A saída repentina do Alan Arkin foi muito sentida, já que a relação dos velhos amigos era o coração da série. Apesar disso, o show consegue bons momentos com Paul Raiser e Kathleen Turner. O Michael Douglas, ao meu ver, entregou sua melhor performance em toda a série.
Agora, achei o final muito corrido. As situações da família do Norman e do casal Mindy e Martin estavam sendo desenvolvidas aos poucos e foram finalizadas do nada, de forma brusca. E aquelas passagens de tempo para um final feliz também cortou a possibilidade de um desenvolvimento maior para o Sandy.
O filme é muito ruim? Sim, com certeza. Então vou falar duas coisas boas sobre ele, pra quem for se aventurar.
O Josh Gad está ótimo como Mulch Diggums. Ele faz muito com esse personagem, mesmo com esse roteiro corrido e sem desenvolvimento apropriado.
E o roteiro é tão raso mas as pessoas falam tão bem dos livros, que definitivamente me interessei e vou ler o primeiro em breve, pois adoro uma fantasia criativa e bem escrita. Espero que seja o caso.
Definitivamente a mais fraca temporada de Fargo. Claro que tem seus momentos, mas pra quem acompanha desde o começo, não chega nem perto da qualidade de roteiro e dos personagens memoráveis anteriores.
Os protagonistas Loy Cannon e Josto Fadda são particularmente fracos, o que já dificulta bastante a experiência. Chris Rock e Jason Schwartzman não me convenceram. Ben Whishaw desperdiçado.
Da série de personagens excêntricos e inesquecíveis, a Jessie Buckley pega o bastão que já foi dos maravilhosos David Thewlis, Kirsten Dunst e Billy Bob Thornton. Apesar de ter adorado a performance, minha preferida da temporada ao lado de Glynn Turman, seu núcleo me pareceu muito deslocado do restante, o que não acontecia nas demais temporadas.
Maravilhoso. Sonhava em ver este espetáculo há tempos, sem esperanças. Ver um musical na Broadway é impossível para a maioria de nós, então esse filme é um presente.
Engraçado que alguma coisa estava me incomodando durante o filme, mas estava tão imerso que só percebi agora lendo comentários. As caras e bocas do Lin-Manuel Miranda em contraste com o resto do elenco. Mas vá lá, o cara fez tudo aquilo, ele tinha que liderar.
O primeiro episódio me deixou bem receoso, achei que a série iria cair em qualidade. Mas foi me convencendo aos poucos, apesar de preferir as outras temporadas.
Acho que a Rainha se formando é uma personagem bem mais interessante de se acompanhar do que a Rainha já experiente, e senti muita falta da Claire Foy. Mas a Olivia Colman, com aquela expressão mais pesada, coube bem na Rainha mais velha.
A série manteve aquilo que eu tanto gosto, que é dar importância a todos os personagens que rodeiam a protagonista ao longo dos episódios com esse elenco excelente. Destaque pra Josh O'Connor como Charles, Jason Watkins como o Primeiro Ministro Wilson e também Tobias Menzies como Philip.
Esse filme tinha tanto potencial, e algumas cenas muito bonitas provam isso. Mas é fraco, direção de elenco e roteiro sofríveis, personagens sem tempo para desenvolvimento. Fiquei pensando em Sangue Azul, outro filme brasileiro passado em circo, bem mais completo e lírico que este.
Mesmo assim vale destacar o trabalho do Jesuíta Barbosa, a melhor coisa do filme. Ele é, definitivamente, um dos mais interessantes atores em atividade no Brasil.
Esse é meu 4º Hirokazu Koreeda. Como acontece com quase todos os grandes cineastas, estou esperando um filme dele que não seja tão bom, que não se iguale ao restante. Ainda estou esperando.
Imagino que este não seja tão querido quanto os outros, pois foge um pouco do tema principal tratado sempre por Koreeda. E também, talvez, por não ser um filme de investigação criminal e tribunal do tipo clássico. Este se preocupa bem mais com estudo de personagem do que com o caso em si ou com respostas concretas.
