A saída repentina do Alan Arkin foi muito sentida, já que a relação dos velhos amigos era o coração da série. Apesar disso, o show consegue bons momentos com Paul Raiser e Kathleen Turner. O Michael Douglas, ao meu ver, entregou sua melhor performance em toda a série.
Agora, achei o final muito corrido. As situações da família do Norman e do casal Mindy e Martin estavam sendo desenvolvidas aos poucos e foram finalizadas do nada, de forma brusca. E aquelas passagens de tempo para um final feliz também cortou a possibilidade de um desenvolvimento maior para o Sandy.
Definitivamente a mais fraca temporada de Fargo. Claro que tem seus momentos, mas pra quem acompanha desde o começo, não chega nem perto da qualidade de roteiro e dos personagens memoráveis anteriores.
Os protagonistas Loy Cannon e Josto Fadda são particularmente fracos, o que já dificulta bastante a experiência. Chris Rock e Jason Schwartzman não me convenceram. Ben Whishaw desperdiçado.
Da série de personagens excêntricos e inesquecíveis, a Jessie Buckley pega o bastão que já foi dos maravilhosos David Thewlis, Kirsten Dunst e Billy Bob Thornton. Apesar de ter adorado a performance, minha preferida da temporada ao lado de Glynn Turman, seu núcleo me pareceu muito deslocado do restante, o que não acontecia nas demais temporadas.
O primeiro episódio me deixou bem receoso, achei que a série iria cair em qualidade. Mas foi me convencendo aos poucos, apesar de preferir as outras temporadas.
Acho que a Rainha se formando é uma personagem bem mais interessante de se acompanhar do que a Rainha já experiente, e senti muita falta da Claire Foy. Mas a Olivia Colman, com aquela expressão mais pesada, coube bem na Rainha mais velha.
A série manteve aquilo que eu tanto gosto, que é dar importância a todos os personagens que rodeiam a protagonista ao longo dos episódios com esse elenco excelente. Destaque pra Josh O'Connor como Charles, Jason Watkins como o Primeiro Ministro Wilson e também Tobias Menzies como Philip.
Por vezes tenho a impressão que, por estarmos numa era de intenso brilhantismo na TV, com produções magníficas surgindo todos os anos, o público e a crítica em geral estão comprando qualquer coisa. Quase tudo é bem criticado e tratado como obra-prima. Essa Sharp Objects tem lá seus méritos, como alguns personagens e atuações. Mas eu senti a série me enrolar por 5 episódios inteiros, vários personagens um tanto unidimensionais, outros que ameaçavam ser importantes e no final eram praticamente inúteis, diálogos forçados e frases de efeito.
Minissérie surpreendente com ritmo perfeito. Personagens e situações reais e dramáticos, mas são tantos os aspirantes a criminosos nessa história que o tom de comédia em meio ao drama foi maravilhosamente encaixado.
Roteiro ágil e afiado, leve sem diminuir o peso do assunto. E o elenco então; todos os coadjuvantes bem aproveitados e interpretados e os ótimos Ben Whishaw e Alex Jennings. Mas fiquei feliz mesmo com o Hugh Grant, fascinante nesse que é um de seus melhores personagens. Ele vem mudando bastante os rumos da carreira nos últimos anos, provando versatilidade.
Achei essa temporada melhor que as duas últimas, (Roanoke foi horrível e Cult tinha um bom tema mal aproveitado), mas a série continua perdida. E tenho pra mim que assim irá continuar. Os autores são conhecidos por criar séries maravilhosas, só para deixá-las de lado quando criam outras.
Apesar dos vários personagens mal desenvolvidos ou completamente inúteis para a trama (novos ou antigos), resoluções fáceis e pouco imaginativas e clichês, curti muito o crossover. Rever as bruxas, os fantasmas e até o hotel. E principalmente rever a Jessica Lange, que atriz gigantesca. Aparece pouco mas, com todo o respeito ao ótimo elenco de AHS, deixa todo mundo comendo poeira.
Meu irmão é otaku e, graças a isso, acabei vendo alguns ótimos animes como Death Note, Steins;Gate, Mahō Shōjo Madoka Magika e esse Fate Zero. Engraçado que tive com o Fate Zero a mesma sensação que tive com Steins;Gate: o anime era bom mas nada de espetacular na primeira parte. Quando chega a segunda parte, ele explode seus miolos com desenvolvimento de personagem, diálogos e cenas incríveis. A animação é belíssima do começo ao fim, as lutas são provavelmente as mais bem feitas que já vi em animes. Gilgamesh com Kirei, Kiritsugu com Natalia, Iskandar com Waver, Kariya com toda a desgraça do mundo num homem só. Infelizmente me decepcionei com o episódio final, ideias boas tratadas de forma muito corrida e confusa.
