Acho que não entrei no clima. Entendo o propósito, admiro o apego estético, a edição, a trilha sonora, até me dou bem com filmes lentos... mas, a minha iluminação intelectual não está a altura desse filme. Eu passo sem críticas. Tipo Tom Jobim. Sei que é bom, sei que está acima da média, reconheço o talento e os méritos, mas o estilo não me agrada. Vou tentar outros títulos do diretor.
Tenta ser profundo e trazer à tona reflexões sobre o sentido da vida, e o jeito de se viver ela, mostrando os vários momentos de um playboy que divaga entre várias emoções mas carrega o vazio e solidão de ser ele mesmo tentando achar o sentido de tudo. "Meu filho, eu te conheço, eu sei que você tem alma. Você parece sozinho mas não está."
O visual é bonito com boas locações com uma execução e falas lentas / calmas pra trazer a imersão e introspecção necessária que o filme tenta levar como experiência.
A questão do personagem e seus momentos podem ser facilmente mutáveis pra uma personagem que vive na pobreza, porém mesmo com outras questões materiais, as questões internas meio que são as mesmas do ser humano.
Visualmente e esteticamente muito belo e dinâmico.
A estória é um tanto amarrada e as coisas acontecem como se não estivesse acontecendo nada. Tem uma mensagem muito bonita, mas ele balança entre algo que parece raso e profundo ao mesmo tempo.
Não é uma grande experiência. Provavelmente, não irei lembrar dele daqui a dois dias.
Filme a ser sentido e não entendido. Valeu só pela fotografia e elenco.
Terrence Malick segue achando que compilar um monte de cenas aleatórias, com frases de autoajuda e personagens desconexos, é fazer cinema.
Acho que não entrei no clima. Entendo o propósito, admiro o apego estético, a edição, a trilha sonora, até me dou bem com filmes lentos... mas, a minha iluminação intelectual não está a altura desse filme. Eu passo sem críticas. Tipo Tom Jobim. Sei que é bom, sei que está acima da média, reconheço o talento e os méritos, mas o estilo não me agrada.
Vou tentar outros títulos do diretor.
Tenta ser profundo e trazer à tona reflexões sobre o sentido da vida, e o jeito de se viver ela, mostrando os vários momentos de um playboy que divaga entre várias emoções mas carrega o vazio e solidão de ser ele mesmo tentando achar o sentido de tudo.
"Meu filho, eu te conheço, eu sei que você tem alma. Você parece sozinho mas não está."
O visual é bonito com boas locações com uma execução e falas lentas / calmas pra trazer a imersão e introspecção necessária que o filme tenta levar como experiência.
A questão do personagem e seus momentos podem ser facilmente mutáveis pra uma personagem que vive na pobreza, porém mesmo com outras questões materiais, as questões internas meio que são as mesmas do ser humano.
Visualmente e esteticamente muito belo e dinâmico.
A estória é um tanto amarrada e as coisas acontecem como se não estivesse acontecendo nada. Tem uma mensagem muito bonita, mas ele balança entre algo que parece raso e profundo ao mesmo tempo.
Não é uma grande experiência. Provavelmente, não irei lembrar dele daqui a dois dias.