E tenho que dizer, além de tudo ele é um diretor de atores magnífico. Elenco excelente, com destaque para Koji Yakusho.
Por vezes tenho a impressão que, por estarmos numa era de intenso brilhantismo na TV, com produções magníficas surgindo todos os anos, o público e a crítica em geral estão comprando qualquer coisa. Quase tudo é bem criticado e tratado como obra-prima. Essa Sharp Objects tem lá seus méritos, como alguns personagens e atuações. Mas eu senti a série me enrolar por 5 episódios inteiros, vários personagens um tanto unidimensionais, outros que ameaçavam ser importantes e no final eram praticamente inúteis, diálogos forçados e frases de efeito.
Minissérie surpreendente com ritmo perfeito. Personagens e situações reais e dramáticos, mas são tantos os aspirantes a criminosos nessa história que o tom de comédia em meio ao drama foi maravilhosamente encaixado.
Roteiro ágil e afiado, leve sem diminuir o peso do assunto. E o elenco então; todos os coadjuvantes bem aproveitados e interpretados e os ótimos Ben Whishaw e Alex Jennings. Mas fiquei feliz mesmo com o Hugh Grant, fascinante nesse que é um de seus melhores personagens. Ele vem mudando bastante os rumos da carreira nos últimos anos, provando versatilidade.
Achei essa temporada melhor que as duas últimas, (Roanoke foi horrível e Cult tinha um bom tema mal aproveitado), mas a série continua perdida. E tenho pra mim que assim irá continuar. Os autores são conhecidos por criar séries maravilhosas, só para deixá-las de lado quando criam outras.
Apesar dos vários personagens mal desenvolvidos ou completamente inúteis para a trama (novos ou antigos), resoluções fáceis e pouco imaginativas e clichês, curti muito o crossover. Rever as bruxas, os fantasmas e até o hotel. E principalmente rever a Jessica Lange, que atriz gigantesca. Aparece pouco mas, com todo o respeito ao ótimo elenco de AHS, deixa todo mundo comendo poeira.
Meu irmão é otaku e, graças a isso, acabei vendo alguns ótimos animes como Death Note, Steins;Gate, Mahō Shōjo Madoka Magika e esse Fate Zero. Engraçado que tive com o Fate Zero a mesma sensação que tive com Steins;Gate: o anime era bom mas nada de espetacular na primeira parte. Quando chega a segunda parte, ele explode seus miolos com desenvolvimento de personagem, diálogos e cenas incríveis. A animação é belíssima do começo ao fim, as lutas são provavelmente as mais bem feitas que já vi em animes. Gilgamesh com Kirei, Kiritsugu com Natalia, Iskandar com Waver, Kariya com toda a desgraça do mundo num homem só. Infelizmente me decepcionei com o episódio final, ideias boas tratadas de forma muito corrida e confusa.
Fiquei com a impressão de que se terminassem a história ali pela metade, deixando o futuro mais em aberto, seria um filme bem melhor. Achei a primeira parte bastante instigante. Já o filme como um todo deixou um gosto de exagero. Muitas ideias, estilos e situações foram experimentados e senti que muito não se encaixou no produto final.
Gostei bastante, indo na contramão dos comentários em geral. De fato existem alguns problemas de ritmo, mas o estudo de personagem que move a história segurou o filme. Um personagem complexo que, após mudanças drásticas em seu cotidiano, entra numa crise existencial deu a Denzel Washington a chance de brilhar intensamente numa performance fantástica.
Pixar, Pixar. Tanto carinho que tenho por essa produtora, que trouxe muitas das minhas melhores experiências cinematográficas. Mas este Viva, apesar de conter várias características que um fã da Pixar vai reconhecer e aquela cena que emociona demais, não me agradou tanto quanto eu gostaria.
