo que tenha tentado retrar a selvageria do Velho Oeste de forma nua e crua.
Sem falar que você fica perdido sobre as intenções do pistoleiro, sem saber se ele é vilão ou mocinho, herói ou anti-herói. No fim, percebe-se que ele é tão criminoso quanto os 3 bandidos que ele mata. Com uma diferença mínima de caráter entre eles, como na cena onde ele ajuda as crianças e o velho nativo, e tbm o baixinho transformado em xerife.
Alfa
3.4 307 Assista AgoraO primeiro adestrador de cães da história! ;)
"Podemos nos surpreender com as jornadas que encaramos e quem nos acompanha. Às vezes, são as jornadas mais difíceis que revelam quem somos, do que somos capazes e quem amamos."