Someone's Killing the World's Greatest Models - Estados Unidos da América
Sinopse
Uma designer de moda, faz uma festa de exibição privada em sua mansão durante o final de semana, entretanto há alguém na festa que começa a matar as modelos. Filme feito para TV.
Embora não haja nenhuma menção a Agatha Christie nos créditos, a produção é claramente baseada na obra da autora, em duas de suas obras para ser mais exata. "O caso dos dez negrinhos" (que posteriormente ganhou o título spoiler "E não sobrou nenhum") e "A ratoeira".
E para quem é fã da autora, como eu, a identidade do assassino foi revelada assim que ele surgiu na tela já que é
exatamente a revelação final de "A ratoeira", quando um suposto policial chega, que não é policial, mas sim o assassino.
E claramente inspirado no "O caso dos dez negrinhos", quando pessoas reunidas em um ambiente isolado sem poder sair, aqui uma montanha, no romance uma ilha, começam a ser assassinadas.
As atuações são de medianas para ruins, nem mesmo a veterana Eleanor Parker se salva, com uma performance caricata e exagerada e as mortes se sucedem sem muito suspense ou criatividade.
Daqueles filmes pra descobrir quem é o assassino, mas o filme é tão fraco que nem mostra as mortes, fora que nem tem peitos, hahaaha, é só conversa fiada... Bem ruim mesmo, não recomendo,
Repleto de atrizes de respeito como Jéssica Walter, a veterana Eleonor Parker, Joanna Cassidy e a presença de John Rubinstein me parecia que este telefilme seria um suspense instigante, ledo engano.
A fita mostra belas modelos que saem do desfile e vão passar o final de semana na montanha onde ocorrem misteriosos assassinatos, eliminando uma a uma.
Com bastante cenas de diálogos o suspense demora para acontecer. E quando surge as mortes é frustrantes.
Todas são em off, ou seja quando um m personagem encontra o corpo da vítima, grita e logo mostra a modelo morta, sem mostrar como foi que ocorreu a morte da personagem.
Isso me incomodou bastante. Apesar do incômodo, consegui vê-lo até o final, que inclusive
Geralmente, produções para TV desta época de investiam pouco e alguns filmes deixavam a desejar. Este vale pelo bom elenco, porém o filme não é nada empolgante.
Um proto-slasher que não contém tantas gotas de sangue como os filmes que indicariam os rumos do gênero nos anos 80, mas com bom clima, roteiro e com a participação da grande Jessica Walker (Perversa Paixão, 1971), não tem como não funcionar. Vale o registro do bom elenco dessa produção para a TV.
Embora não haja nenhuma menção a Agatha Christie nos créditos, a produção é claramente baseada na obra da autora, em duas de suas obras para ser mais exata. "O caso dos dez negrinhos" (que posteriormente ganhou o título spoiler "E não sobrou nenhum") e "A ratoeira".
E para quem é fã da autora, como eu, a identidade do assassino foi revelada assim que ele surgiu na tela já que é
exatamente a revelação final de "A ratoeira", quando um suposto policial chega, que não é policial, mas sim o assassino.
E claramente inspirado no "O caso dos dez negrinhos", quando pessoas reunidas em um ambiente isolado sem poder sair, aqui uma montanha, no romance uma ilha, começam a ser assassinadas.
As atuações são de medianas para ruins, nem mesmo a veterana Eleanor Parker se salva, com uma performance caricata e exagerada e as mortes se sucedem sem muito suspense ou criatividade.
Agatha Christe, se fosse viva, não aprovaria.
Começa fraco, melhora e termina bem! Não amei, mas curti!
Daqueles filmes pra descobrir quem é o assassino, mas o filme é tão fraco que nem mostra as mortes, fora que nem tem peitos, hahaaha, é só conversa fiada... Bem ruim mesmo, não recomendo,
o assassino era o policial bigodudo, mas nem era policial.
Repleto de atrizes de respeito como Jéssica Walter, a veterana Eleonor Parker, Joanna Cassidy e a presença de John Rubinstein me parecia que este telefilme seria um suspense instigante, ledo engano.
A fita mostra belas modelos que saem do desfile e vão passar o final de semana na montanha onde ocorrem misteriosos assassinatos, eliminando uma a uma.
Com bastante cenas de diálogos o suspense demora para acontecer. E quando surge as mortes é frustrantes.
Todas são em off, ou seja quando um m personagem encontra o corpo da vítima, grita e logo mostra a modelo morta, sem mostrar como foi que ocorreu a morte da personagem.
Apesar do incômodo, consegui vê-lo até o final, que inclusive
tem um desfecho bem insosso.
Um proto-slasher que não contém tantas gotas de sangue como os filmes que indicariam os rumos do gênero nos anos 80, mas com bom clima, roteiro e com a participação da grande Jessica Walker (Perversa Paixão, 1971), não tem como não funcionar. Vale o registro do bom elenco dessa produção para a TV.