É lindo de ver e de ouvir e a parte técnica da Pixar sempre surpreende. Mas achei a história fraca. Senti que a produção acreditou que aquele mundo maravilhoso e a rica cultura do Dia dos Mortos seria o suficiente, e parece que acertaram na aposta, já que crítica e público adoraram. Mas o roteiro é muito previsível, pouco no decorrer da história me surpreendeu, é fácil descobrir de cara várias das reviravoltas. Alguns dilemas dos personagens, que duraram por décadas e décadas, se resolvem com uma canção. E os personagens e situações, apesar de adoráveis e divertidos, não são nada originais. E sempre digo que a criatividade é o grande diferencial da Pixar. Prova disso é o meu quarteto de preferidos: Procurando Nemo / Wall-E / Toy Story 3 / Divertida Mente, sem contar vários outros.
Não consigo pensar em outra palavra pra descrever Mr. Robot que não irregular. A série tem características pra te prender, principalmente os personagens complexos e interessantes, os movimentos de câmera, atuações (Rami Malek foi me convencendo aos poucos até me dobrar por completo). No entanto, é irregular quanto aos diálogos e continuidade. De um episódio pro outro nota-se muita diferença na qualidade do texto e na força da história. Há cenas que foram feitas pra serem grandiosas e memoráveis, mas creio que justamente essa intenção tenha deixado meio forçado e fraco na execução.
Com essa quantidade enorme de séries pra acompanhar e tendo que escolher, estava pensando em abandonar Mr. Robot depois da 1ª temporada, mas acabei ficando interessado em continuar.
Cinema coreano, que descoberta! Ainda estou começando a conhecer os filmes da Coreia do Sul, mas até agora não vi nada que não seja ótimo. Esse aqui é bem o tipo que divide opiniões, principalmente porque o filme muda drasticamente de estilo quase em seu final. Eu gostei, deu uma virada na história e o experimento me agradou.
Quanto a cena final, não estranhei tanto quanto a maioria. É diferente do restante do filme, por causa dessa mudança já citada, mas se encaixa no clima escolhido pro final.
Infelizmente essa temporada foi a mais fraca. Bem de longe a mais fraca. Mas parece que o pessoal que reclama da série desde "Coven" gostou dessa. Vai ver curtiram as novidades, mas eu que sempre gostei muito do estilo empregado até então não comprei a ideia. Uma carnificina sem fim e sem graça, personagens sem tempo de se desenvolverem e repetição atrás de repetição. Nem o fabuloso elenco de AHS se salva, afinal é difícil fazer milagre com uma história tão fraca.
É fascinante acompanhar a brilhante atuação da Laura Cardoso, na evolução da personagem que vai desabando com a mudança da rotina em sua vida. Mas o tom das atuações em geral, o estilo formal quase robótico do elenco me incomodou demais, apesar de provavelmente ser proposital. E o ator que interpreta o filho é bem fraco.
Ah, eu adoro essa série. Gostei de todas as temporadas, com pequenas ressalvas aqui e ali. Em 'Hotel', a Lady Gaga pegou um papel que se encaixa bem nela, e apesar de ela não ser atriz, algo que fica claro em certos momentos, gostei do uso dela na temporada. O ótimo Evan Peters entrega sua melhor interpretação e melhor personagem desde o Tate lá na 'Murder House'. Destaque também para o Denis O'Hare em seu melhor personagem e a Mare Winningham, impagável como a empregada doméstica maravilhada com limpeza mórbida.
Meu ranking das temporadas:
1/2. Murder House/Asylum (empate) 3. Hotel 4. Freak Show 5. Coven
Adoro essa série. Claro que tenho uma ordem de preferência (1. Murder House e Asylum, 2. Freak Show, 3. Coven), mas todas as temporadas foram ótimas, ao meu ver. Não é perfeita, tem derrapadas aqui e ali, mas nada que comprometa o resultado.
