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Sinopse
Jovem brilhante mas extremamente introvertido é hostilizado pelos colegas da classe onde estuda. Só que por trás daquela timidez havia um demônio capaz de tudo...
Tosqueira das brabas, tinha tudo pra dar certo, o filme tem um clima sinistro, a cena da crucificação e do maluco lá com peitos é bizarra demais. A fita infelizmente deixa a desejar no quesito gore e a trama também tem muitas partes entediantes.
Sabe a empolgação de um diretor novo com seu primeiro filme ? então, foi o que aconteceu aqui, acho que Frank Laloggia se emocionou sendo seu primeiro filme, e quis fazer tudo nele. Aqui temos zumbis, temos demônios, temos romance homoerótico tem luta contra o bem e mal, temos anjos. O problema é que no fim não saiu nada que preste. Uma pena por sinal, porque poderia ter saído um ótimo filme. A ideia base é boa.
Jesus, que filme ruim! Até para os anos 80. Primeiro filme do diretor Frank LaLoggia (que depois fez o muito bom "A Dama de Branco"), aqui ele dirige, produz, escreveu o roteiro, fez a trilha, montou, dublou o demônio. Não dá, gente. Nem todo mundo é um prodígio como Stanley Kubrick, Orson Welles, e outros poucos aí. O filme é uma mistura de discussões pretensiosas, atuações ruins, elenco quase amador, mal roteirizado, confuso e mal dirigido. Salva-se a trilha sonora com Ramones, Sex Pistols, Patti Smith, Boomtown Rats, B-52's e Talking Heads. Mas acho que talvez a trilha não tenha caído bem nesse tipo de filme. Olhem a trilha de um "A Profecia" ou de "O Exorcista" por exemplo. Os alegados efeitos especiais de Peter Juran são de dar dó. O que começa como uma batalha sangrenta se transforma em raios laser incrivelmente ruins que literalmente parecem ter sido tirados de um filme de ficção científica do final dos anos 60 e que cairiam bem num show de Jean Michel Jarre ou algo que o valha. No meio disso tudo tem uma cena de homoerotismo aleatória no banheiro do colégio, a cena do beijo. E o ator Stefan Arngrim (que era o gurizinho do seriado "Terra de Gigantes", do Irwin Allen), quando aparece "caracterizado" como Lúcifer, mais parece o Edson Cordeiro quando era mais jovem, com aquelas vestes transparentes. Juro que já estava esperando ele sair saltitando e cantando "It's Raining Men", kkkk. Hoje, tendo referências como a própria série "Lucifer" e "Supernatural", assistir a esse filme e contemplar tudo isso, é uma piada. Em tempo:
As cenas do batizado, dos zumbis no final e daquela encenação da crucificação de Cristo - sem contar a bizarrice do rapaz com seios - salvaram o filme do desastre total.
Tosqueira das brabas, tinha tudo pra dar certo, o filme tem um clima sinistro, a cena da crucificação e do maluco lá com peitos é bizarra demais. A fita infelizmente deixa a desejar no quesito gore e a trama também tem muitas partes entediantes.
O Lúcifer é a cara da Natasha da novela Vamp!
Dorgas, mano! Muitas dorgas!
Difícil dizer que esse clássico 80s envelheceu mal, pq o impacto de tanta bizarrice é o mesmo depois de anos.
Sabe a empolgação de um diretor novo com seu primeiro filme ? então, foi o que aconteceu aqui, acho que Frank Laloggia se emocionou sendo seu primeiro filme, e quis fazer tudo nele. Aqui temos zumbis, temos demônios, temos romance homoerótico tem luta contra o bem e mal, temos anjos. O problema é que no fim não saiu nada que preste. Uma pena por sinal, porque poderia ter saído um ótimo filme. A ideia base é boa.
Jesus, que filme ruim! Até para os anos 80. Primeiro filme do diretor Frank LaLoggia (que depois fez o muito bom "A Dama de Branco"), aqui ele dirige, produz, escreveu o roteiro, fez a trilha, montou, dublou o demônio. Não dá, gente. Nem todo mundo é um prodígio como Stanley Kubrick, Orson Welles, e outros poucos aí.
O filme é uma mistura de discussões pretensiosas, atuações ruins, elenco quase amador, mal roteirizado, confuso e mal dirigido.
Salva-se a trilha sonora com Ramones, Sex Pistols, Patti Smith, Boomtown Rats, B-52's e Talking Heads. Mas acho que talvez a trilha não tenha caído bem nesse tipo de filme.
Olhem a trilha de um "A Profecia" ou de "O Exorcista" por exemplo.
Os alegados efeitos especiais de Peter Juran são de dar dó. O que começa como uma batalha sangrenta se transforma em raios laser incrivelmente ruins que literalmente parecem ter sido tirados de um filme de ficção científica do final dos anos 60 e que cairiam bem num show de Jean Michel Jarre ou algo que o valha.
No meio disso tudo tem uma cena de homoerotismo aleatória no banheiro do colégio, a cena do beijo. E o ator Stefan Arngrim (que era o gurizinho do seriado "Terra de Gigantes", do Irwin Allen), quando aparece "caracterizado" como Lúcifer, mais parece o Edson Cordeiro quando era mais jovem, com aquelas vestes transparentes. Juro que já estava esperando ele sair saltitando e cantando "It's Raining Men", kkkk.
Hoje, tendo referências como a própria série "Lucifer" e "Supernatural", assistir a esse filme e contemplar tudo isso, é uma piada.
Em tempo:
As cenas do batizado, dos zumbis no final e daquela encenação da crucificação de Cristo - sem contar a bizarrice do rapaz com seios - salvaram o filme do desastre total.