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FIlme emblemático que marcou a história do cinema visivelmente até hoje como poucos! Não é todo dia que sai um filme que toca em um aspecto da verdade da experiêcia humana como Persona. Esse filme inventou um novo gênero inteiro e sem ele hoje não teríamos clássicos como A Pele que Habito de Almodovar (que é um fã declarado de Persona) e Mulholland Drive do David Lynch, além de tantos outros que trabalham e dissecam aspectos das tantas camadas que esse filme trouxe. Totalmente inigualável, atemporal, eternamente relevante, sincero e humano.
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O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
O mundo que você vive já é tão vazio quanto aquele, algumas das pessoas ao seu redor são tão bizarras quanto aquelas (com ou sem sexo com latas de lixo e postes) e que aquilo dali é só uma hipérbole dos fetiches bizarros e das pessoas com máscaras que vemos diariamente, tudo fica mais engraçado.
Não veja o filme como um filme. Veja como um capítulo de uma novela que a Globo não tem (e nem vai ter) bolas de mostrar às 21hrs, enquanto os pais hipócritas assistem e seus filhos se exibem para desconhecidos na internet.
♥
Tem que ver Trash Humpers até o final.
Quando vi esse filme fiquei hipnotizada. Passei o rodo na filmografia do Ōzu nos anos a seguir, filmes lindos de ver e de sentir. As vezes me intriga como me senti tão próxima de personagens de um lugar e de uma era tão distantes. Ano passado passei um tempo vivendo no Japão e na rotina do cotidiano você vê perfeitamente cenas dos filmes do Ōzu, no parque a rotina de exercícios como retratada em Good Morning, as placas dos bares en Golden Gai, as roupas na corda, os corredores de prédios antigos. Está tudo vivo e realmente é a beleza da vida cotidiana, da repetição, tradição, o dia a dia se torna um ritual. Tanto da cultura japonesa é sobre elaborar e otimizar as coisas mais banais, não é a toa que desse lugar saiu um diretor que consegue transmitir a riqueza e a delicadeza do cotidiano como quase ninguém, talvez apenas só compare com a Chantal Akerman nesse sentido.