Acho que as pessoas assistem a série esperando os clássicos clichês de terror e acabam saindo decepcionadas, mas está claro pra mim que a série é um drama envolvendo histórias de horror
Delícia de documentário. Foi tão bom ver o elenco principal daquele festival aceitar participar do filme e falar abertamente sobre o passado, o que não é fácil nem em situações vitoriosas.
Conhecer de fato as lembranças íntimas desses gigantes num momento clássico de nossa música não tem preço.
Repito o que disseram por aqui: grandes saudades daquilo que não vivi.
Bem mais fraco que o primeiro. Pesaram a mão na idiotice dos personagens, que funcionou melhor no filme original quando foi usada sem tanto exagero. Ponto positivo para as cenas da Jennifer Aniston e para o Chris Pine. Christolph Waltz no piloto automático, poderia ter sido bem melhor aproveitado.
Agradavelmente surpreendido. Ótimo filme, apesar de alguns clichês básicos. Ótimo elenco, com destaque justamente de quem eu menos esperava: Shia LaBeouf.
O Método Kominsky (3ª Temporada)
4.0 50 Assista AgoraA saída repentina do Alan Arkin foi muito sentida, já que a relação dos velhos amigos era o coração da série. Apesar disso, o show consegue bons momentos com Paul Raiser e Kathleen Turner. O Michael Douglas, ao meu ver, entregou sua melhor performance em toda a série.
Agora, achei o final muito corrido. As situações da família do Norman e do casal Mindy e Martin estavam sendo desenvolvidas aos poucos e foram finalizadas do nada, de forma brusca. E aquelas passagens de tempo para um final feliz também cortou a possibilidade de um desenvolvimento maior para o Sandy.
Artemis Fowl: O Mundo Secreto
2.0 113O filme é muito ruim? Sim, com certeza. Então vou falar duas coisas boas sobre ele, pra quem for se aventurar.
O Josh Gad está ótimo como Mulch Diggums. Ele faz muito com esse personagem, mesmo com esse roteiro corrido e sem desenvolvimento apropriado.
E o roteiro é tão raso mas as pessoas falam tão bem dos livros, que definitivamente me interessei e vou ler o primeiro em breve, pois adoro uma fantasia criativa e bem escrita. Espero que seja o caso.
Fargo (4ª Temporada)
3.6 93 Assista AgoraDefinitivamente a mais fraca temporada de Fargo. Claro que tem seus momentos, mas pra quem acompanha desde o começo, não chega nem perto da qualidade de roteiro e dos personagens memoráveis anteriores.
Os protagonistas Loy Cannon e Josto Fadda são particularmente fracos, o que já dificulta bastante a experiência. Chris Rock e Jason Schwartzman não me convenceram. Ben Whishaw desperdiçado.
Da série de personagens excêntricos e inesquecíveis, a Jessie Buckley pega o bastão que já foi dos maravilhosos David Thewlis, Kirsten Dunst e Billy Bob Thornton. Apesar de ter adorado a performance, minha preferida da temporada ao lado de Glynn Turman, seu núcleo me pareceu muito deslocado do restante, o que não acontecia nas demais temporadas.
Hamilton
4.5 261 Assista AgoraMaravilhoso. Sonhava em ver este espetáculo há tempos, sem esperanças. Ver um musical na Broadway é impossível para a maioria de nós, então esse filme é um presente.
Engraçado que alguma coisa estava me incomodando durante o filme, mas estava tão imerso que só percebi agora lendo comentários. As caras e bocas do Lin-Manuel Miranda em contraste com o resto do elenco. Mas vá lá, o cara fez tudo aquilo, ele tinha que liderar.
The Crown (3ª Temporada)
4.3 219 Assista AgoraO primeiro episódio me deixou bem receoso, achei que a série iria cair em qualidade. Mas foi me convencendo aos poucos, apesar de preferir as outras temporadas.
