Últimas opiniões enviadas
Últimos recados
O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
Depois do episódio da
revelação da moça do pescoço torto e,
[spoiler][spoiler]Gostei do final, mas achei que ele tem uma pegada meio “final de novela da Globo”, que não combinou com o tom da série. Não que os personagens não tenham o direito de finalmente serem felizes, mas o episódio 9, focado na mãe, tem muito mais cara de episódio final do que o último em si. Fui assistir ao episódio final sem saber o que esperar, justamente porque já tinha a sensação de que a história havia sido encerrada antes. Mas gostei bastante da revelação do que era a sala da porta vermelha.
Já a revelação tardia sobre a Shirley, a traição e o conflito pessoal dela me soaram um pouco fora de tom. Esse problema específico me pareceu irrelevante e até meio “bobo” quando comparado às questões muito mais profundas enfrentadas pelos outros irmãos, além de não parecer importante o suficiente para estar no season finale.
Entendo e até gosto da ideia de que quiseram mostrar que todos os membros da família são importantes, e existe toda uma leitura possível relacionada às fases do luto. Porém, com tantos personagens, alguns acabam ficando muito de lado e a Shirley foi a que mais senti isso acontecer. A Theo também sofre um pouco com essa falta de foco, mas ainda assim é uma personagem bem mais carismática e interessante do que a irmã.
Também achei incrível a escolha de estruturar episódios focados em diferentes membro da família, permitindo que a gente veja as mesmas situações sob diferentes pontos de vista.
Em muitos momentos, eu me perguntava se o que estava acontecendo era real ou apenas fruto da mente dos personagens. Foi muito interessante perceber que algumas cenas de terror e “fantasmas”, na verdade, eram apenas outros personagens vivendo momentos que já tínhamos visto antes, sob uma nova perspectiva.
No geral, gostei muito da série. Acho especialmente interessante a forma como ela utiliza o terror não apenas para assustar, mas como uma ferramenta para explorar traumas familiares, saúde mental, dor, culpa e luto. Essa junção o entre horror e drama familiar é sem dúvida, o grande diferencial de A Maldição da Residência Hill.
Enfim, uma série excelente!