Léo Vizentim
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O Ato de Matar (The Act of Killing) 139

O Ato de Matar

Céu e Inferno (Tengoku To Jigoku) 70

Céu e Inferno

E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? (O Brother, Where Art Thou?) 372

E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?

Um Homem que Dorme (Un Homme qui Dort) 200

Um Homem que Dorme

Últimas opiniões enviadas

Não Amarás (Krótki Film o Milosci) 299

Não Amarás

  • Léo Vizentim
    4 anos atrás

    Uma bela tentativa, talvez seja tudo que temos. Apresentar o amor como uma maneira de ver, profundamente delicado, íntimo... e não um desejo que é atingido. Quem sabe nessa luneta eu também me veria como digno, belo, até próximo...
    O filme apresenta as interrogações certas, talvez um querer honesto, mas a luz que ilumina também queima. Espero ter chegado mais perto.

  • Cavaleiro de Copas (Knight of Cups) 416

    Cavaleiro de Copas

  • Léo Vizentim
    4 anos atrás

    Primeiro filme do Terrence que eu vejo, e sei que é um dos últimos da sua filmografia, então sempre tive a sensação de que era tudo intencional e organizado especificamente. As duas horas de filme discorreram sobre uma vida inteira, é inútil tentar abordar todos os temas. Mas é maestralmente orquestrado nessa liquidez da identidade, as sensações de estar perdido, de estar procurando, de estar sozinho, de ser inútil, de ser determinante. Tudo isso leva a uma sensação agonizante de uma acumulação de perguntas, vontades e vazios sem respostas e conclusões, onde você sai como entra, em um movimento onde você sabendo mais ainda o quanto você não sabe.
    O uso de símbolos desse filmes não é nada original nem revolucionário, típicos símbolos adorados por homens brancos, carros, ternos, mansões, mulheres magras na juventude, mas ao invés de valorizar isso como "posses" de valor como é feito tradicionalmente pela indústria cultural, se discute o quanto o protagonista não realmente encontra esses em um sentido fenomenológico, sempre buscando egoistamente preencher algo dentro dele, seja resgatar uma lembrança, sentir uma sensação, idolatrar ou ser idolatrado, tudo isso se acumulando melancolicamente.
    Em suma é mais um filme sobre perceber que não percebe, com tantas metáforas e analogias e símbolos que rever definitivamente acrescenta na experiência.

    editado
  • Anjos Caídos (Duo Luo Tian Shi) 296

    Anjos Caídos

  • Léo Vizentim
    4 anos atrás

    Muito divertido, esperançoso e trágico como um bom romântico. Achei engraçado as semelhanças das músicas de corno dos chineses com as nossas musica de corno. Super vale a pena ver, e como um bom jovem esse filme traz a tona coisas interessantes e relevantes, mas acaba apresentando uma prepotência ingênua, que ao longo do filme se torna seu charme

    editado
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