Não consigo pensar em outra palavra pra descrever Mr. Robot que não irregular. A série tem características pra te prender, principalmente os personagens complexos e interessantes, os movimentos de câmera, atuações (Rami Malek foi me convencendo aos poucos até me dobrar por completo). No entanto, é irregular quanto aos diálogos e continuidade. De um episódio pro outro nota-se muita diferença na qualidade do texto e na força da história. Há cenas que foram feitas pra serem grandiosas e memoráveis, mas creio que justamente essa intenção tenha deixado meio forçado e fraco na execução.
Com essa quantidade enorme de séries pra acompanhar e tendo que escolher, estava pensando em abandonar Mr. Robot depois da 1ª temporada, mas acabei ficando interessado em continuar.
Infelizmente essa temporada foi a mais fraca. Bem de longe a mais fraca. Mas parece que o pessoal que reclama da série desde "Coven" gostou dessa. Vai ver curtiram as novidades, mas eu que sempre gostei muito do estilo empregado até então não comprei a ideia. Uma carnificina sem fim e sem graça, personagens sem tempo de se desenvolverem e repetição atrás de repetição. Nem o fabuloso elenco de AHS se salva, afinal é difícil fazer milagre com uma história tão fraca.
Ah, eu adoro essa série. Gostei de todas as temporadas, com pequenas ressalvas aqui e ali. Em 'Hotel', a Lady Gaga pegou um papel que se encaixa bem nela, e apesar de ela não ser atriz, algo que fica claro em certos momentos, gostei do uso dela na temporada. O ótimo Evan Peters entrega sua melhor interpretação e melhor personagem desde o Tate lá na 'Murder House'. Destaque também para o Denis O'Hare em seu melhor personagem e a Mare Winningham, impagável como a empregada doméstica maravilhada com limpeza mórbida.
Meu ranking das temporadas:
1/2. Murder House/Asylum (empate) 3. Hotel 4. Freak Show 5. Coven
Adoro essa série. Claro que tenho uma ordem de preferência (1. Murder House e Asylum, 2. Freak Show, 3. Coven), mas todas as temporadas foram ótimas, ao meu ver. Não é perfeita, tem derrapadas aqui e ali, mas nada que comprometa o resultado.
Acho que as pessoas assistem a série esperando os clássicos clichês de terror e acabam saindo decepcionadas, mas está claro pra mim que a série é um drama envolvendo histórias de horror
Uma série inesquecível. As primeiras temporadas foram geniais, as mais atuais caíram um pouco, mas é impossível não sentir saudades de um roteiro tão criativo, personagens tão complexos e adoráveis e um elenco excepcional. As homenagens aos antigos personagens nessa última temporada foi um presente para os fãs.
Uma pena a Edie Britt não ter sido mencionada, provavelmente a atriz Nicolette Sheridan não pôde ou não quis participar, pois é óbvio que a produção se esforçou para lembrar de todos.
Essa temporada foi bastante interessante, principalmente pela entrada da Dena Delany (Katherine Mayfair), que veio com segredos realmente quentes que alimentaram a temporada inteira, e a atriz foi fantástica, teve tanto ou mais destaque que as protagonistas. O episódio do furacão foi ótimo.
Nessa temporada a série deu uma leve enfraquecida. As reviravoltas dos principais personagens não me impactaram tanto como antes. Mas outras coisas me impactaram, como o destaque grandioso da Felicity Huffman (Lynette) e o episódio do supermercado.
No velório e enterro do Rex, na relação com a Betty, o alcoolismo, o convívio tenso com o Andrew e o final épico da relação deles, nos episódios finais enfrentando o rapaz armado.
Faz tanto tempo que assisti a 1ª temporada. Mas agora, vendo os comentários aqui, lembrei de tanta coisa. O roteiro fantástico e principalmente o elenco. Minhas preferidas são Marcia Cross e a Felicity Huffman (Bree e Lynette). Elas entregaram performances incríveis. Pra quem está começando, já aviso que a série vai te surpreender por um bom tempo.
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O Método Kominsky (3ª Temporada)
4.0 50 Assista AgoraA saída repentina do Alan Arkin foi muito sentida, já que a relação dos velhos amigos era o coração da série. Apesar disso, o show consegue bons momentos com Paul Raiser e Kathleen Turner. O Michael Douglas, ao meu ver, entregou sua melhor performance em toda a série.
Agora, achei o final muito corrido. As situações da família do Norman e do casal Mindy e Martin estavam sendo desenvolvidas aos poucos e foram finalizadas do nada, de forma brusca. E aquelas passagens de tempo para um final feliz também cortou a possibilidade de um desenvolvimento maior para o Sandy.
