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Data de lançamento
11 Fev. 2007Duração
1º - Cherry Blossom Story: Tono Takaki e Shinohara Akari conheceram-se na escola primária e tornaram-se muito próximos, mas ela teve de se mudar com a família para uma região longe de Tóquio. Os dois continuam a trocar correspondência, e um dia é Takaki que se tem de mudar – para Tagoshima, uma ilha situada no Oeste do Japão. Takaki decidi ver Akari pela última vez, empreendendo uma longa viagem de comboio até Tochigi.
2º - Cosmonaut: Anos depois, em Kagoshima, Sumita Kanae está apaixonada por Takaki, colega dela, mas este parece ter a mente sempre num local distante. Além de se sentir deprimida por não ser, aparentemente, correspondida, Kanae está indecisa em relação ao seu futuro, adiando a escolha do curso universitário.
3º - 5 Centimeters per Second: De volta a Tóquio, Takaki, agora adulto, debate-se com melancólicas memórias do passado e entra em ruptura com as suas relações sentimentais e laborais. Akari está em Tochigi e prepara-se para viajar. Poderão os dois voltar a encontrar-se em Tóquio?
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chatinho.. achei q ia ser algo tipo your name e não chegou nem perto
Talvez seja por eu ser homem, mas senti uma conexão profunda com a narrativa, com o sofrimento e a beleza do amor que o filme apresenta.
O impacto emocional vem do fato de que o espectador se projeta nos personagens: suas expectativas, suas frustrações, suas dores. Isso faz com que você não apenas compreenda, mas sinta junto com eles. E não é apenas tristeza por eles, mas por todas as experiências que nos lembram de amores não concretizados, distâncias inevitáveis e o peso silenciosos das escolhas da vida.
Ao longo dos capítulos, vemos que Takaki e Akari seguem caminhos separados não por falta de sentimento, mas porque a vida impõe mudanças inevitáveis. Essas mudanças refletem a inevitabilidade da vida, onde as escolhas e circunstâncias podem afastar até mesmo os sentimentos mais profundos e genuínos. À medida que envelhecem, Takaki permanece preso ao amor do passado e às memórias da infância e da adolescência, enquanto Akari segue adiante de forma sutil, mostrando que a vida continua apesar das separações.
A melancolia do filme não é apenas tristeza, mas uma reflexão, sobretudo para Takaki, sobre a beleza e a dor de carregar lembranças que nunca poderão ser vividas plenamente.
Cinco Centímetros por Segundo é, assim, uma obra que mistura poesia e realismo para nos lembrar, de forma precisa e dolorosa, que alguns amores foram feitos para viver apenas na memória.
Primeiramente: ai meu coração! T–T Que história mais linda! A arte, o texto, os sentimentos... Tudo aqui transborda poesia! A maneira delicada como são expressos os sentimentos fortes demais para serem verbalizados, a delicadeza para retratar algo tão relacionável, como uma viagem de trem, o amor que não pode ser, a tortura da distância, a tortura da proximidade, o nó na garganta do tempo que não passa, a depressão que vem com a neve, e a beleza também nela contida, remetendo às folhas que caem de uma árvore de cerejeira... A vida, implacável em sua inexorabilidade, tornando-nos tristes pelas decisões que tomamos e pelos amores que não concretizamos... Ah!... Tudo é tão belo, tão poético!... E pensar na infinidade de painéis que esses artistas desenharam com tanto cuidado, tanta técnica! É um estilo absolutamente deslumbrante, que encontra a beleza no mundano como poucos são capazes. Absolute cinema. Meu coração está em pedaços e eu me sinto tão grato...
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#Stremio
pego pra ver como um escapismo, e me vem um final real desses ☠️🤡
Mergulhar nos personagens é como ir fundo num lago melancólico.
É como tentar abrir os olhos e enxergar escuridão.
É como tentar respirar água…
Como na sua mais sútil alegoria perpetrada pelos possibilidades das rotas, o se perder ou se encontrar é tarefa para corajosos, de qualquer lado que seja.
Intenso!