Pedro Alves
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Estes são os meus filmes e séries favoritos

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  • Pedro Alves
    7 meses atrás

    Este era um dos filmes que mais aguardava para assistir no cinema este ano. Esperei para vê-lo na telona, pois queria ter a melhor experiência possível (mesmo com o arquivo em altíssima qualidade disponível por aí). Considero o conto-base uma das melhores obras contemporâneas de Stephen King, que alcança (pra mim) um casamento magistral entre forma e conteúdo. Ao mesmo tempo, acreditava ser inadaptável para outra mídia, mas depositei minha confiança em Flanagan devido às suas outras adaptações bem-sucedidas de obras consideradas "inadaptáveis": Jogo Perigo (2017) sendo o melhor exemplo.
    Meu principal problema com o filme reside no ato final (ou ato 1) e na forma como a narrativa restringe de maneira (quase) pedagógica as múltiplas leituras que a história oferece – quase exigindo que todos os elementos acompanhados no primeiro ato (ou ato 3) tenham (obrigatoriamente) algum lastro na realidade do protagonista. Essa abordagem reduz a ambiguidade que torna o conto tão poderoso pra mim.
    Ainda assim, reconheço que Flanagan é um realizador de mão cheia no melodrama e na construção de relações familiares. A maneira como ele incorpora o elemento fantástico (a partir do cômodo trancado) é tão elegante que quase nos faz acreditar que a realidade funciona dessa exata forma. Contudo, os discursos moralizantes colocados na boca do protagonista, especialmente na sequência final, materializam o que mais me incomoda no roteiro. Essa abordagem chega a ser quase o oposto da figura do narrador, que o diretor constrói tão bem, com seu tom mais leve e livre do didatismo otimista. Apesar dessas ressalvas, prefiro mil vezes filmes que fujam do cinismo contemporâneo. Ainda mais quando produzidos por um realizador tão competente quanto Flanagan.

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    Deadpool & Wolverine

  • Pedro Alves
    1 ano atrás

    É um filme que não permite que o espectador sinta o impacto de nada que acontece, né? Eu, que não tinha visto nenhum spoiler (nem sei se seria o termo correto nesse caso), ao menos consegui me "surpreender" com a aparição de alguns personagens (um certo caçador em específico fez eu realmente querer saber detalhes sobre os bastidores). No fim, nada importa. Nem a homenagem a fase cinematográfica da Marvel-Fox durante os créditos.
    Acho uma pena, porque o Shawn Levy é um diretor de seriados muitíssimo competente, mas que não tem a mesma sorte em sua carreira cinematográfica mais recente. Todos seus filmes parecem faltar estofo, humanidade - O Projeto Adam (2022) quase conseguiu, mas ainda assim se perde em sua própria bagunça. Contudo, indico demais alguns episódios dirigidos por ele: dois episódios do seriado Sinistro, o Piloto e Sacrifice; a dobradinha The Leader - Partes 1 e 2 de Animorphs; e todos os episódios que ele dirigiu para Stranger Things (sempre os melhores ao meu ver) em especial The Pollywog e Will the Wise, os dois da segunda temporada.

  • We're All Going to the World's Fair (We're All Going to the World's Fair) 21

    We're All Going to the World's Fair

  • Pedro Alves
    1 ano atrás

    Uma das coisas mais alucinantes que esse filme alcança ocorre na mudança de perspectiva de Casey para JLB. Existe uma vida separada por telas, é verdade. O ano de lançamento (e provável ano de produção) pode nos informar algo sobre isso. Contudo, é na transição do ponto de vista da protagonista para o seu voyeur que até o gênero do filme sofre uma metamorfose: do drama intimista para o horror. Nós nos tornamos companhia do JLB, também como voyeurs, e passamos a acompanhar a Casey pelo olhar do jogo, distanciado. Para uns o final ambíguo pode se tornar confuso por conta disso, mas uma das chaves de análise é que, uma vez com o JLB, acompanhamos o homem até o final. O final da Casey, fora do jogo, pode ser bem mais triste e previsível.

  • Humberto Catta Preta 5 anos atrás

    só filme gringo nesses favoritos
    você é uma vergonha

  • Humberto Catta Preta 6 anos atrás

    Parabéns pelas notas para all about eve e bacurau

  • Victor Hugo Sodré 6 anos atrás

    mentira, caguei no pau, vou atualizar sorry to bother you