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Duração
Três ladrões entram em uma casa e matam os donos. A partir daí os relógios na casa começam a retroceder e os mortos voltam à vida para se vingar.
Filme para a TV, é o primeiro de uma série da que conta com outros três filmes "The Sweet House of Horrors" (também de Fulci), "La casa del sortilegio" e "House of Lost Souls" (ambos de Umberto Lenzi).
Devido ao uso extremo de gore, o filme foi proibido de passar na televisão, lançado apenas nos cinemas e em VHS pelo mundo.
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Na sinopse diz que o filme foi proibido de ser exibido na TV aberta italiana sendo apresentado apenas no cinema e em VHS devido a utilização excessiva de 'gore'. Parece que não notaram que Lúcio Fulci já teve outros filmes extremamente violentos e com o uso de gore até dez vezes mais que este que, ficou até brando em sua sanguinolência cujo é peculiaridade de seu idealizador. E de fato, A CASA DOS RELÓGIOS, é uma fita branda no quesito violência e gore esperava até algo mais impactante, de modo que, seu plot enredístico é até original e interessante, contudo, não muito inspirado pelo seu realizador. A fotografia é boa, as situações de terror até que funcionam em suas caracterização caricaturais (típicas dos filmes italianos). Entretanto, o casal de defuntos são mal explorados e seu terço final é um tanto confuso na finalização sem sentido. De todo modo, tem o estilo e marca LUCIO FULCI, isso já vale alguma coisa .
Mais um do mestre Fulci pra minha "coleção" (que inclui os clássicos Lo Squartatore di New York, Murderrock, Quella Villa Accanto al Cimitero, Zombi 2, Non si Sevizia un Paperino, entre outros). Com participação do Al Cliver (Zombi 2 / Murderrock). Boa trilha. Bons cenários. Bom gore. A casa (boa decoração - os relógios, etc). O casal de idosos. O outro "casal" no quarto é macabro (só que é muito mal explorado). Os ladrões. A cena do gato é bem escrota. O plano indo por água abaixo... As coisas estranhas acontecendo. O efeito dos relógios. A ideia é boa, mas o filme não consegue construir um clima direito. Sei lá... Não é dos melhores do diretor italiano. Achei bem mais ou menos.
Mais um trabalho bizarro do "Mestre do Gore" Fulci,com doses de niilismo e mal-gosto,mas felizmente também com alguns momentos criativos e nunca entediante.
Muito legal. Atípico no gênero, gostei da originalidade. Tem um clima fúnebre e diabólico bem bacana também.