Nesse clássico da Universal, um grupo de viajantes que se veem presos na estrada durante uma tempestade, buscam abrigo em uma velha mansão cujos moradores são um pouco mais que excêntricos, e a noite deles é tudo, menos tranquila.
Este é meu primeiro filme com a lenda Boris Karloff (por que ninguém nunca me falou que ele era um gostoso?!), que entra mudo e sai calado, mas nem precisava pois ele atua muito, e fiquei surpreso com o visual do divo idêntico aos gays da minha timeline, 94 anos depois. Aliás, em uma cena no carro com Penderel, Gladys usa a palavra "gay" no mesmo contexto que usamos atualmente; há várias sugestões sexuais na história, muito humor e ironia, e ainda uma atriz maquiada como um homem velho... Uma história de casa sinistra muito moderna mesmo. Melvyn Douglas é um charme e Gloria Stuart, uma belezura. Eva Moore faz uma Rebecca Famm rabugenta e engraçada; e Ernest Thesiger, seu irmão, tem uma atuação tão expressionista quanto Karloff. O trabalho de dublês impressiona onde a montagem decepciona. No geral, a direção de James Whale é uma delícia. . #Telegram
Vale pela atmosfera, pelos elementos externos que "funcionam" como trilha sonora, pelos momentos de humor e suspense, e pelos misteriosos personagens. O final é meio decepcionante, mas no geral é um bom clássico do gênero.
Clássico de apenas 70 minutos, onde a tal casa do título não é nem de longe o fator mais assustador do filme, e sim, os habitantes ali presentes. A maior parte do filme se passa dentro da casa, mas o vento, uivando incessantemente do lado de fora, praticamente se torna a trilha sonora durante todo o desenrolar da trama. Sombras, velas, trovões, chuva e gargalhadas no sótão, são os ingredientes necessários pra dar aquele charme de um bom clássico do terror. • YouTube
Nesse clássico da Universal, um grupo de viajantes que se veem presos na estrada durante uma tempestade, buscam abrigo em uma velha mansão cujos moradores são um pouco mais que excêntricos, e a noite deles é tudo, menos tranquila.
Este é meu primeiro filme com a lenda Boris Karloff (por que ninguém nunca me falou que ele era um gostoso?!), que entra mudo e sai calado, mas nem precisava pois ele atua muito, e fiquei surpreso com o visual do divo idêntico aos gays da minha timeline, 94 anos depois. Aliás, em uma cena no carro com Penderel, Gladys usa a palavra "gay" no mesmo contexto que usamos atualmente; há várias sugestões sexuais na história, muito humor e ironia, e ainda uma atriz maquiada como um homem velho... Uma história de casa sinistra muito moderna mesmo.
Melvyn Douglas é um charme e Gloria Stuart, uma belezura. Eva Moore faz uma Rebecca Famm rabugenta e engraçada; e Ernest Thesiger, seu irmão, tem uma atuação tão expressionista quanto Karloff. O trabalho de dublês impressiona onde a montagem decepciona. No geral, a direção de James Whale é uma delícia.
.
#Telegram
Vale pela atmosfera, pelos elementos externos que "funcionam" como trilha sonora, pelos momentos de humor e suspense, e pelos misteriosos personagens.
O final é meio decepcionante, mas no geral é um bom clássico do gênero.
Clássico de apenas 70 minutos, onde a tal casa do título não é nem de longe o fator mais assustador do filme, e sim, os habitantes ali presentes. A maior parte do filme se passa dentro da casa, mas o vento, uivando incessantemente do lado de fora, praticamente se torna a trilha sonora durante todo o desenrolar da trama. Sombras, velas, trovões, chuva e gargalhadas no sótão, são os ingredientes necessários pra dar aquele charme de um bom clássico do terror.
• YouTube
*Dica: A Casa dos Maus Espíritos (1959)
Boring.
gostei bastante! o filme transita bem entre terror, romance e comédia sem um atrapalhar o outro. elenco foda demais