comecei a assistir sem dar nada por esse aqui. e real, me deu uma sensação bem familiar ao acreditar na ideia de que estamos vivendo e precisamos estar atentos para não deixarmos quem nós somos e o que nos faz vivos, pelo caminho.
aquela cena em que Karen pergunta qual a foi a última coisa que Davis se lembrava de dar importância, e ele menciona competições quando ainda pequeno me pegou muito.
pq sim, viver demanda muito de nós o tempo inteiro e, às 24h não tão dando conta de aspectos que nutrem o sentido da nossa existência, além de cumprir com o que precisa ser feito. e as infâncias, ainda que dentro de seus recortes, estão construídas socialmente para serem o tempo de experienciar… é ai que a noção de alteridade começa a ser construída inerente ao Eu, então, pensar/sentir/se relacionar são essenciais para estágios do nosso desenvolvimento.
mas, ao nos tornarmos adultos, nem sempre a consciência está presente em ações que tem o objetivo de dar substrato ao “aqui e agora”. Davis mostra isso muito bem em sua apatia e automatismo frente a rotina.
para ele, a “demolição” desse Eu que estava completamente dessensibilizado com a realidade/estar no mundo se deu de forma bem abrupta, tendo em vista a vivência do luto de sua mulher e seu processo de elaboração disso; mesmo que por vezes, de forma muito insana. (leia-se insanidade atrelada às possibilidades que a interseccionalidade dele permite)
a trilha sonora, para mim, é um elemento crucial para essa ideia de sentir o que é ESTAR VIVO. isso foi um recurso emocional muito importante para o protagonista e também transmitido para nós, que assistimos, de forma igualmente intensa.
terminei esse filme chorando! principalmente porque, sim, precisamos “demolir” (sempre que for possível) a dureza/rigidez. pois, para conseguirmos nos equilibrar nessa corda bamba que é viver, a maleabilidade se torna uma ferramenta preciosa diante das possibilidades que a vida nos dá, ou simplesmente joga em nosso colo.
comecei a assistir sem dar nada por esse aqui.
e real, me deu uma sensação bem familiar ao acreditar na ideia de que estamos vivendo e precisamos estar atentos para não deixarmos quem nós somos e o que nos faz vivos, pelo caminho.
aquela cena em que Karen pergunta qual a foi a última coisa que Davis se lembrava de dar importância, e ele menciona competições quando ainda pequeno me pegou muito.
pq sim, viver demanda muito de nós o tempo inteiro e, às 24h não tão dando conta de aspectos que nutrem o sentido da nossa existência, além de cumprir com o que precisa ser feito. e as infâncias, ainda que dentro de seus recortes, estão construídas socialmente para serem o tempo de experienciar… é ai que a noção de alteridade começa a ser construída inerente ao Eu, então, pensar/sentir/se relacionar são essenciais para estágios do nosso desenvolvimento.
mas, ao nos tornarmos adultos, nem sempre a consciência está presente em ações que tem o objetivo de dar substrato ao “aqui e agora”. Davis mostra isso muito bem em sua apatia e automatismo frente a rotina.
para ele, a “demolição” desse Eu que estava completamente dessensibilizado com a realidade/estar no mundo se deu de forma bem abrupta, tendo em vista a vivência do luto de sua mulher e seu processo de elaboração disso; mesmo que por vezes, de forma muito insana. (leia-se insanidade atrelada às possibilidades que a interseccionalidade dele permite)
a trilha sonora, para mim, é um elemento crucial para essa ideia de sentir o que é ESTAR VIVO. isso foi um recurso emocional muito importante para o protagonista e também transmitido para nós, que assistimos, de forma igualmente intensa.
terminei esse filme chorando! principalmente porque, sim, precisamos “demolir” (sempre que for possível) a dureza/rigidez. pois, para conseguirmos nos equilibrar nessa corda bamba que é viver, a maleabilidade se torna uma ferramenta preciosa diante das possibilidades que a vida nos dá, ou simplesmente joga em nosso colo.