Fargo (4ª Temporada)
3.6 93 Assista AgoraDefinitivamente a mais fraca temporada de Fargo. Claro que tem seus momentos, mas pra quem acompanha desde o começo, não chega nem perto da qualidade de roteiro e dos personagens memoráveis anteriores.
Os protagonistas Loy Cannon e Josto Fadda são particularmente fracos, o que já dificulta bastante a experiência. Chris Rock e Jason Schwartzman não me convenceram. Ben Whishaw desperdiçado.
Da série de personagens excêntricos e inesquecíveis, a Jessie Buckley pega o bastão que já foi dos maravilhosos David Thewlis, Kirsten Dunst e Billy Bob Thornton. Apesar de ter adorado a performance, minha preferida da temporada ao lado de Glynn Turman, seu núcleo me pareceu muito deslocado do restante, o que não acontecia nas demais temporadas.
The Crown (3ª Temporada)
4.3 219 Assista AgoraO primeiro episódio me deixou bem receoso, achei que a série iria cair em qualidade. Mas foi me convencendo aos poucos, apesar de preferir as outras temporadas.
Acho que a Rainha se formando é uma personagem bem mais interessante de se acompanhar do que a Rainha já experiente, e senti muita falta da Claire Foy. Mas a Olivia Colman, com aquela expressão mais pesada, coube bem na Rainha mais velha.
A série manteve aquilo que eu tanto gosto, que é dar importância a todos os personagens que rodeiam a protagonista ao longo dos episódios com esse elenco excelente. Destaque pra Josh O'Connor como Charles, Jason Watkins como o Primeiro Ministro Wilson e também Tobias Menzies como Philip.
Objetos Cortantes
4.3 877 Assista AgoraPor vezes tenho a impressão que, por estarmos numa era de intenso brilhantismo na TV, com produções magníficas surgindo todos os anos, o público e a crítica em geral estão comprando qualquer coisa. Quase tudo é bem criticado e tratado como obra-prima. Essa Sharp Objects tem lá seus méritos, como alguns personagens e atuações. Mas eu senti a série me enrolar por 5 episódios inteiros, vários personagens um tanto unidimensionais, outros que ameaçavam ser importantes e no final eram praticamente inúteis, diálogos forçados e frases de efeito.
A Very English Scandal
4.0 25Minissérie surpreendente com ritmo perfeito. Personagens e situações reais e dramáticos, mas são tantos os aspirantes a criminosos nessa história que o tom de comédia em meio ao drama foi maravilhosamente encaixado.
Roteiro ágil e afiado, leve sem diminuir o peso do assunto. E o elenco então; todos os coadjuvantes bem aproveitados e interpretados e os ótimos Ben Whishaw e Alex Jennings. Mas fiquei feliz mesmo com o Hugh Grant, fascinante nesse que é um de seus melhores personagens. Ele vem mudando bastante os rumos da carreira nos últimos anos, provando versatilidade.
American Horror Story: Apocalypse (8ª Temporada)
3.5 516Achei essa temporada melhor que as duas últimas, (Roanoke foi horrível e Cult tinha um bom tema mal aproveitado), mas a série continua perdida. E tenho pra mim que assim irá continuar. Os autores são conhecidos por criar séries maravilhosas, só para deixá-las de lado quando criam outras.
Apesar dos vários personagens mal desenvolvidos ou completamente inúteis para a trama (novos ou antigos), resoluções fáceis e pouco imaginativas e clichês, curti muito o crossover. Rever as bruxas, os fantasmas e até o hotel. E principalmente rever a Jessica Lange, que atriz gigantesca. Aparece pouco mas, com todo o respeito ao ótimo elenco de AHS, deixa todo mundo comendo poeira.
Fate/Zero (1ª Temporada)
4.2 50Meu irmão é otaku e, graças a isso, acabei vendo alguns ótimos animes como Death Note, Steins;Gate, Mahō Shōjo Madoka Magika e esse Fate Zero. Engraçado que tive com o Fate Zero a mesma sensação que tive com Steins;Gate: o anime era bom mas nada de espetacular na primeira parte. Quando chega a segunda parte, ele explode seus miolos com desenvolvimento de personagem, diálogos e cenas incríveis. A animação é belíssima do começo ao fim, as lutas são provavelmente as mais bem feitas que já vi em animes. Gilgamesh com Kirei, Kiritsugu com Natalia, Iskandar com Waver, Kariya com toda a desgraça do mundo num homem só. Infelizmente me decepcionei com o episódio final, ideias boas tratadas de forma muito corrida e confusa.
