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eu gostei. um bom serial killer.
nota pessoal para eu lembrar no futuro: primeiro filme que eu assisto na língua tâmil e que se passa numa comunidade indiana cristã.
localidade: sul/sudeste da Índia
é o primeiro filme do ator protagonista Gomathi Shankar, o cara arrebentou nas feições: ora calmo, ora maníaco.
Últimos recados
Oi, Pilar, obrigado pela minha curtida da lista de filmes sobre História Geral, e espero que tenha gostado, mas tem ainda as minhas outras complementares de História do Brasil e Oriente Médio, dê uma olhada se possível. Abraços.
Oie! Muito obrigado por acompanhar. Já estou seguindo a lista, valeu!! <3
Oi, Pilar. Vi na sua lista vc respondendo comentários sobre CSs organizados por associações. Me interessei, tem como contar um pouco mais?
Eu tô boba com o filme. Achei uma mistura de Django Livre com Um Drink no Inferno. (pra mim isso é positivo). Todas as cenas de música e dança são transcendentais!
Meus destaques são:
- Essa aura em torno da imagem do bluesman do Mississippi dos anos de 1920/1930. Mesmo o filme não sendo uma biografia sobre o Robert Johnson, é impossível não lembrar dele. A atmosfera do sobrenatural em volta do jovem bluesman Sammie me trouxe essa associação automaticamente com Johnson. Parece que o filme bebe desse imaginário do blues ligado à maldição e ao pacto.
- Outro ponto do filme é que ele trabalha com dois tipos de vilão: o sobrenatural e o real. O vilão sobrenatural é um irlandês que também sofre racismo por causa da invasão colonial inglesa, acaba virando vampiro e passa a querer se vingar dessa classe dominante. Quando ele fala que o galpão foi uma “casinha” pra virar um matadouro a gente se liga que o próprio “monstro” nasce de um processo histórico de opressão. Os que sofrem do racismo são sugados até a alma por seus opressores, sejam eles irlandeses, negros ou chineses.
- No confronto final é contra o verdadeiro inimigo, os brancos organizados na Ku Klux Klan. E é bom lembrar que os integrantes da KKK com suas vestes brancas e supremacistas, porém sem seus capuzes eles são os fazendeiros. È sempre bomlembrar que enquanto vemos as grandes plantações de algodão com os negros trabalhando acorrentados é quando a KKK está sem seu capuz. A KKK é o próprio latifundiário. O racismo não pode ser dissociado do processo econômico do latifúndio.
- Por último, eu revi a Chave Mestra (2005) na semana passada, e foi bom ver Os Pecadores (2025) depois, porque são dois filmes que retratam o Hoodoo. Porém o de 2025 com muito mais responsabilidade e com outra proposta se comparado com o de 2005.