A verdadeira história de Andrea e Franco Antonello, pai e filho autista, que viajam de motocicleta por três meses entre os Estados Unidos e a América do Sul.
Este filme de Gabriele Salvatores foi inspirado na história de Franco Antonello e seu filho Andrea. Após a morte trágica de Alberto - filho mais velho de Franco - e do diagnóstico de autismo de seu filho caçula Andrea, ele decidiu largar tudo e dedicar-se totalmente a Andrea. Passaram 3 meses viajando juntos, numa bela aventura que resultou no livro 'Se Ti Abbraccio Non Avere Paura'. Essa é a fonte do longa "Tutto Il Mio Folle Amore" (Volare) que, além de uma história de amor, aventuras e descobertas, tem uma trilha sonora maravilhosa.
Mesmo com um belo roteiro, o filme peca pelo excesso de clichês e se alonga demais em situações pouco relevantes. A interpretação de Giulio Pranno, como o jovem autista Vincent, também não me agradou muito. O que realmente me chamou a atenção na trama foi o modo diferente como a mãe (Valeria Golino) e o pai (Claudio Santamaria) encaram o filho. Ela, protetora, mantinha Vincent sob atenção constante, acompanhando-o no banho, preocupando-se com as aulas e sessões de fisioterapia. O pai, tenta aproximar-se dele, melhorar a comunicação com Vincent, tira o foco de suas limitações e o estimula a fazer novas experiências.
Tal como na história que inspirou o longa, creio que esses momentos com o pai foram os mais ricos e proveitosos para Vincent, quando conseguiu inclusive dizer o que sentia, algo que, para alguns autistas é quase impossível. Aliás, o transtorno do espectro autista ainda é muito incompreendido pelas pessoas, causando angústia e dor para quem tem a síndrome e, por isso, filmes como este são importantes para que se compreenda que são seres humanos sensíveis, inteligentes e merecem ser tratados com respeito a amor, como todos os outros.
Um filme sensível e realista da relação de um pai que fugiu antes do nascimento do filho e descobre, 16 anos depois, ao ir ao seu encontro, que ele é especial. Boas atuações do elenco, roteiro baseado em historia verídica. Mais um belo filme de Gabriele Salvatores, diretor vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1991 com Mediterrâneo.
Este filme de Gabriele Salvatores foi inspirado na história de Franco Antonello e seu filho Andrea. Após a morte trágica de Alberto - filho mais velho de Franco - e do diagnóstico de autismo de seu filho caçula Andrea, ele decidiu largar tudo e dedicar-se totalmente a Andrea. Passaram 3 meses viajando juntos, numa bela aventura que resultou no livro 'Se Ti Abbraccio Non Avere Paura'. Essa é a fonte do longa "Tutto Il Mio Folle Amore" (Volare) que, além de uma história de amor, aventuras e descobertas, tem uma trilha sonora maravilhosa.
Mesmo com um belo roteiro, o filme peca pelo excesso de clichês e se alonga demais em situações pouco relevantes. A interpretação de Giulio Pranno, como o jovem autista Vincent, também não me agradou muito. O que realmente me chamou a atenção na trama foi o modo diferente como a mãe (Valeria Golino) e o pai (Claudio Santamaria) encaram o filho. Ela, protetora, mantinha Vincent sob atenção constante, acompanhando-o no banho, preocupando-se com as aulas e sessões de fisioterapia. O pai, tenta aproximar-se dele, melhorar a comunicação com Vincent, tira o foco de suas limitações e o estimula a fazer novas experiências.
Tal como na história que inspirou o longa, creio que esses momentos com o pai foram os mais ricos e proveitosos para Vincent, quando conseguiu inclusive dizer o que sentia, algo que, para alguns autistas é quase impossível. Aliás, o transtorno do espectro autista ainda é muito incompreendido pelas pessoas, causando angústia e dor para quem tem a síndrome e, por isso, filmes como este são importantes para que se compreenda que são seres humanos sensíveis, inteligentes e merecem ser tratados com respeito a amor, como todos os outros.
Filme lindo! Muito comovente. Interpretações perfeitas!!!!
Um filme sensível e realista da relação de um pai que fugiu antes do nascimento do filho e descobre, 16 anos depois, ao ir ao seu encontro, que ele é especial. Boas atuações do elenco, roteiro baseado em historia verídica. Mais um belo filme de Gabriele Salvatores, diretor vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1991 com Mediterrâneo.
Embora livremente baseado em fatos o filme não empolga e em alguns momentos chega a ser irritante. Nota: 5/10