⚠️ Alerta de Spoilers: Se você ainda não viu esse filme, corre daqui.
A premissa era perfeita para um puta filme de ficção e ação: Adam Driver interpretando um piloto espacial armado com fuzil a laser, caindo na Terra há 65 milhões de anos, enfrentando dinossauros famintos e correndo contra o relógio do lendário meteoro do fim do mundo. Tinha tudo para ser um massacre visceral de sobrevivência. No entanto, os caras tiveram a façanha de pegar esse prato cheio de ideias e entupir de xarope dramático até estragar.
"65: Ameaça Pré-Histórica" tenta abraçar duas propostas e erra feio no tom ao derramar o açucareiro no roteiro. Em vez de focar na tensão bruta e no pavor do território hostil, os caras apelaram para a velha muleta de Hollywood: a criança em perigo. Adam Driver passa o filme inteiro com a sua clássica cara de choro e angústia, fazendo o papel do pai amargurado que perdeu a filha e tenta se redimir salvando uma garotinha perdida na floresta. Faltou pouco para colocarem um cachorro pulando feliz entre os gêiseres e dinossauros para completar o pacote completo do clichê de domingo à tarde.
O CGI entrega aquela estética chapa-branca de streaming que tentam normalizar nas telas de cinema. Só que a gente não é bobo! Os dinossauros parecem tirados de videogame, sem peso, sem massa e sem o terror real de um Jurassic Park. A urgência do meteoro rasgando o céu até cria momentos decentes de ação, como a perseguição de criaturas, do réptil gigante e o confronto final, mas a narrativa amarra essa pedra de açúcar aos pés dos personagens até o final. A cada dez minutos de corrida, o filme para para choramingar as lembranças do Adam Driver.
"65: Ameaça Pré-Histórica" entrega boas cenas isoladas para distrair, mas acaba enjaulado nesse nicho batido de "pai triste resgata criança perdida". Um filme que poderia ter sido um puta sci-fi de sobrevivência escolheu ser só uma produção mediana: você assiste, se distrai com o corre-corre e com as rajadas de laser, e esquece que existiu dez minutos depois que rolam os créditos.
⚠️ Alerta de Spoilers: Se você ainda não viu esse filme, corre daqui.
A premissa era perfeita para um puta filme de ficção e ação: Adam Driver interpretando um piloto espacial armado com fuzil a laser, caindo na Terra há 65 milhões de anos, enfrentando dinossauros famintos e correndo contra o relógio do lendário meteoro do fim do mundo. Tinha tudo para ser um massacre visceral de sobrevivência. No entanto, os caras tiveram a façanha de pegar esse prato cheio de ideias e entupir de xarope dramático até estragar.
"65: Ameaça Pré-Histórica" tenta abraçar duas propostas e erra feio no tom ao derramar o açucareiro no roteiro. Em vez de focar na tensão bruta e no pavor do território hostil, os caras apelaram para a velha muleta de Hollywood: a criança em perigo. Adam Driver passa o filme inteiro com a sua clássica cara de choro e angústia, fazendo o papel do pai amargurado que perdeu a filha e tenta se redimir salvando uma garotinha perdida na floresta. Faltou pouco para colocarem um cachorro pulando feliz entre os gêiseres e dinossauros para completar o pacote completo do clichê de domingo à tarde.
O CGI entrega aquela estética chapa-branca de streaming que tentam normalizar nas telas de cinema. Só que a gente não é bobo! Os dinossauros parecem tirados de videogame, sem peso, sem massa e sem o terror real de um Jurassic Park. A urgência do meteoro rasgando o céu até cria momentos decentes de ação, como a perseguição de criaturas, do réptil gigante e o confronto final, mas a narrativa amarra essa pedra de açúcar aos pés dos personagens até o final. A cada dez minutos de corrida, o filme para para choramingar as lembranças do Adam Driver.
"65: Ameaça Pré-Histórica" entrega boas cenas isoladas para distrair, mas acaba enjaulado nesse nicho batido de "pai triste resgata criança perdida". Um filme que poderia ter sido um puta sci-fi de sobrevivência escolheu ser só uma produção mediana: você assiste, se distrai com o corre-corre e com as rajadas de laser, e esquece que existiu dez minutos depois que rolam os créditos.
Insuportável!
Um Dino Crisis, mas sem aquela atmosfera retro futurista do começo dos anos 2000...
Não é tão ruim assim. Pela nota aqui eu esperava algo bem pior.
É um clichêzão bem sessão da tarde, mas que entretém e tem até um enredo convincente.
Curti a química dos protagonistas e o bacana é que o filme não enrola. O início ja acelera para nos levar a cena pra onde o filme começa!!
Filme
Até esforçado mas é fraco.