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Últimas opiniões enviadas

  • Túlio Vieira

    Eu só achei estranho a premissa do filme. O comandante de um submarino manda tripulantes descerem numa comunidade esquimó no gélido Canadá pra encontrar um posto de troca e comercio e trazer combustível. COMBUSTÍVEL?!?!?! Até onde eu sei combustível de submarino é urânio altamente enriquecido. Como é que esse povo ia encontrar isso no meio do nada? Hahaha Mas fora isso achei o filme muito bom, coeso, objetivo, com destaque para as atuações de Laurence Olivier e Anton Walbrook.

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    - Claro, eu já estava esquecendo, você não pôde ler um jornal em mais de um ano.
    - O que você quer dizer? Já aconteceu?
    - Claro que aconteceu. Maior que a última.
    - "Nom di dieu!" Quem está lutando?
    - Todo mundo.
    - Quem começou?
    - Os alemães, é claro. Marcharam nos poloneses em setembro de 1939.
    - Nossa! Pensei que todos os poloneses fossem no Canadá.

    Essa piada só funciona no inglês! Hahaha Pq acompanhando a legenda me passou despercebido. Só fui sacar na segunda vez que vi! hue

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  • Túlio Vieira

    O filme começa e já dá um show com uma fotografia onírica e com enquadramentos que remetem a relação homem/natureza. Dá a impressão que vai ser um daqueles filmes independentes com pouco diálogo e muito simbolismo. Tipo um Era uma Vez em Anatólia. De repente muda pra um suspense investigativo com vários suspeitos pra um crime. Até um bordel que lembra o One Eyed Jack's de Twin Peaks aparece, com figurinos e trilha sonora quase idênticos (acho tentaram fazer uma referencia). Depois um drama pesado com o sofrimento da protagonista diante da morte dos animais. Não precisava esfregar essa militância na cara do espectador, Okja faz isso de maneira mais leve e ao mesmo tempo envolvente. Depois a direção tenta acelerar a trama com mais agilidade na edição e cortes rápidos ritmados pela trilha sonora, mais ou menos como fazem Wes Anderson e Martin Scorsese. Começam a inserir informações do passado dos personagens em volta da protagonista de maneira bem preguiçosa e as vezes você não sabe se são memórias ou imaginações. É uma bagunça danada!

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    E o final mano!? Huehue Não acreditei que a trama pudesse ser tão previsível. Fiquei esperando mais uma reviravolta e nada. Quando o velho com as bombas e o garoto com seu laptop de James Bond entraram em ação eu passei a ver o final como algo simbólico/alegórico por que convenhamos né? Além de ser absurdo, o pior nesse final é que o terrorismo vence. Repudio todo tipo de violência contra os animais e sei que praticamente toda a cidade merecia algum tipo de punição, mas como a própria protagonista diz "Violência não traz ninguém de volta da morte."

    Me pareceu que essa vingança era mais pela morte de suas cachorras do que pelos animais mortos nas caças. Isso não fica muito claro! O que fica claro é que eles triunfaram. Foram para um paraíso onde até as cachorras "voltaram da morte." Nada muito diferente de um extremista islâmico que mata por uma causa, dita, nobre e ganha suas 72 virgens no paraíso. É brochante saber que um filme desse foi dirigido por uma mulher polonesa com o passado ligado ao holocausto, e que, cuja mãe recebeu a medalha de Justos entre as Nações e participou da Revolta de Varsóvia. A única esperança que me resta é o sumiço da protagonista nos últimos segundo. Talvez aquilo seja uma maneira simbólica de dizer que ela perdeu aquele paraíso e não teve um final tão feliz. Mas isso seria só um palpite!

    Se querem ganhar o Oscar com esse filme boa sorte! Se bem que pode não ser tão difícil já que academia adora filme com personagem que sofreu com a Segunda Guerra.

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