Kênia Cândido
47 years
Ribeirão das Neves - (🇧🇷 BRA)
Usuária desde Maio de 2023
Ver mais
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios

Últimas opiniões enviadas

  • Kênia Cândido
    1 semana atrás

    Mais um BBB – Big Brother Brasil finalizado pela Rede Globo e confesso que fiquei um pouco decepcionada mesmo a edição sendo interessante. Primeiramente não torci para ninguém e não sigo nenhum dos participantes nas redes sociais. Também não sou comentarista de reality show que faz vídeos diariamente nas redes sociais. Para isso, tem muita gente bacana fazendo este trabalho. Sou apenas uma espectadora que acompanha reality show há muitos anos. Comecei lá atrás assistindo No Limite com Zeca Camargo apresentando o reality, A Casa dos Artistas no SBT e principalmente o primeiro BBB... Enfim, minha opinião não é tão importante, pois não faço parte de nenhuma torcida dos participantes, mas gosto de desabafar minha opinião assim de termino de consumir as coisas estou lendo ou assistindo. Assisto BBB ao longo dos anos, mas é a primeira vez que vou falar do BBB nas minhas redes sociais.

    Sei que o BBB é um entretenimento, ou melhor... Um reality show. Se o BBB é o espelho do comportamento humano que retrata situações reais que estamos vivendo... Tudo que assistimos em todos os reality shows, especialmente no BBB, é que, nós seres humanos não estamos sabendo lidar com controle emocional e pior, estamos ladeira a baixo. Acontece que BBB é um jogo e sei perfeitamente que o espectador não quer assistir os participantes em harmonia desejando paz e felicidade para todos. O público quer assistir os participantes disputando o prêmio principal, narrativas geradas em coragem, tretas e manipulações. Esses elementos, o BBB26 tem de sobra e conseguiu cumprir com seu papel. Cada participante construiu sua história da maneira que quis. O único que arrisco em dizer que não teve oportunidade de mostrar seu jogo foi Henri Castelli, que deixou a casa do BBB na primeira semana por questões de saúde.

    O grande destaque da edição foi Tia Milena que está sendo considerada a maior pipoca de todas as edições. Em particular, não acho que ela seja a melhor pipoca de todos os tempos, pois ela teve algumas atitudes desrespeitosas que não me agradou e senti falta de pulso firme da produção e principalmente do Tadeu com ela e outros participantes. Pra mim, isso não é jogo, porém não posso negar, ela não teve medo de jogar, foi corajosa, não pedia aprovação de ninguém, falava o que desejava e não teve receio de provocar o caos dentro da casa. Isso, faz toda diferença dentro de um jogo. Planta, ela não foi. Tia Milena não quer ser esquecida pelo público e isso ela conquistou no BBB26. Ela teve presença, não deixava seus rivais respirar com tranquilidade e nenhum minuto ela deixou o publico no marasmo. Tia Milena não será esquecida facilmente por várias razões.

    A edição conseguiu oferecer de tudo para o espectador, Casa de Vidro, Prova do Anjo, Castigo do Monstro, a estreia do Quatro Branco que provocou polêmica em uma prova de resistência, muito bate boca nos Sincerões e o Sonho de Poder onde cada participante escolhia um sonho de padaria para comer com recheio de cor diferente. O público escolheu o Sonho de Caramelo para ter o poder especial. Destaco a Gaby Panquequinha nesta dinâmica. Ela escolheu o sonho de caramelo, mas sempre em duvida com suas escolhas, largou o sonho que tinha o poder especial e pegou o sonho de morango. Jordana que ficou com o sonho de caramelo. Com isso a Jordana conquistou o poder de indicar uma pessoa ao Paredão. Aproveitando que citei a Jordana... Até de pijama a mulher sabia ser elegante. Também jogou bastante e pra mim merecia o 3º lugar no BBB 26. Mas voltando ao assunto...

