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Outros títulos
Dois para Um - Brasil
Two To One - Estados Unidos da América
Sinopse
Após a queda do Muro de Berlim, uma família comunista descobre um bunker cheio de dinheiro que logo se tornará inútil. Com a ajuda dos vizinhos, eles embarcam em uma corrida contra o tempo para entrar no mundo capitalista com estilo.
Gosto da premissa, do modo como encapsula uma comédia em uma situação política e econômica real, mas eu queria ver mais dos experimentos sociais propostos em vez dos dramas sem sal.
Pra continuar a rima, crítica completa no canal: YouTube. com/watch?v=Li7bNf4fcRo
Um filme meio paradão mas deliciosamente conduzido pelo elenco, que é fiel ao roteiro e seus desdobramentos. Eu gostei demais. Fora que é baseado em uma história real, o que dá mais sabor a trama.
A extraordinária (e inusitada) história de um golpe real envolvendo o furto de mihões de dinheiro em espécie na Alemanha logo após a queda do Muro de Berlim, no início dos anos 90, é o teor dessa comédia que acaba de estrear nos cinemas. Uma família de comunistas, formada por Maren (Sandra Hüller, atriz alemã indicada ao Oscar por ‘Anatomia de uma queda’), Robert (Max Riemelt, de ‘Queda livre’) e Volker (Ronald Zehrfeld, de ‘Dying – A última sifonia’), é arrastada por um conhecido a um bunker abandonado que guarda milhões de marcos, dinheiro alemão da época, que em poucas semanas não terão validade – pois a Alemanha Oriental está ruindo, e as cédulas correntes daquele território dividido, da RDA (República Democrática da Alemanha), não passará mais a circular. O local é vigiado pela polícia, e mesmo assim eles conseguem passar imperceptíveis pelo longo túnel até o cofre subterrâneo. Enchem sacolas de dinheiro e voltam para suas casas para gastar as notas em poucas semanas, antes que o dinheiro seja retirado de circulação e incinerado, com a unificação da Alemanha. A família, que vive em um condominio, num prédio residencial, organiza uma reunião com os moradores contando o fato. Todos aceitam ajudá-los na compra de centenas de eletrodomésticos e dividir os bens entre si, como se ali fosse uma bolha socialista, onde tudo é compartilhado igualitariamente. Mas ninguém pode desconfiar do golpe secreto. Divertido, inteligente, é uma comédia de crítica social sobre um golpe de sorte que se desdobra numa amalucada competição, em que se discute as regras e a moral do capitalismo e do socialismo. Com um elenco formidável, é escrito e dirigido pela alemã Natja Brunckhorst, atriz que foi a protagonista do chocante e visceral ‘Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída (1981), que há anos trabalha como roteirista e diretora. Estreou na última quinta-feira em nove cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, pela Synapse Distribution.
Gosto da premissa, do modo como encapsula uma comédia em uma situação política e econômica real, mas eu queria ver mais dos experimentos sociais propostos em vez dos dramas sem sal.
Pra continuar a rima, crítica completa no canal: YouTube. com/watch?v=Li7bNf4fcRo
"Dinheiro é liberdade impressa."
O Grande Golpe do Leste (Zwei zu eins. Alemanha, 2024)
Direção: Natja Brunckhorst.
Com: Sandra Hüller, Max Riemelt, Ronald Zehrfeld, Christoph Müller.
Sem dúvida alguma o grande atrativo dessa comédia dramática alemã é seu elenco.
Além da magnífica Sandra Hüller o longa conta com ótimos atores e só isso bastaria pra ir ao cinema.
Mas a história (verídica) é também muito boa:
Após a queda do Muro de Berlim, uma família comunista descobre um bunker cheio de dinheiro que logo perderá a validade.
Com a ajuda dos vizinhos, eles embarcam em uma corrida contra o tempo para entrar no mundo capitalista com estilo.
Agridoce na medida exata o filme é uma leve sessão mas que nos faz refletir bastante.
Nos cinemas.
Um filme meio paradão mas deliciosamente conduzido pelo elenco, que é fiel ao roteiro e seus desdobramentos. Eu gostei demais. Fora que é baseado em uma história real, o que dá mais sabor a trama.
O grande golpe do Leste
A extraordinária (e inusitada) história de um golpe real envolvendo o furto de mihões de dinheiro em espécie na Alemanha logo após a queda do Muro de Berlim, no início dos anos 90, é o teor dessa comédia que acaba de estrear nos cinemas. Uma família de comunistas, formada por Maren (Sandra Hüller, atriz alemã indicada ao Oscar por ‘Anatomia de uma queda’), Robert (Max Riemelt, de ‘Queda livre’) e Volker (Ronald Zehrfeld, de ‘Dying – A última sifonia’), é arrastada por um conhecido a um bunker abandonado que guarda milhões de marcos, dinheiro alemão da época, que em poucas semanas não terão validade – pois a Alemanha Oriental está ruindo, e as cédulas correntes daquele território dividido, da RDA (República Democrática da Alemanha), não passará mais a circular. O local é vigiado pela polícia, e mesmo assim eles conseguem passar imperceptíveis pelo longo túnel até o cofre subterrâneo. Enchem sacolas de dinheiro e voltam para suas casas para gastar as notas em poucas semanas, antes que o dinheiro seja retirado de circulação e incinerado, com a unificação da Alemanha. A família, que vive em um condominio, num prédio residencial, organiza uma reunião com os moradores contando o fato. Todos aceitam ajudá-los na compra de centenas de eletrodomésticos e dividir os bens entre si, como se ali fosse uma bolha socialista, onde tudo é compartilhado igualitariamente. Mas ninguém pode desconfiar do golpe secreto. Divertido, inteligente, é uma comédia de crítica social sobre um golpe de sorte que se desdobra numa amalucada competição, em que se discute as regras e a moral do capitalismo e do socialismo. Com um elenco formidável, é escrito e dirigido pela alemã Natja Brunckhorst, atriz que foi a protagonista do chocante e visceral ‘Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída (1981), que há anos trabalha como roteirista e diretora. Estreou na última quinta-feira em nove cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, pela Synapse Distribution.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot
Gosto do elenco, e gostei da ideia do filme... do humor mais sutil e politizado ,mas queria ter gostado mais.