Carlos
31 years
Fortaleza - (🇧🇷 BRA)
Usuário desde Junho de 2011
Ver mais
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Estes são os meus filmes e séries favoritos

O Príncipe do Egito (The Prince of Egypt) 446

O Príncipe do Egito

Os Incríveis (The Incredibles) 1,2K

Os Incríveis

Pacarrete (Pacarrete) 125

Pacarrete

Avatar: O Caminho da Água (Avatar: The Way of Water) 1,4K

Avatar: O Caminho da Água

The Normal Heart (The Normal Heart) 1,0K

The Normal Heart

O Jogo da Imitação (The Imitation Game) 3,0K

O Jogo da Imitação

Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo's Nest) 1,8K

Um Estranho no Ninho

Ela (Her) 5,8K

Ela


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios
M3GAN 2.0 (M3GAN 2.0) 222

M3GAN 2.0

Que Horas Eu Te Pego? (No Hard Feelings) 548

Que Horas Eu Te Pego?

Venom: A Última Rodada (Venom: The Last Dance) 266

Venom: A Última Rodada

Invocação do Mal 4: O Último Ritual (The Conjuring: Last Rites) 464

Invocação do Mal 4: O Último Ritual

Últimas opiniões enviadas

Movimento de Jesus (Jesus Revolution) 38

Movimento de Jesus

  • Carlos
    2 anos atrás

    "Com banda ou sem banda, eu sou o show"

  • Pacarrete (Pacarrete) 125

    Pacarrete

  • Carlos
    2 anos atrás

    Ao término do filme, tive um insight sobre um tema abordado em segundo plano: o indivíduo "erudito" que não se conecta com a cultura de sua época. Não desejo me ater ao tópico central do filme: os processos pessoais de perceber que o tempo material não corresponde ao tempo psicológico.

    Contém spoiler, mas não compromete a experiência.

    Pacarrete que tanto aspirava a "presentear" sua cidade com uma "performance de alto nível", menospreza a própria cidade no seu dia a dia. "Sou obrigada a ouvir isso?", questiona aos transeuntes que caminham em direção à celebração local. E a História responde: sim, Pacarrete. Não seria aquilo o próprio resultado de seu tempo e localidade? Logo após, a protagonista se olha no espelho e reconhece a própria frustração por perceber que suas aspirações culturais não correspondem sequer à realidade substancial em que está inserida.

    Questiono quantos brasileiros são semelhantes a Pacarrete: alienados da cultura local, subestimam o que é seu, exigem do estado caprichos descontextualizados das necessidades do seu próprio progresso histórico, mas desejam um "Brasil melhor". É interessante observar como a rua de Pacarrete é bela, como as pessoas notam sua singularidade e não a excluem; em certo momento, é possível ouvir uma música de Belchior enquanto ela percorre a rua e vai à mercearia. No entanto, Pacarrete parece incapaz de apreciar a beleza dessas coisas: na sua televisão, uma dança, uma canção e uma projeção de um lugar, um tempo e um repertório que não lhe pertencem. A singularidade dela é fingir viver em outro país, falar outra língua enquanto menospreza o que está à sua frente.

    Pacarrete foi professora e contribuiu para sua sociedade por um tempo, mas parece ter parado no tempo ou deixou de aprender com ele. Esqueceu que "o novo sempre vem" e não se atualizou para assumir os novos palcos da vida. Assim, alienada de seu tempo e povo, resta-lhe apenas a imaginação. É mais fácil fantasiar estar em outro país do que admitir que perdeu a capacidade de aprender.

    Pacarrete é o símbolo de alguns brasileiros que, munidos de algum conhecimento sobre outras realidades, tentam impor um "projeto de civilização" sem ao menos estabelecer uma conexão genuína com a própria realidade.

  • Click (Click) 2,5K

    Click

  • Carlos
    2 anos atrás

    Revi um filme querido da adolescência.

    Os críticos e elites culturais podem olhar pra isso com desdém. Mas pra mim é uma obra prima. As reflexões que o filme traz são pertinentes, segue elas:
    A importância da atenção no aqui e agora, viver o processo e não o resultado, a crítica à ansiedade, a importância de uma vida orientada a valores, a sensibilidade que perdemos no dia a dia, a felicidade como disposição de viver e perceber o aqui e agora e não como consumo.
    Todos esses temas podem ser abordados de modos mais sofisticados em clássicos do cinema, na literatura, na poesia e na música. Mas acho que nenhum deles será tão imercivo e explícito para o povão quanto este filme que não promete nada e entregou tudo.

    "Há quem passe por um bosque e só veja lenha para a fogueira".
    Leon Tolstói

  • Nenhum recado para Carlos.