    Em matéria de dinâmica, nos primeiros momentos, o Big Brother 26, mostrou que seria uma edição boa, isso porque não vou comentar sobre as expulsões ao longo da edição e nem o gesto de Tadeu ao quebrar o protocolo ao contar aos confinados, Ana Paula, Juliano e Tia Milena, que havia perdido seu irmão. Tentando confortar Ana Paula que tinha recebido a triste notícia do falecimento de seu pai. Foi o momento mais delicado do BBB e eu teria a mesma atitude do Tadeu. Entretanto, tenho que confessar que teve dias que fui dormir revoltada com a edição, por causa de alguns participantes que pesaram o clima da casa com ofensas, humilhações e falas polêmicas para prejudicar seus rivais. Novamente tenho que dizer, pra mim não é jogo e faltou uma chamada de atenção mais rigorosa da produção. Comparando com as edições anteriores, certas atitudes o Tadeu chamou atenção do participante ao vivo e com mais rigor e nesta edição, o Tadeu foi camarada com os participantes.

    Contudo, a maior decepção com o BBB foram as torcidas dos participantes. Primeiramente, porque as torcidas transformaram o reality show num jogo fanático e ao mesmo tempo tóxico, mostrando um destemperamento exagerado. Tudo foi levado à ferro e fogo. As torcidas deixaram a sensação que tinha apenas dois caminhos, entre amor e ódio, ambos com muito exagero. As pessoas como eu, que não fazia parte de nenhuma torcida e estava apenas assistindo, com certeza ficaram com a sensação que as torcidas estavam brigando com unhas e dentes e pior, desqualificando o participante que estava no paredão. Caramba, isso é apenas um jogo de entretenimento. Vale dinheiro? Sim, todo mundo sabe que vale muito dinheiro, mas é um jogo e não precisa desqualificar, desmoralizar ou acatar com desrespeito. Mais uma vez vou dizer: Isso não é jogo!

    Bom, finalizo minha opinião dizendo que o BBB26 poderia ter sido um pouco diferente se pelo menos um dos adversários da Ana Paula Renault estivesse permanecido na casa até o final. Não estou desmerecendo a vitória dos eternos e principalmente da Ana Paula. Ela jogou com todos dentro da casa com todas as armas que ela tinha para jogar. Mereceu o primeiro lugar e ser a vencedora da 26ª temporada, mas um adversário na reta final iria deixar a trajetória e o contexto da vitória de Ana Paula mais empolgante. E agora com o BBB26 finalizado, acho que vou para Casa do Patrão. Fim de jogo para BBB26 e vida que segue. É isso que eu faço. Simples assim. Vamos ver o que este novo reality show tem para oferecer.

  • Kênia Cândido
    2 semanas atrás

    Estou lendo muito ultimamente e não estou reclamando, mas nada que me deixa mais empolgada do que resenhar as histórias que estou consumindo através dos livros, filme e séries. Se uma pessoa me perguntar sobre um filme contendo um fantasma, Ghost: Do Outro Lado da Vida será uma das primeiras indicações que sempre vou indicar. Adoro as interpretações, os efeitos visuais dos anos 90 e a combinação da história de amor entre Sam e Molly com a trilha sonora "Unchained Melody" dos Righteous Brothers. Eu simplesmente acho o filme lindo!

    Eu sei que meu resumo ficou bem artificial, mas estou simplesmente tentando contar um pouco da história sem realmente estragá-la para quem ainda não conferiu Ghost - Do Outro Lado da Vida. De qualquer forma, é um filme sem grandes reviravoltas e nem se apoia em sustos impactantes ou momentos apelativos, mas comovente por causa do enredo ser sentimental onde mostra o poder duradouro do amor após a morte. Os personagens são interessantes e divertidos, é a melhor maneira que posso dizer, mas quero destacar a traição que Sam descobre de seu melhor amigo Carl. Como dizem... O pior inimigo é aquele que já foi seu amigo e no caso de Sam, ele descobriu quem realmente era Carl após sua morte. Carl estava envolvido com lavagem de dinheiro e a morte de Sam é resultado de uma traição pessoal de um amigo em quem Sam confiava profundamente.

