Willian Schütz
27 years
Florianópolis - (🇧🇷 BRA)
Usuário desde Maio de 2017
Ver mais
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Estes são os meus filmes e séries favoritos

Bar Doce Lar (The Tender Bar) 138

Bar Doce Lar

O Indomado (Hud) 54

O Indomado

O Sopro do Coração (Le Souffle au Coeur) 101

O Sopro do Coração

Pull My Daisy (Pull My Daisy) 5

Pull My Daisy

Crepúsculo dos Deuses (Sunset Blvd.) 818

Crepúsculo dos Deuses

Janela Indiscreta (Rear Window) 1,3K

Janela Indiscreta

Uma Rua Chamada Pecado (A Streetcar Named Desire) 461

Uma Rua Chamada Pecado

Vidas Amargas (East of Eden) 183

Vidas Amargas


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios
Algumas Garotas (Some Girl(s)) 138

Algumas Garotas

Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poets Society) 2,4K

Sociedade dos Poetas Mortos

Tempo de Crescer (Paper Man) 242

Tempo de Crescer

Druk: Mais Uma Rodada (Druk) 824

Druk: Mais Uma Rodada

Últimas opiniões enviadas

2010: O Ano Em Que Faremos Contato (2010: The Year We Make Contact) 150

2010: O Ano Em Que Faremos Contato

  • Willian Schütz
    6 anos atrás

    Em termos de continuação, não é ruim, pois retoma bem algumas questões importantes de 2001. Faz até umas homenagens bacanas.

    Algumas cenas do espaço são lindíssimas, mas não têm tanto tempo de tela, pois esse filme não tem a proposta de ser contemplativo - como o do Kubrick.

    No entanto, é um filme de altos e baixos. Sempre que o roteiro fica instigante, os sofríveis diálogos fazem questão de estragar os momentos.

    No começo, achei que o protagonista seria bem desenvolvido, por conta da imersão que temos na vida particular dele, com a família. Mas isso passa a ser pontuado de modo brega na trama.

    Ah, mas cenas de interação entre soviéticos e americanos conseguem ser definitivamente ridículas. Pior do que elas, são as outras piadinhas que saem da boca dos personagens.

    A parte do roteiro que se dedica à ficção científica até que e bacana, volto a dizer.

    Não é totalmente condenável, não é totalmente ruim, mas é desnecessário.

  • M, o Vampiro de Dusseldorf (M) 292

    M, o Vampiro de Dusseldorf

  • Willian Schütz
    6 anos atrás

    É impressionante como algumas jogadas de câmera do Fritz Lang não ficam datadas. Muito criativo para a época.

    A trilha-sonora carregada pelos assovios também é um detalhe bem bacana neste longa.

    Que atuação inspirada do Peter Lorre! Surpreendente.

    O debate moral é a cereja do bolo nesta obra deliciosa dos tempos de cinema alemão do Fritz Lang.

    editado
  • O Crime não Compensa (Knock on Any Door) 16

    O Crime não Compensa

  • Willian Schütz
    6 anos atrás

    A trama desse filme não me pegou. Apesar disso, Nicholas Ray foi um diretor que sempre se dedicou às problemáticas sociais. A pobreza das famílias italianas vivendo nos EUA do começo do século XX; os bairros pobres, cheios de violência; as inquietudes de um jovem desajustado socialmente; a ineficência do sistema carcerário e o preconceito são bem inseridos no roteiro. No entanto, não achei um filme tão envolvente como outros trabalhos do diretor. Mas vale conferir, sim.

  • Maria Giovana Menezes 4 anos atrás

    Seu lindo

  • Matheus Avansi 8 anos atrás

    Sou grado e espero boas indicações de você também.

  • Matheus Avansi 8 anos atrás

    Está aceito.