Bem gostosa de assistir, as escolhas musicais são lindas. Coreograficamente é fraco, senti falta de dançarinos mais performáticos, mas o tcham é para a cantoria. O elenco parece bem integrado, e é bem teen
Apostando numa proposta nova, a série musical mira para o público infanto-juvenil mas com elementos que chamam a atenção e que são poucos vistos nas obras recentes da globo como os números musicais, que colocam um repertório para todos os gostos e a fantasia, através dos personagens lúdicos Euterpe (Bel Lima), a musa da música grega e Dionísio (Tulio Starling), seu irmão. A partir da protagonista Vicky (Cecília Chancez) e seu rompimento com a melhor amiga, Luara (Tabatha Almeida) que a trama se desenrola e todos os personagens se unem no teatro Parnasus, principal cenário da série. Tanto o elenco principal quanto os secundários estão muito bem, destaque para Nicolas Prattes e Malu Rodrigues que também encenam as melhores sequências musicais. De imediato percebemos que se trata de um trabalho da excelente autora Rosane Svartman (dos sucessos "Totalmente Demais", "Bom Sucesso" e "Vai na Fé"), toda sua estética e essência está aqui, principalmente na forma como introduz a diversidade no elenco, na inocência e na sua forma delicada em tratar assuntos delicados. Gostei muito do resultado e espero que essa produção abra mais portas para outras séries brincando com o imaginário e fantasia.
Para a proposta, acho que atingiu o que queriam. A protagonista Cecilia Chancez é ótima, inclusive, entrega uma das melhores atuações. Euterpe encanta ao longo da temporada. No início, não é tão interessante. E a personagem mais chata e sem sentido é a Isa. Malu Rodrigues entregou uma patricinha muito sem sal e artificial. Números musicais básicos, mas interessantes, sem exageros. Inclusive, adorei ver Jean Paulo Campos e João Guilherme neste trabalho. A personagem Luara também é bem cansativa.
Bem gostosa de assistir, as escolhas musicais são lindas. Coreograficamente é fraco, senti falta de dançarinos mais performáticos, mas o tcham é para a cantoria. O elenco parece bem integrado, e é bem teen
Achei a série muito divertida,ela poderia facilmente ocupar o horário da antiga Malhação.
Apostando numa proposta nova, a série musical mira para o público infanto-juvenil mas com elementos que chamam a atenção e que são poucos vistos nas obras recentes da globo como os números musicais, que colocam um repertório para todos os gostos e a fantasia, através dos personagens lúdicos Euterpe (Bel Lima), a musa da música grega e Dionísio (Tulio Starling), seu irmão.
A partir da protagonista Vicky (Cecília Chancez) e seu rompimento com a melhor amiga, Luara (Tabatha Almeida) que a trama se desenrola e todos os personagens se unem no teatro Parnasus, principal cenário da série.
Tanto o elenco principal quanto os secundários estão muito bem, destaque para Nicolas Prattes e Malu Rodrigues que também encenam as melhores sequências musicais.
De imediato percebemos que se trata de um trabalho da excelente autora Rosane Svartman (dos sucessos "Totalmente Demais", "Bom Sucesso" e "Vai na Fé"), toda sua estética e essência está aqui, principalmente na forma como introduz a diversidade no elenco, na inocência e na sua forma delicada em tratar assuntos delicados. Gostei muito do resultado e espero que essa produção abra mais portas para outras séries brincando com o imaginário e fantasia.
Para a proposta, acho que atingiu o que queriam. A protagonista Cecilia Chancez é ótima, inclusive, entrega uma das melhores atuações. Euterpe encanta ao longo da temporada. No início, não é tão interessante. E a personagem mais chata e sem sentido é a Isa. Malu Rodrigues entregou uma patricinha muito sem sal e artificial. Números musicais básicos, mas interessantes, sem exageros. Inclusive, adorei ver Jean Paulo Campos e João Guilherme neste trabalho. A personagem Luara também é bem cansativa.
Era só colocar um Nando Rocha que virava malhação