    A atuação de Demi Moore é de partir o coração onde conseguiu trazer profundidade emocional a Molly que precisou lidar com o luto e vulnerabilidade. Não deve ser nada fácil ter que seguir em frente tendo apenas as lembranças do seu grande amor. Patrick Swayze oferece uma de suas melhores interpretações. A jornada de Sam não se resume apenas em resolver seu próprio assassinato. Trata-se de buscar a paz, aceitar o amor eterno e garantir a segurança da pessoa que ama. Sam e Molly são um casal maravilhoso, porém quem realmente roubou a cena foi Whoopi Goldberg como Oda Mae Brown. Seu arco na história como uma falsa vidente que descobre que realmente possui o dom de falar com fantasmas, é extremamente convincente, o que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante .

    No geral, Ghost - Do Outro Lado da Vida continua sendo um romance sobrenatural excepcional. Particularmente, nunca me cansarei de assistir e sempre terei muito carinho de indicar para as pessoas. Recomendo para todas as pessoas que gostam de histórias de fantasmas inspiradoras com profundidade emocional onde consegue reforçar a ideia que o verdadeiro amor nunca morre.

  • Kênia Cândido
    3 semanas atrás

    Aproveitei que terminei a leitura de Para Sempre Alice para rever a comovente versão cinematográfica de Para Sempre Alice e a belíssima atuação de Julianne Moore destacou ainda mais após a leitura.

    Para Sempre Alice contém um grande elenco, mas o grande destaque é para a talentosa Julianne Moore que foi uma personagem comovente mostrando como a doença de Alzheimer destrói tudo que uma pessoa conquistou. No início do filme, aliás... Antes do diagnóstico, Alice tinha praticamente tudo o que alguém poderia desejar da vida. Ela era uma mulher inteligente, elegante e independente. Lecionava uma matéria pela qual era apaixonada, tinha uma carreira bem sucedida e adorava ter a companhia da sua família. Com a descoberta do Alzheimer, a insegurança é transmitida nos olhos de Alice. Principalmente pelos filhos, pois é uma doença hereditária e Alice carregava a culpa de transmitir a doença para os filhos.

    Anna, a primogênita da família, herdou o gene responsável da doença, mas teve a oportunidade de não transmitir para seus gêmeos. Tom não herdou o gene, porém lidava de forma bem silenciosa com a doença da mãe e Lydia, a caçula da família, que tinha maior conflito com Alice, não quis saber do seu resultado sobre o gene que provoca a doença e se tornou a maior fonte de apoio que Alice tinha na família. O braço direito da mãe. Especialmente depois que John recebeu uma proposta de trabalho e não está totalmente presente na vida de Alice. Ao contrário do livro a ótima atuação de Alec Baldwin amenizou o comportamento de John no filme. Na resenha do livro eu mencionei que John não soube lidar com a doença da esposa desde o início e a tratava com frieza mesmo estando ao lado de Alice. Ele ficava focado nos estudos e testes como se Alice estivesse com algum defeito e não com uma doença hereditária.

    No filme essa frieza de John foi amenizada. Ele demonstrou que estava sofrendo demais e medida que a mente de Alice vai falhando e ficando cada vez mais dependente das pessoas, o casamento de John com Alice revelou uma rachadura. No final, John termina chorando e dizendo para Lydia que ela sabia lidar com a doença da mãe e ele não. Nenhum filme que começa com um diagnóstico de Alzheimer terá um final feliz, por isso, aconselho que tenha um lenço em mãos enquanto assiste Para Sempre Alice, pois Julianne Moore tem várias cenas emocionantes e alguns angustiantes que irão provocar compaixão e até arisco em dizer... Algumas lágrimas podem cair também. Sem duvida nenhuma a cena mais memorável do filme é a palestra que Alice faz sobre o que é e viver com a doença de Alzheimer.

    Enfim, recomendo fortemente Para Sempre Alice. Indico tanto o filme quanto o livro. O livro contém muito mais detalhes do que o filme, mas a essência da história é a mesma: a história de uma mulher e sua família lutando contra o Alzheimer, que faz com que aquela pessoa jovem e vibrante se torne quase irreconhecível, até mesmo para si mesma.

  • José Geraldo 2 anos atrás

    Bom dia Kênia tudo bem? Dps vou ver seu blog.

  • Felipe Oliveira 2 anos atrás

    Olá! Seja bem-vinda!

  • Moyses Weltmann 2 anos atrás

    Solicitação aceita e seja bem-vinda!