Mr. Robot (1ª Temporada)
4.5 1,0KNão consigo pensar em outra palavra pra descrever Mr. Robot que não irregular. A série tem características pra te prender, principalmente os personagens complexos e interessantes, os movimentos de câmera, atuações (Rami Malek foi me convencendo aos poucos até me dobrar por completo). No entanto, é irregular quanto aos diálogos e continuidade. De um episódio pro outro nota-se muita diferença na qualidade do texto e na força da história. Há cenas que foram feitas pra serem grandiosas e memoráveis, mas creio que justamente essa intenção tenha deixado meio forçado e fraco na execução.
Com essa quantidade enorme de séries pra acompanhar e tendo que escolher, estava pensando em abandonar Mr. Robot depois da 1ª temporada, mas acabei ficando interessado em continuar.
American Horror Story: Roanoke (6ª Temporada)
3.8 724 Assista AgoraInfelizmente essa temporada foi a mais fraca. Bem de longe a mais fraca. Mas parece que o pessoal que reclama da série desde "Coven" gostou dessa. Vai ver curtiram as novidades, mas eu que sempre gostei muito do estilo empregado até então não comprei a ideia. Uma carnificina sem fim e sem graça, personagens sem tempo de se desenvolverem e repetição atrás de repetição. Nem o fabuloso elenco de AHS se salva, afinal é difícil fazer milagre com uma história tão fraca.
American Horror Story: Hotel (5ª Temporada)
3.6 987Ah, eu adoro essa série. Gostei de todas as temporadas, com pequenas ressalvas aqui e ali. Em 'Hotel', a Lady Gaga pegou um papel que se encaixa bem nela, e apesar de ela não ser atriz, algo que fica claro em certos momentos, gostei do uso dela na temporada. O ótimo Evan Peters entrega sua melhor interpretação e melhor personagem desde o Tate lá na 'Murder House'. Destaque também para o Denis O'Hare em seu melhor personagem e a Mare Winningham, impagável como a empregada doméstica maravilhada com limpeza mórbida.
Meu ranking das temporadas:
1/2. Murder House/Asylum (empate)
3. Hotel
4. Freak Show
5. Coven
American Horror Story: Freak Show (4ª Temporada)
3.5 1,4K Assista AgoraAdoro essa série. Claro que tenho uma ordem de preferência (1. Murder House e Asylum, 2. Freak Show, 3. Coven), mas todas as temporadas foram ótimas, ao meu ver. Não é perfeita, tem derrapadas aqui e ali, mas nada que comprometa o resultado.
Acho que as pessoas assistem a série esperando os clássicos clichês de terror e acabam saindo decepcionadas, mas está claro pra mim que a série é um drama envolvendo histórias de horror
(fantasmas, demônios, cientistas loucos, ETs, bruxas, psicopatas, assassinos).
Nessa temporada, cito a atuação fantástica do Finn Wittrock, novato em AHS que conseguiu se destacar no meio do excelente elenco veterano.
Desperate Housewives (8ª Temporada)
4.5 291 Assista AgoraUma série inesquecível. As primeiras temporadas foram geniais, as mais atuais caíram um pouco, mas é impossível não sentir saudades de um roteiro tão criativo, personagens tão complexos e adoráveis e um elenco excepcional. As homenagens aos antigos personagens nessa última temporada foi um presente para os fãs.
Uma pena a Edie Britt não ter sido mencionada, provavelmente a atriz Nicolette Sheridan não pôde ou não quis participar, pois é óbvio que a produção se esforçou para lembrar de todos.
Enfim, série inesquecível.
Desperate Housewives (4ª Temporada)
4.4 88Essa temporada foi bastante interessante, principalmente pela entrada da Dena Delany (Katherine Mayfair), que veio com segredos realmente quentes que alimentaram a temporada inteira, e a atriz foi fantástica, teve tanto ou mais destaque que as protagonistas. O episódio do furacão foi ótimo.
Desperate Housewives (3ª Temporada)
4.4 102Nessa temporada a série deu uma leve enfraquecida. As reviravoltas dos principais personagens não me impactaram tanto como antes. Mas outras coisas me impactaram, como o destaque grandioso da Felicity Huffman (Lynette) e o episódio do supermercado.
Desperate Housewives (2ª Temporada)
4.4 99Como a Marcia Cross (Bree) arrebentou nessa temporada. Simplesmente fantástica.
No velório e enterro do Rex, na relação com a Betty, o alcoolismo, o convívio tenso com o Andrew e o final épico da relação deles, nos episódios finais enfrentando o rapaz armado.
Desperate Housewives (1ª Temporada)
4.5 213 Assista AgoraFaz tanto tempo que assisti a 1ª temporada. Mas agora, vendo os comentários aqui, lembrei de tanta coisa. O roteiro fantástico e principalmente o elenco. Minhas preferidas são Marcia Cross e a Felicity Huffman (Bree e Lynette). Elas entregaram performances incríveis. Pra quem está começando, já aviso que a série vai te surpreender por um bom tempo.