Um assassino com um machado aterroriza uma pequena região montanhosa no norte da Califórnia, enquanto dois jovens obcecados por computadores tentam resolver os assassinatos.
Na década de 80, inúmeros filmes de slashers foram lançados, todos querendo surfar na onda de Sexta-Feira 13, Halloween e afins, mas uma grande parte não conquistou o lugar ao sol e A Beira do Machado é um mais um deles. No geral o filme até tenta, mas falta bastante coisa, principalmente por conta da direção de José Ramón Larraz, que tem aqui a obra mais significante dentro de sua carreira, também falta um assassino imponente e marcante, tudo isso somado, não deixa A Beira do Machado passar de um filme no máximo razoável.
Achei que fosse insuportavelmente ruim, mas até que este 'slasher' oitentista me ganhou, sendo recorrentemente, similar como tantos outros títulos deste subgênero que, foi produzido a enxurradas nos anos oitenta e que me parece que, atualmente já está fadado, sem algo novo para acrescentar ao subgênero. Todos os elementos estão lá; o clima de mistério e suspense; um assassino misterioso que fuzila suas vítimas à machadadas, sequencialmente; a filmagem em 1° pessoa e o clima capenga das cidadezinhas norte americanas de interior. E em, A BEIRA DO MACHADO, estes elementos são seguidos à risca. Gostei da boa fotografia, da construção de suspense, de como foi filmado as mortes, do clima capenga da cidadezinha da Califórnia, em meio à florestas e o plot twist final, tanto quanto surpreendente, quanto improvável. No final fica a sensação "do mais do mesmo", mas com sabor de nostalgia de tantas fitas já assistidas deste subgênero.
Não vi na época e vendo hoje em dia o roteiro e as atuações pesam contra, poucas mortes gráficas, algumas são até off screen, o slasher já estava em decadência no final dos anos 80, mas poderiam ter feito um filme melhor, até as motivações não convencem, só para fãs, mas muito fãs de trash e filmes que quanto mais ruim fica bom, para ter paciência de ver até o final.
Na década de 80, inúmeros filmes de slashers foram lançados, todos querendo surfar na onda de Sexta-Feira 13, Halloween e afins, mas uma grande parte não conquistou o lugar ao sol e A Beira do Machado é um mais um deles. No geral o filme até tenta, mas falta bastante coisa, principalmente por conta da direção de José Ramón Larraz, que tem aqui a obra mais significante dentro de sua carreira, também falta um assassino imponente e marcante, tudo isso somado, não deixa A Beira do Machado passar de um filme no máximo razoável.
** (Regular)
Achei que fosse insuportavelmente ruim, mas até que este 'slasher' oitentista me ganhou, sendo recorrentemente, similar como tantos outros títulos deste subgênero que, foi produzido a enxurradas nos anos oitenta e que me parece que, atualmente já está fadado, sem algo novo para acrescentar ao subgênero. Todos os elementos estão lá; o clima de mistério e suspense; um assassino misterioso que fuzila suas vítimas à machadadas, sequencialmente; a filmagem em 1° pessoa e o clima capenga das cidadezinhas norte americanas de interior. E em, A BEIRA DO MACHADO, estes elementos são seguidos à risca. Gostei da boa fotografia, da construção de suspense, de como foi filmado as mortes, do clima capenga da cidadezinha da Califórnia, em meio à florestas e o plot twist final, tanto quanto surpreendente, quanto improvável. No final fica a sensação "do mais do mesmo", mas com sabor de nostalgia de tantas fitas já assistidas deste subgênero.
Visto em 27-05-2026
A trilha sonora lembra uma telenovela.
Não vi na época e vendo hoje em dia o roteiro e as atuações pesam contra, poucas mortes gráficas, algumas são até off screen, o slasher já estava em decadência no final dos anos 80, mas poderiam ter feito um filme melhor, até as motivações não convencem, só para fãs, mas muito fãs de trash e filmes que quanto mais ruim fica bom, para ter paciência de ver até o final.