Acho que a Rainha se formando é uma personagem bem mais interessante de se acompanhar do que a Rainha já experiente, e senti muita falta da Claire Foy. Mas a Olivia Colman, com aquela expressão mais pesada, coube bem na Rainha mais velha.
A série manteve aquilo que eu tanto gosto, que é dar importância a todos os personagens que rodeiam a protagonista ao longo dos episódios com esse elenco excelente. Destaque pra Josh O'Connor como Charles, Jason Watkins como o Primeiro Ministro Wilson e também Tobias Menzies como Philip.
O Grande Circo Místico
2.2 140 Assista AgoraEsse filme tinha tanto potencial, e algumas cenas muito bonitas provam isso. Mas é fraco, direção de elenco e roteiro sofríveis, personagens sem tempo para desenvolvimento. Fiquei pensando em Sangue Azul, outro filme brasileiro passado em circo, bem mais completo e lírico que este.
Mesmo assim vale destacar o trabalho do Jesuíta Barbosa, a melhor coisa do filme. Ele é, definitivamente, um dos mais interessantes atores em atividade no Brasil.
O Terceiro Assassinato
3.5 55Esse é meu 4º Hirokazu Koreeda. Como acontece com quase todos os grandes cineastas, estou esperando um filme dele que não seja tão bom, que não se iguale ao restante. Ainda estou esperando.
Imagino que este não seja tão querido quanto os outros, pois foge um pouco do tema principal tratado sempre por Koreeda. E também, talvez, por não ser um filme de investigação criminal e tribunal do tipo clássico. Este se preocupa bem mais com estudo de personagem do que com o caso em si ou com respostas concretas.
E tenho que dizer, além de tudo ele é um diretor de atores magnífico. Elenco excelente, com destaque para Koji Yakusho.
Objetos Cortantes
4.3 877 Assista AgoraPor vezes tenho a impressão que, por estarmos numa era de intenso brilhantismo na TV, com produções magníficas surgindo todos os anos, o público e a crítica em geral estão comprando qualquer coisa. Quase tudo é bem criticado e tratado como obra-prima. Essa Sharp Objects tem lá seus méritos, como alguns personagens e atuações. Mas eu senti a série me enrolar por 5 episódios inteiros, vários personagens um tanto unidimensionais, outros que ameaçavam ser importantes e no final eram praticamente inúteis, diálogos forçados e frases de efeito.
A Very English Scandal
4.0 25Minissérie surpreendente com ritmo perfeito. Personagens e situações reais e dramáticos, mas são tantos os aspirantes a criminosos nessa história que o tom de comédia em meio ao drama foi maravilhosamente encaixado.
Roteiro ágil e afiado, leve sem diminuir o peso do assunto. E o elenco então; todos os coadjuvantes bem aproveitados e interpretados e os ótimos Ben Whishaw e Alex Jennings. Mas fiquei feliz mesmo com o Hugh Grant, fascinante nesse que é um de seus melhores personagens. Ele vem mudando bastante os rumos da carreira nos últimos anos, provando versatilidade.
American Horror Story: Apocalypse (8ª Temporada)
3.5 516Achei essa temporada melhor que as duas últimas, (Roanoke foi horrível e Cult tinha um bom tema mal aproveitado), mas a série continua perdida. E tenho pra mim que assim irá continuar. Os autores são conhecidos por criar séries maravilhosas, só para deixá-las de lado quando criam outras.
Apesar dos vários personagens mal desenvolvidos ou completamente inúteis para a trama (novos ou antigos), resoluções fáceis e pouco imaginativas e clichês, curti muito o crossover. Rever as bruxas, os fantasmas e até o hotel. E principalmente rever a Jessica Lange, que atriz gigantesca. Aparece pouco mas, com todo o respeito ao ótimo elenco de AHS, deixa todo mundo comendo poeira.
