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Ex-caçador de búfalos e empresário, Wyatt Earp chega na cidade de Wichita, Kansas. Sua habilidade como pistoleiro – propagandeada pelo jornalista Bat Masterson – faz dele um candidato perfeito para o posto de xerife, mas ele recusa o trabalho até que se sente moralmente obrigado a pôr fim aos foras-da-lei e selvagens da cidade.
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Joel McCrea é um homem bonito e a Vera Miles, tão linda!
Bom filme!
Confesso que já me acostumo mais com o fato do Torneur ter dirigido westerns logo a cinematografia já me enche os olhos ainda que seja um filme de teor conservador de sua mensagem e um final que eu julgaria apressado. Mas as belas imagens e a saga do homem confrantando os tais vícios da sociedade são ótimos de se acompanhar.
Um dos maiores mitos do velho oeste, Wyatt Earp é aqui interpretado por Joel McCrea como um homem que rejeita a violência mas não abre mão dela se for para livrar uma cidade de bárbaros arruaceiros.
E assim como em Matar ou Morrer (1952) Lloyd Bridges leva uma surra do protagonista.
A fotografia do filme é sublime, tem a essência do Tourneur. E McCrea mais uma vez vive um ótimo personagem em mais um filme do diretor.
Minha curtição: assistir um faroeste produzido nos anos 1950, filmado em Cinemascope. O prazer é maior quando vejo o filme no meu projetor Home Teather, em sala escura.
O enredo do filme é bem burocrático, sem nenhuma originalidade, sem nenhuma surpresa. Choque de ódios chega a copiar a cena final de Matar ou morrer.
Mas por ser um amante incorrigível de faroeste, gostei muito do filme.