Dirigido por
Data de lançamento
4 Nov. 2011Duração
Escrito e dirigido novamente por Six, a sequência foca em Martin, um homem solitário e mentalmente perturbado que mora com sua mãe e trabalha como guarda noturno em uma estacionamento-garagem no subsolo. Para escapar de sua triste existência, Martin se perde na fantasia do filme de terror cult A Centopéia Humana, fantasiando com as meticulosas habilidades cirurgicas do Dr. Heiter, cujo conhecimento do sistema gastrointestinal inspira Martin a praticar o impensável.
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Que perda de tempo, meu Deus amado! 🤦🏻♂️
Filme ruim! Eu já sabia que Centopéia Humana 2 seria uma experiência bizarra, mas não esperava encontrar um filme tão inconsistente e sem sentido.
Aqui temos uma espécie de continuação do primeiro filme, mas não exatamente. Dessa vez, acompanhamos Marty, um fã obcecado pelo filme original, que possui problemas mentais e decide reproduzir aquilo que viu, criando a sua própria centopéia humana, dessa vez com 12 pessoas.
O filme claramente quer chocar. Ele aposta o tempo inteiro no gore, no sangue, na violência e em situações extremamente gráficas. Só que, para mim, o problema é que nada daquilo faz sentido. A forma como Marty consegue fazer tudo o que faz é completamente absurda. É humanamente impossível que aquelas pessoas sobrevivessem a tudo aquilo da maneira apresentada no filme. Em vários momentos eu simplesmente fiquei pensando: “Isso não faz o menor sentido.”
E, sinceramente, parece que o filme está muito mais preocupado em causar repulsa e desconforto do que em construir uma história minimamente coerente.
A única coisa que realmente achei interessante foi o final. Porque fica aquela dúvida: será que tudo aquilo realmente aconteceu ou foi apenas um delírio da cabeça do Marty? Essa ambiguidade é, para mim, a parte mais interessante do filme inteiro e dá uma interpretação diferente para tudo o que acabamos de assistir.
Fora isso? Uma enorme perda de tempo. 😭
Eu entendo que a proposta do filme é justamente ser extremo, perturbador e nojento, e ele definitivamente consegue fazer isso. Mas choque por choque, sem uma história que faça sentido, não funciona para mim.
No fim, fiquei mais indignado com o tempo que perdi assistindo do que chocado com o filme.
Nota: ⭐ 1/5
assistir no trabalho e estou traumatico kkkkkk
Bem levinho
Ao meu ver, o primeiro filme da sequência é definitivamente melhor em todos os sentidos. A história, atuações, narrativa, o vilão...
Nessa segunda sequência o que atrai é entender um pouco melhor a motivação de Martin para a criação de sua centopeia, que aliás,
nem se sabe se realmente existiu ou se foi um delírio.
Única coisa que esse filme supera o primeiro é em quesito do gore e violência explícita.
Caralho, essa sequência é infinitamente mais gráfica, nojenta e perturbadora que o primeiro. O que torna o filme tão bom e bizarro e é que ele não se apoia em um enredo complexo; ele foca inteiramente na mente doentia do protagonista, Martin, e em sua tentativa patética e brutal de imitar a arte que ele ama.
Outro ponto de destaque é a atuação brilhante e visceral de Laurence R. Harvey como o protagonista. Ao contrário do Dr. Heiter, Martin é um vilão silencioso e desajeitado, cuja loucura é transmitida quase inteiramente através da linguagem corporal e do olhar. A ausência de diálogo não apenas torna sua psicopatia mais assustadora, como também força o espectador a projetar o próprio horror em suas expressões. Harvey domina o papel, exalando uma combinação bizarra de vulnerabilidade infantil e obsessão sádica, particularmente evidente nos seus sorrisos guturais e no vazio de seus olhos enquanto ele executa seus atos brutais. Essa performance eleva o filme de um mero exercício de gore para um estudo perturbador de um fanático imundo e desolado.