Fate/Zero (1ª Temporada)
4.2 50Meu irmão é otaku e, graças a isso, acabei vendo alguns ótimos animes como Death Note, Steins;Gate, Mahō Shōjo Madoka Magika e esse Fate Zero. Engraçado que tive com o Fate Zero a mesma sensação que tive com Steins;Gate: o anime era bom mas nada de espetacular na primeira parte. Quando chega a segunda parte, ele explode seus miolos com desenvolvimento de personagem, diálogos e cenas incríveis. A animação é belíssima do começo ao fim, as lutas são provavelmente as mais bem feitas que já vi em animes. Gilgamesh com Kirei, Kiritsugu com Natalia, Iskandar com Waver, Kariya com toda a desgraça do mundo num homem só. Infelizmente me decepcionei com o episódio final, ideias boas tratadas de forma muito corrida e confusa.
As Boas Maneiras
3.4 664 Assista AgoraFiquei com a impressão de que se terminassem a história ali pela metade, deixando o futuro mais em aberto, seria um filme bem melhor. Achei a primeira parte bastante instigante. Já o filme como um todo deixou um gosto de exagero. Muitas ideias, estilos e situações foram experimentados e senti que muito não se encaixou no produto final.
Roman J. Israel
3.2 216 Assista AgoraGostei bastante, indo na contramão dos comentários em geral. De fato existem alguns problemas de ritmo, mas o estudo de personagem que move a história segurou o filme. Um personagem complexo que, após mudanças drásticas em seu cotidiano, entra numa crise existencial deu a Denzel Washington a chance de brilhar intensamente numa performance fantástica.
Viva: A Vida é Uma Festa
4.5 2,6K Assista AgoraPixar, Pixar. Tanto carinho que tenho por essa produtora, que trouxe muitas das minhas melhores experiências cinematográficas. Mas este Viva, apesar de conter várias características que um fã da Pixar vai reconhecer e aquela cena que emociona demais, não me agradou tanto quanto eu gostaria.
É lindo de ver e de ouvir e a parte técnica da Pixar sempre surpreende. Mas achei a história fraca. Senti que a produção acreditou que aquele mundo maravilhoso e a rica cultura do Dia dos Mortos seria o suficiente, e parece que acertaram na aposta, já que crítica e público adoraram. Mas o roteiro é muito previsível, pouco no decorrer da história me surpreendeu, é fácil descobrir de cara várias das reviravoltas. Alguns dilemas dos personagens, que duraram por décadas e décadas, se resolvem com uma canção. E os personagens e situações, apesar de adoráveis e divertidos, não são nada originais. E sempre digo que a criatividade é o grande diferencial da Pixar. Prova disso é o meu quarteto de preferidos: Procurando Nemo / Wall-E / Toy Story 3 / Divertida Mente, sem contar vários outros.
Mr. Robot (1ª Temporada)
4.5 1,0KNão consigo pensar em outra palavra pra descrever Mr. Robot que não irregular. A série tem características pra te prender, principalmente os personagens complexos e interessantes, os movimentos de câmera, atuações (Rami Malek foi me convencendo aos poucos até me dobrar por completo). No entanto, é irregular quanto aos diálogos e continuidade. De um episódio pro outro nota-se muita diferença na qualidade do texto e na força da história. Há cenas que foram feitas pra serem grandiosas e memoráveis, mas creio que justamente essa intenção tenha deixado meio forçado e fraco na execução.
Com essa quantidade enorme de séries pra acompanhar e tendo que escolher, estava pensando em abandonar Mr. Robot depois da 1ª temporada, mas acabei ficando interessado em continuar.
Sem Arrependimentos
3.7 37Cinema coreano, que descoberta! Ainda estou começando a conhecer os filmes da Coreia do Sul, mas até agora não vi nada que não seja ótimo. Esse aqui é bem o tipo que divide opiniões, principalmente porque o filme muda drasticamente de estilo quase em seu final. Eu gostei, deu uma virada na história e o experimento me agradou.
