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Data de lançamento
25 Dez. 2013Duração
Do conto mais antigo da cultura japonesa, surge a aventura épica em 3D 47 Ronins. Keanu Reeves lidera o elenco como Kai, um excluído que se une a Oishi (Hiroyuki Sanada), o líder dos 47 Ronins. Juntos eles buscam vingança sobre o traiçoeiro soberano que matou seu mestre e baniu sua espécie. Para devolver a honra à sua pátria, os guerreiros embarcam em uma missão que os desafia com uma série de provas que destruiriam os guerreiros comuns.
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Depois da leitura do conto Os 47 Rônins escrito pelo Algernon Bertram Freeman-Mitford, eu fiz uma pequena pesquisa e descobri que a história dos 47 Ronins contém três adaptações para o cinema que mencionei na resenha sobre o conto que editora Wish publicou no projeto Sociedade das Relíquias Literárias. Das três opções, eu conheço apenas a versão mais recente de 2013 pelo Carl Erik Rinsch tendo Keanu Reeves e decidi trazer minha opinião sobre ela após ter assistido novamente. Se futuramente minha curiosidade sobre as duas versões mais antigas permanecer, vou procurar para assistir.
A história do filme 47 Ronins é vagamente baseada na famosa lenda japonesa com variáveis diferenças, tanto que o personagem do Keanu foi criado para o filme e não contém na versão literária. Apesar dos aspectos agradáveis que o filme consegue proporcionar, 47 Ronins é um filme bastante criticado negativamente pela crítica especializada no Rotten Tomatoes, por ser um projeto caro que desperdiçou os talentos de seu elenco e não conseguindo recuperar seu orçamento. Eu consigo entender os motivos das criticas negativas e os elementos de fantasias exagerados. Como não sou uma crítica especializada, eu gosto de assistir o filme, pois o acho divertido.
As cenas de ação são envolventes, mesmo que o enredo tenha alguns furos inexplicáveis. Nem todas as atuações são boas, mas não nego que gosto da atriz que interpreta a Mizuki. Ela foi muito boa como a bruxa e vilã da indefesa Mika. A história de amor entre Mika e Kai funciona bem como uma história secundária, porque não é o foco central da trama e sim, mostrar a lealdade dos Ronins tinham com o Lord Asano. Além de ser fã do Keanu, eu sou apaixonada pelo figurino e a cultura japonesa que o filme apresenta. É fantástico!
Apesar das diferenças que contém da verdade histórica do conto, gosto de olhar o filme com carinho. Por isso eu tento separar a história literária do enredo do filme. Enfim, mesmo com as críticas ruins, aconselho que assista, caso ainda não tenha visto. É uma boa história com algumas cenas de ação, vários cenários lindos, figurinos deslumbrantes e alguns efeitos bacanas. Por causa desses elementos, acho que vale a pena dar uma chance aos 47 Ronins.
Muita gente torce o nariz porque o filme mistura a história real dos Ronins com fantasia, mas sinceramente? Se fosse pra ver um documentário, eu ligava no Discovery. O filme é honesto, entrega uma ambientação visual foda, lutas muito bem coreografadas e o Keanu Reeves entregando ótimos momentos. É um épico de fantasia com samurais, monstros e bruxas que diverte do início ao fim.
Além do Keanu, vale o destaque total para o Hiroyuki Sanada, que é um monstro nipônico e traz todo o peso e a dignidade que um filme desse tema precisa. Não é um longa para historiadores, é para quem gosta de RPG, de ação e de uma boa jornada de vingança. Vale muito o entretenimento!
Achei mais ou menos não é de tudo ruim a feiticeira não era muito boa, o pessoal fala mal do filme que é fantasioso mas não é de todo ruim.
Só tinha assistido na época do lançamento e não lembrava de nada, inclusive nem lembrava que era tão fantasioso assim e isso me desagradou.
Iria gostar mais se fosse mais pé no chão. Tem monstros, bruxa, não curti a mistura e não há nenhuma luta memorável infelizmente.
21-05-2025 - Revisão
Essa pegada de fantasia quebra totalmente o filme, principalmente essa feiticeira,
personagem merd.a