Bonzinho, como disse o Marcos, logo abaixo, nada de original. Consegue ter lógica dentro da liberdade dada gênero. As atuações são fracas, a produção é barata... Falta diálogos, falta maturidade no roteiro. O casal não tem química, tem personagens demais. Conta muito com o pouco provável para que a narrativa feche. Isso é truque de amadores. Fora isso, é bonzinho.
Há uma longa lista de filmes dos quais Volition "pega emprestado" algumas idéias e é justo dizer que, se dividissimos tudo em pequenos fragmentos, provavelmente haveria muito pouco de original. No entanto, apesar da familiaridade, Volition ainda consegue ser envolvente na maior parte do tempo, com seus devaneios temporais. Com apenas 90 minutos de duração, faz o trabalho sem nunca se tornar realmente enfadonho.
O diretor Tony Dean Smith lida muito bem com a proposta; o filme tem fluidez e fluxo agradáveis e tem um pouco de estilo em sua própria maneira sutil. Não é alucinante, nem é tão inteligente quanto pensa que é, mas no geral, apesar do baixo orçamento, não passa vergonha. Nota 6/10.
a mulher acaba de escapar de uma tentativa de estupro, numa cidade que não conhece ninguém, e sai psicologicamente super normal. e ainda leva cerveja e pede pra tomar banho na casa de outro completo estranho que a salvou (???), sorrindo e feliz, como se o que ela acabou de viver fosse algo super normal e recorrente (???). só aí já dá pra perceber que o diretor não tem o mínimo conhecimento sobre o assunto, e nem quis ter também. inclusive, essa discussão está sendo bastante questionada atualmente nas produções audiovisuais, a apelação e a normalização do abuso sexual em mulheres. pra um filme de 2019, acho esse erro inadimissível.
enfim, essa normalização de um ato abusivo, me desconectou por completo do resto do filme, pra mim já tava tudo errado!
A história em si tinha tudo pra ser legal, consegue até prender, mas é mais do mesmo de muitos filmes do gênero, que inclusive tá tendo bastante com o mesmo tema ultimamente. cheio de furos, além de não ter aprofundamento nenhum dos personagens, umas conexões super forçadas entre eles. enfim, achei bem ruim.
- New York City Horror Film Festival 2019: premiado como Melhor Design de Som;
Bonzinho, como disse o Marcos, logo abaixo, nada de original. Consegue ter lógica dentro da liberdade dada gênero. As atuações são fracas, a produção é barata... Falta diálogos, falta maturidade no roteiro. O casal não tem química, tem personagens demais. Conta muito com o pouco provável para que a narrativa feche. Isso é truque de amadores. Fora isso, é bonzinho.
Há uma longa lista de filmes dos quais Volition "pega emprestado" algumas idéias e é justo dizer que, se dividissimos tudo em pequenos fragmentos, provavelmente haveria muito pouco de original. No entanto, apesar da familiaridade, Volition ainda consegue ser envolvente na maior parte do tempo, com seus devaneios temporais. Com apenas 90 minutos de duração, faz o trabalho sem nunca se tornar realmente enfadonho.
O diretor Tony Dean Smith lida muito bem com a proposta; o filme tem fluidez e fluxo agradáveis e tem um pouco de estilo em sua própria maneira sutil. Não é alucinante, nem é tão inteligente quanto pensa que é, mas no geral, apesar do baixo orçamento, não passa vergonha. Nota 6/10.
O filme foi uma boa surpresa, ainda mais nessa temática. Tem uma história bacana, é curto e não chega a cansar. Merece a chance de ser conhecido.
o filme já começou a perder a credibilidade pra mim desde o início quando
a mulher acaba de escapar de uma tentativa de estupro, numa cidade que não conhece ninguém, e sai psicologicamente super normal. e ainda leva cerveja e pede pra tomar banho na casa de outro completo estranho que a salvou (???), sorrindo e feliz, como se o que ela acabou de viver fosse algo super normal e recorrente (???). só aí já dá pra perceber que o diretor não tem o mínimo conhecimento sobre o assunto, e nem quis ter também. inclusive, essa discussão está sendo bastante questionada atualmente nas produções audiovisuais, a apelação e a normalização do abuso sexual em mulheres. pra um filme de 2019, acho esse erro inadimissível.
A história em si tinha tudo pra ser legal, consegue até prender, mas é mais do mesmo de muitos filmes do gênero, que inclusive tá tendo bastante com o mesmo tema ultimamente. cheio de furos, além de não ter aprofundamento nenhum dos personagens, umas conexões super forçadas entre eles. enfim, achei bem ruim.