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Sinopse
No início dos anos 60, um oficial da Marinha americana, pai de 10 filhos, fica viúvo. Algum tempo depois, conhece uma mulher, também viúva, mãe de oito filhos. Os dois se apaixonam e decidem se casar, formando uma enorme e divertida família.
Tinha visto este filme apenas uma vez, há mais de trinta anos, e fiquei deslumbrado: ri bastante, apaixonei-me pelo Tim Matheson, torci para que aquele casal conseguisse conciliar as dificuldades associadas a uma família tão numerosa... Revendo o filme hoje, com a minha mãe, surpreendi-me ao perceber camadas interpretativas que não foram compreendidas num primeiro contato. O mote geracional, assumido desde a narração de abertura, por exemplo. Ou na renitente tônica militar, que unifica alguns personagens (pai e filho militares, por exemplo). Ri muito neste novo contato (muito mesmo!) emocionei-me nostalgicamente, ao lembrar o quanto esta obra foi fundamental em minha adolescência, em termos de opção por alguns temas, período de feitura, etc. A regravação deve ser um horror! (WPC>)
É um filme simples, tem alguns bons momentos para refletir, mas não é nada demais. Não é um filme que vai te tirar grandes risadas. Ainda assim, dentro da proposta de comédia familiar, consegue criar situações que despertam um certo interesse. A ideia central, de unir duas famílias já grandes e transformar tudo em um lar com 18 crianças, é exagerada e absurda, mas justamente por isso gera curiosidade. É interessante pensar em 18 crianças e ver as cenas deles comprando comida para todo esse povo, ver Frank montando bicicletas, imagina só comprar 18 presentes diferentes em datas como aniversários e natal? Ou lavar esse monte de roupa ou louça suja? Misericórdia. O filme sabe explorar esse caos doméstico, mostrando como algo simples do dia a dia pode virar uma verdadeira epopeia quando multiplicado por 18.
Eu não me lembro de ter visto nenhum filme de Lucille Ball, embora eu tenha visto dois e não me lembro particularmente dela, e gostei da sua interpretação. Ela tem um jeito muito próprio de encarar a comédia, mesmo quando o roteiro não ajuda tanto, e dá certa leveza para o filme. Já o Henry Fonda é um grande ator e conhecido, vi um filme dele mais novinho, ele era presença, mas nesse aqui o homem tá magro, quase não tem nada de massa muscular e o peito dele parece que tem um tapete colado kkkkk. É, a idade chega pra todos, rapa.
No fim das contas, Yours, Mine and Ours (1968) é aquele típico filme que pode ser visto sem grandes expectativas: diverte em alguns momentos, traz situações que fazem pensar no absurdo da vida cotidiana quando multiplicada por uma família gigantesca, mas não é marcante nem vai arrancar gargalhadas. Vale como curiosidade, como um registro de dois grandes nomes do cinema trabalhando juntos e como uma comédia leve da época, mas não passa muito disso.
Passei anos e anos com vontade de ver esse filme por conta de uma novela da minha infância (Vamp) e nunca encontrava pra baixar. Dias atrás fiz uma nova busca e, finalmente, encontrei. :)
O filme é bem simples (bobinho em alguns aspectos), mas como muitos já apontaram por aqui, o carisma da Lucile Ball faz toda a diferença. Ela empresta sua grandiosidade para o filme, fazendo -o grandiosamente divertido.
Tinha visto este filme apenas uma vez, há mais de trinta anos, e fiquei deslumbrado: ri bastante, apaixonei-me pelo Tim Matheson, torci para que aquele casal conseguisse conciliar as dificuldades associadas a uma família tão numerosa... Revendo o filme hoje, com a minha mãe, surpreendi-me ao perceber camadas interpretativas que não foram compreendidas num primeiro contato. O mote geracional, assumido desde a narração de abertura, por exemplo. Ou na renitente tônica militar, que unifica alguns personagens (pai e filho militares, por exemplo). Ri muito neste novo contato (muito mesmo!) emocionei-me nostalgicamente, ao lembrar o quanto esta obra foi fundamental em minha adolescência, em termos de opção por alguns temas, período de feitura, etc. A regravação deve ser um horror! (WPC>)
É um filme simples, tem alguns bons momentos para refletir, mas não é nada demais. Não é um filme que vai te tirar grandes risadas. Ainda assim, dentro da proposta de comédia familiar, consegue criar situações que despertam um certo interesse. A ideia central, de unir duas famílias já grandes e transformar tudo em um lar com 18 crianças, é exagerada e absurda, mas justamente por isso gera curiosidade. É interessante pensar em 18 crianças e ver as cenas deles comprando comida para todo esse povo, ver Frank montando bicicletas, imagina só comprar 18 presentes diferentes em datas como aniversários e natal? Ou lavar esse monte de roupa ou louça suja? Misericórdia. O filme sabe explorar esse caos doméstico, mostrando como algo simples do dia a dia pode virar uma verdadeira epopeia quando multiplicado por 18.
Eu não me lembro de ter visto nenhum filme de Lucille Ball, embora eu tenha visto dois e não me lembro particularmente dela, e gostei da sua interpretação. Ela tem um jeito muito próprio de encarar a comédia, mesmo quando o roteiro não ajuda tanto, e dá certa leveza para o filme. Já o Henry Fonda é um grande ator e conhecido, vi um filme dele mais novinho, ele era presença, mas nesse aqui o homem tá magro, quase não tem nada de massa muscular e o peito dele parece que tem um tapete colado kkkkk. É, a idade chega pra todos, rapa.
No fim das contas, Yours, Mine and Ours (1968) é aquele típico filme que pode ser visto sem grandes expectativas: diverte em alguns momentos, traz situações que fazem pensar no absurdo da vida cotidiana quando multiplicada por uma família gigantesca, mas não é marcante nem vai arrancar gargalhadas. Vale como curiosidade, como um registro de dois grandes nomes do cinema trabalhando juntos e como uma comédia leve da época, mas não passa muito disso.
Assistido em 01/10/2025
Passei anos e anos com vontade de ver esse filme por conta de uma novela da minha infância (Vamp) e nunca encontrava pra baixar. Dias atrás fiz uma nova busca e, finalmente, encontrei. :)
O filme é bem simples (bobinho em alguns aspectos), mas como muitos já apontaram por aqui, o carisma da Lucile Ball faz toda a diferença. Ela empresta sua grandiosidade para o filme, fazendo -o grandiosamente divertido.
DIvertido
Fico impressionada com estes filmes de antigamente tão superiores mesmo como num filme bobo como este. Lucille perfeita!!!