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Data de lançamento
25 Ago. 1995Duração
El Mariachi é um ex-músico que chega a uma cidade carregando várias armas dentro da caixa de um violão. Ele está atrás de Bucho, que matou sua namorada e ainda atirou em sua mão. Desejando vingança, ele conta com a ajuda de Carolina, uma bela mulher que é dona da livraria local.
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Com uma produção mais caprichada e melhor elenco esse aqui é levemente superior ao El Mariachi. Cheio de cenas pra lá de absurdas com muito tiroteio.
Achei melhor que o primeiro, fizeram uma ótima troca colocando Antônio Bandeiras e adicionando a Salma Hayek. Muito tiro e sangue.
"Abençoe-me, padre, pois eu pequei. Na verdade, não... ainda não, mas estou prestes a fazê-lo." - El Mariachi, confessando suas intenções assassinas, borrando a linha entre penitência e ameaça
A direção de Rodriguez é o astro do show. A edição cortante, os ângulos de câmera inventivos e a fluidez das cenas de ação criam uma experiência visceral e eletrizante
Antonio Banderas e Salma Hayek exalam uma química explosiva, dando um coração pulsante em meio ao tiroteio
As cenas de tiroteio não são realistas; são ballets de destruição, peças musicais onde as armas são os instrumentos. A sequência do bar é um marco do cinema de ação dos anos 90
Sabe que é um exagero e se deleita com isso. O humor negro e as piscadelas para o público (como a ponta de Tarantino) tornam a violência palatável e divertida
A Natureza Corrosiva da Vingança. A Criação do Mito. Redenção Através do Amor. Identidade e Destino.
O enredo é tênue como um fio de teia, servindo primariamente como um cabide para pendurar cenas de ação
O terceiro ato, com os estojos de guitarra que se transformam em metralhadoras e lança-foguetes, pode levar o exagero longe demais para alguns, quebrando a suspensão de descrença
A revelação final de que o herói e o vilão compartilham o mesmo sangue (a raiz comum do pecado).
A violência como "dança" (distorção da harmonia), um desejo de destruição que ultrapassa a razão.
O amor por Carolina como o único liame com a beleza real.
Revisto em 02/2026, pura diversão, gosto dos dois embora esse seja com muito mais recursos e por isso a produção é muito melhor, cenas de ação sensacionais, antonio banderas arrebenta e possui ótima química com Salma Hayek, o elenco e as atuações são muito bons, vale a pena ver ou rever com certeza.
Acho um pouco superior ao primeiro, e consequentemente o melhor da trilogia.
Muita ação, cenas absurdas (a case do violão que vira bazuca que o diga hahaha) e bem divertido.
Salma tá uma beleza que só aqui.
12-09-2025 - Revisto