Últimas opiniões enviadas
Conheci o trabalho da Wilhelmina Barns-Graham, por esse documentário. É incrivel seu processo, de percepção, estudos e toda trajetória e mudança que o artista carrega, como as vezes parece uma espiral e as coisas se imbricam novamente. Interessante como é colocada a questão da sinestesia como algo complexo e abstrato mesmo, lembrei como sempre tive uma sensação e relacionei números a cores, mas a gente esquece, acha que era uma pira de criança, e hoje se for ver, ainda trabalhando com cor e forma, talvez faça parte de um processo.
Sobre artistas que ficam "desconhecidos" relaciono à Dorothea Wiedemann, artista que viveu infância e final da vida na cidade onde moro. Viajou o mundo todo estudando, papel, pigmentos e Xilogravura, história incrível. Uma verdadeira mestre da gravura e aqui mesmo na cidade, pouca gente conhece.
Demorei tempo pra ver desde que vi algumas imagens na Tv e já me despertava interesse. Nos últimos dias comecei a pensar no filme e fui assistir, tinha impressão de ser um de 90 pra frente, até ver o Jhon Lurie muito jovem.
Estou impactado em várias maneiras, pelas histórias, diálogos e a construção visual. Algumas respostas do Hunter são surpreendentes, como uma criança mesmo.
Tive e experiência que gosto de ter em filmes, de estar vendo algo único, ou que busca ter algo seu. Lembrei de uma fala do David Lynch sobre ninguém ligar para a duração de uma cena se ela tem o que dizer, ou fazer sentir.
(Estudar esse filme para fazer pintura)
Últimos recados
Oi, Juliano, obrigado pela curtida da minha lista de filmes sobre Artes Plásticas e espero que tenha gostado dela. Abraços.
Impressão de ter visto algo único, nas construções de cena, câmeras e trilha sonora. Uma tragicomédia que valeu muito ter visto, retrata bem sociedade, o que é e não é valorizado, as diferentes subjetividades e dificuldades da vida.
Ainda traz referências como Alejandra Pizarnik e o sample de La Noche.