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Sinopse
Um jovem recruta inglês, na Irlanda do Norte, encontra-se em território inimigo e vive uma noite de incertezas, medo e desespero. Um drama sobre a desgraça iminente do indivíduo em um ambiente de violência, mentiras e ódio.
Como um bom apaixonado por história que sou, estou sempre buscando assistir os mais variados filmes que retratam acontecimentos históricos importantes do mundo. Nos anos 1970 a Irlanda estava dividida entre protestantes e católicos, e não foi um simples conflito ideológico entre duas visões diferentes da mesma religião, foi um derramamento de sangue tremendo, embasado na política, e que tem repercussões até os dias de hoje. E foi por isso que tive o interesse de assistir ‘71, além do fato de ser protagonizado por Jack O'Connell, que é um ator de quem gosto bastante.
1971. Um jovem soldado britânico é enviado para Belfast, uma cidade dividida por conflitos religiosos e políticos. Durante um confronto, ele é acidentalmente deixado para trás em território hostil. Sozinho, ferido e aterrorizado, o soldado precisa lutar para sobreviver em meio à violência e à desordem da cidade.
A base é boa, temos um jovem soldado que aprende a duras penas que guerra, não importa qual, não é algo bonito, não é algo glorioso ou fácil de sobreviver, ele aprende na carne da pior maneira possível. É sempre desolador ver um espírito jovem ser quebrado, esmigalhado devido ao horror de um conflito armado, mas essa é a proposta.
O roteiro não tem tempo a perder, ele não economiza nas cenas de brutalidade, deixando bastante explícito que a vida do soldado não importa, mas sim os objetivos que ele precisa alcançar em prol do conflito, e partir do momento que ele não serve mais, ele é descartado. Entretanto senti que caso o roteiro tivesse trabalhado com mais profundidade o nosso protagonista, dando a ele mais personalidade e até mesmo um background melhor explorado, seria muito mais fácil sentir pela vida dele, ter receio por sua segurança, e infelizmente eu não senti isso, Gary sofre bastante, sei disso, mas eu sentiria mais se conhecesse ele melhor.
‘71 não é um filme ruim, mas se contenta em ser mediano, ele poderia ser muito melhor, se focasse um pouquinho em mostrar mais da faceta humana do seu protagonista, de não retratar apenas como uma vítima que aprendeu do jeito mais difícil possível os horrores da guerra. Eles poderiam ter entregado mais daquelas personagens, dos dois lados, nos mostrando que no final, com exceção dos engravatados que ficam sentado atrás das mesas dando ordens, na guerra só tem vítimas.
✔️ 20/02/2025 (Netflix)
Bom filme. Acho o Jack O’Connel um bom ator.
Netflix
13/01/25
‘71
Direção: Yann Demange
Ano: 2014
Assistido em: 27/10/2024
Como um bom apaixonado por história que sou, estou sempre buscando assistir os mais variados filmes que retratam acontecimentos históricos importantes do mundo. Nos anos 1970 a Irlanda estava dividida entre protestantes e católicos, e não foi um simples conflito ideológico entre duas visões diferentes da mesma religião, foi um derramamento de sangue tremendo, embasado na política, e que tem repercussões até os dias de hoje. E foi por isso que tive o interesse de assistir ‘71, além do fato de ser protagonizado por Jack O'Connell, que é um ator de quem gosto bastante.
1971. Um jovem soldado britânico é enviado para Belfast, uma cidade dividida por conflitos religiosos e políticos. Durante um confronto, ele é acidentalmente deixado para trás em território hostil. Sozinho, ferido e aterrorizado, o soldado precisa lutar para sobreviver em meio à violência e à desordem da cidade.
A base é boa, temos um jovem soldado que aprende a duras penas que guerra, não importa qual, não é algo bonito, não é algo glorioso ou fácil de sobreviver, ele aprende na carne da pior maneira possível. É sempre desolador ver um espírito jovem ser quebrado, esmigalhado devido ao horror de um conflito armado, mas essa é a proposta.
O roteiro não tem tempo a perder, ele não economiza nas cenas de brutalidade, deixando bastante explícito que a vida do soldado não importa, mas sim os objetivos que ele precisa alcançar em prol do conflito, e partir do momento que ele não serve mais, ele é descartado. Entretanto senti que caso o roteiro tivesse trabalhado com mais profundidade o nosso protagonista, dando a ele mais personalidade e até mesmo um background melhor explorado, seria muito mais fácil sentir pela vida dele, ter receio por sua segurança, e infelizmente eu não senti isso, Gary sofre bastante, sei disso, mas eu sentiria mais se conhecesse ele melhor.
‘71 não é um filme ruim, mas se contenta em ser mediano, ele poderia ser muito melhor, se focasse um pouquinho em mostrar mais da faceta humana do seu protagonista, de não retratar apenas como uma vítima que aprendeu do jeito mais difícil possível os horrores da guerra. Eles poderiam ter entregado mais daquelas personagens, dos dois lados, nos mostrando que no final, com exceção dos engravatados que ficam sentado atrás das mesas dando ordens, na guerra só tem vítimas.
Envolvente.
Tenso.
Forte.
Não me pegou, acabou que mal consegui prestar atenção.