Quanto a cena final, não estranhei tanto quanto a maioria. É diferente do restante do filme, por causa dessa mudança já citada, mas se encaixa no clima escolhido pro final.
E o significado pra mim foi claro, aquele toque entre os dois foi como um perdão, um final feliz até. Estranho, mas feliz.
American Horror Story: Roanoke (6ª Temporada)
3.8 724 Assista AgoraInfelizmente essa temporada foi a mais fraca. Bem de longe a mais fraca. Mas parece que o pessoal que reclama da série desde "Coven" gostou dessa. Vai ver curtiram as novidades, mas eu que sempre gostei muito do estilo empregado até então não comprei a ideia. Uma carnificina sem fim e sem graça, personagens sem tempo de se desenvolverem e repetição atrás de repetição. Nem o fabuloso elenco de AHS se salva, afinal é difícil fazer milagre com uma história tão fraca.
Através da Janela
3.3 12É fascinante acompanhar a brilhante atuação da Laura Cardoso, na evolução da personagem que vai desabando com a mudança da rotina em sua vida. Mas o tom das atuações em geral, o estilo formal quase robótico do elenco me incomodou demais, apesar de provavelmente ser proposital. E o ator que interpreta o filho é bem fraco.
American Horror Story: Hotel (5ª Temporada)
3.6 987Ah, eu adoro essa série. Gostei de todas as temporadas, com pequenas ressalvas aqui e ali. Em 'Hotel', a Lady Gaga pegou um papel que se encaixa bem nela, e apesar de ela não ser atriz, algo que fica claro em certos momentos, gostei do uso dela na temporada. O ótimo Evan Peters entrega sua melhor interpretação e melhor personagem desde o Tate lá na 'Murder House'. Destaque também para o Denis O'Hare em seu melhor personagem e a Mare Winningham, impagável como a empregada doméstica maravilhada com limpeza mórbida.
Meu ranking das temporadas:
1/2. Murder House/Asylum (empate)
3. Hotel
4. Freak Show
5. Coven
American Horror Story: Freak Show (4ª Temporada)
3.5 1,4K Assista AgoraAdoro essa série. Claro que tenho uma ordem de preferência (1. Murder House e Asylum, 2. Freak Show, 3. Coven), mas todas as temporadas foram ótimas, ao meu ver. Não é perfeita, tem derrapadas aqui e ali, mas nada que comprometa o resultado.
Acho que as pessoas assistem a série esperando os clássicos clichês de terror e acabam saindo decepcionadas, mas está claro pra mim que a série é um drama envolvendo histórias de horror
(fantasmas, demônios, cientistas loucos, ETs, bruxas, psicopatas, assassinos).
Nessa temporada, cito a atuação fantástica do Finn Wittrock, novato em AHS que conseguiu se destacar no meio do excelente elenco veterano.
Uma Noite em 67
4.2 270 Assista AgoraDelícia de documentário. Foi tão bom ver o elenco principal daquele festival aceitar participar do filme e falar abertamente sobre o passado, o que não é fácil nem em situações vitoriosas.
Conhecer de fato as lembranças íntimas desses gigantes num momento clássico de nossa música não tem preço.
Repito o que disseram por aqui: grandes saudades daquilo que não vivi.
Quero Matar Meu Chefe 2
3.2 461 Assista AgoraBem mais fraco que o primeiro. Pesaram a mão na idiotice dos personagens, que funcionou melhor no filme original quando foi usada sem tanto exagero. Ponto positivo para as cenas da Jennifer Aniston e para o Chris Pine. Christolph Waltz no piloto automático, poderia ter sido bem melhor aproveitado.
Corações de Ferro
3.9 1,4K Assista AgoraAgradavelmente surpreendido. Ótimo filme, apesar de alguns clichês básicos. Ótimo elenco, com destaque justamente de quem eu menos esperava: Shia LaBeouf.
Irmão Urso 2
3.5 145 Assista AgoraEsses alces são engraçados demais!