Matheus Svóboda
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Últimas opiniões enviadas

  • Matheus Svóboda
    8 anos atrás

    Pra um documentário que critica a indústria médica e farmacêutica, é um ótimo comercial de Adderall.

  • Matheus Svóboda
    10 anos atrás

    É um filme contra-poder, contra a institucionalização da doença mental e anti-psiquiátrico, que mostra a extrema ineficácia da forma orgânica que a psiquiatria tratou/trata o "alienado". McMurphy acaba ocupando o lugar de líder destemido e admirado que deveria ser associado aos médicos, que por sua vez tornam-se vilões ao obedecer e concordar com o sistema.
    Imagino o impacto causado por esse longa justamente em uma época, aqui no Brasil, em que se fomentava a ideia de uma reforma psiquiátrica.
    Sob uma perspectiva mais psicanalítica freudiana, podemos entender a enfermeira como um superego que controla regras, normas e "rotinas", o McMurphy enquanto um id que busca desesperadamente por prazer: liberdade e o Chefe como um ego que aceita as ordens do supergo mas se envaidece com a presença do id.
    Foda. É um filme absolutamente poderoso.

    editado
  • Matheus Svóboda
    10 anos atrás

    "Ela diz que suas percepções não correspondem com suas ações."

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Elisabeth, mulher de sucesso, admirada e deveras bonita. Acometida por arrependimentos, impele sobre si a pena do silêncio. Alma se concretiza como um perfeito oposto, talvez. Uma personificação de Elisabeth. Persona.
    Quase impossível não traçar um paralelo com as ideias de Jung sobre os arquétipos. A persona, o papel que interpretamos.
    A conversa de Elisabeth e Alma após o encontro com o marido de Elisabeth, que por si só já deixa lugar para dúvidas, é um momento que, na minha perspectiva, em análise quase que afirma essas ideias.
    A confissão de Alma sobre a orgia e o aborto poderia ser, talvez, uma versão "personificada" da depressão pós-parto de Elisabeth, em que ela preferia que seu filho tivesse nascido morto, ou não nascido, como no aborto de Alma.
    Quando se forma um rosto com metade de cada uma, pra mim, pareceu o Bergman dando uma colinha... nesse ponto eu já estava alucinado na frente do computador - por mais que após isso ele continue as distinguindo, o que me fez pensar que Alma talvez pudesse realmente existir enquanto enfermeira, mas não a Alma que conhecemos durante o filme.

    Indo em completa oposição ao que disse até agora, também acho possível serem, sim, duas mulheres distintas que, ao encontrarem traços semelhantes em suas mais profundas individualidades e histórias, começam a fundir uma personalidade única, que por se fundir, se confunde.


    A psicologia é uma coisa linda, quando ela se junta com o cinema então.

    editado
  • Stefano Maximo 7 anos atrás

    Rapaz, pois veja sim! É ótimo!
    E acho que vou fazer dos seus favoritos uma lista de indicações hahaha tem muitos que eu não vi!

  • Stefano Maximo 7 anos atrás

    Só filmão nos favoritos, hein!

  • Iuri Leal 8 anos atrás

    The Florida Project e The Shape of Water favoritados <3 é o bom gosto viu